Ebook: Tudo o que precisa de saber sobre produção de vídeo

Vídeo

Os vídeos (Ebook) são um dos meios de comunicação mais interativos e persuasivos, permitindo uma maior flexibilidade na forma como se informa (storytelling, animações). Adicionalmente, o formato de vídeo é um formato mais fácil de “digerir”, uma vez que não obriga a quem assiste a processar o excesso de informação textual presente online.

Atualmente, segundo a pesquisa The State of Video Marketing 2022 as pessoas consomem, em média, 19 horas de vídeos online por semana. Isto perfaz mais de mil milhões de horas de vídeo assistidas, todos os dias. Também num contexto empresarial, o vídeo tem, cada vez mais, assumido preponderância. As empresas têm vindo a perceber o quanto esta ferramenta pode ajudar a elevar e a promover ainda mais o seu negócio e tem-na utilizado com cada vez maior regularidade e intensidade. Embora seja já há vários anos que as maiores marcas difundem os seus produtos (ou a si mesmas) através de campanhas publicitárias televisivas, atualmente, são raras aquelas que não usam a partilha de vídeos online para se promoverem.

Como incorporar o video na estratégia da sua empresa?

A aposta segura nos vídeos assenta no facto de serem dos formatos que mais ROI dá às organizações, tendo mais partilhas e conseguindo interagir com as pessoas mais difíceis de aceder, devido à falta de disponibilidade. Mas para os implementar corretamente, existem vários passos que devem ser considerados:

  1. Planear o conteúdo de vídeo marketing: O planeamento é o pontapé inicial, principalmente quando se trata de um vídeo de marketing e/ou vendas. Uma boa forma de começar qualquer plano, principalmente de guião de vídeo, é responder às seguintes perguntas: como, onde, para quê e para quem.
  2. Escolher os indicadores de desempenho: Após definir o objetivo do vídeo, é importante escolher quais serão os critérios para que este seja considerado um sucesso e, consequentemente, os KPIs, ou indicadores-chave de desempenho, que serão monitorizados. Definir com antecedência os indicadores que serão analisados dá a garantia que não perde tempo a monitorizar dados que não serão relevantes para a sua estratégia.
  3. Decidir que tipo de vídeo fazer: Seja comercial, de marca, webinares, tutoriais ou testemunhos, cada conteúdo de video escolhido tem as suas vantagens.
  4. Conheça o seu público-alvo: Outro aspeto fundamental da produção de vídeos passa por conhecer bem o perfil do público que queremos atingir com o conteúdo. Isto porque o conteúdo deverá sempre ser produzido de acordo com os gostos, interesses e comportamento da audiência. Detalhes como formato, duração, tipo de vídeo, plataforma de hospedagem e divulgação dependem desse perfil.
  5. Escrever um guião: O guião de vídeo, ou script, é um documento que condensa todas as informações e indicações necessárias para a produção do conteúdo.
  6. Fazer upload em múltiplas plataformas: Quando o vídeo está pronto a ser publicado, é altura de o publicar em múltiplas plataformas de vídeo online. Desta maneira, pode maximizar o seu alcance e impulsionar a visibilidade. É certo que o Youtube é a primeira plataforma que salta à vista quando se pensa neste tipo de conteúdo, por ser a maior plataforma de vídeo.
  7. Melhorar o SEO do vídeo: Uma estratégia de marketing de vídeo não é eficaz sem a otimização do SEO. Tendo em conta que, por exemplo, os utilizadores do Youtube consomem o equivalente a 46 mil anos de vídeos no YouTube num só ano, as boas práticas de SEO são essenciais para se destacar na multidão.

O Ebook de Produção de Videos, que faz parte dos BloomCast Content Series, é um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada no desenvolvimento de todo o tipo de conteúdos de comunicação. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação de uma estratégia de video bem como algumas estatísticas e factos relevantes.

 

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Que caminhos para o setor da comunicação?

M&P_Rodolfo Oliveira

O setor da comunicação está em destaque na Meios & Publicidade. 24 líderes de algumas das principais agências e consultoras a operar em Portugal responderam ao repto lançado pelo M&P e deram o seu contributo para sentir o pulso ao mercado e traçar os desafios que estão a moldar o presente e o futuro do setor. Aqui está o contributo da BloomCast Consulting:

Em 2023, destacaria quatro temas críticos para o setor da comunicação e os seus clientes. A comunicação integrada, com a capacidade de apresentação de conceitos que integrem consultoria, criatividade, as media relations tradicionais, o social media, conceitos em evolução como o branded, influenciadores, etc., continuará a ser um tema fulcral. Para o concretizar, as redes de parcerias, a criação de uma verdadeira cultura de serviço ao cliente, a retenção do talento e a formação e requalificação das equipas são essenciais. Nomeadamente na utilização de ferramentas digitais – de análise, de edição, de gestão, etc. – para mais eficácia e melhores serviços.

Em terceiro lugar, destacaria o propósito, que abrange desde a forma como a empresa se vê internamente à forma como se projeta exteriormente com os seus interlocutores. Este é um caminho estreito que será um desafio para marcas e para as empesas que com elas trabalham a comunicação. Mas também o amadurecimento de processos de comunicação interna irá ser importante espaço de crescimento.

Por último, a confluência dos conceitos tradicionais das agências de comunicação versus outras áreas como a consultoria e a criatividade proporcionada pelo digital, cria zonas cinzentas de concorrência forte pelos projetos dos clientes. O que está ligado ao tema do talento referido. Um novo blue ocean que pode ser explorado.

Estes, e outros temas, criam oportunidades para as empresas que sejam capazes de agregar valor e que tenham o seu foco nos clientes. Em tempos de incerteza, o futuro ganha-se com preparação e antecipação. E a comunicação é essencial, porque permite transmitir confiança e segurança, valores essenciais e intemporais.

 

Publicado, inicialmente, na Meios&Publicidade, versão impressa. Artigo de Opinião de Rodolfo Oliveira, Managing Partner da BloomCast Consulting.

Veja aqui outros artigos de Rodolfo Oliveira.

Ebook: A importância da Newsletter para as organizações

newsletter

A Newsletter (Ebook) é um dos vários tipos de E-mail Marketing e uma forma muito importante que os profissionais de marketing e comunicação têm de se envolverem com os seus potenciais e atuais clientes atuais, bem como com os colaboradores da organização.

A newsletter consiste num tipo de mensagem enviada, eletronicamente, para utilizadores registados. Quando dinamizada de forma regular e com conteúdo relevante, torna-se numa poderosa ferramenta de comunicação.

Hoje em dia, as newsletters devem fazer parte das estratégias de marketing, na medida em que permitem, por um lado, informar e educar o público a que nos dirigimos e, por outro lado, obter métricas de de quem as lê.

Mas então qual é o objetivo de uma newsletter?

Uma newsletter apenas é bem-sucedida se o seu conteúdo for apelativo. Ao determinar que conteúdo utilizar, é importante ter em conta a regra 80/20: 80% do conteúdo deve ser educacional e apenas 20% promocional. Os subscritores estarão sempre mais disponíveis para comprar se a substância da newsletter se dedicar a informação relevante relativa à sua indústria e interesses.

Em termos de jornada do consumidor, o objetivo de uma newsletter não é vender, mas sim proporcionar uma informação que seja suficientemente aliciante para o levar ao site – e aí sim, fechar a venda. Ou seja, numa primeira instância, a newsletter promove um clique no Call To Action – mas como 35% dos marketeers enviam aos seus clientes 3 a 5 e-mails por dia, é importante que cada newsletter seja altamente personalizada.

newsletter

E quais são as vantagens e desvantagens de implementar uma Newsletter?

Vantagens:

  • Aumento da exposição da empresa, bem como dos seus produtos/serviços;
  • Custo reduzido comparativamente a outras ações de marketing;
  • Não demoram muito tempo a ser criadas, quando já existem outros conteúdos para complementar as ideias principais;
  • Boa forma de manter e aprofundar o relacionamento com os leitores;
  • Aumento do tráfego nas redes sociais/site.

Desvantagens:

  • Podem ter uma taxa de abertura muito reduzida;
  • Caso não tenha conteúdos finalizados previamente pode ser um processo demorado;
  • Pode acrescentar pouco ou nenhum valor se a mensagem não for adequada ao recetor;
  • A mensagem pode ser detetada como spam acabando por não ser lida.

 

O Newsletter Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series, é um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada no desenvolvimento de todo o tipo de conteúdos de comunicação. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação de uma Newsletter bem como algumas estatísticas e factos relevantes.

 

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Ebook: A Evolução do E-mail Marketing para impulsionar a comunicação

Capa E-mail Marketing

O e-mail marketing (ebook) é uma forma direta de marketing, que utiliza o correio eletrónico para promover os produtos ou serviços, gerando leads, tráfico para um website ou compras de um produto.

Desta forma, esta ferramenta faz parte das estratégias de marketing digital e consiste no envio de e-mails para clientes e potenciais clientes, permitindo que se mantenham informados, através de mensagens personalizadas, construindo assim uma relação de proximidade com o destinatário.

Apesar de ser um dos conteúdos digitais mais antigos, e de muitos considerarem que é uma arte perdida, o e-mail marketing continua a ser uma importante forma de comunicação, e uma das mais utilizadas e mais eficientes ferramentas de marketing digital. 

A evolução do E-mail Marketing

Anteriormente, as principais ferramentas de comunicação nas áreas de Marketing, Comunicação e Publicidade baseavam-se sobretudo no fax, telefone e correio. Quando surgiu o e-mail, os profissionais da área viram uma solução rápida, económica e segura para chegar aos seus clientes e, sobretudo, a potenciais clientes. 

Assim, as organizações começaram a investir neste tipo de estratégias, principalmente com o surgimento do Hotmail, em 1991. 

As estratégias de e-mail marketing começaram a contemplar indicadores de desempenho, métricas de avaliação e conversão e outros instrumentos do marketing digital que são amplamente utilizados atualmente. As funcionalidades do e-mail evoluíram de tal maneira que, hoje em dia, assumiu um papel imprescindível no desenvolvimento da imagem das marcas e na captação de clientes.

ebook_email marketing

 

Os diferentes tipos de E-mail Marketing: 

  • E-mails Transacionais – Estes são desencadeados pelo comportamento do consumidor. Normalmente, materializam-se através de recibos, confirmações de pedidos, ou confirmações de pagamento. Têm uma taxa de engagement alta, porque derivam de ações diretas dos clientes. 
  • E-mails Comportamentais – Estes tipos de mensagem são personalizados e baseados no comportamento do consumidor. Ao conhecer os seus clientes e as suas buyer personas, é possível adequar os e-mails para serem relevantes ao buying cycle de cada um. Alguns exemplos deste tipo de e-mail marketing são, recomendações, cross-selling, pedidos de feedback de produto, e-mails de boas-vindas, e-mails de final de períodos de experimentação. 
  • E-mails Promocionais – Um e-mail promocional é uma forma de valorizar um cliente fidelizado através de promoções exclusivas para os assinantes. Isto transmite uma ideia de exclusividade, fazendo com que os mesmos estejam mais atentos aos e-mails e com isto exista um aumento da taxa de abertura e de conversão. Sendo assim, a chave nesse caso é segmentar o conteúdo de acordo com o perfil e o estado de compra do lead, como em todos os tipos de e-mail marketing. 
  • NewslettersAs newsletters são um tipo de conteúdo que permite construir brand awareness e reconhecimento. Por norma, são utilizadas para comunicar de forma mais regular com os seus subscritores, podendo conter apenas um texto simples ou uma estrutura mais composta com imagens e texto formatado. 

 

O E-mail Marketing Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series, é um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada no desenvolvimento de todo o tipo de conteúdos de comunicação. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação de um E-mail Marketing bem como algumas estatísticas e factos relevantes. 

 

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O tempo da comunicação para o sucesso dos negócios

O Tempo da Comunicação para o sucesso dos negócios

Definir uma arquitetura para a comunicação, uma estratégia que permita assegurar a coerência para quem vê/lê a informação da empresa, é um valor inestimável.

O digital é uma das palavras do momento. Logo, o digital já era. É hoje um dado adquirido na operação das empresas e faz parte da forma como operam, com maior ou menor sofisticação.

As redes sociais eram uma novidade em 2000. Mas muitas das originais já não existem e outras surgiram entretanto. O e-mail era a norma na comunicação, as soluções colaborativas para reuniões e partilha de informação são para muitos a base de trabalho atual. Os modelos de negócio dependentes de longas cadeias de abastecimento eram o modelo a seguir, mas as disrupções dos últimos anos levaram as empresas a procurar alternativas com maior resiliência, que assegurem que os produtos chegam a tempo e horas ao seu destino. A realidade aumentada está muito próxima de explodir em número de utilizadores e modelos para a sua aplicação, e há inúmeras empresas a experimentar o metaverso, mas sem ter a clara noção de como se irá concretizar.

O trabalho presencial, que era globalmente visto como o modelo de referência, parece um passado distante numa altura em que todos nos habituamos, de uma forma que se considerava inexequível, a modelos híbridos. Mesmo processos antes inteiramente presenciais, como a aquisição de uma viatura, já têm uma forte vertente não presencial. A crescente importância dos ditos nómadas digitais é uma nova realidade, em que a procura de talento para as organizações já não está restringida à cidade, à região ou ao país. A fluidez passa a ser a norma versus os processos sequenciais tradicionais, e as organizações transformam-se de hierárquicas em flexíveis.

Por outro lado, as empresas passaram a assumir posições em temas relevantes, seja de sociedade, ambientais ou económicos. Tudo isto leva as lideranças a assumirem um papel mais ativo para o exterior, com o natural escrutínio associado. A realidade está em constante mudança, e nem sequer afloramos aqui o tema da guerra em curso, que todos esperamos termine em breve.

O desafio é conseguir ligar todas estas realidades distintas, manter uma proximidade às equipas que lhes permita, sejam presenciais ou distantes, sentir-se unidas em torno dos valores da empresa e chegar aos clientes tendo em consideração a análise do seu perfil proporcionada por sistemas de analítica, por forma a mantê-los informados das decisões estratégicas. Dar-lhes o que pretendem, mas também interpelá-los com novas propostas que lhes podem interessar. Dar a conhecer aos restantes interlocutores e ao mercado a visão, estratégia e objetivos da organização.

Nunca a comunicação foi tão importante e, no entanto, como com o digital, comunicar não é o problema, já que existem inúmeras opções para chegar aos interlocutores. Como comunicar, com quem comunicar, em que canais, em que momentos e com que mensagens é a chave essencial para assegurar que somos compreendidos, conhecidos e marcamos uma posição no mercado. Que mostramos a liderança, a capacidade de nos adaptarmos a uma realidade em perpétua mudança. As empresas passaram de entidades fechadas ao exterior, com uma comunicação específica, a transparentes, em que é possível ter uma visão da forma como operam, gerem as suas equipas (Glassdoor, anyone?) e trabalham com os seus fornecedores.

Definir uma arquitetura para a comunicação, uma estratégia que permita assegurar a coerência para quem vê/lê a informação da empresa, é um valor inestimável. A proliferação de conteúdos e a facilidade de encontrar informação relevante e fidedigna online (naturalmente, aqui o foco são os sites de entidades reconhecidas e conceituadas, que são cada vez mais fáceis de destrinçar, felizmente) criaram novos desafios. É necessário mudar a abordagem à comunicação, tornando-a mais interpretativa e capaz de trazer informação relevante, mais rica e que tire partido de recursos como a infografia, o vídeo, a imagem. E que consiga ser não intrusiva.

Este é (também) o tempo da comunicação.

 

Publicado, inicialmente, na Exame, versão online. Artigo de Opinião de Rodolfo Oliveira, Managing Partner da BloomCast Consulting.

aqui, para outros artigos de Rodolfo Oliveira.

 

 

Ebook: Blogs, a ferramenta que pode impulsionar a comunicação de uma empresa

Ebook Criação de Blogs

Com a popularização da internet no início dos anos 2000, anos antes de as redes sociais “explodirem”, plataformas de partilha de conteúdos assumiram uma figura de destaque no quotidiano das pessoas. Entre estas destacamos os blogs (Ebook), que começaram como diários pessoais no ambiente digital, mas rapidamente foram encarados como um meio ideal para divulgar informações e ideias.

Podemos entender o conceito blog como um website com updates regulares, que pode tanto ser utilizado para uso pessoal como para preencher as necessidades de um negócio. Por exemplo, um blog de uma empresa é um site à parte ou uma secção no próprio site, dedicada inteiramente à criação de conteúdo escrito sobre a indústria da empresa. Neste sentido, os blogs são uma forma de inovar no conteúdo e partilhar conhecimento sobre um determinado tema, sendo que é um tipo de conteúdo comunicacional capaz de trazer bastantes vantagens para o negócio.

Com a criação de artigos ou “posts” especializados, uma organização consegue não só posicionar-se enquanto especialista no assunto, como também humanizar a empresa, através da partilha de histórias sobre colaboradores ou clientes, demonstrado um lado menos formal para além da esfera corporativa

Ebook Blogs, a ferramenta que pode impulsionar a comunicação de uma empresa

Mas o que são artigos de blogs?

Um artigo de blog consite numa página de um site que trata um subtópico específico. Por exemplo, se criasse um blog sobre moda para incorporar no seu website de retalho, um dos posts poderia ser intitulado “Os melhores sapatos para o Outono.” Ou seja, esta publicação estaria relacionada com o tópico do blog, mas também falaria de um subtópico muito específico (sapatos de outono).

Desta forma, todas as publicações devem estar associadas ao site principal, de modo a permitir que o seu website seja descoberto por qualquer pessoa interessada num dos subtópicos. Para além disso, os artigos de blog permitem que o site apareça em motores de busca, através de uma variedade de palavras (tornando-se importante otimizar o SEO dos seus artigos)

Ebook Blogs - ferramenta que pode impulsionar a comunicação de uma empresa

O que dizem os números?

  • Segundo o o W3 Tech, a plataforma de gestão de conteúdo WordPress detém mais de 42,8% da internet;
  • De 2021 a 2025, a indústria do marketing de conteúdos deverá crescer em 417,85 Mil milhões de dólares (ReportLinker);
  • 77% da população lê regularmente blogs online;
  • Cerca de 70 Milhões de novos posts são publicados mensalmente no WordPress;
  • 97% dos bloggers utlizam Social Media para potenciar os seus resultados;
  • Os bloggers de sucesso despendem de, aproximadamente, quatro horas para escrever um artigo;
  • Segundo o Social Marketing Writing, os bloggers consideram que um blog aumenta a credibilidade de um determinado site;
  • 62% dos millennials afirma que o conteúdo online de uma marca é fundamental para os manter fieis à mesma

 

O Blog Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series, é um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada no desenvolvimento de todo o tipo de conteúdos de comunicação. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação de um blog bem como algumas estatísticas e factos relevantes.

 

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BloomCast renova com a LG Portugal no LinkedIn

BloomCast renova com a LG Portugal no LinkedIn

Pelo terceiro ano consecutivo, a BloomCast será responsável por dinamizar a comunicação da página de LinkedIn da LG Portugal. A consultora de comunicação terá como principal desafio reforçar a visibilidade e a notoriedade da empresa enquanto player de referência no mercado das tecnologias.

«É com grande satisfação que renovamos a colaboração para comunicar uma marca com a notoriedade e relevância nos seus mercados chave como a LG Portugal. A nossa aposta é sempre num trabalho próximo e cuidado com todos os nossos clientes», comenta Rodolfo Oliveira, managing partner da BloomCast Consulting.

Mais informações aqui.

In Marketeer.

 

Pode ler, aqui, outras notícias da BloomCast.

Consultoria de Comunicação: quando e porquê recorrer?

Capa_site_Consultoria de Comunicação

Muitas vezes, a decisão de contratar serviços de consultoria desperta algumas dúvidas nas organizações, seja por desconhecimento do que esperar deste serviço ou por incertezas no que respeita às necessidades da empresa.

Cada vez mais, a consultoria de comunicação é considerada um serviço essencial para impulsionar negócios, de qualquer setor de atividade, e torna-se fundamental saber no que consiste e quando se deve recorrer a este tipo de serviço.

 

Afinal, qual é o propósito da consultoria de comunicação?

A consultoria de comunicação consiste em orientar as empresas, através da análise, acompanhamento e definição de estratégias que têm como fim melhorar o resultado das ações da empresa, com foco na sua reputação.

Comunicar eficazmente pode definir o sucesso ou insucesso de um negócio, pelo que também a comunicação deve ser planeada e considerada na estratégia da empresa. Ao recorrer a um serviço de consultoria de comunicação, está a contratar um ou mais profissionais que o vão ajudar a desenvolver estratégias para atingir os objetivos da organização, através da implementação de ações compatíveis com o mercado e os diferentes públicos-alvo, promovendo e preservando a sua imagem e reputação.

A consultoria de comunicação estabelece prioridades, define metas e mede resultados, tendo como principal objetivo uniformizar a comunicação da empresa, tornando-a coerente, clara, segura e fiável. Além disso, pode ser uma grande aliada perante uma situação de crise, em que existe a necessidade de uma comunicação assertiva, em tempo útil, sob o risco de provocar danos irrecuperáveis.

consultoria

O certo é que já todos nós já identificámos falhas na comunicação das marcas, e que nos impactaram de tal forma que se torna difícil pensarmos nelas sem associar este momento. Ainda assim, até este processo de recuperação de marca é possível trabalhar através do recurso à consultoria de comunicação, ainda que possa ser moroso.

 

Quando recorrer a um serviço de consultoria de comunicação?

Não existe um momento certo para recorrer a uma agência ou serviço de consultoria de comunicação. Idealmente, este serviço deve ser uma parte integrante da estratégia de comunicação mediática da organização. No entanto, é possível identificar alguns sinais que revelam uma necessidade mais evidente de recorrer a este tipo de serviço, nomeadamente:

  • Pouco retorno de media/resultados

É um dos principais motivos que leva uma empresa a contactar uma agência/consultor de comunicação, apesar de ser um dos problemas de menor complexidade. Por norma, advém da falta de impacto nas comunicações que são lançadas ou pela baixa regularidade de comunicação. Neste caso, a consultoria de comunicação inicia um trabalho de análise junto da empresa para identificar possíveis causas que possam justificar o pouco retorno mediático, bem como apoiar a implementação de uma estratégia de comunicação regular, com vista à obtenção de resultados.

 

  • Ausência de inovação

A ausência de inovação é outro fator que impulsiona as empresas a recorrerem a um serviço de consultoria de comunicação. Por norma, as empresas que apresentam este sinal têm um grau de maturidade de comunicação elevado e sentem necessidade de inovar e expandir os seus horizontes. A consultoria de comunicação analisa e identifica novas oportunidades que possam ir ao encontro das novas expetativas do negócio, que podem passar pela entrada em mercados internacionais ou pela participação em novos formatos de media.

consultoria

  • Situação de crise

Uma situação de crise requer uma resposta especializada, assertiva e em tempo útil, sob o risco de provocar danos irrecuperáveis para a marca/organização. É possível recorrer à consultoria de comunicação de forma a minimizar os danos reputacionais e, consequentemente, os prejuízos ao nível financeiro da organização. Por norma, se já trabalhar com uma agência de comunicação, este processo será mais célere e eficaz, na medida em que já existe um histórico de acompanhamento e a comunicação tornar-se-á, naturalmente, mais coerente.

 

  • Pouca notoriedade no mercado

Sentir pouco reconhecimento no mercado onde atua e que está a ficar atrás dos seus concorrentes, é um dos sinais mais evidentes que levam um gestor a entender a necessidade de recorrer ao serviço de consultoria de comunicação.  Neste ponto, o profissional de comunicação irá iniciar o processo numa análise que consiste em identificar as forças, as fraquezas, as oportunidades e as ameaças (análise SWOT) a que está exposta a empresa, que visa a implementação de uma estratégia de comunicação diferenciadora, que possa trazer reconhecimento à empresa junto dos seus públicos-alvo.

  • Rede de contactos de media inexistente ou desatualizada

É uma empresa recente e não tem qualquer contacto com os meios de comunicação? Ou até tem alguns contactos, mas provavelmente estão desatualizados? A consultoria de comunicação analisa o negócio e identifica os principais órgãos de comunicação social onde faz sentido a presença da marca, além de que o profissional de comunicação tem uma rede de contactos privilegiado e poderá estabelecê-los de forma muito mais célere e eficaz.

  • Pouca proximidade aos órgãos de comunicação

Contrariamente ao ponto acima, por vezes existem empresas que até têm alguns contactos nos meios de comunicação, mas com os quais não têm proximidade e

consultoriatorna-se difícil estabelecer contactos de sucesso. O consultor de comunicação pode tornar esta comunicação bastante mais fluída, na medida em que terá mais proximidade com os órgãos de comunicação social e consegue construir abordagens mais apelativas aos jornalistas.

  • Ausência de impacto mediático nos setores estratégicos para o negócio

Este é outro sinal que leva as marcas com mais maturidade de comunicação a sentirem necessidade de dinamizar. Por norma, nestes casos, não existe uma necessidade de crescimento ao nível de resultados de media, mas sim, de impacto em meios estratégicos para o negócio, onde se encontram os seus principais decisores. Aqui, o papel da consultoria passa por uma estratégia mais próxima ao negócio do cliente, de forma a identificar os setores estratégicos da empresa e oportunidades de mediatização que possam ir a um encontro mais imediato de decisores, como por exemplo através da participação em eventos estratégicos.

  • Ausência de uma visão externa ao negócio

Talvez este seja o sinal menos evidente para quem gere uma organização ou um departamento, mas é provavelmente o ponto de maior importância e que poderá trazer mais benefícios. Ter uma visão externa, que ajude a identificar falhas e dificuldades, mas também a compreender e definir estratégias para as ultrapassar, é talvez o maior desafio para alguém que está dentro da organização. Recorrer a um serviço de consultoria de comunicação pode ajudar a identificar os pontos fortes e fracos da estratégia de comunicação atual, bem como a implementar mudanças que possam ser necessárias.

 

Agora que já reconhece alguns sinais, estará a sua empresa a necessitar de apoio? Para saber mais sobre os nossos serviços, contacte-nos!

BloomCast e WYperformance alavancam comunicação da NextBITT

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A BloomCast Consulting, consultora de comunicação, e a WYperformance, agência de marketing digital, foram as agências escolhidas pela NextBITT para assegurar os seus serviços de assessoria mediática, SEO e optimização digital

A consultora de comunicação terá como principal desafio o reforço da visibilidade e da notoriedade da marca enquanto empresa focada na gestão e optimização de activos físicos. Já a WYperformance será responsável pela melhoria de todo o conteúdo do website, tendo em conta normas de SEO.

«A nossa aposta é sempre num trabalho próximo e cuidado com todos os nossos clientes. Acima de tudo, é nosso objectivo assegurar a inovação nas propostas apresentadas e a rápida entrega de soluções personalizadas para os desafios de negócio dos nossos clientes», comenta Rodolfo Oliveira, managing partner da BloomCast Consulting.

Mais informações aqui.

In Marketeer.

 

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O mundo (da comunicação também) é plano

o mundo da comunicação visão rodolfo oliveira bloomcast
Neste contexto de organizações descentralizadas e com hierarquias mais fluídas, a comunicação interna é essencial, porque equipas dispersas exigem a criação de espaços e momentos de ligação com modelos de comunicação informais que possam criar e reforçar a cultura da empresa.
O que tem a ver o negócio e a comunicação das atuais startups de base digital com o livro de Thomas Friedman? Tudo. O pressuposto do autor é que vivemos uma nova era de globalização tornada possível pela tecnologia, e em que as barreiras geográficas e de desenvolvimento entre países perderam a sua relevância, permitindo uma competitividade global. Transpondo o conceito para as startups de base digital, é também uma realidade que estas frequentemente nascem para endereçar necessidades globais, com uma abordagem que não está condicionada pela dimensão do mercado, seja ele local ou nacional. Mas dependem, para o seu crescimento, de um ecossistema que as possa apoiar na fase de lançamento e lhes crie condições propícias para acelerar o seu amadurecimento, o que torna essencial criar as condições para que possam nascer e afirmar-se.
Vivem numa rede, estabelecendo parcerias em qualquer geografia e podendo recrutar profissionais em qualquer lugar, estando habituadas a modelos de operação remotos e com processos distribuídos geridos de forma eficiente. Não são necessariamente apenas digitais, podendo ser empresas com produção de bens físicos, mas têm esta visão estratégica global no seu ADN. Para elas, o mundo dos negócios tornou-se plano, e este potencial de estabelecer uma fundação forte para criar, com recurso a ferramentas digitais, uma operação descentralizada e eficiente, revolucionou o mercado.

Esta abordagem à organização das empresas também tem impacto na comunicação, com o foco na presença em canais digitais que lhes permitam ligar-se aos seus interlocutores em qualquer mercado, podendo as palavras de ordem ser definidas como adaptação, flexibilidade e evolução iterativa. Neste contexto de organizações descentralizadas e com hierarquias mais fluídas, a comunicação interna é essencial, porque equipas dispersas exigem a criação de espaços e momentos de ligação com modelos de comunicação informais que possam criar e reforçar a cultura da empresa. As newsletters, os canais de comunicação instantânea, as intranets, as populares conference calls e reuniões virtuais são elementos que concorrem para gerir e ligar equipas distribuídas, seja por motivos de teletrabalho, seja por questões de distribuição geográfica da operação. Entre outros efeitos colaterais, esta globalização também popularizou o chamado inglês internacional, com muitos sotaques e interpretações distintas, mas com uma base comum que simplifica a comunicação.

Também ao nível dos media tradicionais, há inúmeras mudanças e novas oportunidades de interação, com o crescimento da presença digital, dos podcasts, das infografias e das animações ou vídeos, da personalização e criação de comunidades, a que se junta a tendência inexorável dos conteúdos fechados a assinantes.

Para a comunicação externa, esta nova forma de estar nos negócios e a nova organização empresarial refletem-se na necessidade de pensar a comunicação de forma global, dominando os canais globais, sejam estes as redes sociais, os motores de busca, os media globais ou as diferentes plataformas de interação, do marketing automation à distribuição de conteúdos. A omnicanalidade é a norma, e a coerência na comunicação e na experiência de quem interage com a empresa um desafio. Isso torna essencial ser-se capaz de medir o engagement atingido e o impacto na reputação e na visibilidade mediática.

A comunicação tem, acima de tudo, de ser útil, de fácil apreensão e facilmente partilhável ou mantida para consulta. O mundo (apenas da comunicação, felizmente), é plano e global, e criar e alimentar os canais de comunicação, personalizados ou mais alargados, tendo em consideração também os aspetos culturais dos diferentes mercados, é um novo desafio para estas organizações.

 

Publicado, inicialmente, na Exame, versão online. Artigo de Opinião de Rodolfo Oliveira, Managing Partner da BloomCast Consulting.

aqui, para outros artigos de Rodolfo Oliveira.

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