Podcasts: Quando uma imagem “não substitui” mais que mil palavras…

Nos dias que correm, qualquer pessoa, mesmo que um pouco mais desatenta à atualidade e ao que nos rodeia, sabe de uma forma geral o que são PODCASTS e conhece pelo menos um ou outro ou mesmo alguém que usufrui desta nova plataforma. Em Portugal, teve o seu auge em 2018.

Contudo, o  facto de passado 1 ano e meio de termos ficado em confinamento , possivelmente ajudou ao aumento do número de podcasts existentes, bem como, o número de seguidores. Os meios tradicionais já não chegam, e, por isso, existe a necessidade de se  procurar outras formas de se manter atualizado ou mesmo de relaxar sem que um ecrã seja o principal meio de difusão. Sendo os Podcasts arquivos digitais, de conteúdos maioritariamente de áudio, apesar de também existirem alguns com vídeo, que têm como principal característica o facto de estarem disponíveis a qualquer momento, desde que exista acesso à internet no momento, ou por prévio armazenamento num dispositivo.

Segundo o Podtail, na sua grande maioria os podcasts são procurados pelos ouvintes como uma forma de descontrair , dado que, no top10 de Podcasts ouvidos em Portugal 8 são de comédia.

podcast bloomcast

A História do Podcast

A palavra Podcast é formada pela junção das palavras iPod (a marca registada da Apple Inc. da famosa linha de media players portáteis) e Broadcast. A sua utilização associada ao conteúdo que todos conhecemos, surgiu apenas em 2004 pelas mãos do jornalista Bem Hammersley, ao sugerir esse nome num artigo do “The Guardian”.

Desde então o crescimento da cultura e indústria dos Podcasts tem sido exponencial conforme é percetível por um pequeno resumo a nível mundial:

  • 2005, julho: o então presidente George W. Bush lançou um podcast semanal.
  • 2005, dezembro: o termo “podcast” apareceu pela primeira vez no dicionário Oxford da língua inglesa.
  • 2006, janeiro: Steve Jobs demonstrou, em uma de suas clássicas apresentações, como fazer um podcast usando o GarageBand.
  • 2007: Ricky Gervais conseguiu entrar no Guinness, pelo maior número de downloads de um episódio: 261.670.
  • 2009: a Edison Research começou a fazer pesquisas de audiência de podcasts nos Estados Unidos.
  • 2011: foi a vez de Adam Carolla entrar no Guinness, desta vez com números bem mais expressivos: 59.574.843 downloads únicos entre 2009 e 2011.
  • 2013, junho: a Apple anunciou que 1 bilhão de pessoas ouviam podcasts usando seu aplicativo nativo para essa finalidade.
  • 2018: o Google lançou o Google Podcasts e o Spotify passou a abrigar essa mídia. Ambos rapidamente ganharam popularidade e são apontados como prováveis agregadores mais relevantes num futuro próximo.

 

De que falam os Podcasts?

Neste momento é possível encontrar Podcasts sobre os mais variados temas que vão desde Notícias, Desporto, Humor, Saúde e Lifestyle, Cultura, Tecnologia, Música, Ensino, Arte, passando pela História e não esquecendo os Negócios e até Criminologia, entre outros. Arriscar-nos-íamos a afirmar que todos os temas têm um podcast associado.

Verdade também é que já os próprios media desenvolveram podcasts, como é o exemplo da Rádio Comercial com o “Cada um sabe de si”, o Observador com “Contra Corrente ou mesmo o Jornal de Negócios com o “Dinheiro da Europa Descomplicado.

Até já muitas empresas criaram os seus podcasts onde falam das suas áreas de interesse, como é o caso da BloomCast que lançou em 2021 o seu Bloom(Pod)Cast, onde recebe convidados para partilhar dicas e conteúdos que possam ajudar marcas e negócios a potenciarem a sua comunicação.

 Bloom(Pod)cast podcast da bloomcast consulting

 

Será fácil de entender que a abertura para a existência de Podcasts é tão grande quanto a vontade dos seus realizadores/produtores, uma vez que a maioria das plataformas de disponibilização de Podcasts são gratuitas, apesar de existir, algumas das vezes publicidade de marcas, mas que na maioria dos casos, tal não acontece.

 

Serão os Podcasts uma tendência para ficar?

Segundo, o estudo Digital News Report 2019, da Reuters, um dos dados mais surpreendentes revelados pelo projeto diz respeito à utilização de podcasts no mês que antecedeu a resposta ao inquérito – 34% dos portugueses dizem ter ouvido um podcast, independentemente do género, no período em análise. Portugal surge, aliás, acima da média Global por 6 pontos percentuais, ficando atrás apenas de Coreia do Sul, Espanha, Irlanda, Estados Unidos e Suécia. Os portugueses preferem podcasts especializados (Economia, ciência, tecnologia) (12,8%) seguidos de podcasts noticiosos (12,0%) e sobre desporto (10,0%).

“Atente-se que o podcast, enquanto género noticioso, tem sido particularmente subaproveitado no nosso país, onde a tradição radiofónica de qualidade continua a estar consignada às vertentes mais tradicionais da radiodifusão. No entanto, experiências realizadas lá fora têm vindo a legitimar a utilização deste formato para exploração da atualidade, bem como para a adequação de estruturas noticiosas tradicionais a estilos de vida mais rápidos e caracterizados por uma grande mobilidade e portabilidade. Em Portugal, exemplos como o Fumaça corroboram esta visão positiva do mercado noticioso português no que é relativo à utilização e potencialidade de novos veículos de informação.” – In Reuters Institute for the Study of Journalism Reuters Digital News Report 2019 Portugal

Será fácil de compreender que se em 2019 eram estes os dados recolhidos, que no espaço de dois anos, com uma pandemia mundial que recolheu o mundo inteiro nas suas próprias casa, estes números tenham disparado de forma abrupta e o crescimento destas plataformas encontre expressão entre as várias camadas da sociedade, sendo que existem podcasts para todos os gostos, idades, géneros, interesses e tempos. Apesar do mencionado relatório, acrescentar que “A audição de podcasts é particularmente popular entre os mais jovens: mais de metade dos portugueses entre os 18 e os 24 anos ouviu algum no último mês”.

Está claro que é esta a faixa etária que está mais ligada às novas tecnologias e a novidades que vão surgindo, fazendo com que a temática dos podcasts se tenha tornado uma moda e, entre o passa a palavra e os meios de divulgação existentes, o número de ouvintes tenha aumentado,  dado que o principal meio para a proliferação de podcasts é o telemóvel, também se compreende o motivo de serem os jovens os mais assíduos nesta matéria, uma vez que o telemóvel, se encontra sempre presente no dia-a-dia.

A maioria dos especialistas em comunicação considera que existe espaço para o crescimento deste novo meio de difusão.  Desta forma, é um facto que os Podcasts não irão desaparecer ou desvanecer, pelo menos não nos próximos anos. Os ouvintes dos podcasts são fiéis e existem claras vantagens, que são apresentadas pelos consumidores assíduos de podcasts, como o multitasking e a portabilidade do dispositivo, uma vez que é possível ouvir um podcast enquanto se conduz, fazer as lides domésticas, entre outras. ,

Contudo, esta aposta tem sido, cada vez mais valorizada, e prova disso é que, ao permitir que estas gravações fiquem disponíveis para se ouvir sempre que pretendermos, levou a que fossem criados alguns conteúdos para sejam utilizados como método de ensino.

Por outro lado, foi também criado, pelo PÚBLICO, juntamente com a Portcasts – Rede Portuguesa de Podcasts, um festival dedicado aos podcasts portugueses.

O Podes, surge no contexto de um considerável crescimento do meio dos podcasts em Portugal, que nos últimos anos passou de um interesse de nicho sem grande visibilidade a um formato reconhecido e com propostas diversas, ainda longe da realidade em mercados como o americano ou o inglês, mas que tem observado uma evolução estável e prometedora. O Podes já vai na sua segunda edição com entrega de prémios, webinars e sete dias dedicados a este rebento que cresce a olhos vistos da comunicação.

No que diz respeito ao ensino, este tem sofrido adaptações ao longo dos tempos e de uma forma mais urgente no último ano, com a necessidade de aulas por videoconferência e através de gravações. Apesar deste sistema já ser utilizado em algumas universidades, os MOOC (Massive Open Online Courses) receberam maior expressão e reconhecimento durante o confinamento e os Podcasts facilmente se adaptarão a este sistema, uma vez que cada vez mais os estudantes exigem uma atualização do ensino, bem como a digitalização e avanços globais permitem que este se torne mais flexível.

 

Podcasts bloomcast

Os Podcasts vieram para revolucionar a comunicação e  certamente encontraram o seu espaço tendo ganho adeptos e fiéis consumidores que têm vindo a aumentar, quer pelo crescimento exponencial nos temas existentes como na possibilidade de escolha dos interlocutores, tempos de áudio e mesmo de sugestões interligadas.

A BloomCast sugere o TOP 5 de Podcasts:

1º – Bloom(Pod)cast

2º – Governo Sombra

3º – The Chernobyl o Podcast

4º – P24

5º – Quarenta e cinco graus

 

 

Para mais informações sobre Podcasts, criámos o Podcasts Guidebookque faz parte dos BloomCast Content Seriesum documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil que deve ser utilizada na criação de podcasts. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação de um podcast bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação ao formato.

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Princípios básicos da comunicação interna

comunicação interna bloomcast

A comunicação interna é uma função estratégica que combina filosofias, valores, propósitos, pessoas, significados, canais e práticas, sendo um elemento decisivo no atual mundo organizacional e atuando como um agente de mudança e coesão interna. No entanto, para que a comunicação interna seja bem-sucedida, esta deve ser planeada e intencional, no sentido de atingir objetivos específicos.

Além do seu carácter estratégico, é imperativo que esta área da comunicação esteja ligada aos comportamentos, às atitudes e à componente emocional dos colaboradores da organização. É uma função que atua muitas vezes como mediadora, criando pontes de ligação entre as pessoas e a organização, através da partilha de informações e significados.

Neste sentido, identificamos 5 princípios básicos que são fundamentais e transversais à prática de comunicação interna:

  1. Colaboradores em primeiro lugar

Em todas as organizações, os colaboradores devem ser vistos como a personagem principal. Isto é, além do sucesso depender do trabalho e bom desempenho dos colaboradores, estes são a cara e a personificação dos valores da organização junto dos stakeholders. É fundamental, portanto, que sejam os primeiros a saber tudo aquilo que se passa na organização de forma transparente. Pois, só assim é que a relação de confiança colaborador-organização poderá fortalecer.

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  1. Conhecer as pessoas

Perante a importância que os colaboradores assumem, os responsáveis pela comunicação interna têm de conhecer as pessoas da organização, nomeadamente as suas motivações, competências, interesses, conhecimentos, atitudes e comportamentos. É fundamental perceber aquilo que motiva as pessoas e o que procuram em diferentes aspetos, seja ao nível da aprendizagem, formação, evolução na carreira, estabilidade, saúde ou segurança. Desta forma, a comunicação interna, em conjunto com outras áreas, poderá desempenhar um papel importante na resposta às expectativas dos colaboradores.

  1. Conhecer a organização

Para além de apresentarem um conhecimento profundo de todas as pessoas da organização é fundamental que os profissionais de comunicação interna compreendam a estratégia, os objetivos, o setor e o negócio da mesma. Ter uma visão e compreensão clara sobre fatores que podem afetar a organização, são pontos essenciais para uma resposta rápida e eficaz a possíveis desafios que possam surgir.

A comunicação interna deve estar igualmente a par dos fluxos de comunicação e informação que ocorrem nas organizações. Deve existir uma atenção permanente às informações que circulam nos corredores, para que possam ser evitados eventuais boatos.

  1. Envolver a Liderança

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No que diz respeito aos líderes, estes devem ser, por um lado, fontes credíveis dentro da organização e por outro, ser percecionados como tal pelos colaboradores. Para que isto seja possível é então necessário que estejam presentes em vários momentos de comunicação, mantendo uma presença consistente e próxima juntos dos colaboradores.

É também importante que existam comunicações regulares em nome da organização (Newsletters, Ebooks, Blog…), demostrando não só que existe transparência, mas também abertura para o diálogo entre chefias e colaboradores. Desta forma, os colaboradores sentem que são ouvidos, podendo intervir em temas da empresa.

No entanto, pode existir alguma resistência a este tipo de interação com os colaboradores. Por isso, cabe aos profissionais de comunicação interna trabalhar em conjunto com os líderes, demonstrando a importância do envolvimento dos colaboradores para o sucesso da organização.

  1. Ouvir e medir a eficácia

Para tomarem as melhores decisões, os profissionais de comunicação interna devem colocar as perguntas certas e traduzir as respostas em ações que criem valor. Neste sentido, é necessário ouvir a organização, ouvir os líderes e, principalmente, ouvir os colaboradores. O feedback contínuo é bastante importante para compreender o estado da organização, identificar problemas e oportunidades e também para perceber se a comunicação interna está a ser eficaz.

Desta forma, conseguimos entender que a comunicação interna é uma área da comunicação fundamental para qualquer organização que pretenda ter sucesso no mundo empresarial. Manter os colaboradores informados sobre o seu trabalho e sobre a sua organização fará com que estes sintam que fazem parte da mesma, motivando-os assim a colocar as suas energias em prol dos objetivos organizacionais.

 

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Ebook: Os webinars como aposta no futuro

A importância do conteúdo de webinar

Os Webinars (E-book), também conhecidos como web seminars ou webcasts, são conduzidos online e, normalmente, incluem uma apresentação áudio e também visual (por exemplo, uma apresentação PowerPoint ou uma demo de um produto).

Além de permitirem a redução de custos operacionais e de potencializarem o alcance para qualquer região do mundo, possibilitam também que o conteúdo possa ser disponibilizado para o público após o evento, podendo fazer parte de uma estratégia de vídeo marketing mais ampla.

Perante o panorama de pandemia, esta iniciativa permitiu evitar o cancelamento de eventos, passando-os apenas para o panorama digital, o que possibilitou a muitas empresas manter a data e hora que estavam já previstas, alterando apenas o formato em que a apresentação iria ocorrer.

Os webinars ao vivo (face aqueles que decorrem em diferido) possibilitam uma interação com o público superior a qualquer outro tipo de vídeo, sendo que os em Live Stream produzem três vezes mais engagement do que os normais.  Assim, um dos principais motivos que leva os utilizadores a assistir a vídeos em direto prende-se com a maior aproximação à marca, pois são mais espontâneos, dinâmicos e não exigem edição, o que os torna mais naturais e sem filtros aos olhos do público.

A duração preferida para um webinar é entre os 30 e 40 minutos, mas, de acordo com um estudo de 2020, os webinars com duração de uma hora tinham uma taxa de inscrição de 67% enquanto que os de 30 minutos tinham uma taxa substancialmente menor, de 8%.

Porquê é que a sua organização os deve fazer

Os webinars são uma excelente oportunidade para as organizações serem reconhecidas como experts num determinado tema. Para além de que, se realizarmos uma demonstração do serviço/produto da organização, estamos a oferecer um proof of concept à distância, podendo potencialmente gerar leads interessantes para o negócio. Assim, um webinar bem realizado tem potencial para atrair e deixar participantes envolvidos durante horas, acrescentando mais valor para a organização.

Adicionalmente e quando comparando com outras comunicações que a empresa possa fazer, o potencial de alcance é superior. Os webinars que focam tópicos relevantes para o negócio têm capacidade para gerar entre 500 a 1000 leads, e a taxa de conversão média de um webinar é 55%. Como a barreira física é inexistente, aumenta o potencial de atrair visitantes do mundo inteiro, algo mais difícil de realizar com um evento físico. O facto de ser completamente digital e, obrigatoriamente, à distância acaba por atrair mais pessoas devido à flexibilidade nas suas agendas e, por outro lado, possibilita também à organização realizar um número maior de evento online ao longo do ano, dado que os custos são mais reduzidos.

De uma forma geral, um webinar permite não só criar novas relações com clientes como cuidar das existentes. Isto, juntando às vantagens previamente mencionadas, coloca o webinar como uma das melhores estratégias a adotar para expandir e aprofundar a comunicação da organização.

Webinars como aposta no futuro boomcast consulting

Como implementar e divulgar os webinars?

Os webinars são uma oportunidade de partilhar conhecimento e competências enquanto expandimos o nosso público. Por exemplo, a inscrição no webinar deve ser o mais facilitada possível, para incentivar à participação. Seja através de um formulário ou de uma resposta direta, é imperativo que seja feita através do email, de modo que seja fácil garantir o registo de todas as respostas.

Ainda para os implementar corretamente, existem vários passos que devem ser considerados:

  1. Definir a equipa: Realizar um webinar requer organização e uma equipa estruturada composta pelo organizador, o apresentador/orador e os assistentes. O organizador do webinar é o indivíduo responsável por desenvolver e organizar o conteúdo do webinar. Para além disso, cabe ao organizador procurar e definir os oradores mais indicados para o tema, e a promoção do evento. O apresentador/orador é o responsável pelo desenvolvimento, preparação e entrega dos materiais para as apresentações do webinar. Já os assistentes do webinar são as pessoas que auxiliam quem assiste o webinar. São o recurso quando existem problemas técnicos e é a eles que são colocadas questões que posteriormente são reencaminhadas aos oradores. Por norma, o número de participantes influencia o número de assistentes necessários para o webinar.
  2. Definir o formato do webinar: O formato a escolher depende sempre do tipo de webinar pretendido, sendo que existem quatro formatos dos quais se podem selecionar. Seja com um único orador, uma entrevista, um painel de discussão ou um Q&A, qualquer um destes motivará as interações de maneira diferente. Convém ter em mente que uma das maiores ferramentas para fomentar interação com o público durante um webinar é o espaço para perguntas e respostas, no final da apresentação. Seja qual for o formato selecionado, devem ser reservados pelo menos 10 minutos para perguntas, já que 92% dos participantes espera que este espaço exista. Os números de 2020 dão conta que webinars internos, utilizados como formação, são o tipo de webinars com mais presenças (65%), enquanto os utilizados para comunicação interna contam com 56,2% de presenças. Dependendo da dimensão do webinar, pode optar por utilizar mais que um dos formatos, sendo que cada um tem as suas vantagens e, em conjunto, acrescentam a interatividade e engagement dos participantes.
  3. Preparar o material visual e testar: Como já referido, um webinar é uma apresentação conduzida online, cujo objetivo é transformar, na medida do possível, a apresentação digital em física. Para tal, é necessário a existência de material visual relevante para o tema do webinar e uma forte apresentação (que deve ter um slide introdutório, um slide com a sinopse e um slide com as ferramentas ou websites utilizados) por parte do orador. No que toca aos testes ou ensaios, o ideal seria fazer dois testes antes do evento real, uma vez que estes são fundamentais para organizar o tempo de cada orador, garantir que o som e vídeo funcionam corretamente e para preparar os oradores a ter a apresentação mais fluída possível.
  4. Medir resultados: Tão importante como realizar um webinar, é medir a sua eficácia e os seus resultados. Após a realização do evento é possível aferir alguns resultados chave de desempenho, nomeadamente o número de participantes, o tempo de visualização e o número de perguntas. Com estas informações já é possível fazer uma comparação daquilo que eram os objetivos definidos do início do plano com os reais. Caso já tenham sido realizados webinares anteriores, é possível também comparar uns com os outros.

 

Webinars como aposta no futuro boomcast consulting2

Depois de toda a planificação do conteúdo para o webinar, é também fundamental delinear uma estratégia de divulgação, de modo a garantir a máxima participação no evento digital. Para isto é necessário escolher um título apelativo e selecionar um bom dia e hora. De forma geral, as pessoas são mais recetivas em participar num webinar ao fim-de-semana do que durante a semana e, por outro lado, segundo vários estudos, os melhores dias para a realização de um webinar são quarta e quinta-feira. Adicionalmente, pode ser necessário realizar uma breve investigação sobre o que vai acontecer na semana e à hora do webinar.

Depois é ainda necessário relembrar os participantes do webinar, sendo benéfico enviar vários lembretes, ou seja, enviar um primeiro e-mail aos possíveis participantes, destacando o conteúdo do webinar outro uma semana antes e, finalmente um no dia anterior e/ou no próprio dia do evento.

É ainda crucial fazer uma correta divulgação nos canais de redes sociais. Nos dias de hoje, as redes sociais são também canais de distribuição fundamentais para webinares. No Facebook e LinkedIn, por exemplo, pode ser criado um evento e convidar inúmeros possíveis participantes. Já no Instagram, podemos publicar stories com possibilidade de inscrição no webinar ou simplesmente posts informativos. Além disso, é fundamental não deixar de acompanhar os participantes do webinar, pois estes podem fazer comentários nas suas redes sociais e é importante que faça essa monitorização.

Ainda através das conexões pessoais, é possível utilizar os participantes como canais de distribuição, onde, após o registo no evento, é criada uma página que permita a partilha do evento para os contactos do individuo já registado.

Por último, se o negócio está a ter bons resultados poderá investir em publicidade, divulgando o evento como se faria para qualquer evento físico.

Para saber mais sobre estratégias de implementação de Webinars, consulte o nosso Webinar Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series, um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de vídeos, em contexto empresarial. Nele poderão encontrar as melhores práticas bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação a este formato.

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BLOGS: os aliados perfeitos para o crescimento de uma organização

A importância dos Blog loomcast

Blogs, muitas vezes questionamo-nos se ainda serão uma ferramenta estratégica ou se já perderam a sua força. Mas, a verdade é que esta plataforma ainda têm um enorme potencial e é, sem dúvida, uma forma de impulsionar a comunicação das organizações.

A História dos Blogs

Os Blogs são sinónimos de conteúdo e remontam ao início da internet, embora não com o nome que hoje lhe atribuímos, em 1990, já existiam páginas que eram consideradas diários online. O termo Blog só terá surgido em 1997 através da junção das palavras de origem inglesa web (= rede) e log (=registo). Este tipo de diários online começou por ser pequenas partilhas de experiências diárias, com a possibilidade de contribuições dos leitores através de comentários, que, muitas vezes, evoluíam para pequenas discussões sobre a temática em questão.

O uso deste método ganhou muitos seguidores pela facilidade em fazer publicações, sem que fossem necessários conhecimentos aprofundados de programação e, desta forma, os Blogs começaram a ganhar terreno.

Poderemos atribuir o auge da vida dos Blogs aos anos 2000, com a tomada de consciência das empresas e organizações, mudando muitas vezes o seu comportamento e levando-as a procurar opiniões sobre produtos e serviços entre os Bloggers. Esta maior procura fez com que os Blog começassem a ganhar o seu espaço, não só nas marcas como também nos negócios e sendo procurados como uma importante ferramenta de Marketing Digital.

Quando devemos escolher os Blogs?

A resposta à presente questão será um pouco mais ampla do que se espera.

Mas, quando é que o BLOG poderá ser usado como meio de comunicação? A resposta é clara e, neste sentido, as empresas devem apostar em colocar conteúdo que é relevante ao momento e que tende a permanecer relevante nos próximos anos.

Desta forma, existem várias vantagens em apostar na criação de um Blog para qualquer empresa, nomeadamente:

  • Menos barreiras à comunicação, no aspeto de depender de outros para publicação, edições, etc.
  • Uma forma mais autêntica de desenvolver confiança;
  • Fácil acesso à informação para os editores e alguns media que procuram temas e ângulos de entrevista em Blogs e páginas da internet;
  • Permite contar histórias sobre a marca que de outra forma não seria mais difícil.

Contudo, o Blog é um meio de comunicação, que deverá também ser complementado com as redes sociais, ou seja, devemos utilizar estas plataformas para divulgar os conteúdos criados para o Blog, para, consequentemente, aumentar as visitas dos interessados nas temáticas que são abordadas.

No que diz respeito à questão de quando deverão ser feitas as publicações no Blog, esta resposta necessita de um estudo prévio, ou seja, irá depender de cada relatório e visitas ao site e também da frequência com que é possível publicar novos temas. Porém, não existe uma resposta certa para esta questão, uma vez que é necessário ir ajustando de acordo com o comportamento dos leitores.

Sobre a atualidade dos Blogs, apesar de terem surgido outras redes sociais e terem conquistado enormes audiências, a verdade é que os Blogs nunca deixaram de servir como base de pesquisa e recolha de informação. Os seus seguidores mantêm-se fiéis e, contrariamente, ao que seria de esperar com o aparecimento de outras redes sociais estes têm-se adaptado e vão evoluindo de forma a responder às necessidades e mantendo-se atuais.

A importância da aposta dos Blogs bloomcast

Que boas práticas devem ser implementadas?

Começar um Blog, pode afigurar-se complicado, mas é apenas necessário algum planeamento, muita leitura e pesquisa.

De uma forma prática, partilhamos algumas dicas para iniciar um Blog:

  • Na escrita de um Blog a empatia com o leitor é da maior importância dando a entender que se dirige “diretamente” ao mesmo;
  • Eleger palavras-chave ajuda a organização do artigo, bem como auxilia a que este fique mais bem colocado nos sites, através do SEO – aqui pode encontrar as melhores ferramentas para trabalhar o SEO do seu blog;
  • Opte por apresentar um mini resumo do artigo para que cative de imediato o leitor com o que poderá encontrar;
  • Reveja o seu artigo com muita atenção para que pequenos erros/gralhas não passem, é importante que a reputação do Blog se mantenha e, como tal, é necessário um exercício muito minucioso de leitura e releitura do que se escreve, se possível, peça a um terceiro que leia o seu artigo de forma crítica;
  • Se entender que a temática que pretende abordar necessita de vários ângulos procure referências de fontes de renome e confiáveis para atribuir maior credibilidade e conexão ao seu artigo;
  • Mantenha-se atualizado sobre as principais temáticas que pretende desenvolver para que o artigo perdure o máximo tempo possível atualizado e possa servir de fonte a outros Bloggers e leitores;

Vlog

Por outro lado, existe também outra forma de criar um Blog, mas em formato vídeo, ou seja, o Vlog Este mais recente formato cresceu com o aumento da qualidade dos dispositivos móveis que influenciaram a rapidez e qualidade na produção de vídeos, bem como o aumento das redes sociais e das plataformas que tiverem um grande impacto no crescimento do vídeo como meio de comunicação. E prova disso, de acordo com um estudo:

  • Os vídeos online contribuem com cerca de 50% de todo o trafico dos dispositivos móveis;
  • 78% dos cibernautas assistem a vídeos online todas as semanas;
  • 55% das pessoas veem vídeos online diariamente;
  • O uso da palavra “vídeo” no assunto de e-mail aumenta a taxa de abertura em 19%
  • A média dos utilizadores de internet permanecem 88% mais tempo num site que tenha vídeo do que num que não tenha.

Independentemente do modelo escolhido, o foco na criação e conceção de um Blog ou Vlog passa pelo entusiasmo sobre o que é escrito, pela confiança que se transmite, pelo estilo desenvolvido e diferenciador, tentando ser criativo e diferente dos já existentes, e procurar envolver os seguidores/leitores com os seus conteúdos.

Desta forma, quer seja em formato de Blog ou Vlog é importante que se procure um assunto que demonstre o know how da empresa e que faça sentido a mesma falar sobre ele. Igualmente importante, que responda às reais necessidades do público-alvo que se pretende alcançar, ou seja, todos os conteúdos produzidos devem procurar responder às dúvidas ou interesses do seu público-alvo. A definição deste público é um fator de maior importância uma vez que é dele que um Blog depende para ter sucesso.

Porém, é necessário ter em conta que apesar de um Blog ser atualizado regularmente, sem leitores de nada servirá. Desta forma deverá estudar e conhecer bem o público-alvo e perceber o que este procura saber e se interessa. Alie os seus gostos e conhecimentos ao que pretende desenvolver e aos leitores que pretende alcançar.

Blogs importância bloomcast

Porquê criar um Blog?

Os Blogs são uma excelente ferramenta para aumentar a notoriedade, melhorar o posicionamento da sua marca, manter o seu público-alvo interessado e comprometido, tendo acesso às mais recentes novidades e temas que possam interessar e inclusive vender produtos e serviços.

A produção de conteúdos mantém um negócio ativo, uma vez que a criação e partilha de informações relevantes sobre uma determinada temática poderá contribuir para o aumento de novos visitantes que se poderão converter em futuros clientes.

Consoante o objetivo a atingir, a produção de conteúdos e, neste caso, de um Blog, irá alavancar o alcance destes mesmos propósitos, uma vez que são adaptáveis a qualquer tipo de fim, dependendo apenas do planeamento e da estratégia definida.

Perguntar-se-ão, mas porquê criar um Blog? Quais as verdadeiras vantagens?

De facto, são várias, nomeadamente:

  • A relevância nas buscas: ou seja, ao passo que uma organização produz e publica conteúdos, estes irão influenciar os mecanismos de busca do Google que irão aumentar. Consequentemente, a página principal da organização irá subindo na pesquisa e, como tal, aumentar o número de visitantes, o que terá uma maior probabilidade de gerar leads e quiçá novos clientes.
  • Maior tempo de navegação no site: quanto mais conteúdos existirem numa página, maior será o interesse gerado e consequentemente o tempo que os visitantes permanecem no mesmo. No entanto, é necessário esclarecer que os conteúdos devem estar organizados para que o visitante não se sinta perdido, confuso, ou assoberbado e acabe por abandonar o site. Ou seja, neste caso não se aplica a lei da quantidade em detrimento da qualidade. Só um ou dois artigos bem escritos poderão criar leads, mas será fácil de compreender que com mais conteúdos estas probabilidades aumentam.
  • Alcance e visibilidade: no meio de tanta pesquisa e procura, por vezes, é difícil um destaque da nossa organização e do que queremos dizer aos que nos seguem e interessam pelas nossas temáticas e deste modo, a melhor forma de conseguir esta visibilidade é produzindo conteúdo de qualidade e com frequência para que contribua para que o potencial cliente tenha acesso ao artigo que o vai converter em cliente ou seguidor assíduo.
  • Proximidade com o cliente: um Blog, embora seja um meio de comunicação que não é presencial, contempla um espaço específico para comentários. O facto de os leitores poderem tecer considerações ao que acabaram de ler e receber uma resposta de volta (o que deve ser sempre feito) aproxima e humaniza o artigo, o que permite criar uma “relação de proximidade” com a marca e torna a relação existente entre consumidor e organização mais coesa e impactante.

Como afirmado, estas são apenas algumas das vantagens de criação de um Blog de uma organização em que o intuito final será o aumento do reconhecimento da marca, aumento de visitantes e possíveis futuros clientes. A criação de um Blog passa por mais um método de crescimento de uma organização de uma forma orgânica sem qualquer custo, no entanto, caso exista possibilidade também deverá existir um investimento em promoção dos conteúdos para auxiliar o alcance e relevância nas buscas.

Blogs porque apostar bloomcast

Plataformas para utilizar na criação de Blogs?

Existem diversas plataformas que auxiliam à construção de Blogs, sem ser necessário formação prévia e conhecimentos profundos de programação e edição.

A plataforma mais famosa de Blogs será o WordPress pelas características que detém de fácil utilização, 100% personalizável. No entanto, a escolha no mercado é ampla e deverá existir uma pesquisa anterior à escolha para que esta possa ser a melhor possível.

Outras opções igualmente conhecidas são o Blogger, o Tumblr, o Medium e o Textpattern, entre muitas outras.

O universo de escolhas é vasto e como tal deverá existir uma pesquisa para descobrir qual a que se adapta melhor à sua organização, conhecimentos e necessidades.

Ao longo do artigo facilmente compreendemos que ainda que seja necessário existir uma adaptação dos Blogs, tendo em conta os seus primórdios, estes são os aliados perfeitos para impulsionar o crescimento da comunicação de uma organização.

Porque o objetivo último desta é o seu crescimento e sucesso. O alcance da notoriedade e reconhecimento pelos pares e também da concorrência e, para tal é necessário um trabalho de engagement com o público e posicionamento no mercado. Um Blog não alcançará este fim sozinho, mas em muito contribuirá para este crescimento e alavancar o marketing de uma organização.

 

Para saber mais sobre blogs e outros tipos de conteúdo, consulte o nosso Blog Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de conteúdo. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação dos diversos conteúdos bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação aos diferentes formatos.

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Influencers: Proximidade, Influência e Estratégia.

Influencers Proximidade, Influência e Estratégia_BloomCast

O conceito de influência para o mundo da comunicação, publicidade e marketing não é novo, mas nos últimos anos têm, cada vez mais, ganho o seu espaço nas estratégias de comunicação. Isso, porque, por um lado, os consumidores são mais críticos e seletivos com o consumo de publicidade que incite a compra, mas também, porque os mesmos querem saber sempre um pouco mais sobre tudo, consumindo um grande volume de conteúdos. E é aqui que os influencers têm um papel fundamental, mas de que forma?

Não é difícil de compreender que o fenómeno dos influencers atingiu o seu auge devido à crescente importância e utilização das redes sociais, que impulsionou a visibilidade dos mesmos. Contudo, o seu sucesso deve-se principalmente ao facto de estes conseguirem criar uma ligação emocional com os seus consumidores, que as marcas dificilmente conseguiriam ter com os seus.

Desta forma, estas rapidamente compreenderam que mais facilmente chegariam aos seus consumidores através do intermédio dos influencers, uma vez que estes criam empatia e personificam a comunicação destas marcas com os seus consumidores. As grandes vantagens da utilização de influenciadores digitais nas estratégias de comunicação ou marketing é o facto de que estes conferirem endorsement e credibilidade às marcas, uma vez que, não são as próprias a falar de si mesmas, mas sim “alguém” que fala delas, transmitindo ao consumidor um maior grau de confiança. Isso, porque não sentem que lhes estão a vender algo, mas sim a recomendar.

Em Portugal, o mercado dos influencers no Instagram pode ser segmentado em quatro grandes categorias tendo em conta a dimensão da sua audiência:

  • Celebridades- Mais de 1M de seguidores
    • Esta categoria de influencer possui uma audiência mista, com diversos tópicos e temas de interesse, a relação com o influenciador é mais distante, contudo tem maior alcance.
  • Macro-Influencers100K a 1M de seguidores
    • Influenciadores que se enquadram nesta categoria podem ser considerados como “mini-celebridades”, porque são conhecidos por uma massa de seguidores relativamente grande. Estes possuem conteúdos de alta-qualidade relativo a um determinado gosto ou tema.
  • Micro-Influencers5k a 20K seguidores / Mid-Tier Influencers20K a 100K seguidores
    • Estes influenciadores produzem conteúdos para um nicho de audiência, com altos valores de engagement e conexão. Os mesmos podem estar presentes em praticamente em todos os setores de atividade, indo desde a saúde, fitness, empreendedorismo, viagens, tecnologia, entre outros.
  • Nano-Influencers1K a 5K seguidores
    • Estes influencers são consumidores, mas estão dispostos a partilhar experiências de consumo, mas têm pouco alcance e influência.

Estatisticas Influencers em Portugal

Fonte: State of Influencer Marketing in Portugal (2020)

A maior parte dos influencers portugueses enquadram-se na segunda categoria de influenciadores digitais (Micro-Influencers), com 48,4%, de seguida, surgem os Nano-Influencers com 25,5% e só depois, em terceiro lugar, vêm os Mid-Tier Influencers com 22,2%.

Influencers como Estratégia

Influencers como Estratégia_BloomCast

 Ao longo dos últimos anos, os influenciadores digitais têm vindo a ganhar, cada vez mais terreno nas estratégias de comunicação e marketing das marcas. Do ponto de vista do Modelo P.E.S.O (Paid Media, Earned Media, Shared Media e Owned Media), uma framework de apoio ao planeamento e implementação de estratégias de comunicação e marketing omnicanal de uma marca de forma simples, intuitiva e integrada, com relação direta aos objetivos de negócio.

Neste modelo, a relação com os influencers pode ser enquadrada como sendo “Earned Media”, uma vez que se refere à distribuição de conteúdos que são vinculados e não pago, em canais de distribuição de terceiros. A verdade é que, quando o assunto é relações com influencers, a linha que separa o que é “Earned Media” do que é “Paid Media” tem se desvanecido ao longo do tempo, mas isso não retira a sua validade ou eficiência enquanto tática de comunicação e marketing.

Gestão de Campanhas com Influencers

Tendo já uma framework estratégica preparada, é momento de delinear os principais pontos de uma campanha com influenciadores. O ponto de partida para uma campanha de sucesso é sempre a definição de objetivos, que devem ser específicos, determinados num espaço temporal e atingíveis.

De modo geral e sumário, poder-se-á destacar dois grandes objetivos de campanhas com influenciadores:

  1. Performance

São campanhas com objetivos de performance de gerar cliques, vendas, registos ou subscrições.

Métricas importantes:

  • Engagement Rate
  • Média de Comentários por Post
  • Média de Likes por Post
  1. Notoriedade

São campanhas com o objetivo de gerar visibilidade, posicionar e aumentar a reputação de uma marca.

Métricas importantes:

  • Alcance

Uma vez já definidos os principais objetivos, é momento de escolher os influenciadores certos para serem a os “rostos” da marca. Este ponto é tão importante quanto a definição dos objetivos. Abaixo estão alguns pontos que poderão ajudar no momento de escolher os influenciadores que melhor cumprem o propósito de uma campanha de comunicação:

  1. Análise de Conteúdos, Hashtags e Menções

Neste ponto é necessário avaliar se o tipo de conteúdos que o influenciador publica está alinhado com a linguagem da marca. Se os assuntos abordados se encaixam com o ADN da marca e com quem o influenciador trabalhou/ relacionou nos últimos meses. Estes dados são importantes numa primeira fase de diagnóstico e filtragem.

  1. Análise de Dados Demográficos

Aqui o fundamental é compreender, juntamente com o influenciador ou o agente se a audiência de um determinado influencer corresponde ao target definido pela marca para a sua campanha. Poderá ser interessante obter dados como a Idade, Género, localização entre outros.

  1. Análise de métricas de performance

Este pode ser considerado um dos pontos fulcrais, uma vez que este irá demonstrar o interesse que uma determinada audiência tem pelos conteúdos de um influenciador.

Para este efeito poderá ser interessante obter dados como o Engagement Rate, Média de Likes por Post, Média de Comentários por Post, Alcance Médio por Post e a Evolução da Conta

Relatório de Campanha

Influencers Relatório da Campanha_BloomCast

Tão importante como ter um bom suporte estratégico, uma boa definição de objetivos e uma boa escolha de influenciadores, é mensurar e avaliar os resultados de uma determinada campanha, tendo em conta os objetivos anteriormente definidos para a mesma.

Para isso, o Relatório de Campanha é fundamental, dado que é um documento no qual estará espelhado a performance e os resultados obtidos. Este são apenas alguns pontos que poderão auxiliar no momento de estruturar e elaborar este tipo de relatório:

  • Número de Likes;
  • Número de Comentários;
  • Visualizações;
  • Alcance;
  • Partilhas/ Guardados.

Além das métricas convencionais de avaliação, se pretender dar um passo a diante, poderá também utilizar métricas que lhe permita perceber qual o retorno sobre os seus investimentos em campanhas com influenciadores.

Campanha de Notoriedade

  • Avaliação de CPM (custo por mil impressões ou custo por mil contas alcançadas)

Influencers_CPM_BloomCast

Campanha de Performance

  • Avaliação de CPC (custo por clique)

 Influencers_CPC_BloomCast

 

 

  • Avaliação de CPA (custo por ação: compra, acesso, registo, subscrição)

Influencers_CPA_BloomCast

 

 

 

Este são alguns pontos fundamentais para uma boa análise de uma campanha com influenciadores, mas o mais importante é testar, testar novamente e otimizar, decerto que as métricas irão indicar qual o melhor caminho a seguir.

Os influenciadores são o caminho natural que as marcas têm trilhado em termos de comunicação e marketing. Estas, cada vez mais, terão de se tornar humanas, e os influenciadores poderão ter um papel fulcral nesse processo estratégico de humanização das marcas. Uma vez que, mais importante do que uma marca falar de si para o seu público, são terceiros (influenciadores e órgãos de comunicação social) falarem por ela, tornando a sua comunicação mais próxima, empática e persuasiva.

 

Se pretende ficar a conhecer outras Tendências de Comunicação para 2021 consulte o nosso artigo aqui. Ou se procura mais informação sobre como criar uma estratégia de comunicação eficaz para 2021, contacte-nos! e descubra como podemos ajudá-lo a inovar a sua comunicação.

As melhores ferramentas para trabalhar o SEO do seu site

7 ferramentas para otimizar o SEO do seu site

O que é o SEO?

Como explicado em “A importância do SEO para o seu site”, o SEO (Search Engine Optimization) é todo o conjunto de técnicas on-page e off-page que têm o propósito de melhorar a qualidade e quantidade do tráfico, otimizando a visibilidade de uma página específica e obtendo melhores resultados orgânicos dos diferentes motores de pesquisa.

O que é o SEO on-page?

O SEO on-page pode ser entendido como todo o conjunto de técnicas e estratégias de otimização para motores de busca realizado dentro de uma página web, sendo que estes, por sua vez, procuram e analisam a estrutura e conteúdo de um website, atribuindo posteriormente uma posição num rank de relevância. As técnicas de SEO on-page como, por exemplo, a atribuição de palavras-chave relevantes, a velocidade de carregamento de uma página e o tamanho e alt-tag de uma imagem são fatores decisivos para um melhor posicionamento nos motores de busca.

O que é o SEO off-page?

O SEO off-page pode ser entendido como todo o conjunto de técnicas e estratégias de otimização para motores de busca realizado fora de uma página web. Desta forma, focado em melhorar a relevância da sua página, o SEO off-page utiliza o link building como ponto de partida. Atenção que não serve de muito, produzir um conteúdo excelente se ninguém o irá ler, como tal, a construção de parcerias confiáveis e relevantes com outros criadores de conteúdo acaba por melhorar a relevância da sua página. Como tal, é importante sublinhar que o SEO off-page não pode existir sem on-page. Ninguém irá recomendar a sua página se o conteúdo for desinteressante ou irrelevante.

Melhores ferramentas para otimizar o SEO do seu Website

Existem inúmeras ferramentas para ajudar a trabalhar o SEO do seu site. Partilhamos algumas daquelas que são reconhecidas como as melhores, tanto gratuitas como pagas, de modo a garantir um melhor posicionamento:

  1. Ubersuggest

A Ubbersugest é uma ferramenta gratuita que permite pesquisar palavras-chave num determinado país e obter, no momento, o volume de pesquisa dessa mesma palavra. Isto é útil quando queremos determinar quais as palavras-chave que devemos utilizar num artigo para melhorar a nossa posição no rank do Google. Faz sentido responder ao que as pessoas realmente procuram e com a Ubersuggest é possível determinar qual é exatamente essa procura.

  1. Google Trends

Outra ferramenta para pesquisa de palavras-chave é o Google Trends que permite identificar o que está a ser mais pesquisado num determinado momento. Por exemplo, à data da construção do artigo, as palavras-chave em Portugal, segundo a ferramenta, eram “Estado de contingência” e “Vitoria de setúbal”, ambas com mais de 3.000 pesquisas.

  1. PageSpeed Insights

Uma das formas do Google analisar a sua página e atribuir uma posição é a velocidade que esta demora a abrir no desktop e no dispositivo móvel. O PageSpeed Insights, ferramenta de análise on-page, consegue determinar o desempenho dessa velocidade, indicando o tempo total que a sua página demorou até ser visível. Para além disso, depois da análise, é-lhe apresentado um relatório onde pode ver o que é necessário melhorar, detalhando ainda a importância de cada alteração. Desta forma, tudo isto se reflete numa avaliação final da sua página, sendo que:

  • 0-49 é uma avaliação baixa ou negativa (muitos problemas apresentados na sua página);
  • 50-89 é uma avaliação razoável (alguns problemas apresentados na sua página);
  • 90-100 é uma avaliação elevada e muito positiva (poucos ou nenhuns problemas apresentados na sua página);
  1. Screamingfrog

O Screamingfrog é uma ferramenta bastante completa para otimização on-page. Com funcionalidades gratuitas, e outras pagas, é possível obter um relatório bastante completo, com os principais erros principais da sua página, nomeadamente:

  • Otimização de imagens;
  • Validação de conteúdos;
  • Deteção de páginas não indexadas;
  • Velocidade de carregamento das páginas;
  • Erros de rastreamento.
  1. BuzzStream

Um ponto crucial no SEO off-page é a construção de links ou “link building. Esta estratégia é uma prática comum para melhorar a posição das páginas, uma vez que ao anexar a sua página a outras, acaba por aumentar a relevância da mesma. O BuzzStream, ferramenta paga, tem como missão ajudar todas as empresas ou indivíduos a aumentar o tráfego e relevância das suas páginas. Desta forma, com esta ferramenta é possível:

  • Criar uma lista de prospects para trabalho futuro;
  • Enviar mensagens personalizadas a outros criadores de conteúdo para estabelecer relações de benefício mútuo;
  • Organizar todos os passos a tomar – É possível dentro da ferramenta ter um espaço, visível e editável para toda a equipa, dedicado para anotar todos os passos a tomar como follow-up de campanhas de link building.
  1. Majestic

A Majestic SEO é uma ferramenta paga, com algumas funcionalidades disponíveis gratuitamente. Utilizada, principalmente, para o SEO off-page, a ferramenta foca-se na quantidade de backlinks, ou seja, a quantidade de links das suas páginas que estão distribuídas na internet, e no desempenho das suas palavras-chave. Apesar de ter acesso a outros dados, a Majestic é conhecida por se focar nos dois pontos previamente apresentados. Contudo, esta ferramenta deve ser utilizada juntamente com outras para conseguir a melhor análise possível das suas páginas web.

  1. SEMrush

O SEMrush é defendido como um dos melhores e mais completos softwares de SEO do mundo. Juntando o útil ao agradável de todas as ferramentas previamente referidas, apresenta uma análise detalhada não só do seu conteúdo como dos seus concorrentes. Os pontos mais importantes apresentados são:

  • Pesquisa orgânica;
  • Backlinks;
  • Pesquisa publicitária;
  • Análise de tráfego;
  • Lacunas nas palavras-chave.

Focada em monitorizar e melhorar o posicionamento das páginas, a ferramenta é paga com vários planos de subscrição.

Qual a mais indicada para o meu website?

É preferível utilizar diversas ferramentas para garantir o melhor resultado possível. A utilização de qualquer uma será sempre uma melhoria face ao existente, mas o SEO é um trabalho que incide sobre diferentes partes de uma página web. Neste sentido, ao conjugar ferramentas especializadas, em temas diferentes, acabará por ter uma página mais sustentada e muito bem posicionada nos diversos pontos de análise, por parte dos motores de busca.

Ebook: Blogs, uma biografia da sua organização

Blog, uma biografia da sua organização

Um blog (E-book) é um tipo de conteúdo comunicacional capaz de trazer bastantes vantagens para o seu negócio. Com a criação de artigos ou “posts” sobre determinado tema, consegue não só posicionar—se enquanto especialista no assunto, como também humanizar a organização, através da partilha de histórias sobre colaboradores ou clientes, demonstrado um lado menos formal para além da esfera corporativa.

É importante reter que a presença digital de qualquer organização é hoje obrigatória para corresponder à procura dos consumidores e canais de comunicação, como é o caso dos blogs, têm tido um papel preponderante na resposta a esta.

O que é um blog?

Um blog é uma forma digital de comunicar com clientes e interessados, que tem vindo a ganhar relevância neste período de reinvenção dos diversos tipos de negócio. À semelhança de outras ferramentas como o podcast ou o webinar, os blogs procuram atrair potenciais clientes interessados pelo seu conteúdo e estes, particularmente, são uma excelente forma de obter feedback de quem o consome.

O conteúdo a ser desenvolvido depende de cada tipo de negócio: o ideal, como referido, seria abordar temas diretamente associados ao serviço ou produto da organização para, não só garantir que os leitores estariam interessados em continuar a seguir a organização, mas também para posicionar-se como especialista, acabando por atrair continuamente potenciais leads relevantes.

Boas-práticas para criar o seu blog

Apesar de ser um conteúdo aparentemente simples de construir, exigindo acima de tudo tempo, existem algumas guidelines que devem ser tidas em conta aquando se pretende seguir esta linha comunicacional.

Primeiro, num período onde as fake news estão cada vez mais presentes nas redes de consumo rápido, e com sensivelmente 66.6% dos europeus a consumir estas informações falsas semanalmente, é importante garantir toda a veracidade do conteúdo que será escrito e publicado. A imagem da organização pode ser prejudicada caso se verifique que o seu blog partilha informação incoerente ou completamente errada. Para além disso, é importante garantir que existe uma continuidade na criação de conteúdo. Adicionalmente, um blog desatualizado deixa de ser relevante para o seu negócio. Para além de garantir que os conteúdos existentes são atuais, é importante procurar a publicação regular de artigos, para construir uma base de seguidores que crescerá com o tempo. Um bom blog é intemporal e capaz de atrair novos leitores frequentemente.

Numa fase onde a oferta excede a procura, é importante procurar cumprir todas as pequenas etapas que possam destacar o seu conteúdo dos restantes, de forma a reter e cativar uma audiência interessada e interessante para o que pretende desenvolver.

Ferramentas a utilizar para o seu blog

A criação e manutenção de um blog  são tarefas que exigem empenho, tempo e persistência de forma a garantir que este está a par das tendências e atualidade relevante. Ainda assim, não têm que ser realizadas sem ajuda. Existem inúmeras plataformas e ferramentas que podem auxiliar, não só na implementação e partilha de conteúdo redigido, mas também na otimização do SEO das páginas, na estratégia de marketing para os artigos online e ainda com a análise à analítica mais relevante, para si e para a sua organização, dos artigos publicados.

Estas ferramentas devem ser exploradas uma vez que reduzem o tempo despendido na criação de conteúdo para o blog, permitindo assim um foco maior em outros assuntos, como o próximo artigo a escrever.

Para saber mais sobre blogs e outros tipos de conteúdo, consulte o nosso Blog Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de conteúdo. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação dos diversos conteúdos bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação aos diferentes formatos.

Faça o download aqui! 

Procura mais informação para criar blogs surpreendentes? Contacte-nos! e descubra como podemos ajudá-lo a inovar a sua comunicação.

O que são conteúdos relevantes?

O que são conteúdos relevantes? relevant content

Atualmente, cada vez mais, se aborda o tema – conteúdos e a sua importância para os negócios. Mas, nem todos os conteúdos são, de facto, relevantes e aí é que está o segredo. Por exemplo, todos nós valorizamos o nosso tempo, porque o consideramos como um bem escasso, pelo que, diariamente, temos de fazer escolhas sobre a melhor forma de o utilizar. Desde a escolha da reunião que queremos promover até qual a conferência a que assistimos, mas também quais os conteúdos e as informações mais relevantes que pretendemos ler. Neste último caso, uma pesquisa rápida permite-nos avaliar o nosso interesse e perceber se queremos ou não continuar. E, é nesses curtos momentos de análise que as empresas se devem concentrar de forma a conseguirem atrair as audiências que pretendem conquistar para os seus conteúdos.

Os conteúdos são assim um ativo, cada vez mais, importante e disputado. Com o crescimento do marketing digital, este tem vindo a assumir um papel muito mais estratégico: atrair o máximo de público possível e garantir a sua fidelização. No entanto, para que seja possível confirmar esta disponibilidade de leitura dos conteúdos, estes devem ser relevantes, estruturados e úteis para os seus leitores.

Parece fácil, mas exige tempo, continuidade e análise.

Neste sentido, de modo a cativarem os potenciais leitores, a relevância e qualidade dos conteúdos devem ser a principal prioridade das organizações e não a sua frequência ou a periodicidade de publicação, pois essas deverão depender dos objetivos da organização.. Desta forma, os  conteúdos devem ser criados para ir ao encontro do que as audiências, que pretendem atrair, necessitam. Muito mais do que criar conteúdo para todas as plataformas existentes, quer sejam redes sociais, blog, newsletter, podcasts, webinars ou mesmo para media, o mais importante é o posicionamento deste e a mensagem que queremos transmitir com ele. Obviamente, que é fulcral estar onde os leitores estão, mas isso não vale de nada se o conteúdo não for informativo, objetivo e responder de forma direta às necessidades de quem consulta a informação. Criar  empatia com o leitor, através da sua capacidade de esclarecer ou de cativar pela história apresentada é fundamental para que nosso conteúdo seja um sucesso.

Esta mudança é resultado, entre outros, da atual facilidade de pesquisa de informação online. Os clientes e consumidores, quando acedem à informação da organização, já têm uma referência e estão a procurar informações mais específicas, mais objetivas. Ou seja, perante este contexto, os conteúdos a desenvolver devem, de facto, responder ao tipo de informação que os clientes pesquisam online.  Um outro aspeto fundamental é a coerência da informação nos diferentes canais, porque o potencial cliente pode aceder através do site, das redes sociais, dos blogs, ou informar-se através das notícias publicadas sobre a organização. Diferentes mensagens, em diferentes digital properties podem levar a uma perda de interesse ou a uma perceção diferente da pretendida pela organização.

Quais as vantagens de se criar conteúdos relevantes?

Produzir um bom conteúdo possibilita inúmeras vantagens, quer para as empresas que o desenvolvem, uma vez que passam a ser consideradas como experts no assunto, como para o público que o lê, porque passa a ter acesso a conteúdos que procura, nomeadamente:

  • Relevância nas pesquisas: Conforme as empresas vão produzindo conteúdos de qualidade, a sua relevância aumenta nos motores de pesquisa do Google, permitindo-lhes ir conquistando as primeiras páginas de pesquisa e, consequentemente, aumentar o número de visitas e de possíveis interações. De acordo com a Search Engine Journal, 93% de todo o tráfego vem de um motor de busca e 60% dos cliques vão para os três principais sites nos resultados de pesquisa. Por outro lado, 75% dos utilizadores nunca clicam em links após a primeira página de resultados, segundo a imForza.
  • Maior tempo de navegação no website: Quanto mais conteúdo relevante existir maior será o interesse e o tempo de navegação dos utilizadores. Segundo a BreezyHill, 47% dos consumidores veem de 3 a 5 peças de conteúdo criadas por uma empresa antes de falar com a empresa..
  • Maior Taxa de conversão: Quanto mais tráfego e mais tempo estiver, um Consumidor, no site de uma determinada organização, maior será a possibilidade de conseguir gerar leads ou fidelizar um Cliente. Um conteúdo de qualidade é o fator-chave em qualquer boa estratégia de SEO, assim como melhorias no conteúdo aumentam o tráfego em até 2.000%, conforme a Marketing Sherpa
  • Alcance e Visibilidade: Apenas através da produção de conteúdos relevantes, que o Consumidor está, de facto, à procura, é que será possível fidelizá-lo, uma vez que o Google processa em média mais de 40.000 pesquisas a cada segundo, traduzindo mais de 3,5 biliões de pesquisas diárias e 1,2 triliões de pesquisas anuais em todo o mundo, refere a Internet Live Stats.

Atualmente, devido à pandemia, totalmente atípica, que vivemos, certos tipos de conteúdo foram impulsionados e cruciais para atrair novos leitores e manter interessados os antigos.

Diferentes tipos de conteúdos?

Podcasts:

Os podcasts são um tipo de conteúdo que têm vindo a ganhar prestígio, mesmo antes do surgimento da pandemia. Cada vez mais, são as empresas que têm apostado nesta ferramenta, pois para além de ser prático, é também relativamente simples de criar e tem um bom impacto junto dos ouvintes. Em Portugal, mais de 2.2 milhões de pessoas ouvem podcasts regularmente e procuram ouvir cada vez mais. Isto deve, sobretudo, à possibilidade de poder ser escutado em qualquer lugar, mediante a disponibilidade e vontade de cada um. Neste sentido, as empresas devem mesmo considerar uma aposta neste tipo de conteúdo, uma vez que é mais uma forma inovadora para chegar ao seu público-alvo.

Webinar

Para além dos podcasts, também os webinars tiveram um aumento na sua criação e utilização. Estes são uma boa plataforma para gerar leads, cativar potenciais clientes e, uma das suas maiores vantagens, pode ser reutilizado para outros conteúdos como e-books, artigos relacionados nos blogs e, posts para as redes sociais das empresas. Por outro lado, perante o panorama nacional, esta é uma excelente iniciativa para evitar a realização de eventos, uma vez que se forem “live”, funcionam da mesma forma que um evento, mas online. Existe uma data e hora definida para a sua apresentação, mas não necessita de ser cancelado e o trabalho não foi tido em vão.

Blogs

Com o enorme crescimento que as redes sociais tiveram e o respetivo papel que hoje desempenham em gerar leads e atingir o público-alvo, os blogs acabaram por perder um pouco o seu espaço tradicional, acabando por se reinventar. Atualmente, um blog de uma empresa é uma excelente ferramenta com conteúdo relevante e bastante aprofundado para atrair leitores que procurem temas específicos. Quando se pretende procurar determinada informação, por norma, pesquisa-se no Google e muito raramente passamos da 2ª página de pesquisa. A vantagem de uma empresa ter um blog é que, segundo pesquisas citadas pela RUNNINGDIGITAL, têm 434% mais páginas nos motores de busca e quanto mais publicam mais vão aparecer nas primeiras páginas destes. Contudo, de forma a tirar o melhor partido das publicações, como referido previamente, é fundamental analisar e identificar que tipo de conteúdos interessa aos nossos leitores. Pois, quanto mais útil for a informação, mais partilhas o blog terá, chegando assim a muitos outros leitores.

Posto isto, se os conteúdos que produzimos forem relevantes e recorrentes, a empresa começará a ser reconhecida pelo seu know-how e a ganhar notoriedade pelo seu bom conteúdo e, consequentemente, começará a gerar leads. Independentemente do formato do conteúdo (posts para redes sociais, newsletter, podcasts, webinars, entre outros – existem tanto outros formatos), desde que este seja atrativo e claro vai, certamente, captar a atenção de novos clientes e fidelizar os existentes. O mais importante não é criar um texto que se gabe do quão boa a empresa é, mas que o mostre através do seu conhecimento.

Para saber mais, consulte o nosso Guia para criação de conteúdosque faz parte dos BloomCast Content Seriesé um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de conteúdo. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação dos diversos conteúdos bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação aos diferentes formatos.

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