Ebook: A importância da Newsletter para as organizações

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A Newsletter (Ebook) é um dos vários tipos de E-mail Marketing e uma forma muito importante que os profissionais de marketing e comunicação têm de se envolverem com os seus potenciais e atuais clientes atuais, bem como com os colaboradores da organização.

A newsletter consiste num tipo de mensagem enviada, eletronicamente, para utilizadores registados. Quando dinamizada de forma regular e com conteúdo relevante, torna-se numa poderosa ferramenta de comunicação.

Hoje em dia, as newsletters devem fazer parte das estratégias de marketing, na medida em que permitem, por um lado, informar e educar o público a que nos dirigimos e, por outro lado, obter métricas de de quem as lê.

Mas então qual é o objetivo de uma newsletter?

Uma newsletter apenas é bem-sucedida se o seu conteúdo for apelativo. Ao determinar que conteúdo utilizar, é importante ter em conta a regra 80/20: 80% do conteúdo deve ser educacional e apenas 20% promocional. Os subscritores estarão sempre mais disponíveis para comprar se a substância da newsletter se dedicar a informação relevante relativa à sua indústria e interesses.

Em termos de jornada do consumidor, o objetivo de uma newsletter não é vender, mas sim proporcionar uma informação que seja suficientemente aliciante para o levar ao site – e aí sim, fechar a venda. Ou seja, numa primeira instância, a newsletter promove um clique no Call To Action – mas como 35% dos marketeers enviam aos seus clientes 3 a 5 e-mails por dia, é importante que cada newsletter seja altamente personalizada.

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E quais são as vantagens e desvantagens de implementar uma Newsletter?

Vantagens:

  • Aumento da exposição da empresa, bem como dos seus produtos/serviços;
  • Custo reduzido comparativamente a outras ações de marketing;
  • Não demoram muito tempo a ser criadas, quando já existem outros conteúdos para complementar as ideias principais;
  • Boa forma de manter e aprofundar o relacionamento com os leitores;
  • Aumento do tráfego nas redes sociais/site.

Desvantagens:

  • Podem ter uma taxa de abertura muito reduzida;
  • Caso não tenha conteúdos finalizados previamente pode ser um processo demorado;
  • Pode acrescentar pouco ou nenhum valor se a mensagem não for adequada ao recetor;
  • A mensagem pode ser detetada como spam acabando por não ser lida.

 

O Newsletter Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series, é um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada no desenvolvimento de todo o tipo de conteúdos de comunicação. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação de uma Newsletter bem como algumas estatísticas e factos relevantes.

 

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Ebook: A Evolução do E-mail Marketing para impulsionar a comunicação

Capa E-mail Marketing

O e-mail marketing (ebook) é uma forma direta de marketing, que utiliza o correio eletrónico para promover os produtos ou serviços, gerando leads, tráfico para um website ou compras de um produto.

Desta forma, esta ferramenta faz parte das estratégias de marketing digital e consiste no envio de e-mails para clientes e potenciais clientes, permitindo que se mantenham informados, através de mensagens personalizadas, construindo assim uma relação de proximidade com o destinatário.

Apesar de ser um dos conteúdos digitais mais antigos, e de muitos considerarem que é uma arte perdida, o e-mail marketing continua a ser uma importante forma de comunicação, e uma das mais utilizadas e mais eficientes ferramentas de marketing digital. 

A evolução do E-mail Marketing

Anteriormente, as principais ferramentas de comunicação nas áreas de Marketing, Comunicação e Publicidade baseavam-se sobretudo no fax, telefone e correio. Quando surgiu o e-mail, os profissionais da área viram uma solução rápida, económica e segura para chegar aos seus clientes e, sobretudo, a potenciais clientes. 

Assim, as organizações começaram a investir neste tipo de estratégias, principalmente com o surgimento do Hotmail, em 1991. 

As estratégias de e-mail marketing começaram a contemplar indicadores de desempenho, métricas de avaliação e conversão e outros instrumentos do marketing digital que são amplamente utilizados atualmente. As funcionalidades do e-mail evoluíram de tal maneira que, hoje em dia, assumiu um papel imprescindível no desenvolvimento da imagem das marcas e na captação de clientes.

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Os diferentes tipos de E-mail Marketing: 

  • E-mails Transacionais – Estes são desencadeados pelo comportamento do consumidor. Normalmente, materializam-se através de recibos, confirmações de pedidos, ou confirmações de pagamento. Têm uma taxa de engagement alta, porque derivam de ações diretas dos clientes. 
  • E-mails Comportamentais – Estes tipos de mensagem são personalizados e baseados no comportamento do consumidor. Ao conhecer os seus clientes e as suas buyer personas, é possível adequar os e-mails para serem relevantes ao buying cycle de cada um. Alguns exemplos deste tipo de e-mail marketing são, recomendações, cross-selling, pedidos de feedback de produto, e-mails de boas-vindas, e-mails de final de períodos de experimentação. 
  • E-mails Promocionais – Um e-mail promocional é uma forma de valorizar um cliente fidelizado através de promoções exclusivas para os assinantes. Isto transmite uma ideia de exclusividade, fazendo com que os mesmos estejam mais atentos aos e-mails e com isto exista um aumento da taxa de abertura e de conversão. Sendo assim, a chave nesse caso é segmentar o conteúdo de acordo com o perfil e o estado de compra do lead, como em todos os tipos de e-mail marketing. 
  • NewslettersAs newsletters são um tipo de conteúdo que permite construir brand awareness e reconhecimento. Por norma, são utilizadas para comunicar de forma mais regular com os seus subscritores, podendo conter apenas um texto simples ou uma estrutura mais composta com imagens e texto formatado. 

 

O E-mail Marketing Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series, é um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada no desenvolvimento de todo o tipo de conteúdos de comunicação. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação de um E-mail Marketing bem como algumas estatísticas e factos relevantes. 

 

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O tempo da comunicação para o sucesso dos negócios

O Tempo da Comunicação para o sucesso dos negócios

Definir uma arquitetura para a comunicação, uma estratégia que permita assegurar a coerência para quem vê/lê a informação da empresa, é um valor inestimável.

O digital é uma das palavras do momento. Logo, o digital já era. É hoje um dado adquirido na operação das empresas e faz parte da forma como operam, com maior ou menor sofisticação.

As redes sociais eram uma novidade em 2000. Mas muitas das originais já não existem e outras surgiram entretanto. O e-mail era a norma na comunicação, as soluções colaborativas para reuniões e partilha de informação são para muitos a base de trabalho atual. Os modelos de negócio dependentes de longas cadeias de abastecimento eram o modelo a seguir, mas as disrupções dos últimos anos levaram as empresas a procurar alternativas com maior resiliência, que assegurem que os produtos chegam a tempo e horas ao seu destino. A realidade aumentada está muito próxima de explodir em número de utilizadores e modelos para a sua aplicação, e há inúmeras empresas a experimentar o metaverso, mas sem ter a clara noção de como se irá concretizar.

O trabalho presencial, que era globalmente visto como o modelo de referência, parece um passado distante numa altura em que todos nos habituamos, de uma forma que se considerava inexequível, a modelos híbridos. Mesmo processos antes inteiramente presenciais, como a aquisição de uma viatura, já têm uma forte vertente não presencial. A crescente importância dos ditos nómadas digitais é uma nova realidade, em que a procura de talento para as organizações já não está restringida à cidade, à região ou ao país. A fluidez passa a ser a norma versus os processos sequenciais tradicionais, e as organizações transformam-se de hierárquicas em flexíveis.

Por outro lado, as empresas passaram a assumir posições em temas relevantes, seja de sociedade, ambientais ou económicos. Tudo isto leva as lideranças a assumirem um papel mais ativo para o exterior, com o natural escrutínio associado. A realidade está em constante mudança, e nem sequer afloramos aqui o tema da guerra em curso, que todos esperamos termine em breve.

O desafio é conseguir ligar todas estas realidades distintas, manter uma proximidade às equipas que lhes permita, sejam presenciais ou distantes, sentir-se unidas em torno dos valores da empresa e chegar aos clientes tendo em consideração a análise do seu perfil proporcionada por sistemas de analítica, por forma a mantê-los informados das decisões estratégicas. Dar-lhes o que pretendem, mas também interpelá-los com novas propostas que lhes podem interessar. Dar a conhecer aos restantes interlocutores e ao mercado a visão, estratégia e objetivos da organização.

Nunca a comunicação foi tão importante e, no entanto, como com o digital, comunicar não é o problema, já que existem inúmeras opções para chegar aos interlocutores. Como comunicar, com quem comunicar, em que canais, em que momentos e com que mensagens é a chave essencial para assegurar que somos compreendidos, conhecidos e marcamos uma posição no mercado. Que mostramos a liderança, a capacidade de nos adaptarmos a uma realidade em perpétua mudança. As empresas passaram de entidades fechadas ao exterior, com uma comunicação específica, a transparentes, em que é possível ter uma visão da forma como operam, gerem as suas equipas (Glassdoor, anyone?) e trabalham com os seus fornecedores.

Definir uma arquitetura para a comunicação, uma estratégia que permita assegurar a coerência para quem vê/lê a informação da empresa, é um valor inestimável. A proliferação de conteúdos e a facilidade de encontrar informação relevante e fidedigna online (naturalmente, aqui o foco são os sites de entidades reconhecidas e conceituadas, que são cada vez mais fáceis de destrinçar, felizmente) criaram novos desafios. É necessário mudar a abordagem à comunicação, tornando-a mais interpretativa e capaz de trazer informação relevante, mais rica e que tire partido de recursos como a infografia, o vídeo, a imagem. E que consiga ser não intrusiva.

Este é (também) o tempo da comunicação.

 

Publicado, inicialmente, na Exame, versão online. Artigo de Opinião de Rodolfo Oliveira, Managing Partner da BloomCast Consulting.

aqui, para outros artigos de Rodolfo Oliveira.

 

 

Ebook: Blogs, a ferramenta que pode impulsionar a comunicação de uma empresa

Ebook Criação de Blogs

Com a popularização da internet no início dos anos 2000, anos antes de as redes sociais “explodirem”, plataformas de partilha de conteúdos assumiram uma figura de destaque no quotidiano das pessoas. Entre estas destacamos os blogs (Ebook), que começaram como diários pessoais no ambiente digital, mas rapidamente foram encarados como um meio ideal para divulgar informações e ideias.

Podemos entender o conceito blog como um website com updates regulares, que pode tanto ser utilizado para uso pessoal como para preencher as necessidades de um negócio. Por exemplo, um blog de uma empresa é um site à parte ou uma secção no próprio site, dedicada inteiramente à criação de conteúdo escrito sobre a indústria da empresa. Neste sentido, os blogs são uma forma de inovar no conteúdo e partilhar conhecimento sobre um determinado tema, sendo que é um tipo de conteúdo comunicacional capaz de trazer bastantes vantagens para o negócio.

Com a criação de artigos ou “posts” especializados, uma organização consegue não só posicionar-se enquanto especialista no assunto, como também humanizar a empresa, através da partilha de histórias sobre colaboradores ou clientes, demonstrado um lado menos formal para além da esfera corporativa

Ebook Blogs, a ferramenta que pode impulsionar a comunicação de uma empresa

Mas o que são artigos de blogs?

Um artigo de blog consite numa página de um site que trata um subtópico específico. Por exemplo, se criasse um blog sobre moda para incorporar no seu website de retalho, um dos posts poderia ser intitulado “Os melhores sapatos para o Outono.” Ou seja, esta publicação estaria relacionada com o tópico do blog, mas também falaria de um subtópico muito específico (sapatos de outono).

Desta forma, todas as publicações devem estar associadas ao site principal, de modo a permitir que o seu website seja descoberto por qualquer pessoa interessada num dos subtópicos. Para além disso, os artigos de blog permitem que o site apareça em motores de busca, através de uma variedade de palavras (tornando-se importante otimizar o SEO dos seus artigos)

Ebook Blogs - ferramenta que pode impulsionar a comunicação de uma empresa

O que dizem os números?

  • Segundo o o W3 Tech, a plataforma de gestão de conteúdo WordPress detém mais de 42,8% da internet;
  • De 2021 a 2025, a indústria do marketing de conteúdos deverá crescer em 417,85 Mil milhões de dólares (ReportLinker);
  • 77% da população lê regularmente blogs online;
  • Cerca de 70 Milhões de novos posts são publicados mensalmente no WordPress;
  • 97% dos bloggers utlizam Social Media para potenciar os seus resultados;
  • Os bloggers de sucesso despendem de, aproximadamente, quatro horas para escrever um artigo;
  • Segundo o Social Marketing Writing, os bloggers consideram que um blog aumenta a credibilidade de um determinado site;
  • 62% dos millennials afirma que o conteúdo online de uma marca é fundamental para os manter fieis à mesma

 

O Blog Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series, é um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada no desenvolvimento de todo o tipo de conteúdos de comunicação. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação de um blog bem como algumas estatísticas e factos relevantes.

 

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BloomCast renova com a LG Portugal no LinkedIn

BloomCast renova com a LG Portugal no LinkedIn

Pelo terceiro ano consecutivo, a BloomCast será responsável por dinamizar a comunicação da página de LinkedIn da LG Portugal. A consultora de comunicação terá como principal desafio reforçar a visibilidade e a notoriedade da empresa enquanto player de referência no mercado das tecnologias.

«É com grande satisfação que renovamos a colaboração para comunicar uma marca com a notoriedade e relevância nos seus mercados chave como a LG Portugal. A nossa aposta é sempre num trabalho próximo e cuidado com todos os nossos clientes», comenta Rodolfo Oliveira, managing partner da BloomCast Consulting.

Mais informações aqui.

In Marketeer.

 

Pode ler, aqui, outras notícias da BloomCast.

Consultoria de Comunicação: quando e porquê recorrer?

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Muitas vezes, a decisão de contratar serviços de consultoria desperta algumas dúvidas nas organizações, seja por desconhecimento do que esperar deste serviço ou por incertezas no que respeita às necessidades da empresa.

Cada vez mais, a consultoria de comunicação é considerada um serviço essencial para impulsionar negócios, de qualquer setor de atividade, e torna-se fundamental saber no que consiste e quando se deve recorrer a este tipo de serviço.

 

Afinal, qual é o propósito da consultoria de comunicação?

A consultoria de comunicação consiste em orientar as empresas, através da análise, acompanhamento e definição de estratégias que têm como fim melhorar o resultado das ações da empresa, com foco na sua reputação.

Comunicar eficazmente pode definir o sucesso ou insucesso de um negócio, pelo que também a comunicação deve ser planeada e considerada na estratégia da empresa. Ao recorrer a um serviço de consultoria de comunicação, está a contratar um ou mais profissionais que o vão ajudar a desenvolver estratégias para atingir os objetivos da organização, através da implementação de ações compatíveis com o mercado e os diferentes públicos-alvo, promovendo e preservando a sua imagem e reputação.

A consultoria de comunicação estabelece prioridades, define metas e mede resultados, tendo como principal objetivo uniformizar a comunicação da empresa, tornando-a coerente, clara, segura e fiável. Além disso, pode ser uma grande aliada perante uma situação de crise, em que existe a necessidade de uma comunicação assertiva, em tempo útil, sob o risco de provocar danos irrecuperáveis.

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O certo é que já todos nós já identificámos falhas na comunicação das marcas, e que nos impactaram de tal forma que se torna difícil pensarmos nelas sem associar este momento. Ainda assim, até este processo de recuperação de marca é possível trabalhar através do recurso à consultoria de comunicação, ainda que possa ser moroso.

 

Quando recorrer a um serviço de consultoria de comunicação?

Não existe um momento certo para recorrer a uma agência ou serviço de consultoria de comunicação. Idealmente, este serviço deve ser uma parte integrante da estratégia de comunicação mediática da organização. No entanto, é possível identificar alguns sinais que revelam uma necessidade mais evidente de recorrer a este tipo de serviço, nomeadamente:

  • Pouco retorno de media/resultados

É um dos principais motivos que leva uma empresa a contactar uma agência/consultor de comunicação, apesar de ser um dos problemas de menor complexidade. Por norma, advém da falta de impacto nas comunicações que são lançadas ou pela baixa regularidade de comunicação. Neste caso, a consultoria de comunicação inicia um trabalho de análise junto da empresa para identificar possíveis causas que possam justificar o pouco retorno mediático, bem como apoiar a implementação de uma estratégia de comunicação regular, com vista à obtenção de resultados.

 

  • Ausência de inovação

A ausência de inovação é outro fator que impulsiona as empresas a recorrerem a um serviço de consultoria de comunicação. Por norma, as empresas que apresentam este sinal têm um grau de maturidade de comunicação elevado e sentem necessidade de inovar e expandir os seus horizontes. A consultoria de comunicação analisa e identifica novas oportunidades que possam ir ao encontro das novas expetativas do negócio, que podem passar pela entrada em mercados internacionais ou pela participação em novos formatos de media.

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  • Situação de crise

Uma situação de crise requer uma resposta especializada, assertiva e em tempo útil, sob o risco de provocar danos irrecuperáveis para a marca/organização. É possível recorrer à consultoria de comunicação de forma a minimizar os danos reputacionais e, consequentemente, os prejuízos ao nível financeiro da organização. Por norma, se já trabalhar com uma agência de comunicação, este processo será mais célere e eficaz, na medida em que já existe um histórico de acompanhamento e a comunicação tornar-se-á, naturalmente, mais coerente.

 

  • Pouca notoriedade no mercado

Sentir pouco reconhecimento no mercado onde atua e que está a ficar atrás dos seus concorrentes, é um dos sinais mais evidentes que levam um gestor a entender a necessidade de recorrer ao serviço de consultoria de comunicação.  Neste ponto, o profissional de comunicação irá iniciar o processo numa análise que consiste em identificar as forças, as fraquezas, as oportunidades e as ameaças (análise SWOT) a que está exposta a empresa, que visa a implementação de uma estratégia de comunicação diferenciadora, que possa trazer reconhecimento à empresa junto dos seus públicos-alvo.

  • Rede de contactos de media inexistente ou desatualizada

É uma empresa recente e não tem qualquer contacto com os meios de comunicação? Ou até tem alguns contactos, mas provavelmente estão desatualizados? A consultoria de comunicação analisa o negócio e identifica os principais órgãos de comunicação social onde faz sentido a presença da marca, além de que o profissional de comunicação tem uma rede de contactos privilegiado e poderá estabelecê-los de forma muito mais célere e eficaz.

  • Pouca proximidade aos órgãos de comunicação

Contrariamente ao ponto acima, por vezes existem empresas que até têm alguns contactos nos meios de comunicação, mas com os quais não têm proximidade e

consultoriatorna-se difícil estabelecer contactos de sucesso. O consultor de comunicação pode tornar esta comunicação bastante mais fluída, na medida em que terá mais proximidade com os órgãos de comunicação social e consegue construir abordagens mais apelativas aos jornalistas.

  • Ausência de impacto mediático nos setores estratégicos para o negócio

Este é outro sinal que leva as marcas com mais maturidade de comunicação a sentirem necessidade de dinamizar. Por norma, nestes casos, não existe uma necessidade de crescimento ao nível de resultados de media, mas sim, de impacto em meios estratégicos para o negócio, onde se encontram os seus principais decisores. Aqui, o papel da consultoria passa por uma estratégia mais próxima ao negócio do cliente, de forma a identificar os setores estratégicos da empresa e oportunidades de mediatização que possam ir a um encontro mais imediato de decisores, como por exemplo através da participação em eventos estratégicos.

  • Ausência de uma visão externa ao negócio

Talvez este seja o sinal menos evidente para quem gere uma organização ou um departamento, mas é provavelmente o ponto de maior importância e que poderá trazer mais benefícios. Ter uma visão externa, que ajude a identificar falhas e dificuldades, mas também a compreender e definir estratégias para as ultrapassar, é talvez o maior desafio para alguém que está dentro da organização. Recorrer a um serviço de consultoria de comunicação pode ajudar a identificar os pontos fortes e fracos da estratégia de comunicação atual, bem como a implementar mudanças que possam ser necessárias.

 

Agora que já reconhece alguns sinais, estará a sua empresa a necessitar de apoio? Para saber mais sobre os nossos serviços, contacte-nos!

BloomCast e WYperformance alavancam comunicação da NextBITT

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A BloomCast Consulting, consultora de comunicação, e a WYperformance, agência de marketing digital, foram as agências escolhidas pela NextBITT para assegurar os seus serviços de assessoria mediática, SEO e optimização digital

A consultora de comunicação terá como principal desafio o reforço da visibilidade e da notoriedade da marca enquanto empresa focada na gestão e optimização de activos físicos. Já a WYperformance será responsável pela melhoria de todo o conteúdo do website, tendo em conta normas de SEO.

«A nossa aposta é sempre num trabalho próximo e cuidado com todos os nossos clientes. Acima de tudo, é nosso objectivo assegurar a inovação nas propostas apresentadas e a rápida entrega de soluções personalizadas para os desafios de negócio dos nossos clientes», comenta Rodolfo Oliveira, managing partner da BloomCast Consulting.

Mais informações aqui.

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Pode ler, aqui, outras notícias da BloomCast.

O mundo (da comunicação também) é plano

o mundo da comunicação visão rodolfo oliveira bloomcast
Neste contexto de organizações descentralizadas e com hierarquias mais fluídas, a comunicação interna é essencial, porque equipas dispersas exigem a criação de espaços e momentos de ligação com modelos de comunicação informais que possam criar e reforçar a cultura da empresa.
O que tem a ver o negócio e a comunicação das atuais startups de base digital com o livro de Thomas Friedman? Tudo. O pressuposto do autor é que vivemos uma nova era de globalização tornada possível pela tecnologia, e em que as barreiras geográficas e de desenvolvimento entre países perderam a sua relevância, permitindo uma competitividade global. Transpondo o conceito para as startups de base digital, é também uma realidade que estas frequentemente nascem para endereçar necessidades globais, com uma abordagem que não está condicionada pela dimensão do mercado, seja ele local ou nacional. Mas dependem, para o seu crescimento, de um ecossistema que as possa apoiar na fase de lançamento e lhes crie condições propícias para acelerar o seu amadurecimento, o que torna essencial criar as condições para que possam nascer e afirmar-se.
Vivem numa rede, estabelecendo parcerias em qualquer geografia e podendo recrutar profissionais em qualquer lugar, estando habituadas a modelos de operação remotos e com processos distribuídos geridos de forma eficiente. Não são necessariamente apenas digitais, podendo ser empresas com produção de bens físicos, mas têm esta visão estratégica global no seu ADN. Para elas, o mundo dos negócios tornou-se plano, e este potencial de estabelecer uma fundação forte para criar, com recurso a ferramentas digitais, uma operação descentralizada e eficiente, revolucionou o mercado.

Esta abordagem à organização das empresas também tem impacto na comunicação, com o foco na presença em canais digitais que lhes permitam ligar-se aos seus interlocutores em qualquer mercado, podendo as palavras de ordem ser definidas como adaptação, flexibilidade e evolução iterativa. Neste contexto de organizações descentralizadas e com hierarquias mais fluídas, a comunicação interna é essencial, porque equipas dispersas exigem a criação de espaços e momentos de ligação com modelos de comunicação informais que possam criar e reforçar a cultura da empresa. As newsletters, os canais de comunicação instantânea, as intranets, as populares conference calls e reuniões virtuais são elementos que concorrem para gerir e ligar equipas distribuídas, seja por motivos de teletrabalho, seja por questões de distribuição geográfica da operação. Entre outros efeitos colaterais, esta globalização também popularizou o chamado inglês internacional, com muitos sotaques e interpretações distintas, mas com uma base comum que simplifica a comunicação.

Também ao nível dos media tradicionais, há inúmeras mudanças e novas oportunidades de interação, com o crescimento da presença digital, dos podcasts, das infografias e das animações ou vídeos, da personalização e criação de comunidades, a que se junta a tendência inexorável dos conteúdos fechados a assinantes.

Para a comunicação externa, esta nova forma de estar nos negócios e a nova organização empresarial refletem-se na necessidade de pensar a comunicação de forma global, dominando os canais globais, sejam estes as redes sociais, os motores de busca, os media globais ou as diferentes plataformas de interação, do marketing automation à distribuição de conteúdos. A omnicanalidade é a norma, e a coerência na comunicação e na experiência de quem interage com a empresa um desafio. Isso torna essencial ser-se capaz de medir o engagement atingido e o impacto na reputação e na visibilidade mediática.

A comunicação tem, acima de tudo, de ser útil, de fácil apreensão e facilmente partilhável ou mantida para consulta. O mundo (apenas da comunicação, felizmente), é plano e global, e criar e alimentar os canais de comunicação, personalizados ou mais alargados, tendo em consideração também os aspetos culturais dos diferentes mercados, é um novo desafio para estas organizações.

 

Publicado, inicialmente, na Exame, versão online. Artigo de Opinião de Rodolfo Oliveira, Managing Partner da BloomCast Consulting.

aqui, para outros artigos de Rodolfo Oliveira.

1 ano sem consultoria, o que seria?

Consultoria de Comunicação Bloomcast

A comunicação é a base para a sobrevivência e desenvolvimento das empresas. Sem uma comunicação eficaz e contínua com o público externo e interno torna-se difícil garantir uma boa imagem e reputação das empresas. Assim, a criação de um plano de de comunicação eficaz torna-se fundamental, mas depende de alguns fatores como a realização de uma análise rigorosa, a definição de uma estratégia e de um planeamento bem construído delineado através de uma consultoria de comunicação.

Uma Consultora de Comunicação trabalha na definição de estratégias de comunicação, implementa ações com diferentes públicos, promove a imagem e reputação dos seus clientes e minimiza situações de crise que possam afetar essa mesma imagem, para além disto mede também o retorno do trabalho desenvolvido.

Quais os benefícios de contratar uma consultora de comunicação

Fortalecimento de relações internas e externas

Há algum tempo atrás, a prioridade das empresas era a comunicação com o cliente, ou seja, com o público externo. Contudo, atualmente, assistimos a uma mudança de paradigma, no qual existe uma forte preocupação com o público interno, , os colaboradores da empresa. Desta forma, uma consultora de comunicação ajuda a fortalecer as relações internas e externas da empresa, criando ligações mais próximas com os seus Clientes e estimulando decisões pertinentes, para além de motivar os profissionais a atingir resultados específicos;

Experiência de mercado

 O facto da Consultora já ter uma experiência sólida no serviço pretendido, sabe qual o caminho que melhor se adequa para cada empresa. Por isso, as hipóteses de correr como é esperado são superiores e provavelmente irá economizar recursos;

Ganhar tempo

Ao contratar um serviço de consultoria, os consultores garantem que alguém especializado irá desenvolver e aplicar a estratégia de comunicação que a empresa ou negócio necessita, assim passam a poder focar-se mais nas tarefas essenciais de gestão e controlo do negócio. Isto evita a perda de tempo com atividades fora da sua especialização.

Ter um maior conhecimento sobre os media

Os consultores de comunicação têm um maior conhecimento relativamente aos meios de comunicação, visto que trabalham de forma regular com os meios e conseguem identificar qual o que melhor se adequa a cada tema., pelo que conseguem aconselhá-lo da melhor forma sobre a estratégia a adotar para despertar o seu interesse e conseguir posicionar a sua empresa nas notícias, por exemplo.

Visão externa

Geralmente, é mais difícil para alguém que está dentro da empresa ter uma visão objetiva e compreender as suas falhas e erros, o que pode afetar negativamente os resultados. Um consultor possui uma visão externa, uma vez que conhece o mercado de uma forma profunda: após uma primeira análise, ele consegue identificar os pontos fortes e fracos da sua estratégia de comunicação atual e começa desde cedo a implementar mudanças e a reforçar o que já está a ser bem explorado, acabando por conseguir encontrar a solução mais eficaz.

Como funciona o  processo da consultoria?

A consultoria tem um período bem definido, não é uma entrega contínua de serviços, mas sim, uma identificação e resolução de desafios.

Neste sentido, indicamos abaixo alguns dos principais passos:

1 – Identificação do Problema;

2 – Análise dos resultados atuais;

3 – Definição de novos objetivos;

4 – Criação da estratégia;

5 – Implementação.

Um dos principais pontos a ter em consideração é que, o trabalho da consultora só irá dar frutos se a empresa colaborar com os consultores. Uma melhoria do desempenho entre o cliente e a consultora será trabalhada, de forma a gerar um maior número de vendas, por exemplo.

“We must establish a personal connection with each other. Connection before content. Without relatedness, no work can occur.”

– Peter Block

Consultoria de comunicação Vs Assessoria de comunicação:

Ambas as áreas são essenciais para o crescimento de uma empresa, contudo, existem diferenças entre elas.

– A maior diferença é que, devido à experiência, o consultor é capaz de identificar um problema e apontar soluções, ainda que sem as executar. Na assessoria de imprensa há o atendimento completo do profissional, este executa as atividades necessárias de forma a solucionar os problemas de uma vez.

– A consultoria de comunicação tem como principal objetivo oferecer conselhos para o assessorado, relacionados com as práticas que podem ser aplicadas para o crescimento da empresa, bem como a resolução de problemas no âmbito de comunicação de modo a melhorar os resultados do negócio. Enquanto que a assessoria é algo mais prático, embora ainda assim necessário um conhecimento prévio do problema e um plano já estruturado e delineado para ser posto em prática.

Em jeito de conclusão, a Consultoria de Comunicação serve para encontrar falhas e propor melhorias de comunicação de forma a melhorar o resultado das ações da empresa. O resultado vai assim estar na redução da diferença entre a forma como a empresa é vista e como ela quer ser vista.

 

1 ano sem consultoria de comunicação irá tornar as tomadas de decisão mais complicadas, sem orientação e para o desenvolvimento de estratégias deixa de existir um suporte de qualidade que impulsione o negócio e, por consequência, leve a uma falha na execução e alcance dos objetivos definidos.

 

Não deixe passar 1 ano, aproveite agora e entre em contacto connosco, descubra as soluções que temos para a sua empresa.

Para ler outros artigos sobre o mundo da comunicação e quais as boas práticas que deve implementar, consulte aqui.

Os 5 mitos da assessoria de imprensa

Assessoria de imprensa bloomcast consulting

Ao longo dos últimos 20 anos, a perceção relativa à importância da assessoria de imprensa para uma organização que pretenda, efetivamente, ser competitiva no mercado tem alterado radicalmente. Assim como o exponencial crescimento dos meios de comunicação social tem vindo a reforçar, cada vez mais, a necessidade de uma determinada empresa/negócio contratar uma agência de comunicação para trabalhar as suas Media Relations. 

Mas então o que é a assessoria de imprensa?

Mitos da assessoria de imprensa

A assessoria de imprensa é uma área da comunicação que tem como principal objetivo desenvolver relações saudáveis e mutuamente benéficas com os meios de comunicação social. É bastante utilizada na divulgação de produtos e eventos, na partilha de informação de temas corporativos da empresa e na gestão de crises.

Se no início dos anos dois mil muitas organizações aumentaram as suas apostas no trabalho das agências de comunicação como forma de reforçar a promoção das suas marcas, nos anos seguintes é possível afirmar que estes foram marcados, essencialmente, pelo amadurecimento da relação empresa – agência de comunicação – imprensa.

Atualmente, restam poucas dúvidas, no que diz respeito aos excelentes resultados que uma estratégia de comunicação bem elaborada pode alcançar. No entanto, existem ainda vários mitos sobre o trabalho de assessoria de imprensa que são necessários clarificar:

  1. Basta contratar uma agência de comunicação para a área de assessoria de imprensa e não se faz mais nada

Este pensamento é ainda comum em algumas empresas. A ideia de que a agência fará todo o trabalho sozinha não só é errada como pode ter uma influência negativa nos resultados. O cliente precisa de ter a consciência de que terá um papel fulcral no processo, além de fornecer à agência o acesso direto às informações mais relevantes da empresa, inclusive àquelas mais sensíveis e passíveis de se transformarem em crise. Este é, sobretudo, um trabalho de parceria entre as duas entidades com vista à obtenção de melhores resultados.

  1. Amigos jornalistas? Se sim, resultado positivo garantido

Na verdade, não é bem assim. Saber identificar jornalistas-chave para a empresa é um dos pontos fundamentais para que o trabalho de assessoria de imprensa seja eficiente, assim como é essencial  desenvolver uma relação saudável e de confiança com estes. No entanto, devemos ter sempre em mente que os editores são profissionais que trabalham em canais comprometidos cujo objetivo passa por informar os seus leitores sobre a atualidade ou temas que façam sentido para estes. Por outras palavras, os jornalistas podem optar por aceitar ou não uma proposta de entrevista, assim como podem publicar informações passadas pelo cliente em off-the-record, apesar da boa relação que têm.

 

Mitos da assessoria de imprensa_bloomcast

  1. Somos demasiados pequenos para ter uma agência de comunicação a fazer assessoria de imprensa

Este também é um mito bastante comum entre pequenas e médias empresas, uma vez que entendem que os seus produtos/serviços nunca receberão grande atenção por parte da imprensa ou que não têm dimensão para comunicar. Devemos sempre comunicar, independentemente do tamanho que a empresa tenha, porque só assim é possível tornar uma organização mais conhecida, de forma a alcançar os objetivos propostos. Mas, para tal, é necessário, numa primeira fase, identificar quais os temas, bem como os meios de comunicação social que mais fazem sentido para aquela organização.

  1. O meu produto é o melhor do mercado. Por que razão é que a agência não consegue peças sobre o mesmo?

A maioria das empresas acha que os seus produtos/serviços são as melhores opções dos respetivos mercados – e muitas vezes são mesmo. No entanto, quando se propõe uma peça aos meios de comunicação social, este ângulo, de forma isolada, pode não representar motivo suficiente para o desenvolvimento de uma reportagem ou entrevista, uma vez que pode ser considerado como comercial.

Por outro lado, também a recente queda do número de jornais e revistas tem proporcionado uma luta feroz por espaços editoriais entre as empresas e os seus concorrentes. Mais do que nunca, apresentar informações relevantes, ser atual e impactar de alguma forma um grande número de pessoas são pontos essenciais para o possível desenvolvimento de peças. Se não cumprirmos estes requisitos – e o cliente não está disposto a contribuir com dados expressivos, análises, entre outras coisas– é possível que a conversa com o jornalista não evolua como esperado.

  1. Enviar vários comunicados de imprensa, por semana, para os jornalistas de forma a aumentar as probabilidades de publicação

As empresas que têm o hábito de semanalmente de encher as caixas de entrada dos jornalistas com informações pouco atraentes correm o grande risco de entrarem para a lista dos “chatos” ou “daqueles que não têm nada para dizer”.

Como acontece com qualquer outro stakeholder, as relações com os meios de comunicação social devem ser construídas com tempo e, por isso, é necessário preparar previamente um plano abrangente de comunicação, no qual devem ser identificados momentos-chave de interação com esse mesmo público. Ou seja, deve-se evitar enviar Comunicados de imprensa de forma massificada, uma vez que isso não será bom nem para a imagem da organização, nem mesmo para a relação com a imprensa. Neste sentido, devem ser avaliados os temas e quais os melhores formatos para ser comunicados, sendo que existem temas que podem apenas fazer sentido ser comunicados internamente e não através de media, por exemplo. .. Quantidade nem sempre é sinónimo de qualidade. Esta máxima vale também para as Media Relations.

 

Desta forma, conseguimos entender que trabalhar em assessoria de imprensa não é algo tão “fácil” como se costuma dizer. Existem regras que devem ser cumpridas e comportamentos que devem ser adequados ao contexto. Somente desta forma é que conseguimos desenvolver as nossas funções da melhor maneira possível, realizando um trabalho eficaz e eficiente para o cliente.

 

Para ler outros artigos sobre o mundo da comunicação e quais as boas práticas que deve implementar, consulte aqui.

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