O mundo (da comunicação também) é plano

o mundo da comunicação visão rodolfo oliveira bloomcast
Neste contexto de organizações descentralizadas e com hierarquias mais fluídas, a comunicação interna é essencial, porque equipas dispersas exigem a criação de espaços e momentos de ligação com modelos de comunicação informais que possam criar e reforçar a cultura da empresa.
O que tem a ver o negócio e a comunicação das atuais startups de base digital com o livro de Thomas Friedman? Tudo. O pressuposto do autor é que vivemos uma nova era de globalização tornada possível pela tecnologia, e em que as barreiras geográficas e de desenvolvimento entre países perderam a sua relevância, permitindo uma competitividade global. Transpondo o conceito para as startups de base digital, é também uma realidade que estas frequentemente nascem para endereçar necessidades globais, com uma abordagem que não está condicionada pela dimensão do mercado, seja ele local ou nacional. Mas dependem, para o seu crescimento, de um ecossistema que as possa apoiar na fase de lançamento e lhes crie condições propícias para acelerar o seu amadurecimento, o que torna essencial criar as condições para que possam nascer e afirmar-se.
Vivem numa rede, estabelecendo parcerias em qualquer geografia e podendo recrutar profissionais em qualquer lugar, estando habituadas a modelos de operação remotos e com processos distribuídos geridos de forma eficiente. Não são necessariamente apenas digitais, podendo ser empresas com produção de bens físicos, mas têm esta visão estratégica global no seu ADN. Para elas, o mundo dos negócios tornou-se plano, e este potencial de estabelecer uma fundação forte para criar, com recurso a ferramentas digitais, uma operação descentralizada e eficiente, revolucionou o mercado.

Esta abordagem à organização das empresas também tem impacto na comunicação, com o foco na presença em canais digitais que lhes permitam ligar-se aos seus interlocutores em qualquer mercado, podendo as palavras de ordem ser definidas como adaptação, flexibilidade e evolução iterativa. Neste contexto de organizações descentralizadas e com hierarquias mais fluídas, a comunicação interna é essencial, porque equipas dispersas exigem a criação de espaços e momentos de ligação com modelos de comunicação informais que possam criar e reforçar a cultura da empresa. As newsletters, os canais de comunicação instantânea, as intranets, as populares conference calls e reuniões virtuais são elementos que concorrem para gerir e ligar equipas distribuídas, seja por motivos de teletrabalho, seja por questões de distribuição geográfica da operação. Entre outros efeitos colaterais, esta globalização também popularizou o chamado inglês internacional, com muitos sotaques e interpretações distintas, mas com uma base comum que simplifica a comunicação.

Também ao nível dos media tradicionais, há inúmeras mudanças e novas oportunidades de interação, com o crescimento da presença digital, dos podcasts, das infografias e das animações ou vídeos, da personalização e criação de comunidades, a que se junta a tendência inexorável dos conteúdos fechados a assinantes.

Para a comunicação externa, esta nova forma de estar nos negócios e a nova organização empresarial refletem-se na necessidade de pensar a comunicação de forma global, dominando os canais globais, sejam estes as redes sociais, os motores de busca, os media globais ou as diferentes plataformas de interação, do marketing automation à distribuição de conteúdos. A omnicanalidade é a norma, e a coerência na comunicação e na experiência de quem interage com a empresa um desafio. Isso torna essencial ser-se capaz de medir o engagement atingido e o impacto na reputação e na visibilidade mediática.

A comunicação tem, acima de tudo, de ser útil, de fácil apreensão e facilmente partilhável ou mantida para consulta. O mundo (apenas da comunicação, felizmente), é plano e global, e criar e alimentar os canais de comunicação, personalizados ou mais alargados, tendo em consideração também os aspetos culturais dos diferentes mercados, é um novo desafio para estas organizações.

 

Publicado, inicialmente, na Exame, versão online. Artigo de Opinião de Rodolfo Oliveira, Managing Partner da BloomCast Consulting.

aqui, para outros artigos de Rodolfo Oliveira.

1 ano sem consultoria, o que seria?

Consultoria de Comunicação Bloomcast

A comunicação é a base para a sobrevivência e desenvolvimento das empresas. Sem uma comunicação eficaz e contínua com o público externo e interno torna-se difícil garantir uma boa imagem e reputação das empresas. Assim, a criação de um plano de de comunicação eficaz torna-se fundamental, mas depende de alguns fatores como a realização de uma análise rigorosa, a definição de uma estratégia e de um planeamento bem construído delineado através de uma consultoria de comunicação.

Uma Consultora de Comunicação trabalha na definição de estratégias de comunicação, implementa ações com diferentes públicos, promove a imagem e reputação dos seus clientes e minimiza situações de crise que possam afetar essa mesma imagem, para além disto mede também o retorno do trabalho desenvolvido.

Quais os benefícios de contratar uma consultora de comunicação

Fortalecimento de relações internas e externas

Há algum tempo atrás, a prioridade das empresas era a comunicação com o cliente, ou seja, com o público externo. Contudo, atualmente, assistimos a uma mudança de paradigma, no qual existe uma forte preocupação com o público interno, , os colaboradores da empresa. Desta forma, uma consultora de comunicação ajuda a fortalecer as relações internas e externas da empresa, criando ligações mais próximas com os seus Clientes e estimulando decisões pertinentes, para além de motivar os profissionais a atingir resultados específicos;

Experiência de mercado

 O facto da Consultora já ter uma experiência sólida no serviço pretendido, sabe qual o caminho que melhor se adequa para cada empresa. Por isso, as hipóteses de correr como é esperado são superiores e provavelmente irá economizar recursos;

Ganhar tempo

Ao contratar um serviço de consultoria, os consultores garantem que alguém especializado irá desenvolver e aplicar a estratégia de comunicação que a empresa ou negócio necessita, assim passam a poder focar-se mais nas tarefas essenciais de gestão e controlo do negócio. Isto evita a perda de tempo com atividades fora da sua especialização.

Ter um maior conhecimento sobre os media

Os consultores de comunicação têm um maior conhecimento relativamente aos meios de comunicação, visto que trabalham de forma regular com os meios e conseguem identificar qual o que melhor se adequa a cada tema., pelo que conseguem aconselhá-lo da melhor forma sobre a estratégia a adotar para despertar o seu interesse e conseguir posicionar a sua empresa nas notícias, por exemplo.

Visão externa

Geralmente, é mais difícil para alguém que está dentro da empresa ter uma visão objetiva e compreender as suas falhas e erros, o que pode afetar negativamente os resultados. Um consultor possui uma visão externa, uma vez que conhece o mercado de uma forma profunda: após uma primeira análise, ele consegue identificar os pontos fortes e fracos da sua estratégia de comunicação atual e começa desde cedo a implementar mudanças e a reforçar o que já está a ser bem explorado, acabando por conseguir encontrar a solução mais eficaz.

Como funciona o  processo da consultoria?

A consultoria tem um período bem definido, não é uma entrega contínua de serviços, mas sim, uma identificação e resolução de desafios.

Neste sentido, indicamos abaixo alguns dos principais passos:

1 – Identificação do Problema;

2 – Análise dos resultados atuais;

3 – Definição de novos objetivos;

4 – Criação da estratégia;

5 – Implementação.

Um dos principais pontos a ter em consideração é que, o trabalho da consultora só irá dar frutos se a empresa colaborar com os consultores. Uma melhoria do desempenho entre o cliente e a consultora será trabalhada, de forma a gerar um maior número de vendas, por exemplo.

“We must establish a personal connection with each other. Connection before content. Without relatedness, no work can occur.”

– Peter Block

Consultoria de comunicação Vs Assessoria de comunicação:

Ambas as áreas são essenciais para o crescimento de uma empresa, contudo, existem diferenças entre elas.

– A maior diferença é que, devido à experiência, o consultor é capaz de identificar um problema e apontar soluções, ainda que sem as executar. Na assessoria de imprensa há o atendimento completo do profissional, este executa as atividades necessárias de forma a solucionar os problemas de uma vez.

– A consultoria de comunicação tem como principal objetivo oferecer conselhos para o assessorado, relacionados com as práticas que podem ser aplicadas para o crescimento da empresa, bem como a resolução de problemas no âmbito de comunicação de modo a melhorar os resultados do negócio. Enquanto que a assessoria é algo mais prático, embora ainda assim necessário um conhecimento prévio do problema e um plano já estruturado e delineado para ser posto em prática.

Em jeito de conclusão, a Consultoria de Comunicação serve para encontrar falhas e propor melhorias de comunicação de forma a melhorar o resultado das ações da empresa. O resultado vai assim estar na redução da diferença entre a forma como a empresa é vista e como ela quer ser vista.

 

1 ano sem consultoria de comunicação irá tornar as tomadas de decisão mais complicadas, sem orientação e para o desenvolvimento de estratégias deixa de existir um suporte de qualidade que impulsione o negócio e, por consequência, leve a uma falha na execução e alcance dos objetivos definidos.

 

Não deixe passar 1 ano, aproveite agora e entre em contacto connosco, descubra as soluções que temos para a sua empresa.

Para ler outros artigos sobre o mundo da comunicação e quais as boas práticas que deve implementar, consulte aqui.

Os 5 mitos da assessoria de imprensa

Assessoria de imprensa bloomcast consulting

Ao longo dos últimos 20 anos, a perceção relativa à importância da assessoria de imprensa para uma organização que pretenda, efetivamente, ser competitiva no mercado tem alterado radicalmente. Assim como o exponencial crescimento dos meios de comunicação social tem vindo a reforçar, cada vez mais, a necessidade de uma determinada empresa/negócio contratar uma agência de comunicação para trabalhar as suas Media Relations. 

Mas então o que é a assessoria de imprensa?

Mitos da assessoria de imprensa

A assessoria de imprensa é uma área da comunicação que tem como principal objetivo desenvolver relações saudáveis e mutuamente benéficas com os meios de comunicação social. É bastante utilizada na divulgação de produtos e eventos, na partilha de informação de temas corporativos da empresa e na gestão de crises.

Se no início dos anos dois mil muitas organizações aumentaram as suas apostas no trabalho das agências de comunicação como forma de reforçar a promoção das suas marcas, nos anos seguintes é possível afirmar que estes foram marcados, essencialmente, pelo amadurecimento da relação empresa – agência de comunicação – imprensa.

Atualmente, restam poucas dúvidas, no que diz respeito aos excelentes resultados que uma estratégia de comunicação bem elaborada pode alcançar. No entanto, existem ainda vários mitos sobre o trabalho de assessoria de imprensa que são necessários clarificar:

  1. Basta contratar uma agência de comunicação para a área de assessoria de imprensa e não se faz mais nada

Este pensamento é ainda comum em algumas empresas. A ideia de que a agência fará todo o trabalho sozinha não só é errada como pode ter uma influência negativa nos resultados. O cliente precisa de ter a consciência de que terá um papel fulcral no processo, além de fornecer à agência o acesso direto às informações mais relevantes da empresa, inclusive àquelas mais sensíveis e passíveis de se transformarem em crise. Este é, sobretudo, um trabalho de parceria entre as duas entidades com vista à obtenção de melhores resultados.

  1. Amigos jornalistas? Se sim, resultado positivo garantido

Na verdade, não é bem assim. Saber identificar jornalistas-chave para a empresa é um dos pontos fundamentais para que o trabalho de assessoria de imprensa seja eficiente, assim como é essencial  desenvolver uma relação saudável e de confiança com estes. No entanto, devemos ter sempre em mente que os editores são profissionais que trabalham em canais comprometidos cujo objetivo passa por informar os seus leitores sobre a atualidade ou temas que façam sentido para estes. Por outras palavras, os jornalistas podem optar por aceitar ou não uma proposta de entrevista, assim como podem publicar informações passadas pelo cliente em off-the-record, apesar da boa relação que têm.

 

Mitos da assessoria de imprensa_bloomcast

  1. Somos demasiados pequenos para ter uma agência de comunicação a fazer assessoria de imprensa

Este também é um mito bastante comum entre pequenas e médias empresas, uma vez que entendem que os seus produtos/serviços nunca receberão grande atenção por parte da imprensa ou que não têm dimensão para comunicar. Devemos sempre comunicar, independentemente do tamanho que a empresa tenha, porque só assim é possível tornar uma organização mais conhecida, de forma a alcançar os objetivos propostos. Mas, para tal, é necessário, numa primeira fase, identificar quais os temas, bem como os meios de comunicação social que mais fazem sentido para aquela organização.

  1. O meu produto é o melhor do mercado. Por que razão é que a agência não consegue peças sobre o mesmo?

A maioria das empresas acha que os seus produtos/serviços são as melhores opções dos respetivos mercados – e muitas vezes são mesmo. No entanto, quando se propõe uma peça aos meios de comunicação social, este ângulo, de forma isolada, pode não representar motivo suficiente para o desenvolvimento de uma reportagem ou entrevista, uma vez que pode ser considerado como comercial.

Por outro lado, também a recente queda do número de jornais e revistas tem proporcionado uma luta feroz por espaços editoriais entre as empresas e os seus concorrentes. Mais do que nunca, apresentar informações relevantes, ser atual e impactar de alguma forma um grande número de pessoas são pontos essenciais para o possível desenvolvimento de peças. Se não cumprirmos estes requisitos – e o cliente não está disposto a contribuir com dados expressivos, análises, entre outras coisas– é possível que a conversa com o jornalista não evolua como esperado.

  1. Enviar vários comunicados de imprensa, por semana, para os jornalistas de forma a aumentar as probabilidades de publicação

As empresas que têm o hábito de semanalmente de encher as caixas de entrada dos jornalistas com informações pouco atraentes correm o grande risco de entrarem para a lista dos “chatos” ou “daqueles que não têm nada para dizer”.

Como acontece com qualquer outro stakeholder, as relações com os meios de comunicação social devem ser construídas com tempo e, por isso, é necessário preparar previamente um plano abrangente de comunicação, no qual devem ser identificados momentos-chave de interação com esse mesmo público. Ou seja, deve-se evitar enviar Comunicados de imprensa de forma massificada, uma vez que isso não será bom nem para a imagem da organização, nem mesmo para a relação com a imprensa. Neste sentido, devem ser avaliados os temas e quais os melhores formatos para ser comunicados, sendo que existem temas que podem apenas fazer sentido ser comunicados internamente e não através de media, por exemplo. .. Quantidade nem sempre é sinónimo de qualidade. Esta máxima vale também para as Media Relations.

 

Desta forma, conseguimos entender que trabalhar em assessoria de imprensa não é algo tão “fácil” como se costuma dizer. Existem regras que devem ser cumpridas e comportamentos que devem ser adequados ao contexto. Somente desta forma é que conseguimos desenvolver as nossas funções da melhor maneira possível, realizando um trabalho eficaz e eficiente para o cliente.

 

Para ler outros artigos sobre o mundo da comunicação e quais as boas práticas que deve implementar, consulte aqui.

Procura mais informação sobre como definir uma eficaz estratégia de comunicação externa que faça sentido para a sua empresa? Contacte-nos e descubra como podemos ajudá-lo a inovar a sua comunicação.

BloomCast trabalha Cleanwatts

cleanwatts bloomcast consulting

A empresa tecnológica Cleanwatts, que actua na área de soluções energéticas, entregou a sua comunicação à consultora BloomCast.

Para Rodolfo Oliveira, Managing Partner da BloomCast Consulting, “o sector da energia está a atravessar uma profunda transformação com a digitalização e a Cleanwatts está posicionada no centro desta mudança. Acreditamos que o nosso conhecimento do sector tecnológico e do seu impacto no setor da energia é essencial para comunicar de forma eficiente as empresas que estão na frente dessa transformação”.

A Cleanwatts está também focada no seu crescimento internacional na Europa e Américas.

Mais informações aqui .

In  Meios e Publicidade.

 

Para acompanhar mais notícia, clique aqui.

Ebook: A personalização da newsletter como chave na comunicação

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A newsletter (E-book) é uma ferramenta utilizada para comunicar regularmente com os seus subscritores, e deve consistir numa comunicação relevante para a empresa, composta por artigos e outros conteúdos pensados e definidos para os clientes, sendo frequentemente acompanhada de ofertas especiais ou promoções com o propósito de oferecer uma atualização diária/semanal/mensal do negócio, produtos e serviços.

Em termos de jornada do consumidor, o objetivo de uma newsletter não é vender, mas sim proporcionar uma informação que seja suficientemente aliciante para o levar ao site – e aí sim, fechar a venda. Ou seja, numa primeira instância, a newsletter promove um clique no Call To Action – mas como 35% dos marketeers enviam aos seus clientes 3 a 5 e-mails por dia, é importante que cada uma seja altamente personalizada e relevante.

 

newsletter

Porquê criar uma campanha de newsletter?

A newsletter é uma das melhores formas de adquirir novos clientes, e de fidelizar antigos, já que possibilita o envio de mensagens que criam um sentimento de proximidade com o leitor. Atualmente, as pessoas estão constantemente a ser bombardeadas com informações, pelo que não conseguem absorver tudo o que leem ou veem e, nesse sentido, uma boa newsletter criará uma perceção positiva por parte dos Clientes e colaboradores da sua organização. Desta forma, com a frequência correta, é possível não deixar o Cliente esquecer-se da sua marca, sem ser insistente ou invasivo.

O que comunicar?

Uma newsletter apenas é bem-sucedida se o seu conteúdo for apelativo. Ao determinar que conteúdo utilizar, é importante ter em conta a regra 80/20: 80% do conteúdo deve ser educacional e apenas 20% promocional. Os subscritores estarão sempre mais disponíveis para comprar se a substância da newsletter se dedicar a informação relevante relativa à sua indústria e interesses.

 

Para saber mais sobre Newsletters, consulte o nosso Newsletter Guidebookque faz parte dos BloomCast Content Seriesum documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de campanhas de e-mail marketing. Nele poderão encontrar as melhores práticas bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação a este formato.

Faça o download aqui! 

As melhores ferramentas para trabalhar o SEO do seu site

7 ferramentas para otimizar o SEO do seu site

O que é o SEO?

Como explicado em “A importância do SEO para o seu site”, o SEO (Search Engine Optimization) é todo o conjunto de técnicas on-page e off-page que têm o propósito de melhorar a qualidade e quantidade do tráfico, otimizando a visibilidade de uma página específica e obtendo melhores resultados orgânicos dos diferentes motores de pesquisa.

O que é o SEO on-page?

O SEO on-page pode ser entendido como todo o conjunto de técnicas e estratégias de otimização para motores de busca realizado dentro de uma página web, sendo que estes, por sua vez, procuram e analisam a estrutura e conteúdo de um website, atribuindo posteriormente uma posição num rank de relevância. As técnicas de SEO on-page como, por exemplo, a atribuição de palavras-chave relevantes, a velocidade de carregamento de uma página e o tamanho e alt-tag de uma imagem são fatores decisivos para um melhor posicionamento nos motores de busca.

O que é o SEO off-page?

O SEO off-page pode ser entendido como todo o conjunto de técnicas e estratégias de otimização para motores de busca realizado fora de uma página web. Desta forma, focado em melhorar a relevância da sua página, o SEO off-page utiliza o link building como ponto de partida. Atenção que não serve de muito, produzir um conteúdo excelente se ninguém o irá ler, como tal, a construção de parcerias confiáveis e relevantes com outros criadores de conteúdo acaba por melhorar a relevância da sua página. Como tal, é importante sublinhar que o SEO off-page não pode existir sem on-page. Ninguém irá recomendar a sua página se o conteúdo for desinteressante ou irrelevante.

Melhores ferramentas para otimizar o SEO do seu Website

Existem inúmeras ferramentas para ajudar a trabalhar o SEO do seu site. Partilhamos algumas daquelas que são reconhecidas como as melhores, tanto gratuitas como pagas, de modo a garantir um melhor posicionamento:

  1. Ubersuggest

A Ubbersugest é uma ferramenta gratuita que permite pesquisar palavras-chave num determinado país e obter, no momento, o volume de pesquisa dessa mesma palavra. Isto é útil quando queremos determinar quais as palavras-chave que devemos utilizar num artigo para melhorar a nossa posição no rank do Google. Faz sentido responder ao que as pessoas realmente procuram e com a Ubersuggest é possível determinar qual é exatamente essa procura.

  1. Google Trends

Outra ferramenta para pesquisa de palavras-chave é o Google Trends que permite identificar o que está a ser mais pesquisado num determinado momento. Por exemplo, à data da construção do artigo, as palavras-chave em Portugal, segundo a ferramenta, eram “Estado de contingência” e “Vitoria de setúbal”, ambas com mais de 3.000 pesquisas.

  1. PageSpeed Insights

Uma das formas do Google analisar a sua página e atribuir uma posição é a velocidade que esta demora a abrir no desktop e no dispositivo móvel. O PageSpeed Insights, ferramenta de análise on-page, consegue determinar o desempenho dessa velocidade, indicando o tempo total que a sua página demorou até ser visível. Para além disso, depois da análise, é-lhe apresentado um relatório onde pode ver o que é necessário melhorar, detalhando ainda a importância de cada alteração. Desta forma, tudo isto se reflete numa avaliação final da sua página, sendo que:

  • 0-49 é uma avaliação baixa ou negativa (muitos problemas apresentados na sua página);
  • 50-89 é uma avaliação razoável (alguns problemas apresentados na sua página);
  • 90-100 é uma avaliação elevada e muito positiva (poucos ou nenhuns problemas apresentados na sua página);
  1. Screamingfrog

O Screamingfrog é uma ferramenta bastante completa para otimização on-page. Com funcionalidades gratuitas, e outras pagas, é possível obter um relatório bastante completo, com os principais erros principais da sua página, nomeadamente:

  • Otimização de imagens;
  • Validação de conteúdos;
  • Deteção de páginas não indexadas;
  • Velocidade de carregamento das páginas;
  • Erros de rastreamento.
  1. BuzzStream

Um ponto crucial no SEO off-page é a construção de links ou “link building. Esta estratégia é uma prática comum para melhorar a posição das páginas, uma vez que ao anexar a sua página a outras, acaba por aumentar a relevância da mesma. O BuzzStream, ferramenta paga, tem como missão ajudar todas as empresas ou indivíduos a aumentar o tráfego e relevância das suas páginas. Desta forma, com esta ferramenta é possível:

  • Criar uma lista de prospects para trabalho futuro;
  • Enviar mensagens personalizadas a outros criadores de conteúdo para estabelecer relações de benefício mútuo;
  • Organizar todos os passos a tomar – É possível dentro da ferramenta ter um espaço, visível e editável para toda a equipa, dedicado para anotar todos os passos a tomar como follow-up de campanhas de link building.
  1. Majestic

A Majestic SEO é uma ferramenta paga, com algumas funcionalidades disponíveis gratuitamente. Utilizada, principalmente, para o SEO off-page, a ferramenta foca-se na quantidade de backlinks, ou seja, a quantidade de links das suas páginas que estão distribuídas na internet, e no desempenho das suas palavras-chave. Apesar de ter acesso a outros dados, a Majestic é conhecida por se focar nos dois pontos previamente apresentados. Contudo, esta ferramenta deve ser utilizada juntamente com outras para conseguir a melhor análise possível das suas páginas web.

  1. SEMrush

O SEMrush é defendido como um dos melhores e mais completos softwares de SEO do mundo. Juntando o útil ao agradável de todas as ferramentas previamente referidas, apresenta uma análise detalhada não só do seu conteúdo como dos seus concorrentes. Os pontos mais importantes apresentados são:

  • Pesquisa orgânica;
  • Backlinks;
  • Pesquisa publicitária;
  • Análise de tráfego;
  • Lacunas nas palavras-chave.

Focada em monitorizar e melhorar o posicionamento das páginas, a ferramenta é paga com vários planos de subscrição.

Qual a mais indicada para o meu website?

É preferível utilizar diversas ferramentas para garantir o melhor resultado possível. A utilização de qualquer uma será sempre uma melhoria face ao existente, mas o SEO é um trabalho que incide sobre diferentes partes de uma página web. Neste sentido, ao conjugar ferramentas especializadas, em temas diferentes, acabará por ter uma página mais sustentada e muito bem posicionada nos diversos pontos de análise, por parte dos motores de busca.

A importância do SEO para o seu Website

o que é o SEO e qual a sua importância

O que é o SEO?

Atualmente, somos constantemente bombardeados com uma enorme quantidade de informação, disponível na internet e, neste sentido, todos ambicionamos que o conteúdo que produzimos seja relevante, de forma a atingir o maior número de interessados possível. Mas, para tal, é muito importante que o seu website esteja entre os primeiros nos mecanismos de busca. E para isso é utilizado o SEO.

Para ter o melhor resultado é necessário, primeiramente, entender ao certo o que é o SEO e qual a sua utilidade. O SEO (Search Engine Optimization) é todo o conjunto de técnicas on-page e off-page que têm o propósito de melhorar a qualidade e quantidade do tráfico, otimizando a visibilidade de uma página específica, permitindo assim obter melhores resultados orgânicos dos diferentes motores de pesquisa. O SEO não é uma ferramenta pré-programada que se utilize, é necessário alguma pesquisa de forma a se identificar e compreender quais são os interesses do meu público-alvo, o que estão interessadas em saber, quais as questões que pesquisam e as palavras-chave que utilizam.

Qual a importância do SEO?

Resumidamente, o SEO ajuda-nos a posicionar a nossa página web nos primeiros resultados dos motores de pesquisa, o que é fundamental, uma vez que, diariamente, são criados, aproximadamente, 547.200 websites. Para além disso, o sucesso encontra-se nos resultados denominados orgânicos ou não pagos, dado que estes não só aparentam ser mais confiáveis como têm um rácio de clique muito superior, comparativamente com os resultados pagos. Para muitos, o SEO tem uma vantagem única que mais nenhuma ferramenta de marketing digital consegue oferecer, ou seja, quando bem trabalhado o SEO de uma página, é possível continuar a subir e/ou manter as posições no ranking dos motores de pesquisa, trazendo tráfico à mesma, sem qualquer custo.

Como podemos usar o SEO?

O SEO aparenta ser mais complicado do que verdadeiramente é. De facto, como referido anteriormente, o mais importante é perceber realmente o que é que estão a procurar nos motores de pesquisa e que palavras-chave utilizam.

Neste sentido, procurámos, neste artigo, dar algumas dicas importantes que, certamente, irão melhorar o posicionamento da sua página web:

1 – Palavras-chave

Quando pesquisamos por algo no Google, o motor de busca mais utilizado no mundo, por norma estamos à procura de uma resposta a alguma dúvida que tenhamos. Esta pesquisa é realizada através de palavras, sendo que os resultados que irão aparecer são a conclusão de uma análise feita pelo motor de busca às páginas que melhor posicionadas estão para responder às nossas palavras-chave. Perceber que palavras estão a ser pesquisadas é o primeiro passo a tomar. Esta pesquisa pode ser realizada através de plataformas de análise como, por exemplo, a Ubersuggest. Esta é muito simples de entender, basta escrever uma palavra-chave, escolher o país e imediatamente será indicado o volume de pesquisa dessa palavra.

Após identificar quais as palavras-chave mais pesquisadas poderá criar conteúdo e páginas otimizadas para esses termos específicos. Contudo, importa garantir que não faz algo chamado keyword stuffing, ou seja, a repetição excessiva das palavras-chave ao longo do texto, principalmente nos:

  • Títulos de páginas
  • Cabeçalhos
  • Alt-tags
  • URLS
  • Título e subtítulo descritivo de imagens

Dando um exemplo, a BloomCast Consulting construiu um artigo sobre Podcasts e Webinars, “Podcast ou Webinar: Escolher o formato que melhor funciona para o seu negócio”, onde teve como palavras-chave “Podcast” e “Webinar”.

O que é o SEO e qual a sua importância

1 – 2º resultado orgânico no Google de 3 720 000 resultados – SEO

O facto de os termos terem sido escolhidos no singular tem uma justificação lógica. À data da sua construção, a ferramenta Ubersuggest indicava que, em Portugal, “Podcast” e “Webinar” eram mais pesquisados do que o seu plural, logo, fazia sentido utilizar o singular pois traria mais resultados à pesquisa.

2- Links Internos

A estratégia de utilizar links internos é muito simples de aplicar e tem como objetivo manter o visitante mais tempo dentro do site ao visitar mais páginas. Quantas mais páginas forem visitadas, mais facilmente o Google vai entender que a página é relevante, algo fundamental para aparecer nos primeiros resultados de pesquisa. Desta forma, reveja os artigos antigos no seu blog e procure incorporar ligações desse texto para outros e vice-versa. Por outro lado, um ponto muito importante a não esquecer, apenas faça ligações relevantes, não crie spam desnecessário. Se procura um exemplo prático, releia a primeira dica onde falamos do artigo sobre podcasts e webinars. Caso o tenha aberto, a estratégia resultou.

3- Links Externos

Para além dos links internos, os links externos também são, talvez ainda mais, importantes para SEO e não podem ser esquecidos. Quantas mais ligações a websites externos relevantes o seu artigo tiver, mais facilmente será para o Google considerar a relevância. Existem dois pontos que requerem particular atenção:

  • Quantidade VS Qualidade – É preferível ter poucos links de excelente relevância e autoridade do que muitos links de baixa relevância. Os poucos links, para o algoritmo do Google, são mais benéficos do que os muitos de baixa qualidade.
  • Parcerias – Seria desvantajoso estar a atribuir ligações para outros criadores de conteúdo se não fosse recíproco. Sugerimos tentar contactar as páginas ou canais que considera relevantes e procure uma parceria de backlinks, ou seja, tem a sua ligação incluída no conteúdo parceiro e vice-versa.

4 – Velocidade de carregamento da página

O tempo que uma página demora a carregar afeta diretamente todas as ações de SEO realizadas previamente. Aconselhamos a que o seu site carregue completamente em três ou menos segundos, uma vez que quanto maior for o tempo de carregamento maior será a taxa de rejeição, prejudicando assim a classificação nos motores de pesquisa. Se quiser saber qual a velocidade de carregamento do seu site em dispositivos móveis, o Google tem uma ferramenta gratuita muito útil.

5 – Monitorização e otimização contínua dos conteúdos

Depois de seguir as dicas anteriores de SEO, é possível que tenha conseguido um melhor posicionamento nos motores de pesquisa, mas o trabalho ainda não terminou. É necessário que exista uma monitorização e otimização dos conteúdos constante, ou seja, perceber o que está a resultar e o que ainda precisa de ser melhorado é um dos ponto-chave para otimizar ainda mais a posição do seu site. Por fim, tenha consciência de que a concorrência também poderá estar a melhorar as suas páginas, daí ser importante esta análise contínua.

 

O trabalho de SEO é algo que traz resultados benéficos ao conteúdo criado e tem a vantagem de ser completamente gratuito. Se tiver em conta as dicas partilhadas, evitando os pontos negativos como o keyword stuffing, conseguirá construir uma página que irá estar bem posicionada. Tenha em conta que o Marketing Digital está em constante evolução, obrigando a uma pesquisa quase diária de novas ferramentas que possam trazer novos pontos positivos e melhorias dos negativos.

Ebook: O papel do E-mail Marketing na lealdade dos clientes

E-mail marketing como definir as melhores estratégias

A aposta na utilização do email nas estratégias de marketing, (Ebook), de modo a promover os produtos ou serviços de uma empresa, é uma forma de e-mail marketing, sendo que é possível, através deste, dar a conhecer, aos clientes da lista de e-mail, descontos, novos serviços ou, de uma maneira mais suave, informar a audiência sobre o valor da marca, mantendo-os interessados entre nos seus produtos.

O que é o e-mail marketing?

O e-mail marketing é uma forma direta de marketing, que utiliza o correio eletrónico para promover os produtos ou serviços, gerando leads, tráfico para um website ou compras de um produto, cujo seu objetivo último é incentivar a proximidade e a lealdade dos seus Clientes. Desta forma, esta ferramenta faz parte das estratégias de marketing digital e consiste no envio de e-mails para clientes e prospects, permitindo que se mantenham informados, através de mensagens personalizadas, construindo assim uma relação de proximidade com o destinatário.

Porquê criar uma campanha de e-mail marketing?

Acima de tudo o e-mail marketing é uma das melhores formas de adquirir novos clientes, uma vez que possibilita o envio de mensagens pessoais e personalizáveis, que criam um sentimento de proximidade com o leitor. Dependendo da mensagem escolhida, este tipo de e-mail poderá incentivar o leitor a tomar uma ação (neste caso, adquirir serviços ou produtos). Para além disto, o seu custo bastante reduzido faz com que seja apelativo para as empresas, face a outras ferramentas.

No entanto, este formato de envio de mensagem também é um dos melhores para se divulgar uma campanha, dado que 72% dos consumidores preferem receber campanhas por e-mail do que por outros meios.

Quais as boas-práticas a ter em conta numa campanha de e-mail marketing?

Existem várias dicas que devem ser tidas em conta ao criar uma campanha de e-mail marketing, seja esta uma newsletter ou um e-mail promocional. Entre elas, uma das mais importantes prende-se com a criação de horário e calendário de envios (pois ter um planeamento e uma calendarização de quantos e-mails enviar é a forma ideal para desenhar uma campanha de e-mail marketing), associado aos objetivos pretendidos para a campanha. De forma geral, estes podem passar por agradecer aos novos subscritores, cuidar dos existentes, voltar a interagir com os que estão inativos e segmentar em grupos de interesse.

 

Para saber mais sobre E-mail marketing, consulte o nosso E-mail Marketing Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series, um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de campanhas de e-mail marketing. Nele poderão encontrar as melhores práticas bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação a este formato.

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Como criar conteúdo relevante?

Como criar conteúdo Relevante

O que é um conteúdo?

Um conteúdo relevante, na realidade, engloba todas as formas de criar informação sobre um determinado tema ou organização para partilhar com todos os interessados. Como explicado no E-book “Guia para criação de conteúdos”, desenvolvido pela BloomCast Consulting, existem diversos tipos de conteúdos, como por exemplo, Podcasts, Webinars, Blogs, Infográficos, newsletters, entre outros. Estes são conteúdos diversificados com recurso a diferentes bases de criação que pretendem atingir a mesma finalidade: Atrair mais interessados pelo conteúdo desenvolvido pela organização.

O que é considerado um conteúdo relevante?

Já sabemos que um conteúdo é considerado relevante quando uma série de fatores se encontram cumpridos, nomeadamente: a relevância, a estrutura e a utilidade. Desta forma, os conteúdos devem ser construídos à medida de uma audiência específica e tendo como prioridade as suas necessidades, de forma a informar, cativar e reter essa mesma audiência, criando assim uma perceção positiva da organização.

Como é que se determina o que é um conteúdo relevante?

A ideia de se criar um conteúdo relevante aparenta ser simples, pois, muito, consideram que basta trabalhar um tema e definir de que forma irá ser difundido, se, por exemplo, por podcast ou por newsletter, mas a realidade não é bem assim. Hoje, mais que nunca, é preciso ter em conta o que é que as pessoas procuram, onde procuram e quando.

Neste sentido, existem alguns passos importantes a ter em atenção aquando a tomada de decisão do conteúdo a trabalhar:

1- Pensar como o cliente

É fácil cair na presunção que sabemos o que os clientes pensam e querem, mas nem sempre é assim tão simples, uma vez que, atualmente, estes estão mais exigentes e alteram as suas necessidades e desejos tão rapidamente, que temos de conseguir agir em conformidade. Como é que podemos pensar como um cliente que hoje procura saber sobre X e amanhã sobre Y? A resposta é simples. Na verdade, questionar e pedir feedback aos clientes pode fazer, de facto, a diferença. Em 2019, 42% das empresas não pedia qualquer feedback aos seus clientes. E eis que surge então a questão: Como é que é possível afirmar que se sabe o que o Consumidor quer quando não se procura realmente saber? Embora a realidade já aponte para uma maior preocupação, por parte das empresas, em procurar feedback e analisar a felicidade do cliente com os serviços de monitorização das redes sociais, ainda existem muitas empresas que não dão a devida atenção a este fator e a verdade é que esta é, sem dúvida, uma das melhores formas de perceber a satisfação dos clientes com o produto/serviço e melhor, é gratuito.

2- Definir a abordagem a tomar

Qual o verdadeiro objetivo de perceber o que os clientes procuram saber ou comprar? A resposta é simples. Ao saber o que é, verdadeiramente, útil e interessante para o nosso público-alvo, podemos definir uma abordagem tailor-made para responder a todas as dúvidas que este possa ter, criando assim um conteúdo realmente relevante. É essencial que as empresas / marcas tenham sempre premente que o bem mais valioso, atualmente, é o tempo e ninguém vai abdicar dele para assistir a um conteúdo que não é do seu interesse.

3- Utilize os assuntos do momento a seu favor

É importante frisar que este passo não se aplica a todas as organizações. Conteúdos sobre assuntos do momento, como o caso Covid-19, que atraiu inúmeras pessoas a procurar e consumir diferentes tipos de informação, são uma forma muito eficaz de manter os canais da organização atualizados com uma audiência interessada e fidelizada., Mas, por outro lado, é importante analisar se a sua organização pode, de facto, trabalhar estes temas. Se, por exemplo, conseguir encontrar um ângulo interessante e que faça sentido, então use-o, pois vai aumentar significativamente a interação, mas se não conseguir, não invista nesta ação. Forçar assuntos do momento a uma audiência errada, não só pode desacreditar a sua organização, como corre o risco de transmitir informação errada.

4- Frequência

Não é tanto uma dica de como construir um conteúdo relevante, mas sim, como atrair as pessoas a consumir esse mesmo conteúdo. A frequência de publicação é um dos pontos mais importantes aquando o planeamento de todo o processo de conteúdo. Várias são as questões que se colocam quando nos deparamos com esta fase de planeamento: Qual a melhor hora, dia, plataforma para publicar? Com que frequência devemos publicar? Estas questões são legítimas, mas a resposta não é certa. Para algumas organizações, por exemplo, um podcast semanal pode ser a melhor frequência, mas para outras três publicações semanais é o ideal. Importa que tenhamos sempre em atenção que a frequência depende do tipo de conteúdo e do formato que estamos a pensar desenvolver. Contudo, existe uma prática considerada como inegável: quanto mais conteúdo desenvolvido e publicado mensalmente, mais tráfico e engajamento terá. Desta forma, as organizações que publicam, por exemplo, quatro posts semanais no seu blog têm cinco vezes mais tráfico do que aquelas que publicam um post semanal ou menos.

5 – Qualidade VS Quantidade

Não é ideal inundar as suas redes sociais de conteúdo. Se, até ao momento, não tem por prática publicar conteúdos de forma regular ou massiva, então não o deve implementar de repente, pois pode levar a quem procura a sua organização para informação ficar rapidamente saturado. Neste contexto, o mais importante é a consistência, sendo que idealmente, deverá começar com uma publicação semanal para dar a conhecer que cria conteúdos relevantes, acompanhar as métricas de engajamento e ir evoluindo até três, quatro ou até mesmo cinco publicações semanais, mas tendo sempre por base as suas métricas Desta forma, o importante é sentir que o conteúdo que cria tem interesse para quem lê e que está a trazer resultados positivos para a sua organização.

Formas de criar conteúdo relevante mais facilmente

Criar um conteúdo relevante é uma tarefa que exige tempo, esforço e conhecimento das áreas e assuntos do momento. Felizmente, hoje é possível ter acesso a inúmeras ferramentas online que facilitam o nosso trabalho.

Neste sentido, para a criação de conteúdos é importante calendarizar o que é publicado e quando é publicado e, para isso existem plataformas que tornam todo este processo mais ágil, nomeadamente:

  • Se utiliza o WordPress, o Edit Flow é uma ferramenta gratuita que permite à sua equipa uma melhor gestão de material, começando pelo calendário de publicações.
  • O Oktopost, que permite, para além do calendário de publicações, uma análise específica a cada post ou campanha, percebendo concretamente o retorno do seu investimento.
  • Pode ler mais sugestões aqui.

Deste modo, criar conteúdo relevante pode revelar-se uma excelente iniciativa de comunicação para a sua organização, uma vez que lhe permite ser encontrada pelo seu público-alvo, posiciona-a em motores de busca como o Google e, ao mesmo tempo, fortalecendo e aumentando a sua visibilidade e credibilidade. Posto isto, é fundamental planear e estruturar antes de construir, de forma a evitar investir tempo em algo que pode não trazer resultados positivos para a sua organização.

Para saber mais sobre Conteúdos, consulte o nosso Guia para criação de conteúdosque faz parte dos BloomCast Content Seriesé um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de conteúdo. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação dos diversos conteúdos bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação aos diferentes formatos.

Procura mais informação para criar conteúdos que façam sentido para o seu negócio? Contacte-nos e descubra como podemos ajudá-lo a inovar a sua comunicação.

O que são conteúdos relevantes?

O que são conteúdos relevantes? relevant content

Atualmente, cada vez mais, se aborda o tema – conteúdos e a sua importância para os negócios. Mas, nem todos os conteúdos são, de facto, relevantes e aí é que está o segredo. Por exemplo, todos nós valorizamos o nosso tempo, porque o consideramos como um bem escasso, pelo que, diariamente, temos de fazer escolhas sobre a melhor forma de o utilizar. Desde a escolha da reunião que queremos promover até qual a conferência a que assistimos, mas também quais os conteúdos e as informações mais relevantes que pretendemos ler. Neste último caso, uma pesquisa rápida permite-nos avaliar o nosso interesse e perceber se queremos ou não continuar. E, é nesses curtos momentos de análise que as empresas se devem concentrar de forma a conseguirem atrair as audiências que pretendem conquistar para os seus conteúdos.

Os conteúdos são assim um ativo, cada vez mais, importante e disputado. Com o crescimento do marketing digital, este tem vindo a assumir um papel muito mais estratégico: atrair o máximo de público possível e garantir a sua fidelização. No entanto, para que seja possível confirmar esta disponibilidade de leitura dos conteúdos, estes devem ser relevantes, estruturados e úteis para os seus leitores.

Parece fácil, mas exige tempo, continuidade e análise.

Neste sentido, de modo a cativarem os potenciais leitores, a relevância e qualidade dos conteúdos devem ser a principal prioridade das organizações e não a sua frequência ou a periodicidade de publicação, pois essas deverão depender dos objetivos da organização.. Desta forma, os  conteúdos devem ser criados para ir ao encontro do que as audiências, que pretendem atrair, necessitam. Muito mais do que criar conteúdo para todas as plataformas existentes, quer sejam redes sociais, blog, newsletter, podcasts, webinars ou mesmo para media, o mais importante é o posicionamento deste e a mensagem que queremos transmitir com ele. Obviamente, que é fulcral estar onde os leitores estão, mas isso não vale de nada se o conteúdo não for informativo, objetivo e responder de forma direta às necessidades de quem consulta a informação. Criar  empatia com o leitor, através da sua capacidade de esclarecer ou de cativar pela história apresentada é fundamental para que nosso conteúdo seja um sucesso.

Esta mudança é resultado, entre outros, da atual facilidade de pesquisa de informação online. Os clientes e consumidores, quando acedem à informação da organização, já têm uma referência e estão a procurar informações mais específicas, mais objetivas. Ou seja, perante este contexto, os conteúdos a desenvolver devem, de facto, responder ao tipo de informação que os clientes pesquisam online.  Um outro aspeto fundamental é a coerência da informação nos diferentes canais, porque o potencial cliente pode aceder através do site, das redes sociais, dos blogs, ou informar-se através das notícias publicadas sobre a organização. Diferentes mensagens, em diferentes digital properties podem levar a uma perda de interesse ou a uma perceção diferente da pretendida pela organização.

Quais as vantagens de se criar conteúdos relevantes?

Produzir um bom conteúdo possibilita inúmeras vantagens, quer para as empresas que o desenvolvem, uma vez que passam a ser consideradas como experts no assunto, como para o público que o lê, porque passa a ter acesso a conteúdos que procura, nomeadamente:

  • Relevância nas pesquisas: Conforme as empresas vão produzindo conteúdos de qualidade, a sua relevância aumenta nos motores de pesquisa do Google, permitindo-lhes ir conquistando as primeiras páginas de pesquisa e, consequentemente, aumentar o número de visitas e de possíveis interações. De acordo com a Search Engine Journal, 93% de todo o tráfego vem de um motor de busca e 60% dos cliques vão para os três principais sites nos resultados de pesquisa. Por outro lado, 75% dos utilizadores nunca clicam em links após a primeira página de resultados, segundo a imForza.
  • Maior tempo de navegação no website: Quanto mais conteúdo relevante existir maior será o interesse e o tempo de navegação dos utilizadores. Segundo a BreezyHill, 47% dos consumidores veem de 3 a 5 peças de conteúdo criadas por uma empresa antes de falar com a empresa..
  • Maior Taxa de conversão: Quanto mais tráfego e mais tempo estiver, um Consumidor, no site de uma determinada organização, maior será a possibilidade de conseguir gerar leads ou fidelizar um Cliente. Um conteúdo de qualidade é o fator-chave em qualquer boa estratégia de SEO, assim como melhorias no conteúdo aumentam o tráfego em até 2.000%, conforme a Marketing Sherpa
  • Alcance e Visibilidade: Apenas através da produção de conteúdos relevantes, que o Consumidor está, de facto, à procura, é que será possível fidelizá-lo, uma vez que o Google processa em média mais de 40.000 pesquisas a cada segundo, traduzindo mais de 3,5 biliões de pesquisas diárias e 1,2 triliões de pesquisas anuais em todo o mundo, refere a Internet Live Stats.

Atualmente, devido à pandemia, totalmente atípica, que vivemos, certos tipos de conteúdo foram impulsionados e cruciais para atrair novos leitores e manter interessados os antigos.

Diferentes tipos de conteúdos?

Podcasts:

Os podcasts são um tipo de conteúdo que têm vindo a ganhar prestígio, mesmo antes do surgimento da pandemia. Cada vez mais, são as empresas que têm apostado nesta ferramenta, pois para além de ser prático, é também relativamente simples de criar e tem um bom impacto junto dos ouvintes. Em Portugal, mais de 2.2 milhões de pessoas ouvem podcasts regularmente e procuram ouvir cada vez mais. Isto deve, sobretudo, à possibilidade de poder ser escutado em qualquer lugar, mediante a disponibilidade e vontade de cada um. Neste sentido, as empresas devem mesmo considerar uma aposta neste tipo de conteúdo, uma vez que é mais uma forma inovadora para chegar ao seu público-alvo.

Webinar

Para além dos podcasts, também os webinars tiveram um aumento na sua criação e utilização. Estes são uma boa plataforma para gerar leads, cativar potenciais clientes e, uma das suas maiores vantagens, pode ser reutilizado para outros conteúdos como e-books, artigos relacionados nos blogs e, posts para as redes sociais das empresas. Por outro lado, perante o panorama nacional, esta é uma excelente iniciativa para evitar a realização de eventos, uma vez que se forem “live”, funcionam da mesma forma que um evento, mas online. Existe uma data e hora definida para a sua apresentação, mas não necessita de ser cancelado e o trabalho não foi tido em vão.

Blogs

Com o enorme crescimento que as redes sociais tiveram e o respetivo papel que hoje desempenham em gerar leads e atingir o público-alvo, os blogs acabaram por perder um pouco o seu espaço tradicional, acabando por se reinventar. Atualmente, um blog de uma empresa é uma excelente ferramenta com conteúdo relevante e bastante aprofundado para atrair leitores que procurem temas específicos. Quando se pretende procurar determinada informação, por norma, pesquisa-se no Google e muito raramente passamos da 2ª página de pesquisa. A vantagem de uma empresa ter um blog é que, segundo pesquisas citadas pela RUNNINGDIGITAL, têm 434% mais páginas nos motores de busca e quanto mais publicam mais vão aparecer nas primeiras páginas destes. Contudo, de forma a tirar o melhor partido das publicações, como referido previamente, é fundamental analisar e identificar que tipo de conteúdos interessa aos nossos leitores. Pois, quanto mais útil for a informação, mais partilhas o blog terá, chegando assim a muitos outros leitores.

Posto isto, se os conteúdos que produzimos forem relevantes e recorrentes, a empresa começará a ser reconhecida pelo seu know-how e a ganhar notoriedade pelo seu bom conteúdo e, consequentemente, começará a gerar leads. Independentemente do formato do conteúdo (posts para redes sociais, newsletter, podcasts, webinars, entre outros – existem tanto outros formatos), desde que este seja atrativo e claro vai, certamente, captar a atenção de novos clientes e fidelizar os existentes. O mais importante não é criar um texto que se gabe do quão boa a empresa é, mas que o mostre através do seu conhecimento.

Para saber mais, consulte o nosso Guia para criação de conteúdosque faz parte dos BloomCast Content Seriesé um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de conteúdo. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação dos diversos conteúdos bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação aos diferentes formatos.

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