Noesis está a recrutar. Tem mais de 100 vagas para tecnologia

Consultora portuguesa tecnológica Noesis tem mais de uma centena de vagas em aberto que pretende preencher este ano. Está à procura, principalmente, de jovens talentos.

A consultora portuguesa Noesis está a recrutar mais de 100 talentos para a área tecnológica, que irão exercer funções de data scientists, devOps specialists, business analysts, developers, consultores juniores e seniores e programadores. A empresa, com mais de duas décadas de história, conta atualmente com quase 700 colaboradores e está espalhada por sete escritórios, quatro deles no estrangeiro.

Ao longo deste ano, a Noesis pretende recrutar vários profissionais para ingressarem nos quadros da empresa, de forma a “responder aos desafios de uma economia cada vez mais exigente e competitiva”, explica fonte oficial em comunicado. “A ligação aos jovens talentos é também uma das grandes apostas da Noesis”, adianta ainda.

“Nos nossos departamentos temos uma constante preocupação com a inovação e sustentabilidade, o que nos leva a querer trabalhar de perto com universidades e organizações de R&D“, diz Alexandre Rosa, CEO da Noesis. “No entanto, não é fácil para a Noesis reter os melhores talentos num mercado de pleno emprego, daí a aposta numa cultura orientada para as pessoas, promovendo a proximidade, e fomentando o conhecimento e o desenvolvimento das suas competências únicas“, sublinha.

Mais informações aqui.

In: ECO

Farmácias doam medicamentos a instituições de solidariedade

A Jornada de Recolha de Medicamentos (JRM), principal iniciativa do Banco Farmacêutico, irá realizar-se no dia 17 de fevereiro, sábado, entre as 9h00 e as 19h00. Esta iniciativa decorrerá, pela primeira vez, em todos os distritos de Portugal Continental, abrangendo 230 Farmácias aderentes, que terão como principal objetivo recolher medicamentos para auxiliar 100 instituições de solidariedade social (IPSS).

Esta é já a X Jornada, sendo que nas nove edições anteriores, o Banco Farmacêutico entregou um total de 82 mil medicamentos e produtos de saúde a diversas instituições de solidariedade social. Só em 2017 conseguiu angariar um total de 14.000 medicamentos, uma subida bastante significativa face aos anos anteriores.

Para a concretização deste objetivo, é fundamental o papel que as Farmácias aderentes têm no desenvolvimento de toda esta iniciativa, uma vez que no dia da Jornada, serão elas que recolherão medicamentos não sujeitos a receita médica e produtos de saúde que serão doados a cada uma das IPSS. Igualmente importante, é o papel que os voluntários irão desempenhar ao longo de toda esta ação, estando presentes em cada Farmácia e divulgando a importância que o Banco Farmacêutico tem a todos os utentes. Na X Jornada de Recolha de Medicamentos participarão 600 voluntários que se disponibilizarão para ajudar esta causa.

Importa referir que só podem ser doados medicamentos novos, seguros, de qualidade e que não tenham saído do circuito do medicamento, ou seja, são apenas aceites medicamentos dispensados nas farmácias.

A X Jornada de Recolha de Medicamentos conta com o apoio de cada uma das farmácias aderentes, da Associação Nacional de Farmácias (ANF), da Ordem dos Farmacêuticos, da Logista Pharma, da Tranquiidade e da Farmácia Distribuição.

Para saber mais sobre a iniciativa e quais as farmácias e instituições abrangidas pela recolha de 2018, visite o site www.bancofarmaceutico.pt.

Veja a reportagem, a baixo, da RTP, e saiba mais sobre a iniciativa:

PHC Software: “A tecnologia está a mudar a gestão das empresas”

Há 28 anos, quando a PHC Software começou a trabalhar na área do software tinha de “vender a ideia de que a tecnologia era uma novidade”. Em quase três décadas como software house muito mudou e Ricardo Parreira, fundador e CEO da empresa portuguesa reconhece que hoje o patamar é bastante diferente, o software de faturação é um requisito incontornável, a tecnologia abrange todas as áreas das organizações e não é possível gerir bem sem utilizar estas ferramentas.

Isso é naturalmente bom para quem está no sector, mas as mudanças também se fazem pela exigência que aumentou exponencialmente. E oportunidades? Muitas. “Estamos num ponto de viragem para uma nova geração destas ferramentas e isso deve-nos entusiasmar a todos”, refere em entrevista ao SAPO TEK.

Atualmente a empresa conta com mais de 30 mil clientes e 140 mil utilizadores, e mantém escritórios em Lisboa, Porto, Madrid, Lima, Luanda e Maputo, onde emprega 175 pessoas. A rede comercial estende-se também a mais de 400 parceiros, que também contribuem para uma faturação que ultrapassou os 10,4 milhões de euros em 2016.

Depois de um 2017 que considera “espetacular” Ricardo Parreira olha já para 2018 e acredita que este vai ser um ano marcante. Na calha está uma nova geração de ERP, que “dará liberdade à gestão das PME portuguesas e que lhes vai permitir ser excelente a gerir as diferentes áreas da empresa”.

SAPO TEK: O que mudou a nível do desenvolvimento de software de gestão e da utilização por parte das empresas portuguesas nos últimos 28 anos?

Ricardo Parreira: Existem duas grandes alterações ao nível do desenvolvimento e utilização do software de gestão. A primeira refere-se à consciência que existe sobre o papel da tecnologia na gestão das empresas. Quando começámos, tínhamos de vender a ideia de que a tecnologia era uma novidade. Hoje, estamos num patamar diferente. Primeiro porque o software, nalgumas áreas como a faturação, é um requisito incontornável e já não se trata de tentar convencer os gestores de que necessitam de tecnologia – já existe uma consciência que a tecnologia é, de uma forma ou de outra, necessária. Mas, também, porque a tecnologia abrange toda a atividade de uma empresa, não só a parte financeira, mas todas as operações, os recursos humanos, o recrutamento, a colaboração interna, entre todas as outras. Já não se trata de mostrar aos gestores que têm de investir em tecnologia, mas de consciencializar para a maior tendência no mundo da gestão: não é possível gerir bem sem utilizar a tecnologia, porque outros estão a aproveitar o potencial destas ferramentas e quem não o fizer ficará para trás. É darwiniano.

A segunda grande diferença é que no que toca ao desenvolvimento de software a exigência vai aumentando exponencialmente. Não apenas exigência de fazer melhor do que a concorrência, que é cada vez mais feroz, mas a exigência de desenvolver o software de gestão com o mindset de um gestor e não como mera peça tecnológica. Existem mais de mil soluções de software de gestão certificado em Portugal e todos prometem ser a melhor ferramenta. Como é que um gestor escolhe o melhor? Escolhe pelo conhecimento e experiência em gestão de quem o desenvolve. E essa é a segunda grande diferença: o desenvolvimento não é de software, mas de ferramentas de gestão. A tecnologia é apenas um meio para resolver um problema, que passou a ser parte da própria noção de gestão. É indissociável. Quem apenas vende tecnologia, percebe pouco de tecnologia.

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In: Tek Sapo.

Ábaco Consultores lança novas soluções em SAP Analytics Cloud

A Ábaco Consultores, empresa de implementação e manutenção de sistemas de informação SAP, lançou duas soluções de Analytics «essenciais para dotar as organizações com a informação relevante para a gestão, seja de equipas de vendas, seja para o sector alimentar».

As soluções Your Analytics by Ábaco disponíveis na plataforma digital da SAP – têm assim como principal finalidade dotar as organizações com informação relevante sobre a sua operação e em tempo útil, para tomada de decisões relevantes para o negócio.

Os dados resultantes da análise são obtidos a partir das folhas de cálculo em Excel, ainda uma das principais formas de registo de dados nas organizações. Desta forma, através dos pacotes Your Analytics by Abaco consegue-se extrair e compartilhar a informação necessária.

Com a incorporação destas soluções, as organizações «passam a conseguir analisar a previsão de crescimento, a progressão de gráficos e, ao mesmo tempo, a simplificar, obter e partilhar informações que as ajudarão a tomar decisões mais claras e rápidas».

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In: PC Guia.

Data Discovery Tool: a nova ferramenta da BI4ALL para o ajudar com o RGPD

A BI4ALL apresentou ontem uma nova solução para as empresas que ainda não entraram em conformidade com o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD).

A solução mais recente a entrar no mercado português tem o cunho da BI4ALL, uma empresa da área de business intelligence. O Data Discovery Tool é uma ferramenta web de fácil utilização que já tem incluídas as novas regras a serem aplicadas. Esta solução conta ainda com um dashboard que disponibiliza os resultados das pesquisas efetuadas nos vários dados da empresa. Na eventualidade de alguns dos ficheiros analisados não estarem em conformidade com o Regulamento, a Data Discovery Tool apresenta as alterações que têm de ser introduzidas.

Em comunicado disponibilizado ao Link to Leaders, José Oliveira, CEO da BI4ALL, refere que “estamos a quatro meses da oficialização do RGPD e Portugal continua a ser dos países menos preparados para cumprir as exigências impostas pelo novo regulamento. É, por isso, essencial que as empresas percebam o verdadeiro impacto que estas alterações terão no seu negócio e que, desta forma, tomem as medidas certas para entrar em compliance”.

As empresas que não estiverem em conformidade até dia 25 de maio estão sujeitas a sofrer coimas que podem chegar aos 20 milhões de euros ou a 4% do volume de negócios anual.

Recorde-se que com este regulamento, a UE quer atualizar a legislação que foi posta em prática há 22 anos, numa altura anterior à generalização da Internet. As novas regras surgem agora para colmatar o que as antigas normas não foram capazes de acompanhar: a evolução tecnológica dos últimos anos.

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In: Link to Leaders.

Conheça as 10 previsões do estudo Futurscape da IDC

Em 2021, 25% dos bancos na economia portuguesa vão usar tecnologias de blockchain para gerir transacções,  segundo a IDC Portugal. É uma das previsões do estudo Futurscape Portuguese ICT Top 10 Predictions que a consultora apresentou esta terça-feira.

Além da preparação da conformidade com o novo regulamento de protecção de dados (RGPD), há dez tendências ou factores que deverão influenciar o sector das TIC, durante 2018, diz a IDC. Aquele factor será “um dos principais dinamizadores do investimento em TICE não só em 2018, mas também durante 2019”.

As dez tendências ou factores:

‒ Digitalização da economia global: em 2021, pelo menos 30% da economia nacional será
digitalizada, numa evolução impulsionada pelas novas ofertas digitais, a digitalização das operações e das
cadeias de valor, assim como dos canais e respectivos processos de relacionamento com clientes. Em termos globais a IDC prevê que mais de 50% da economia esteja digitalizada em 2021;

‒ Plataformas de transformação digital: em 2019, 25% das 100 maiores organizações portuguesas irão desenvolver uma nova estratégia de TI para suportar uma plataforma de transformação digital, de modo a competirem numa economia cada vez mais digital. Esta percentagem será de 60% nas 2000 maiores empresas mundiais;

‒ “Cloud Core”: em 2021 o investimento e despesa empresarial nacional em serviços de cloud computing e
hardware necessário para o desenvolvimento de clouds privadas e públicas irá duplicar e ultrapassar os 400 milhões de euros. À escala global este mercado chegará perto dos 500 mil milhões de euros;

‒ Inteligência Artificial (IA): em 2019, 30% das iniciativas de transformação digital irão incorporar
algum tipo de serviço de IA, e em 2021 mais de 50% das novas aplicações terão IA incorporada. Mais de 50% dos consumidores irão interagir com algum tipo de bot.

Em termos mundiais mais de 90% dos consumidores irão interagir com bots e mais de 40% das iniciativas de transformação digital vão envolver recursos de IA em 2020.

‒ Aplicações ágeis: em 2021 o desenvolvimento de aplicações na Europa irá basear-se
“arquitecturas hiper-ágeis”. Cerca de 60% do desenvolvimento aplicacional será feito
sobre plataformas de cloud (PaaS) com recurso a micro-serviços e novas funcionalidades de cloud (ex., AWS Lambda e funções Azure). Perto de 70% dos micro-serviços serão desenvolvidos com tecnologia de “containers”.  À escala mundial, 80% do desenvolvimento aplicacional será feito sobre plataformas de cloud (PaaS).

‒ Interfaces humanas digitais: em 2020 mais de 10% dos trabalhadores portugueses irão utilizar soluções de realidade aumentada (25% nas maiores organizações mundiais), e mais de 50% das novas aplicações móveis irão utilizar a voz como interface de comunicação. Mais de 25% das 100 maiores organizações portuguesas irão recorrer a soluções de biometria para personalizar a
experiência de colaboradores e clientes. Isso acontecerá em 50% das maiores organizações mundiais.

‒ Blockchain: em 2021 pelo menos 15% das 100 maiores organizações nacionais irão recorrer à
tecnologia de blockchain para criar serviços fiáveis, seguros e com capacidade de expansão. Mais de 25% dos bancos vão usar tecnologias de blockchain para gerir transacções.

‒ Monetização de dados: em 2020 mais de 35% das 100 maiores organizações irão desenvolver
novos fluxos de receita com base em dados no modelo Data-as-a-Service (DaaS), desde a venda
de dados em bruto, até indicadores de indústria e serviços de recomendações. Ao nível global a IDC prevê que mais de 90% das 2000 maiores organizações tenham uma oferta de Data-as-a- Service (DaaS) em 2020.

‒ Ferramentas “low-code” e “no-code”: durante 2021, em função das novas ferramentas “low-code” e “no- code”, mais de 10% das aplicações empresariais e 25% das novas funcionalidades das aplicações não serão desenvolvidas por programadores;

‒ Economia das API: em 2021 mais de 35% das 100 maiores organizações portuguesas terão
mais de 30% das suas iterações digitais realizadas através de parceiros no ecossistema através
de API.

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In:ComputerWorld.

Responsabilidade Social Corporativa no setor farmacêutico

O terceiro Encontro Temático do GRACE: “Responsabilidade Social Corporativa no Setor Farmacêutico” foi organizado com o apoio da BloomCast Consulting.

O associado PLMJ acolheu o terceiro Encontro Temático do GRACE, organizado com o apoio da Bloomcast Consulting.

Mais informações aqui.

In: Grace.

 

PHC Software lança nova versão do PHC CS

Tem como principal novidade a integração do novo produto PHC CS Recrutamento.

A PHC Software lançou uma nova versão do PHC CS que tem como principal novidade a integração do novo produto PHC CS Recrutamento, que visa ajudar as empresas a «recrutar os melhores talentos e diminuir o tempo associado aos processos de contratação».

A versão 22 do PHC CS também pretende facilitar e «melhorar a tomada de decisão, mantendo uma relação personalizada entre a empresa e os seus candidatos, bem como assegurar um feedback interno mais rápido e eficaz».

A nova versão do PHC CS traz ainda um conjunto de outras novidades, permitindo, por exemplo, importar dados directamente a partir do SAF-T, aumentando a facilidade de utilização, dado que passa a precisar apenas do respectivo ficheiro para lançar, de uma só vez, os movimentos contabilísticos.

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In: PC Guia.

jp.di summit abordará oportunidades da transformação digital

A Unidade de Negócio da Distribuição do jp.group (JP Sá Couto) reunirá no dia 29 de setembro, em Ílhavo, fabricantes, parceiros, clientes e clientes finais num evento focado nos desafios e oportunidades da transformação digital.

A Unidade de Negócio da Distribuição do jp.group (JP Sá Couto) está a organizar o jp.di summit 2017 – inspiring technology, que reunirá na Casa da Cultura de Ílhavo, no dia 29 de setembro, mais de 600 participantes e 60 parceiros de negócio, entre os quais 50 das principais marcas de tecnologia do mercado.

Em comunicado, a jp.di diz que o evento se realiza “num momento estratégico do ano”, o início do último trimestre, “que coincide com a maior procura por produtos e soluções tecnológicas quer no mercado corporate, quer no mercado de consumo”.

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In: IT Channel.

 

Helder Miranda nomeado responsável de vendas SMB da jp.di

Helder Miranda passará a acumular a nova função de responsável de vendas SMB com a de liderança de Marketing Estratégico da empresa, que ocupa desde o final de 2016.

Este desafio reforça a estratégia da jp.di em estabelecer uma relação cada vez mais próxima entre fabricantes, Parceiros e clientes, valorizando toda a cadeia de valor da distribuição informática em Portugal e afirmando a jp.di como uma equipa de especialistas.

Para Helder Miranda, “este é um momento crucial para os distribuidores de informática e tecnologia em Portugal, que devem afirmar-se como potenciadoras de valor para fabricantes e clientes através de uma relação de proximidade e simplicidade. Este é o momento para a jp.di ser reconhecida como o parceiro preferencial de IT em Portugal”.

Mais informações aqui.

In: IT Channel

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