Projeto: A jornada de crescimento sustentado da Askblue

Crescimento sustentado da Askblue

A Askblue é uma empresa de consultoria tecnológica e de negócio, especializada no setor financeiro e no domínio das tecnologias de informação. Hoje, é reconhecida pelo trabalho dentro e fora de portas, colaborando com organizações e Administrações Públicas em processos de transformação digital.

Criada em 2013, a Askblue apresenta uma combinação de fatores diferenciadores no mercado. Em primeira instância, a experiência profissional da sua equipa de gestão e dos seus quadros de profissionais, com provas dadas no setor financeiro, em contextos organizacionais complexos, de elevado nível de exigência e multinacionais.

Paralelamente, a Askblue dispõe de uma oferta alargada assente em Business Transformation, Tecnologia, Outsourcing e Operações. Nestas áreas, concebe e entrega soluções com respostas inovadoras para os novos desafios que as empresas e os profissionais enfrentam.

A nível de Operações, a empresa desenvolveu o Askblue Technology Center: um centro de apoio focado na manutenção evolutiva de projetos, especialmente em tecnologias OutSystems, .NET e Java.

Atualmente, as equipas da Askblue trabalham a partir de três polos em Portugal (Lisboa, Coimbra e ilha Terceira) e um no Brasil. Os projetos que lidera passam por Europa, Estados Unidos da América e Médio Oriente.

A Askblue é cliente da BloomCast desde 2016. O reforço da sua presença no mercado português e internacional, aliado a uma presença mediática consistente e coerente com as prioridades estratégicas, sublinham a jornada de crescimento sustentado da empresa, bem vincada nas mensagens-chave que têm sido partilhadas.

Jornada de crescimento sustentado da Askblue

https://jornaleconomico.pt/noticias/a-transformacao-digital-deve-abranger-o-governo-defende-ceo-da-askblue-no-conversas-com-norte-885823

O DESAFIO LANÇADO

Apresentar a Askblue como uma empresa na vanguarda da inovação. Além de responder ao presente, a empresa procura antever e solucionar os desafios do futuro das empresas e das pessoas.

Comunicar o know-how existente entre as equipas, adquirido ao longo do tempo e desenvolvido em diversas geografias e temas como: Transformação Digital, Inteligência Artificial, Core Banking, Open Banking, Fintech, entre outros.

Destacar a Askblue como uma empresa em franco crescimento sustentado. A contratação e, sobretudo, a retenção de talento são áreas prioritárias, próprias de uma empresa em expansão.

A NOSSA RESPOSTA

O plano de comunicação apresentado pela BloomCast para este projeto contempla três pilares fundamentais: notoriedade, diferenciação e crescimento. O objetivo passa por alargar a presença mediática, com contributos técnicos e de acordo com as prioridades das operações e do negócio, que têm sustentado o percurso de sucesso da Askblue.

Crescimento Askblue

https://hrportugal.sapo.pt/2022-odisseia-no-recrutamento-tecnologico/

DELIVERABLES

  • Consultoria Estratégica
  • Estratégia de Media Relations
  • Comunicação One-to-One com OCS específicos
  • Envio de Press Release a meios nacionais;
  • Fortalecimento de relação com os jornalistas nacionais;
  • Desenvolvimento e tradução de conteúdos;
  • Gestão de Branded Content.

 

“Em 2016, entendemos que pela ambição que tínhamos de crescimento, quer ao nível nacional, quer internacionalmente, necessitávamos de um parceiro estratégico para a área de media e public relations. Os serviços da BloomCast têm superado todas as expectativas na medida em que, através da complementaridade da sua oferta, da agilidade na resposta aos novos desafios e do acompanhamento profissional e dedicado, têm respondido às necessidades das várias fases de crescimento da Askblue.”

Carlos Costa Cruz – Head of Marketing & Partnerships

 

Saiba mais sobre a jornada de crescimento sustentado da Askblue aqui.

Outros Casos de Sucesso disponíveis aqui.

6 Tendências de Comunicação para 2022

Tendências de comunicação 2022 bloomcast

Os últimos dois anos, foram anos de enormes mudanças digitais e, em parte, impulsionados pela Covid-19. Mas, afinal o que mudou realmente e quais serão as grandes tendências de comunicação para 2022? 

Os desafios que foram surgindo, ao longo deste tempo, quebraram os velhos hábitos e, em contrapartida, criaram novos, mas só este ano descobriremos de que forma essas mudanças se tornaram tão vitais. Embora algumas destas tendências de comunicação não sejam novas, irão ter uma maior consolidação e impacto este ano, pois à medida que emergimos com cautela num mundo novo e evoluído, onde a linha entre o físico e o virtual começa a ser cada vez mais ténue, é fundamental ter em conta estas mudanças nas estratégias de comunicação.

Partilhamos, abaixo, 6 grandes tendências de Comunicação que as organizações devem analisar e considerar ao delinear as suas estratégias para 2022.

  1. Marketing de Conteúdo
  2. Conteúdos de Vídeo
  3. A importância de interpretar os Dados para criar conteúdo
  4. Marketing de Influência
  5. Social Selling – Vendas diretas através das Redes sociais
  6. Metaverso

 

1. Marketing de Conteúdo:

Desde sempre que a criação de conteúdo foi uma importante estratégia de comunicação, uma vez que os Clientes / Consumidores ainda são movidos pela procura do melhor conteúdo, apesar da pandemia e da rápida evolução da tecnologia estarem a mudar a forma como o mesmo é entregue. Se há uns anos, criar apenas vídeos e conteúdo visual era o suficiente para que a marca conseguisse envolver um cliente, atualmente, já não o é. Cada vez mais, as organizações são forçadas a procurar novos formatos e canais para se destacarem.

Desta forma, é essencial que utilizem o conteúdo enquanto ferramenta fundamental para captar a atenção e fomentar o engagement do consumidor no digital, desenvolvendo estratégias sólidas e eficazes, que englobem variados formatos, uma vez que os motores de pesquisa valorizam a qualidade desse conteúdo. Assim, os tradicionais posts de blog, publicações no Social Media, Vídeos, Infográficos, E-Books, bem como as iniciativas de Branded content, que têm tido um crescimento bastante considerável, devem ser informativos, demonstrar qualidade, clareza e transparecer credibilidade para que a sua empresa comece a percecionada como uma entidade com autoridade.

Apesar de não ser novo, o conceito de storytelling manter-se-á, mas adaptado aos novos formatos. Continua a ser imprescindível criar conteúdos que fomentem a emoção e que permitam criar laços mais estreitos com a audiência, pois conteúdo relevante desperta o interesse do público, gera partilhas nas redes sociais e permite a captação de leads, para além de impulsionar a estratégia de SEO.

Contudo, é fundamental que ao definir-se esta estratégia, a mesma seja pensada de forma omnicanal, no qual devem ser utilizados diferentes canais de comunicação, quer online quer offline, assim como deve ser assegurado que está otimizada para todos os tipos de pesquisa: desde o tradicional motor de pesquisa aos smart speakers ativados por voz, de modo a assegurar uma experiência ao cliente integrada e fluida.

Mas, para tal, tornou-se igualmente urgente que as empresas trabalhem no alinhamento entre as diferentes áreas da comunicação, desde as Relações Públicas, ao Marketing, passando pelas Vendas e pelo Digital, entre outros, pois será fundamental para maximizar o impacto e medir os resultados dos projetos e campanhas.

A importância do Branded Content

No último ano temos vindo a assistir a um maior crescimento do Branded Contentações com media de forma paga, e das iniciativas a ele associadas, uma vez que as empresas através destas ações podem   direcionar suas mensagens para os principais públicos com maior precisão.

(O Branded Content como ferramenta integrada nas estratégias de comunicação)

Marketing de conteúdo tendencias de comunicação bloomcast

 

2. Conteúdos de Vídeo:

O conteúdo efémero continua a crescer exponencialmente. Do  TikTok, passando pelos Reels e pelas lives, o vídeo ganhou relevância durante a pandemia, levando a que muitas marcas e criadores de conteúdos tenham passado a olhar para estas funcionalidades com outros olhos.

Os vídeos menores tendem a ter melhor desempenho na web, pois os consumidores querem obter informações de forma rápida e fáceis de consumir e, neste contexto, os vídeos curtos e acessíveis por apenas 24 horas preenchem todas essas exigências e, por isso é mais fácil para as empresas conseguirem um maior engagement, por parte dos seus seguidores. De acordo com a HubSpot, os vídeos com menos de 90 segundos de duração possuem uma taxa de retenção de 57%, ao passo que aqueles acima de 30 minutos, apenas 10%. Além disso, os utilizadores valorizam os que são rápidos e de fácil carregamento, principalmente nas redes sociais.

Em 2022, este tipo de conteúdo continuará a ganhar relevo, uma vez que é fácil de criar, devido à sua natureza mais casual e informal, assim como as transmissões ao vivo por meio das redes sociais continuarão em foco, dado que as pessoas começaram a privilegiar este formato e as empresas já se começam a adaptar. Segundo o HubSpot, os chamados short-form videos vão continuar a marcar as estratégias de marketing digital no próximo ano: 51% dos marketeers que já os incluem na sua estratégia vão reforçar essa aposta no próximo ano e 30% pretendem mesmo investir mais neste formato do que em qualquer outra estratégia de redes sociais.

Neste artigo, detalhamos como é que os vídeos serão uma das grandes tendências de comunicação para 2022.

 

conteúdos de vídeo tendencias de comunicação bloomcast

 

3. A importância de interpretar os Dados para criar conteúdo

É cada vez mais é fundamental olhar para os dados, antes de se tomar qualquer decisão e no marketing de conteúdo não será diferente. O desafio aqui surge na necessidade de incorporar os dados à produção de conteúdos, de forma a que estes sejam mais informativos e relevantes. Mas, para tal, é essencial colocar de lado a Era da produção frenética de posts, artigos, ebooks, entre outros conteúdos, superficiais e sem relevância.

Se antes quantos mais conteúdos fossem criados, mais visibilidade era gerada para as empresas, sobretudo, para as pesquisas orgânicas do google, hoje, é necessário reduzir o ritmo de produção e focar na qualidade, ou seja, olhar para os dados e criar conteúdos com informação útil e relevante para o nosso público-alvo.

De acordo com o Content Marketing Institute (CMI), 74% das empresas B2B, atribuíram o sucesso da sua estratégia de marketing de conteúdo ao valor que este oferece aos consumidores, porque tanto as pessoas como o Google gostam de textos confiáveis, que trazem informações corretas e atualizadas e que se baseiam na realidade que os dados revelam. Por isso, a etapa de pesquisa e planeamento dos conteúdos vai ganhar ainda mais importância no próximo ano.

Desta forma, a comunicação deverá ser data-driven, uma vez que esta tendência não diz respeito apenas ao marketing ou ao SEO, mas sim, a todas as áreas da comunicação, que só beneficiarão se tiverem em conta os dados e as métricas.

dados para conteúdo tendencias de comunicação bloomcast

 

4. Marketing de Influência

Embora esta tendência de comunicação não seja nova, continua a ser das mais recentes e das que mais procura tem tido. Por norma, os influencers são acompanhados por milhões de pessoas, prontas para consumir o que eles divulgam. Mas, se antes os macroinfluenciadores eram a escolha mais segura para as marcas, atualmente, os microinfluenciadores, que têm entre 5000 a 20 000 seguidores, começaram a ganhar cada vez mais espaço. Estes têm um papel mais relevante junto dos seus seguidores e até uma taxa de engagement superior aos influenciadores com milhões de seguidores, devido à sua perceção de autenticidade.

De acordo com dados divulgados pelo Instagram, 87% dos utilizadores inspiram-se em um influenciador antes de efetuar uma compra. Perante este contexto, as empresas estão cada vez mais a investir em influenciadores de nicho de forma a comunicar os seus conteúdos o mais ajustados possíveis aos interesses dos seus consumidores, uma vez que as campanhas realizadas por estes fornecem contexto e relevância para as marcas. O que se torna uma vantagem, dado que um grupo de micro-influenciadores, com públicos pequenos, mas altamente convertidos, pode ser um investimento mais sensato, do que a parceria com um único macroinfluenciador e mais caro.

Neste sentido, também a personalização e a melhoria da experiência ao Consumidor tem sido uma tendência crescente, sendo que, de acordo com o relatório da Hubspot , 71% dos consumidores são mais propensos a fazer compras com base em referências de redes sociais. Pois, os consumidores estão profundamente envolvidos com os influenciadores que seguem.

É, neste sentido, que o Marketing de influência está em plena expansão e cada vez mais são os profissionais de marketing que reconhecem as suas mais-valias, dado que, através dele, é possível aumentar o reconhecimento da marca, criar uma conexão mais profunda com os principais públicos e amplificar a confiabilidade desta. Assim, estes utilizarão micro-influenciadores com seguidores ativos em nichos de mercado para alcançar altos níveis de engagement. Embora o conteúdo de um influenciador deva ser relacionável e autêntico, é mais importante que este se alinhe com os valores de uma organização para ser mais eficaz. Por exemplo, para além de dicas de moda, novas receitas, decoração, os consumidores querem também saber quais são as causas pelas quais os seus influenciadores preferidos são movidos e as suas preocupações, o que significa que as empresas devem ser criteriosas na identificação dos influenciadores para representar a sua marca, analisando o seu alcance, gostos e de que modo interagem com seus seguidores, para garantir que fazem a escolha correta.

Segundo o Think With Google, para 64% dos jovens entre 16 e 24 anos, a publicidade tradicional já não impacta, pois, a autenticidade é a melhor forma de envolver a geração Z com as marcas.  Exemplo disso, é o crescimento do TikTok e o interesse pela presença de marcas, que veem nos influenciadores e na capacidade da aplicação em conduzir a sua comunicação para um público que quer algo cada vez mais próximo do real.

Assim, aliar o melhor canal ao influenciador mais adequado pode ser a receita para as empresas serem percecionadas com maior empatia pelo público, aumentando, consequentemente, o consumo de seus produtos ou serviços e, logo, os seus resultados.

 

5. Social Selling – Vendas diretas através das Redes sociais

Nestes últimos dois anos, o e-commerce atingiu o seu auge, algo que se prolongará em 2022. As vendas através de plataformas como o Facebook, o Instagram e o Pinterest cresceram exponencialmente e ganharam bastante relevo, representando assim uma mais-valia para as empresas. Exemplo disso é a criação do Instagram Shopping, do Instagram Shoppable Stories ou a chegada dos pagamentos via WhatsApp que vieram demonstrar que as redes sociais estão cada vez mais integradas no e-commerce. Desta forma, espera-se que, em 2022, o Instagram disponibilize, globalmente, o Instagram Checkout, permitindo que os utilizadores possam fazer compras sem necessitarem de sair da plataforma.

De acordo com um estudo da Hootsuite e da We Are Social, as novas gerações, entre os 16 e os 24, já estão a utilizar mais as redes sociais (53.2%) do que os motores de pesquisa (51.3%) para procurar informações sobre as marcas. Assim, esta é uma das formas das mesmas se reaproximarem dos seus consumidores, sendo que, atualmente, está a tornar-se numa fonte de retalho mainstream, igualmente importante a websites e lojas físicas, como explicamos neste artigo.

Posto isto, torna-se essencial que empresas dominem e invistam neste tipo de plataformas, de forma a garantir ótimas experiências aos consumidores, nos diferentes canais, desde as lojas físicas às virtuais e redes sociais, que se têm afirmado como peças fundamentais para reforçar a voz das marcas e gerar conversões.

(Tudo o que precisa de saber sobre Estratégias de Social Media ou quais as Tendências para 2022)

 Social Selling tendencias de comunicação bloomcast

 

6. Metaverso

Embora este conceito não seja novo — nem na teoria, nem na prática —, esta será uma das grandes tendências para 2022, se assim o pudermos chamar. Foi Mark Zuckerberg quem o colocou nas “bocas” do mundo, ao anunciar, em outubro de 2021, que a sua empresa passaria a ter um novo nome: Meta, em alusão ao metaverso, ou seja, a nova realidade que ele quer construir. Desde então muito se tem debatido sobre o que é esta plataforma e qual o impacto que irá ter no mundo.

O metaverso representa um mundo digital cheio de possibilidades focado em experiências virtuais onde o utilizador poderá realizar tudo o que imaginar, desde trabalhar, comprar, jogar, entre muitas outras coisas, através da utilização de tecnologias como realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial, criptomoedas, entre outras…

Desta forma, este será um dos grandes temas em evidência no marketing em 2022, pois o que se espera agora é que as marcas invistam e explorem cada vez mais este universo para alcançar novos públicos e fidelizar os heavy users da internet.

Metaverso tendencias de comunicação bloomcast

 

Todos os anos, ou no final ou no início, fazemos previsões de quais serão as grandes buzzwords ou tendências de comunicação para aquele ano. No entanto, se há algo que os últimos dois anos nos mostraram é que tudo pode acontecer e ninguém é capaz de prever exatamente o que acontecerá.

Este ano, certamente, novos desafios chegarão, mas se tivermos a capacidade de apontar um caminho, com base numa estratégia e executarmos com foco no cliente, conseguiremos obter resultados inacreditáveis!

 

Para saber mais à cerca de como implementar uma estratégia de comunicação, entre em contacto connosco!

 

Curioso para descobrir quais as tendências de Redes Sociais para 2022? Podem encontrar aqui  ou aqui, para encontrar outros artigos.

Entrevista Meios & Publicidade: O mercado da Comunicação em 25 perguntas

Entrevista_Rodolfo oliveira meios e publicidade

A Meios e Publicidade analisou o mercado da comunicação em 25 perguntas. Nós falamos sobre os ataques informáticos ao sites de media e de que forma podem gerir a sua reputação.

A situação inédita que o grupo Impresa atravessou veio demonstrar uma vez mais a importância de uma gestão adequada dos sistemas de informação, e como este é um tema critico para todas as organizações. Como em outras situações de gestão de crise, estamos sempre a olhar para o lado visível da situação, não tendo o total conhecimento da forma como o processo foi gerido para lhe responder, e que seria fundamental para uma completa análise do trabalho de gestão de crise feito. Do que conhecemos, a Impresa tomou as seguintes (e boas) decisões neste processo:

  • Assumiu desde logo o que se estava a passar
  • Informou clientes, parceiros, fornecedores
  • Informou o mercado
  • Manteve sempre o contacto regular e a comunicação foi feita e assinada por diversos speakers, desde jornalistas a diretores, e CEO

Foi ainda visível o espírito de união e a família Impresa veio ao de cima, todos juntos a trabalharem para garantir que a sua principal missão não era colocada em causa, com informação de qualidade e em liberdade. A frase “liberdade para informar”, permitiu ainda criar uma ligação emocional dos assinantes / leitores com a equipa da redação e colocou o foco da comunicação na importância e características únicas do serviço prestado pelos órgãos de comunicação social, tendo inclusivamente beneficiado de uma onda de solidariedade entre os restantes meios.

Algumas ideias-chave para evitar danos reputacionais:

Proatividade, transparência, segurança, decisão, atitude de liderança e comunicação assertiva e sempre que necessário à medida que a crise evolui, assegurando os interlocutores do controlo da situação.

 

Publicado, inicialmente, na Meios e Publicidade, na versão impressa. Testemunho de Rodolfo Oliveira, Managing Partner da BloomCast Consulting.

Pode ler a peça completa aqui.

Aqui, para ler outros artigos de Rodolfo Oliveira.

Projeto: BI4ALL, a tecnológica portuguesa que está a dar que falar

BI4ALL caso de sucesso

OS NOSSOS PROJETOS

A Líder em soluções de data analytics e inteligência artificial, a BI4ALL é uma empresa tecnológica portuguesa

A BI4ALL é cliente da BloomCast desde 2016, e tendo em conta o recente e relevante investimento feito na sua nova sede – a Cidade BI4ALL – foi crucial a comunicação deste projeto que nasceu com o objetivo de responder a um novo paradigma laboral e às necessidades dos colaboradores, proporcionando uma experiência de trabalho única, bem como uma melhor experiência para os clientes.

O DESAFIO LANÇADO:

 

Aumentar a notoriedade da BI4ALL enquanto empresa líder em soluções de Data Analytics e Inteligência Artificial, bem como apresentar um novo referencial de posicionamento e reforçar a sua cultura orientada para o bem-estar das pessoas.

Desde o seu nascimento, em 2004, que a empresa tem uma cultura focada nas pessoas, colaboradores e clientes, fomentando a proximidade e o ambiente familiar. A comunicação deste projeto foi pensada, desde o início, para reforçar a sua identidade e ser uma demonstração do reflexo do forte investimento da empresa no mercado nacional e internacional, onde esta tem mantido uma posição de liderança ao longo dos anos.

Era também objetivo da BI4ALL, através deste projeto, reforçar a mensagem da inovação ligada ao seu negócio, que se materializa agora num ambiente de trabalho dinâmico e que reúne todas as condições para a criatividade, agilidade, colaboração e trabalho altamente produtivo, permitindo à empresa manter uma posição de liderança como especialista em Transformação Digital e Data Strategy, com foco nas áreas de Data Analytics e Inteligência Artificial.

 

bi4all

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/tecnologias/detalhe /bi4all-inaugura-a-sua-cidade-depois-de-investimento-de-8-milhoes

 

A NOSSA RESPOSTA

 

O plano de comunicação apresentado pela BloomCast para este projeto contemplou três pilares fundamentais (assentes no novo referencial de posicionamento “Cidade BI4ALL”; na cultura empresarial; e na inovação e vanguarda do negócio), que permitiram chegar a um leque variado de meios de comunicação e, assim, alargar a presença da BI4ALL nos media nacionais.

https://visao.sapo.pt/atualidade /2021-09-22-na-sede-da-empresa-onde-ate-se-pode-ficar-la-a-dormir/

 

Deliverables:

  • Estratégia de Media Relations;
  • Comunicação One-to-One com OCS específicos;
  • Envio de Press Release a meios nacionais e internacionais;
  • Fortalecimento da relação com os jornalistas nacionais;
bi4all

idealista.pt/news/imobiliario/escritorios/2021/08/04 /48390-um-armazem-que-virou-cidade-assim-e-a-nova-sede-da-tecnologica-bi4all

“Desde o início da nossa colaboração que a BloomCast tem revelado ser um parceiro importante para a comunicação da empresa junto dos órgãos de comunicação social, o que tem contribuído para um aumento da nossa notoriedade e reconhecimento no mercado. Contamos com o profissionalismo da BloomCast para nos ajudar a fortalecer o posicionamento da empresa como referência no setor.” – José Oliveira, CEO, BI4ALL

 

Descubra mais sobre a tecnológica portuguesa que está “a dar que falar”.  Conheça, aqui, a BI4ALL

 

Aqui, para ver outros Casos de Sucesso.

Thought leaders: Descomplicar para valorizar

Thought Leaders

No mundo das organizações, há uma especial pressão para que os líderes (ou principais líderes) sejam thought leaders. Numa tradução livre, líderes de pensamento reconhecidos não só pela credibilidade e pelo conhecimento que têm do setor em que se inserem, mas também pela capacidade de o influenciar.

A grande questão está na forma de construir e consolidar esta posição, em especial através da comunicação. Como em quase tudo que envolve este campo, o desafio para os thought leaders passa por definirem a melhor mensagem, para a melhor audiência, na melhor altura.

A partilha de know-how da empresa não tem de ficar no segredo dos deuses e até pode ser uma excelente forma de aproximar novos públicos, através de mensagens repletas de expertise, com casos práticos e situações do dia-a-dia. A juntar a isto, uma componente agregadora e – porque não? – inspiradora.

Quanto à audiência, a chave pode estar naquilo que os públicos procuram. Ou seja, ainda que seja importante definir prioridades e alinhá-las na comunicação, é necessário estar atento às perguntas que os públicos, nomeadamente clientes, possam fazer e querem ver respondidas. A consolidação dos thought leaders também tem muito de adaptação e sentido de oportunidade.

 

thought leaders_bloomcast

O que os thought leaders devem dizer, e como devem dizer?

Há várias maneiras de definir os conteúdos a partilhar pelos thought leaders, mas podemos apontar três exemplos paradigmáticos: desconstruir temas difíceis aos olhos do público; apresentar as principais tendências do setor; e fornecer aconselhamento especializado, recorrendo a “guias práticos” ou “dicas”.

Paralelamente, é essencial ter em conta algumas estratégias de comunicação para descomplicar e, acima de tudo, valorizar os conteúdos.

  1. Ser objetivo

Ou, por outras palavras, ir direto ao assunto. A forma mais prática e com maior alcance é, sem dúvida, através das redes sociais, que devem ser encaradas pelos thought leaders como uma ferramenta indispensável para os líderes de hoje. Ao entrarem nas experiências digitais das pessoas, com pequenos insights ou informações fáceis de perceber e usar, significa que estão a partilhar valor, sem contrapartidas e sem serem intrusivo porque não procuram, de forma direta, qualquer retorno comercial.

Dosear o que se diz também é um ponto central. As redes sociais vivem da brevidade e, sobretudo, do tempo que nem todos têm ou não querem despender. Esta lição serve igualmente para qualquer interação social. Portanto, os thought leaders não devem perder tempo em escrever tudo aquilo que pensam sobre um determinado tema. Ao invés, têm de ser concisos e responder àquilo que o setor e os públicos verdadeiramente querem saber.

  1. Ser inteligente

Todos nós temos algo a dizer e, no caso dos líderes, há uma audiência natural que procura a sua visão, como os clientes, potenciais clientes, colaboradores e concorrentes. Quem se encontra numa posição de liderança deve encarar como uma responsabilidade a partilha aberta e frequente de informação relevante para o setor e, no limite, para a sociedade. Mas estes públicos exigem que seja inteligente.

Sim, inteligente porque cada interação, ainda que intermediada pelos líderes, é uma interação com a marca. Por isso, a tónica deve estar sempre na relevância: do que se diz, do que se partilha, do que deve chegar aos públicos, incluindo os meios de comunicação que olham também para as novas plataformas de comunicação como uma fonte.

Teste as suas mensagens e explore todas as possibilidades com a agência de comunicação para, com certezas, elevar o perfil dos líderes e das organizações, posicionando-os como os porta-vozes e interlocutores por excelência em determinados temas.

  1. Ser pertinente

Decidir com que frequência precisa de ser ouvido não é uma tarefa fácil. Em primeiro lugar, depende do setor; depois, da rapidez com que este evolui e também da atualidade. De qualquer forma, os canais definidos para partilhar as mensagens podem ajudar a determinar quando se deve intervir.

A cobertura mediática e a participação em eventos, como conferências, são ótimas formas para reforçar a credibilidade e criar a expectativa de que um líder tem algo a oferecer. Dependendo dos objetivos, estas possibilidades podem ser a abordagem certa. Contudo, os canais próprios, como um site, blog, podcast ou as redes sociais, não devem ser esquecidos ou colocados em segundo plano. Nestes casos, são a oportunidade para definir mensagens, assentes nas prioridades estratégicas do negócio e do setor, com uma regularidade planeada.

Uma técnica utilizada na estratégia de conteúdo é o agrupamento de temas, a partir dos quais pode ser feito um brainstorming sobre o que devemos falar e com os quais os diferentes stakeholders se preocupam. O mesmo pode ser aplicado aos thought leaders, ou seja, os líderes devem reservar alguns minutos para escrever tópicos em que a sua experiência fornece uma perspetiva nova ou caminhos alternativos.

A eficácia de uma abordagem inovadora estará diretamente ligada à utilidade para a sua audiência. Estar ciente do tempo limitado que esta tem e a busca incessante por agregar valor é uma ajuda para construir e manter mensagens autênticas e relevantes.
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 Importância na área B2B

A thought leadership tem potencialidades claras ao nível de B2C, mas sobretudo de B2B, já que os conteúdos desenvolvidos podem ajudar as pessoas envolvidas no processo de tomada de decisões, em especial potenciais clientes. Na base de tudo isto está a credibilidade dos líderes, que tem um enorme valor comercial e deve ser potenciada através da comunicação.

Recentemente, um estudo conduzido pela Edelman e pelo LinkedIn demonstrou que 49 por cento dos participantes com responsabilidades na tomada de decisões em B2B afirmavam que os thought leaders influenciavam as suas decisões de compra. Além disso, 89 por cento diziam que bons conteúdos melhoravam a imagem que tinham de uma marca e 59 por cento encaravam a thought leadership como um reflexo mais preciso das capacidades de um fornecedor, em comparação com outros. No que respeita ao tempo de consumo deste tipo de informação, 48 por cento reservavam pelo menos uma hora do seu tempo, todas as semanas.

O que pode justificar estes números? Quando bem feito, o conteúdo dos thought leaders é diferenciado, vinca uma posição e até pode ser provocativo, ao oferecer perceções e caminhos alternativos. É o tipo de informação que os profissionais de cada setor estão ansiosos por consumir, para encontrar soluções, e também partilhar.

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Thought leaders: seja um, mas não se descreva como tal

O reconhecimento terá de chegar pelos seus pares e pelo público com quem se relaciona. Por isso, um líder jamais se deve descrever como um thought leader. O mesmo se aplica a outros termos, que tantas vezes lemos: especialista, visionário, guru ou ninja!

A eficácia da abordagem que se tem é que vai determinar o que os outros pensam. Portanto, não perca tempo em definir-se e espere que os outros o façam por si. Será um claro e inegável sinal da relevância que está a criar.

Das redes sociais, como o LinkedIn, até ao website corporativo ou aos artigos de opinião, há diversas formas de se posicionar como um thought leaderFale connosco. Nós tratamos do resto.

 

Para ler outros artigos sobre o mundo da comunicação e quais as boas práticas que deve implementar, consulte aqui.

1 ano sem consultoria, o que seria?

Consultoria de Comunicação Bloomcast

A comunicação é a base para a sobrevivência e desenvolvimento das empresas. Sem uma comunicação eficaz e contínua com o público externo e interno torna-se difícil garantir uma boa imagem e reputação das empresas. Assim, a criação de um plano de de comunicação eficaz torna-se fundamental, mas depende de alguns fatores como a realização de uma análise rigorosa, a definição de uma estratégia e de um planeamento bem construído delineado através de uma consultoria de comunicação.

Uma Consultora de Comunicação trabalha na definição de estratégias de comunicação, implementa ações com diferentes públicos, promove a imagem e reputação dos seus clientes e minimiza situações de crise que possam afetar essa mesma imagem, para além disto mede também o retorno do trabalho desenvolvido.

Quais os benefícios de contratar uma consultora de comunicação

Fortalecimento de relações internas e externas

Há algum tempo atrás, a prioridade das empresas era a comunicação com o cliente, ou seja, com o público externo. Contudo, atualmente, assistimos a uma mudança de paradigma, no qual existe uma forte preocupação com o público interno, , os colaboradores da empresa. Desta forma, uma consultora de comunicação ajuda a fortalecer as relações internas e externas da empresa, criando ligações mais próximas com os seus Clientes e estimulando decisões pertinentes, para além de motivar os profissionais a atingir resultados específicos;

Experiência de mercado

 O facto da Consultora já ter uma experiência sólida no serviço pretendido, sabe qual o caminho que melhor se adequa para cada empresa. Por isso, as hipóteses de correr como é esperado são superiores e provavelmente irá economizar recursos;

Ganhar tempo

Ao contratar um serviço de consultoria, os consultores garantem que alguém especializado irá desenvolver e aplicar a estratégia de comunicação que a empresa ou negócio necessita, assim passam a poder focar-se mais nas tarefas essenciais de gestão e controlo do negócio. Isto evita a perda de tempo com atividades fora da sua especialização.

Ter um maior conhecimento sobre os media

Os consultores de comunicação têm um maior conhecimento relativamente aos meios de comunicação, visto que trabalham de forma regular com os meios e conseguem identificar qual o que melhor se adequa a cada tema., pelo que conseguem aconselhá-lo da melhor forma sobre a estratégia a adotar para despertar o seu interesse e conseguir posicionar a sua empresa nas notícias, por exemplo.

Visão externa

Geralmente, é mais difícil para alguém que está dentro da empresa ter uma visão objetiva e compreender as suas falhas e erros, o que pode afetar negativamente os resultados. Um consultor possui uma visão externa, uma vez que conhece o mercado de uma forma profunda: após uma primeira análise, ele consegue identificar os pontos fortes e fracos da sua estratégia de comunicação atual e começa desde cedo a implementar mudanças e a reforçar o que já está a ser bem explorado, acabando por conseguir encontrar a solução mais eficaz.

Como funciona o  processo da consultoria?

A consultoria tem um período bem definido, não é uma entrega contínua de serviços, mas sim, uma identificação e resolução de desafios.

Neste sentido, indicamos abaixo alguns dos principais passos:

1 – Identificação do Problema;

2 – Análise dos resultados atuais;

3 – Definição de novos objetivos;

4 – Criação da estratégia;

5 – Implementação.

Um dos principais pontos a ter em consideração é que, o trabalho da consultora só irá dar frutos se a empresa colaborar com os consultores. Uma melhoria do desempenho entre o cliente e a consultora será trabalhada, de forma a gerar um maior número de vendas, por exemplo.

“We must establish a personal connection with each other. Connection before content. Without relatedness, no work can occur.”

– Peter Block

Consultoria de comunicação Vs Assessoria de comunicação:

Ambas as áreas são essenciais para o crescimento de uma empresa, contudo, existem diferenças entre elas.

– A maior diferença é que, devido à experiência, o consultor é capaz de identificar um problema e apontar soluções, ainda que sem as executar. Na assessoria de imprensa há o atendimento completo do profissional, este executa as atividades necessárias de forma a solucionar os problemas de uma vez.

– A consultoria de comunicação tem como principal objetivo oferecer conselhos para o assessorado, relacionados com as práticas que podem ser aplicadas para o crescimento da empresa, bem como a resolução de problemas no âmbito de comunicação de modo a melhorar os resultados do negócio. Enquanto que a assessoria é algo mais prático, embora ainda assim necessário um conhecimento prévio do problema e um plano já estruturado e delineado para ser posto em prática.

Em jeito de conclusão, a Consultoria de Comunicação serve para encontrar falhas e propor melhorias de comunicação de forma a melhorar o resultado das ações da empresa. O resultado vai assim estar na redução da diferença entre a forma como a empresa é vista e como ela quer ser vista.

 

1 ano sem consultoria de comunicação irá tornar as tomadas de decisão mais complicadas, sem orientação e para o desenvolvimento de estratégias deixa de existir um suporte de qualidade que impulsione o negócio e, por consequência, leve a uma falha na execução e alcance dos objetivos definidos.

 

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Para ler outros artigos sobre o mundo da comunicação e quais as boas práticas que deve implementar, consulte aqui.

Eventos: a importância da Assessoria de Imprensa no antes, durante e depois

A assessoria de imprensa nos eventos

Planear eventos, independente da sua dimensão, requer sempre uma estratégia e (muita) organização. Quando as empresas planeiam organizar um evento, estão a pensar naturalmente no retorno que isso lhes pode trazer: seja ao nível do posicionamento da marca e da sua notoriedade, seja na manutenção do relacionamento com os seus consumidores e parceiros, ou no sentido de potenciar vendas e angariar novos clientes.

Qual o papel da Assessoria de Imprensa nos eventos?

Por norma, a Assessoria de Imprensa está presente em eventos que envolvem os Media, sendo uma peça fundamental em todas as fases: antes, durante e após.

 Antes do Evento:

eventos assessoria bloomcast

Antes do evento, é necessário definir em conjunto com o cliente o planeamento das ações, contextualizando-as. Para isso, é necessário pensar e responder às questões-chave:

  • O que vai acontecer?
  • Quando e onde?
  • Como?
  • Porquê?

O papel do assessor de Imprensa é ajudar a responder às questões que possam ainda estar por definir. Após existir resposta a todas estas questões, os assessores são responsáveis por produzir o material de divulgação para a Imprensa (Press Kit), convidar os jornalistas e confirmar as suas presenças, agendar entrevistas e preparar os porta-vozes para as mesmas.

Deve também ser definidos antes do evento os locais para a realização das entrevistas, bem como os espaços destinados aos fotógrafos que acompanhem os jornalistas.

Press Kit ou Kit de Imprensa: O que é?

O Press Kit é um conjunto de documentos informativos que é entregue aos jornalistas, por norma, no dia do evento.

Tradicionalmente, o Press Kit é entregue numa pasta ou pen, preferencialmente com o logótipo da empresa e referência ao evento, e inclui: uma página de boas-vindas, o press release, a agenda do evento e informação sobre oradores (quando aplicável), um bloco de notas/caderno, caneta, e outros documentos que possam ser relevantes. No entanto, existem várias formas de apresentar o Press Kit, mais ou menos inovadoras, que devem ser pensadas consoante o cariz do evento e identidade da marca.

Nota: Se existirem meios internacionais a cobrir o evento, a tradução dos documentos é um fator a ter em consideração.

Durante o evento:

Durante o evento, os assessores de Imprensa são responsáveis por fazer as acreditações dos jornalistas, preparar a sala de Imprensa, gerir as entrevistas (coletivas e/ou individuais) e os locais das mesmas.

Nota: Para os assessores de Imprensa, quando apenas responsáveis por esta mediação, o evento acaba quando já não existirem jornalistas no local.

Eventos bloomcast consulting

Sobre as acreditações de jornalistas

As acreditações de jornalistas têm o objetivo de registar e confirmar as presenças entre a lista de confirmações para o evento. Por isso, os assessores de Imprensa devem sempre fazer-se acompanhar da lista das confirmações de Media, que deve conter os nomes dos jornalistas e respetivos contactos telefónicos.

Por norma, na zona de acreditações – que deve ser de fácil identificação –, é entregue um badge aos jornalistas que permite reconhecê-los e, em alguns casos, definir zonas de acesso.

Sobre a Sala de Imprensa

A Sala de Imprensa é o local destinado aos jornalistas, onde devem ser asseguradas as condições para que os mesmos possam trabalhar. Para isso, é preciso confirmar a existência de internet, tomadas, mesas e cadeiras. Podem também ser disponibilizadas águas, café e alguns snacks.

Após o evento:

Após o evento, os assessores de Imprensa são responsáveis por fazer a divulgação com um resumo do evento. Nesta fase, é também o momento para fazer o follow-up e fortalecer o relacionamento com os jornalistas que estiveram presentes, verificando se precisam de algum material adicional, e fazer o acompanhamento das publicações.

Se o serviço de Assessoria de Imprensa tiver sido contratado apenas para efeitos de divulgação e acompanhamento do evento, é boa prática elaborar-se um relatório final com os resultados do evento a nível mediático.

A Assessoria de Imprensa nos eventos virtuais

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Devido ao contexto atual, a maior parte dos eventos está a acontecer em formato virtual e/ou híbrido. Contudo, o papel da Assessoria de Imprensa não se altera e é igualmente importante nos eventos digitais.

Resumidamente, o foco da Assessoria de Imprensa nos eventos, sejam presenciais ou digitais, deverá passar pelos seguintes pontos:

  1. Apoio no planeamento das ações ao nível de Media (planeamento do antes, durante e pós evento);
  2. Produção e divulgação de conteúdos para jornalistas;
  3. Relacionamento e suporte aos jornalistas;
  4. Agendamento e acompanhamento de entrevistas;
  5. Follow-up e acompanhamento de publicações
  6. Relatório de resultados (aplicável quando a Assessoria de Imprensa foi contratada apenas para a divulgação do evento)

 

Para ler outros artigos sobre o mundo da comunicação e quais as boas práticas que deve implementar, consulte aqui.

Procura mais informação sobre como definir uma eficaz estratégia de comunicação externa que faça sentido para a sua empresa? Contacte-nos e descubra como podemos ajudá-lo a inovar a sua comunicação.

BloomCast trabalha comunicação da Unipartner

BloomCast escolhida por Unipartner

A BloomCast Consulting foi a agência escolhida pela empresa tecnológica Unipartner para assegurar os seus serviços de assessoria mediática, tendo como objectivo reforçar a visibilidade e a notoriedade da Unipartner “enquanto player de referência no mercado das tecnologias de informação”.

Nas palavras de Rodolfo Oliveira, managing partner da BloomCast Consulting, “a nossa aposta é sempre num trabalho próximo e cuidado com todos os nossos clientes. Acima de tudo, é nosso objectivo assegurar a inovação nas propostas apresentadas e a rápida entrega de soluções personalizadas para os desafios de negócio dos nossos clientes”, pode ler-se em comunicado.

 

Mais informações aqui .

In Meios e Publicidade.

 

Pode ler, aqui, outras notícias da BloomCast.

Ebook: O poder da infografia na comunicação de marcas e organizações

Mais do que nunca, vivemos numa Era de estímulos, que são diversos na forma e no conteúdo. Publicidade e vendas, notícias, redes sociais ou entretenimento dividem as nossas atenções, dificultando a concentração dos destinatários da informação, mas também as estratégias das marcas e organizações. Apesar do autêntico frenesim e corrupio de conteúdos, os consumidores ainda anseiam por mais: querem conhecer, querem aprender, querem se divertir, querem ser convencidos. Aqui, reside o poder de uma infografia, enquanto ferramenta para aprofundar o conhecimento e ter impacto.

Resumidamente, a infografia (Ebook) pode ser descrita como um conjunto de recursos visuais – diagramas, fotografias, mapas ou gráficos – utilizados na apresentação de informação. Se “uma imagem vale mais que mil palavras”, estamos perante uma ferramenta que acrescenta ainda mais valor à comunicação, tendo a capacidade de dissecar um assunto complexo, captando a atenção, ou assumir-se como um elemento diferenciador.

Mais do que uma imagem

Até 90% das informações que são transmitidas para o cérebro são visuais, o que faz com que a infografia seja uma poderosa forma de veicular dados importantes, como estatísticas ou informações complexas. A rapidez da comunicação também é promovida, assim como um maior engagement, já que uma infografia é partilhada três vezes mais do que outras formas de conteúdo. Paralelamente, tem um forte efeito tangível em CRO e publicidade em redes sociais.

Quando integrado em todo a estratégia de marketing de conteúdo, o design da infografia impulsiona os principais resultados do marketing digital. A chave para o sucesso passa por combinar a estratégia de marketing à produção criativa.

Apesar do SEO ser uma desvantagem, a partilha da infografia com outros sites ou blogs é, na verdade, muito positiva. Ao colocar os devidos créditos (link para o seu website e para a infografia original), vai ajudar a posicionar a sua organização.

Além do marketing e das vendas, a infografia pode ser utilizada em apresentações e comunicações internas ou sessões de formação. Ou seja, comunicar bem e de forma eficiente não é uma tarefa que deve ser olhada somente para o exterior. Dentro das organizações, o potencial também é imenso.

Como criar uma infografia

A eficácia de uma mensagem só pode ser garantida através de uma planificação. Para criar uma infografia de sucesso, há quatro passos essenciais que devem ser tomados.

  1. Definir objetivos;
  2. Recolher dados;
  3. Desenvolver um layout;
  4. Completar a narrativa visual com texto e toque final;

Tendências e modelos

Atualmente, vivemos numa era digital onde o crescimento de novas plataformas é uma constante. No mesmo sentido, também as infografias tomam novas formas e ocupam novos espaços, permitindo explorar diversos recursos para transmitir a informação. Em traços genéricos, podemos identificar três grandes tipos: estáticas, animadas e interativas.

  • Infografias estáticas: Apesar de serem as mais comuns, isso não significa que a sua execução seja menos trabalhosa. Quando a infografia é apenas uma imagem estática, os dados precisam ser bem organizados e, geralmente, existe bastante informação textual.
  • Infografia animada: Um recurso muito utilizado são as infografias animadas. Nestes casos, as informações podem ser apresentadas faseadamente, devido à sua mobilidade. Os problemas são as dificuldades técnicas na execução. Profissionais que dominam animação e modelagem 3D são caros e uma infografia com um nível de complexidade muito alta pode custar bastante dinheiro.
  • Infografia interativa: Este tipo de infografia também exige um nível técnico avançado, uma vez que envolverá, além de animações, conhecimentos de programação. Os conteúdos devem ser manipuláveis pelo utilizador para que consiga “passear” pelas informações de forma intuitiva e rápida.

 Ferramentas a utilizar

Existem inúmeras ferramentas gratuitas online para fazer uma infografia a partir do zero, nomeadamente:

  • Canva – É uma ferramenta de design que permite que qualquer pessoa construa uma infografia em 30 minutos.
  • Venngage – Muito semelhante ao Canva, oferece um conjunto de templates customizáveis com a possibilidade de inserir
  • Piktochart – Dá a possibilidade de integrar elementos interativos e apelativos. Uma das funcionalidades mais atrativas é o tutorial sobre cada passo da construção da infografia.
  • easelly – Mais uma ferramenta muito simples onde basta iniciar e começar logo a trabalhar na infografia.

 

Para saber mais sobre o desenvolvimento e criação de infografias, consulte o nosso Infografias Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series, um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para marcas e organizações. Nele poderão encontrar as melhores práticas bem como algumas ferramentas úteis para usar.

 

Faça o download aqui!

 

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Os 5 mitos da assessoria de imprensa

Assessoria de imprensa bloomcast consulting

Ao longo dos últimos 20 anos, a perceção relativa à importância da assessoria de imprensa para uma organização que pretenda, efetivamente, ser competitiva no mercado tem alterado radicalmente. Assim como o exponencial crescimento dos meios de comunicação social tem vindo a reforçar, cada vez mais, a necessidade de uma determinada empresa/negócio contratar uma agência de comunicação para trabalhar as suas Media Relations. 

Mas então o que é a assessoria de imprensa?

Mitos da assessoria de imprensa

A assessoria de imprensa é uma área da comunicação que tem como principal objetivo desenvolver relações saudáveis e mutuamente benéficas com os meios de comunicação social. É bastante utilizada na divulgação de produtos e eventos, na partilha de informação de temas corporativos da empresa e na gestão de crises.

Se no início dos anos dois mil muitas organizações aumentaram as suas apostas no trabalho das agências de comunicação como forma de reforçar a promoção das suas marcas, nos anos seguintes é possível afirmar que estes foram marcados, essencialmente, pelo amadurecimento da relação empresa – agência de comunicação – imprensa.

Atualmente, restam poucas dúvidas, no que diz respeito aos excelentes resultados que uma estratégia de comunicação bem elaborada pode alcançar. No entanto, existem ainda vários mitos sobre o trabalho de assessoria de imprensa que são necessários clarificar:

  1. Basta contratar uma agência de comunicação para a área de assessoria de imprensa e não se faz mais nada

Este pensamento é ainda comum em algumas empresas. A ideia de que a agência fará todo o trabalho sozinha não só é errada como pode ter uma influência negativa nos resultados. O cliente precisa de ter a consciência de que terá um papel fulcral no processo, além de fornecer à agência o acesso direto às informações mais relevantes da empresa, inclusive àquelas mais sensíveis e passíveis de se transformarem em crise. Este é, sobretudo, um trabalho de parceria entre as duas entidades com vista à obtenção de melhores resultados.

  1. Amigos jornalistas? Se sim, resultado positivo garantido

Na verdade, não é bem assim. Saber identificar jornalistas-chave para a empresa é um dos pontos fundamentais para que o trabalho de assessoria de imprensa seja eficiente, assim como é essencial  desenvolver uma relação saudável e de confiança com estes. No entanto, devemos ter sempre em mente que os editores são profissionais que trabalham em canais comprometidos cujo objetivo passa por informar os seus leitores sobre a atualidade ou temas que façam sentido para estes. Por outras palavras, os jornalistas podem optar por aceitar ou não uma proposta de entrevista, assim como podem publicar informações passadas pelo cliente em off-the-record, apesar da boa relação que têm.

 

Mitos da assessoria de imprensa_bloomcast

  1. Somos demasiados pequenos para ter uma agência de comunicação a fazer assessoria de imprensa

Este também é um mito bastante comum entre pequenas e médias empresas, uma vez que entendem que os seus produtos/serviços nunca receberão grande atenção por parte da imprensa ou que não têm dimensão para comunicar. Devemos sempre comunicar, independentemente do tamanho que a empresa tenha, porque só assim é possível tornar uma organização mais conhecida, de forma a alcançar os objetivos propostos. Mas, para tal, é necessário, numa primeira fase, identificar quais os temas, bem como os meios de comunicação social que mais fazem sentido para aquela organização.

  1. O meu produto é o melhor do mercado. Por que razão é que a agência não consegue peças sobre o mesmo?

A maioria das empresas acha que os seus produtos/serviços são as melhores opções dos respetivos mercados – e muitas vezes são mesmo. No entanto, quando se propõe uma peça aos meios de comunicação social, este ângulo, de forma isolada, pode não representar motivo suficiente para o desenvolvimento de uma reportagem ou entrevista, uma vez que pode ser considerado como comercial.

Por outro lado, também a recente queda do número de jornais e revistas tem proporcionado uma luta feroz por espaços editoriais entre as empresas e os seus concorrentes. Mais do que nunca, apresentar informações relevantes, ser atual e impactar de alguma forma um grande número de pessoas são pontos essenciais para o possível desenvolvimento de peças. Se não cumprirmos estes requisitos – e o cliente não está disposto a contribuir com dados expressivos, análises, entre outras coisas– é possível que a conversa com o jornalista não evolua como esperado.

  1. Enviar vários comunicados de imprensa, por semana, para os jornalistas de forma a aumentar as probabilidades de publicação

As empresas que têm o hábito de semanalmente de encher as caixas de entrada dos jornalistas com informações pouco atraentes correm o grande risco de entrarem para a lista dos “chatos” ou “daqueles que não têm nada para dizer”.

Como acontece com qualquer outro stakeholder, as relações com os meios de comunicação social devem ser construídas com tempo e, por isso, é necessário preparar previamente um plano abrangente de comunicação, no qual devem ser identificados momentos-chave de interação com esse mesmo público. Ou seja, deve-se evitar enviar Comunicados de imprensa de forma massificada, uma vez que isso não será bom nem para a imagem da organização, nem mesmo para a relação com a imprensa. Neste sentido, devem ser avaliados os temas e quais os melhores formatos para ser comunicados, sendo que existem temas que podem apenas fazer sentido ser comunicados internamente e não através de media, por exemplo. .. Quantidade nem sempre é sinónimo de qualidade. Esta máxima vale também para as Media Relations.

 

Desta forma, conseguimos entender que trabalhar em assessoria de imprensa não é algo tão “fácil” como se costuma dizer. Existem regras que devem ser cumpridas e comportamentos que devem ser adequados ao contexto. Somente desta forma é que conseguimos desenvolver as nossas funções da melhor maneira possível, realizando um trabalho eficaz e eficiente para o cliente.

 

Para ler outros artigos sobre o mundo da comunicação e quais as boas práticas que deve implementar, consulte aqui.

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