Ebook: A personalização da newsletter como chave na comunicação

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A newsletter (E-book) é uma ferramenta utilizada para comunicar regularmente com os seus subscritores, e deve consistir numa comunicação relevante para a empresa, composta por artigos e outros conteúdos pensados e definidos para os clientes, sendo frequentemente acompanhada de ofertas especiais ou promoções com o propósito de oferecer uma atualização diária/semanal/mensal do negócio, produtos e serviços.

Em termos de jornada do consumidor, o objetivo de uma newsletter não é vender, mas sim proporcionar uma informação que seja suficientemente aliciante para o levar ao site – e aí sim, fechar a venda. Ou seja, numa primeira instância, a newsletter promove um clique no Call To Action – mas como 35% dos marketeers enviam aos seus clientes 3 a 5 e-mails por dia, é importante que cada uma seja altamente personalizada e relevante.

 

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Porquê criar uma campanha de newsletter?

A newsletter é uma das melhores formas de adquirir novos clientes, e de fidelizar antigos, já que possibilita o envio de mensagens que criam um sentimento de proximidade com o leitor. Atualmente, as pessoas estão constantemente a ser bombardeadas com informações, pelo que não conseguem absorver tudo o que leem ou veem e, nesse sentido, uma boa newsletter criará uma perceção positiva por parte dos Clientes e colaboradores da sua organização. Desta forma, com a frequência correta, é possível não deixar o Cliente esquecer-se da sua marca, sem ser insistente ou invasivo.

O que comunicar?

Uma newsletter apenas é bem-sucedida se o seu conteúdo for apelativo. Ao determinar que conteúdo utilizar, é importante ter em conta a regra 80/20: 80% do conteúdo deve ser educacional e apenas 20% promocional. Os subscritores estarão sempre mais disponíveis para comprar se a substância da newsletter se dedicar a informação relevante relativa à sua indústria e interesses.

 

Para saber mais sobre Newsletters, consulte o nosso Newsletter Guidebookque faz parte dos BloomCast Content Seriesum documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de campanhas de e-mail marketing. Nele poderão encontrar as melhores práticas bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação a este formato.

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Iniciativa ‘Aconchegar’ quer levar uma cama a quem mais precisa

Iniciativa 'Aconchegar' quer levar uma cama a quem mais precisa

Perante a crise pandémica que o país atravessa, a iniciativa ‘Aconchegar’ visa aumentar o número de camas disponíveis em estruturas de apoio de retaguarda e hospitais nacionais e precisa de ajuda.

O capítulo português da International Association of Microsoft Channel Partners (IAMCP) – associação de parceiros Microsoft em Portugal – lançou uma campanha que visa a angariação de fundos ‘Aconchegar‘. O objetivo da iniciativa é aumentar o número de camas disponíveis em estruturas de apoio de retaguarda e hospitais nacionais.

Numa altura em que o país atravessa uma pandemia, o projeto ‘Aconchegar’ nasceu para dar resposta à necessidade de levar conforto a todos os que mais precisam. “A pandemia da COVID-19 expôs fragilidades, como a falta de camas, nos hospitais e nas estruturas de retaguarda. O nosso objetivo é contribuir e ajudar através dos materiais necessários, para providenciar mais qualidade de vida às pessoas”, pode ler-se no portal da iniciativa.

Em comunicado a que o Notícias ao Minuto teve acesso, Miguel Guerra, da IAMCP, refere que, para ampliar este movimento, a organização está a “incentivar a colaboração de todos os associados e de outras personalidades e amigos enquanto ‘embaixadores’ da causa. Temos já a confirmação de pessoas como Paula Panarra, General Manager da Microsoft Portugal, Fernando Braz, Country Manager da Salesforce, Rui Paiva, Co-Fundador da WeDo, ou Miguel Sobral, CEO da Vortal, e algumas figuras públicas, entre as quais Bruno Ferreira, Luís Filipe Borges, Nilton, Pedro Fernandes e Vasco Correia. Nunca a expressão ‘juntos somos mais fortes’ teve tanta importância”.

O site da campanha, que poderá consultar aqui, divulgará regularmente o saldo angariado e os esquipamentos que já foram comprados e entregues.

As doações podem ser feitas por transferência bancária, por MBWay, por multibanco através da função pagamento de serviços e mediante iniciativas empresariais e dinâmicas de recolhas de fundas.

À data deste artigo, já foram doadas 20 camas articuladas, 10 camas elétricas de elevação, 33 colchões anti-escaras e 60 guardas metálicas.

Publicado, inicialmente, em Notícias ao Minuto. 

Ebook: Blogs, uma biografia da sua organização

Blog, uma biografia da sua organização

Um blog (E-book) é um tipo de conteúdo comunicacional capaz de trazer bastantes vantagens para o seu negócio. Com a criação de artigos ou “posts” sobre determinado tema, consegue não só posicionar—se enquanto especialista no assunto, como também humanizar a organização, através da partilha de histórias sobre colaboradores ou clientes, demonstrado um lado menos formal para além da esfera corporativa.

É importante reter que a presença digital de qualquer organização é hoje obrigatória para corresponder à procura dos consumidores e canais de comunicação, como é o caso dos blogs, têm tido um papel preponderante na resposta a esta.

O que é um blog?

Um blog é uma forma digital de comunicar com clientes e interessados, que tem vindo a ganhar relevância neste período de reinvenção dos diversos tipos de negócio. À semelhança de outras ferramentas como o podcast ou o webinar, os blogs procuram atrair potenciais clientes interessados pelo seu conteúdo e estes, particularmente, são uma excelente forma de obter feedback de quem o consome.

O conteúdo a ser desenvolvido depende de cada tipo de negócio: o ideal, como referido, seria abordar temas diretamente associados ao serviço ou produto da organização para, não só garantir que os leitores estariam interessados em continuar a seguir a organização, mas também para posicionar-se como especialista, acabando por atrair continuamente potenciais leads relevantes.

Boas-práticas para criar o seu blog

Apesar de ser um conteúdo aparentemente simples de construir, exigindo acima de tudo tempo, existem algumas guidelines que devem ser tidas em conta aquando se pretende seguir esta linha comunicacional.

Primeiro, num período onde as fake news estão cada vez mais presentes nas redes de consumo rápido, e com sensivelmente 66.6% dos europeus a consumir estas informações falsas semanalmente, é importante garantir toda a veracidade do conteúdo que será escrito e publicado. A imagem da organização pode ser prejudicada caso se verifique que o seu blog partilha informação incoerente ou completamente errada. Para além disso, é importante garantir que existe uma continuidade na criação de conteúdo. Adicionalmente, um blog desatualizado deixa de ser relevante para o seu negócio. Para além de garantir que os conteúdos existentes são atuais, é importante procurar a publicação regular de artigos, para construir uma base de seguidores que crescerá com o tempo. Um bom blog é intemporal e capaz de atrair novos leitores frequentemente.

Numa fase onde a oferta excede a procura, é importante procurar cumprir todas as pequenas etapas que possam destacar o seu conteúdo dos restantes, de forma a reter e cativar uma audiência interessada e interessante para o que pretende desenvolver.

Ferramentas a utilizar para o seu blog

A criação e manutenção de um blog  são tarefas que exigem empenho, tempo e persistência de forma a garantir que este está a par das tendências e atualidade relevante. Ainda assim, não têm que ser realizadas sem ajuda. Existem inúmeras plataformas e ferramentas que podem auxiliar, não só na implementação e partilha de conteúdo redigido, mas também na otimização do SEO das páginas, na estratégia de marketing para os artigos online e ainda com a análise à analítica mais relevante, para si e para a sua organização, dos artigos publicados.

Estas ferramentas devem ser exploradas uma vez que reduzem o tempo despendido na criação de conteúdo para o blog, permitindo assim um foco maior em outros assuntos, como o próximo artigo a escrever.

Para saber mais sobre blogs e outros tipos de conteúdo, consulte o nosso Blog Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de conteúdo. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação dos diversos conteúdos bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação aos diferentes formatos.

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O reset da comunicação e a experiência do consumidor

Rodolfo Oliveira, O reset da comunicação e a experiência do consumidor

Porque os ciclos acabam e há sempre um novo dia, porque o empreendedorismo e a inovação ganham força renovada em momentos de transformação, e porque o sucesso de amanhã começa a ser construído hoje, antecipar e preparar a resposta às oportunidades que podem surgir quando ultrapassarmos a situação atual (o FMI antecipa uma recessão global de 4,9% em 2020) é essencial. E Portugal até já é um forte inovador, de acordo com o European Innovation Scoreboard, numa lista prestigiada que inclui Alemanha, Áustria e França, o que é um excelente indicador.

Vivemos uma nova realidade, em que tudo o que assumimos como imutável ou valor seguro deixa de ser verdade, o que cria uma natural insegurança a todos os agentes económicos, e é essencial perceber as mudanças em curso e como essa nova realidade está a afetar comportamentos. E quais são as tendências que já conseguimos identificar? A resposta encontra-se em alguns dados que são já conhecidos – os processos digitais aceleraram-se, o comércio eletrónico cresceu (veja-se a reformulação da iniciativa comércio digital), o teletrabalho expandiu-se de forma acelerada, as pessoas procuram mais informação para a tomada de decisões e são mais criteriosas nas decisões que tomam, sendo que também esperam mais das organizações do que apenas a criação da melhor oferta, com a sustentabilidade e o propósito a ganhar um maior protagonismo. Um recente estudo da Accenture (COVID-19 will permanently change consumer behavior) confirma estas tendências, com os seus resultados a indicarem que os consumidores procuram de forma crescente o comércio local, têm maiores preocupações com o consumo sustentável e, naturalmente, estão mais preocupadas com aspetos relacionados com a sua saúde.

Por outro lado, há também mudanças na forma como os consumidores acedem à informação e uma maior procura por fontes credíveis. Por exemplo, o Instagram está rapidamente a ganhar espaço ao Twitter como fonte de informação (2020 Reuters Institute Digital News), liderado pelas gerações mais jovens. Se os padrões de consumo e as expectativas dos clientes mudam, a experiência do cliente nas interações com as empresas tem de ser redefinida, uma vez que passa a um formato eminentemente digital e virtual.

Como resultado, a comunicação ganha um novo protagonismo para esclarecer e informar todo o ecossistema de stakeholders das organizações, mas é necessário reinventá-la e inovar arriscando novas abordagens, uma vez que muitos dos processos tradicionais de comunicação perderam eficácia pela mudança do lado dos clientes ou não são de todo possíveis pelas limitações impostas neste período. As marcas têm de adaptar e pensar como chegar aos seus clientes de forma eficiente, porque não comunicar, em época de crise, é claramente uma opção a evitar, porque irá gerar uma maior incerteza relativamente à empresa.

Digital primeiro

E uma vez que o período que atravessamos criou uma realidade digital em que a pesquisa e validação da informação que necessitamos diariamente é feita online, uma presença diminuta ou menos ativa tem um impacto claro no negócio e na sua evolução. De forma simplificada, porque o digital é uma realidade demasiado abrangente e abarca todas as dimensões da organização, há que assegurar uma coerência de mensagens e uma abrangência de canais que permita manter uma melhor experiência para os clientes, do website ao email marketing, das redes sociais ao contacto telefónico.

A prioridade é estar ao lado dos clientes e do restante ecossistema, mostrar empatia e proximidade, e isso implica repensar a forma como o negócio é gerido e perceber como potenciar as mudanças criadas pela transição digital. Implica também integrar a comunicação no plano de negócios, como uma das variáveis a ter em consideração, porque é fundamental pensar que tipo de informação queremos disponibilizar, onde e como. A palavra de ordem aqui é flexibilidade e avaliar quais as melhores opções em cada caso, fugindo de forma clara das soluções one-size-fits-all.

Seja um mercado B2B ou B2C, a expectativa é de uma crescente personalização e individualização, de criação de uma experiência autêntica, o que exige flexibilidade na adaptação da comunicação e uma maior rapidez na sua implementação. A tecnologia é a chave para criar essa personalização, e os conteúdos a base para a comunicação dessas experiências, criando experiências inovadoras e criativas com as tradicionais media relations, o branded ou sponsored content, as redes sociais, entre outros. O que irá diferenciar e destacar a mensagem das empresas face às restantes é a qualidade dos conteúdos e, ao mesmo tempo, a preocupação com o seu interlocutor e com as suas prioridades individuais.

Publicado, inicialmente, no Dinheiro Vivo, versão online. Artigo de Opinião de Rodolfo Oliveira, Managing Partner da BloomCast Consulting.

Gestão de Crise em tempos de COVID-19

Gestão de Crise

A pandemia do Covid-19, é um lembrete de que muito do que nos acontece na vida está fora do nosso controlo. As alturas de ameaça emergentes, como a que se tem verificado, são, por norma, ideais para repensar ou reformular a estratégia de comunicação em tempos de gestão de crise de uma empresa.

Neste caso, têm-se verificado vários graus de gestão de crise, que difere de empresa para empresa. No entanto, algumas situações estão diretamente relacionadas com a propagação do vírus e surgem de casos de contaminação interna. Mas, na maioria dos casos, a gestão de crise pode ser insuficiente apenas porque os gabinetes de comunicação das empresas se sentem assoberbados e pouco preparados para comunicar uma situação desta dimensão, primeiro para os seus colaboradores e depois para o mundo exterior.

Assim, existem alguns passos que devem ser tidos em conta ao enfrentar situações de comunicação de crise:

1- Antecipar o acontecimento 

A maior mudança que necessita de acontecer prende-se com o modo de pensar das empresas, no que toca a gestão de crise, que devem, sempre que possível, alterar a sua perspetiva de comunicação reativa para planear cenários possíveis proactivamente.

Enquanto que a maioria das empresas pode estar preparada para lidar com a comunicação de crise, algumas podem não antecipar estratégias, igualmente, importantes como mapear os riscos de cada opção e comunicar as fases de recuperação após a gestão de crise. Estratégias de prevenção podem ser, especialmente, importantes em comunicação para redes sociais, onde o feedback é direto e imediato e, no qual a digitalização incentiva a uma mudança, não só na rapidez de resposta como no conteúdo, canal e tom da mesma.

2 – Utilizar a tecnologia a favor da empresa

Em tempos de crise, as ferramentas digitais podem não ser perfeitas, mas têm um papel preponderante no que toca a preservar os dados e, sobretudo, são extremamente importantes em situações de trabalho remoto, por exemplo.

Ferramentas de analítica, seja ela preditiva ou não, podem ajudar a empresa a estabelecer prioridades no que toca a potenciais hacks do sistema, pois ajudam a determinar a probabilidade de ataques. Neste sentido, empresas que investem em tecnologia para salvaguardar a sua cibersegurança estão mais bem preparadas e conseguem, mais facilmente, perceber o que correu menos bem, o que resultou e de que forma se poderá construir melhores parcerias e alianças para o futuro.

3 – Preservar os Valores essenciais da empresa

A Cultura e os Valores da empresa são importantes pilares que ajudam a prevenir uma crise e a guiar a sua resposta perante uma. A atenção aos detalhes e àquilo que é mais essencial para a cultura da organização pode fazer a diferença entre controlo de danos eficaz e situações mais desfavoráveis.

Para que os chefias possam ajudar outros dentro de uma empresa, é necessário, que estes tenham apoio também. Neste sentido, atribuir papéis específico, numa situação de comunicação de crise, poderá ser importante para que, em alturas críticas, todos saibam qual o seu papel e quando é necessário (ou não) envolver mais alguém para orientar trabalhos e ajudá-los a atingir o seu sucesso.

4 – Investir nas abordagens criativas

Diferentes empresas enfrentarão diferentes desafios. Perante este contexto, é importante investir na comunicação interna e solidificar a mensagem corporativa, de forma clara, mas criativa.

A criatividade pode ser o caminho indicado para ultrapassar obstáculos, sejam eles referentes à empresa ou aos seus clientes, de modo a conseguir atingir um público-alvo com transparência, empatia e honestidade, preservando o cariz humano da mensagem.

5- Preparar o regresso

É fundamental que, desde o início, nas estratégias de crise a serem implementadas, estejam também contemplados os possíveis cenários pós-crise, de forma a que as organizações consigam retirar insights sobre como se devem preparar para se tornarem mais robustas neste regresso.

Como todos sabemos, em todas as crises, existem empresas que conseguem adaptar-se mais rapidamente, conseguindo mais facilmente recuperar ou ter um impacto menos significativo do que outras. Segundo a BCG, por exemplo, cerca de 14% das empresas aumentam receita e margem em períodos de crise.

Desta forma, vários são os exemplos de empresas, que anteciparam cenários e mudanças de comportamentos e procuraram tirar partido dos mesmos, alterando o seu modelo de negócio para enfrentar a quebra de vendas e acudir às novas necessidades em tempos de pandemia. Se antes faziam impressões 3D ou peças para automóveis, agora fabricam viseiras. Se antes produziam têxteis ou cerveja, agora fazem desinfetante.

Independentemente dos cenários, é fundamental que as organizações não desvalorizem a importância de se prepararem e criarem uma estratégia de gestão de crise eficaz, porque só assim estarão um passo à frente da sua concorrência.

BloomCast Consulting disponibiliza assinaturas digitais de publicações de referência

A pensar nos Clientes e na melhor forma de facilitar o acesso à informação essencial para os seus negócios e operação, a BloomCast Consulting proporcionou o acesso a algumas das principais publicações nacionais aos seus clientes, em formato digital.

Num momento em que o acesso às edições impressas, habitualmente vendidas em banca ou distribuídas em escritórios, se encontra dificultado devido às medidas implementas pelo Governo Português, a BloomCast Consulting decidiu tomar esta iniciativa, ajudando não só os seus clientes a tomar decisões com base na informação e factos, como todos os membros dos órgãos de comunicação social que recentemente se uniram contra a indevida utilização dos seus conteúdos.

Segundo Rodolfo Oliveira, Managing Partner da BloomCast Consulting, “Esta iniciativa tem dois objetivos principais. Num momento em que é essencial inovar, seja em modelos de negócio, ou nas estratégias de comunicação, a informação sobre o que está a acontecer diariamente é essencial e queremos mostrar desta forma o nosso compromisso para com as parcerias de longo prazo que estabelecemos com todos os nossos clientes. E também pretendemos, com um exemplo simples, responder ao apelo feito pelos diferentes diretores de publicações para com a importância da subscrição dos diferentes títulos”.

Numa perspetiva interna, a BloomCast Consulting reforçou as assinaturas que tinha com as diferentes publicações de forma a apoiar o importante trabalho dos órgãos de comunicação social.

 

Confira a iniciativa nos meios:

Soldadura terá novas qualificações em 2019

No final do primeiro trimestre de 2019 a Federação Europeia de Soldadura vai lançar novos conteúdos adaptados à Industria 4.0.

Quem associa soldadura de metal a trabalho manual está longe de saber naquilo em que a profissão se transformou. A soldadura já não é trabalho sujo. O digital e a robotização estão a limpar um setor que começa a ser visto como profissão de futuro. Desde que a Impressão 3D, cujo termo técnico é Metal Additive Manufacturing (MAM) ou fabrico aditivo de metal, chegou ao metal que tem feito estragos no bom sentido na vida dos operadores. Este processo transforma um design tridimensional – que tem peso, tamanho e profundidade- num objeto real. Basta um software e uma impressora 3D para produzir um objeto através de deposição de material, camada por camada.

“Antes, para fabricar uma cadeira, dobrávamos e soldávamos um tubo de metal, sobre o qual se montava um assento e o estofo. O processo era feito por fases. Hoje, e cada vez mais no futuro, uma cadeira, por exemplo, é feita de uma só vez”, explicou-nos Luísa Coutinho, diretora (fundadora) da The European Federation for Welding, Joining and Cutting (EWF), a Federação Europeia de Soldadura, na sala de reuniões do Tagus Park, em Porto Salvo, onde desde 1992 se localiza a sede do organismo europeu.

Portugal ganhou, face à candidatura da Alemanha e de outros países, o privilégio de localizar no seu território a sede da EWF que começou por ser um gabinete no Instituto de Soldadura e Qualidade onde Luísa Coutinho trabalhava apenas com uma secretária. A engenheira de máquinas, única mulher do seu ano no Técnico, criou um sistema harmonizado de formação, qualificação e certificação de profissionais de soldadura na União Europeia que ainda hoje gere.

(…)

Mais informações aqui.

In. Dinheiro Vivo.

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