Redes sociais: 3 tendências para 2021

3 tendências para redes sociais em 2021_BloomCast

Se há uma certeza acerca de 2020, é esta: passámos muitas horas nas redes sociais. Mas este aumento de conexão não é algo chocante, ao considerar o panorama mundial que vivemos. Em março, a par do confinamento, a Statista reportou um aumento de 21% do tempo gasto nas redes sociais, uma vez que estas passaram a ser uma ferramenta fundamental para as pessoas, pois permitia-lhes estar em constante contacto com os seus familiares, manterem-se atualizados das notícias diárias ou apenas para usufruir de entretenimento.

Dizer que uma boa percentagem da população mundial passa grande parte do seu dia nas redes sociais não seria um exagero, dado que as mesmas se tornaram parte das rotinas diárias de cada um.

Tendo em conta esta importância, é normal que as empresas e os marketeers utilizem este canal de comunicação, de modo a conectarem-se com o seu público-alvo. No entanto e devido às grandes quantidades de conteúdo colocadas nas redes sociais pelos seus 3,6 mil milhões de utilizadores, o desafio passa agora por conseguir destacar o nosso conteúdo – e ter conhecimento das principais tendências pode dar pistas fundamentais sobre qual a melhor abordagem para as redes sociais em 2021.

Desta forma, partilhamos, abaixo, três grandes tendências para Redes Sociais que consideramos essenciais e que deve ter em conta ao planear a sua estratégia para este novo ano.

  1. O domínio do vídeo

De acordo com um estudo da Cisco, em 2022, 82% de todo o conteúdo online será  vídeo. Ou seja, o conteúdo em formato de vídeo é um dos com maior engagement e a tendência é tornar-se num dos vencedores da atenção do público. Sejam vídeos de curta duração, como os TikToks ou as Stories, ou os vídeos de formato longo, como o Youtube. A verdade é que este formato é o futuro do conteúdo para redes sociais.

Em 2020, vimos o crescimento do vídeo em várias plataformas, como o Instagram, sob a forma de Reels, Instagram TV e Lives, e o TikTok, que se tornou num fenómeno instantânea. Foi durante o confinamento que os seus números dispararam: as visualizações de lives no Instagram aumentaram 70% de fevereiro para março e o TikTok ganhou quase 20 milhões de visitantes únicos mensais, o que representa um aumento de 48,3%, entre janeiro e março. Em resposta, os algoritmos das redes sociais têm favorecido o vídeo (nativo) acima de todos os outros formatos de conteúdo e muitas plataformas criaram opções de vídeo que facilitam medir o ROI, para aliciar as empresas (por exemplo, as Stories no LinkedIn).

Na China, o comportamento de consumidores confirmou esta tendência. Durante o confinamento foram motivadas as compras através de lives, o que levou o gigante do comércio Alibaba a recrutar e treinar influencers de vídeo para aumentar as vendas no AliExpress.

Perante tudo isto, é claro que em 2021 as empresas têm de se adaptar e incluir obrigatoriamente o vídeo na sua estratégia de conteúdo. Neste sentido, para colmatar o desafio do budget, é aconselhável começar pelas Stories, fazendo vídeos mais curtos e até mesmo com o telefone.

 

  1. O crescimento do comércio social

O e-commerce viu o início de uma revolução em 2020, algo que se prolongará em 2021: o comércio social, através de plataformas como o Facebook, o Instagram e o Pinterest está-se a tornar uma nova fonte de lucro para as empresas, e está a caminho de se tornar uma fonte de retalho mainstream, igualmente importante a websites e lojas físicas.

De facto é que, segundo o HootSuite, as três principais razões pelas quais os seus clientes utilizam as redes sociais são para aumentar a aquisição de novos clientes (73%), aumentar a notoriedade da marca (64%) e aumentar o número de conversões – leads, compras e contactos de produtos (45%).

Deste modo, o Instagram foi o principal pioneiro nesta tendência. Desde ser possível comprar os itens na publicação, até à opção de “Shop” na própria aplicação. Com esta evolução é fácil perceber que a estratégia da rede social tem sido, por um lado, a aproximação ao seu público-alvo, facilitando o acesso e os processos de compra e, por outro, tornar esta rede cada vez mais pensada e fundamental para que as marcas e empresas consigam associá-la com os seus objetivos de negócio.

Adicionalmente e de forma a colmatar os resultados de vendas obtidos em 2020, os negócios terão de se reinventar, enquanto mantêm os seus clientes seguros. Por isso, é normal que se verifique um crescimento do número de empresas com e-commerce, sejam elas pequeno comércio ou até mesmo os ginásios ou personal trainers que têm apostado, cada vez mais, em dar as suas aulas de exercício físico via Instagram.

Posto isto, e apesar de ser uma mudança polarizante, 2021 verá as empresas e os marketeers a adaptar-se à nova forma de comércio através das redes sociais, incorporando-o nas suas estratégias de vendas e obrigando a que o produto ou serviço seja entregue com os mesmos elevados padrões de qualidade que uma loja física, por exemplo.

 

 

  1. Uma estratégia assente em “ouvir”

2020 apresentou uma oportunidade irresistível para as empresas de se colocarem no palco, e no meio da conversa, não se apercebendo que, em tempos de crise, as pessoas querem principalmente conectar-se umas com as outras, e não com as empresas.

Perante este contexto, foi possível ver isto nos primeiros instantes da pandemia, em que muitas empresas adotaram um tom semelhante na sua comunicação – algo caricato que acabou por ser notado nas redes sociais.

Este fator deve-se, sobretudo, ao facto de que, as empresas que esperaram primeiro para ouvir o feedback do público acabaram por vencer, pois puderam adequar a sua resposta ao clima da situação.

Este ano, é esperado que se continua a dar prioridade a esta estratégia, e que as empresas estejam mais conscientes daquilo que publicam nas redes sociais e do valor que o conteúdo acrescenta. O público percebe quando a marca está a ser genuína, e com o algoritmo ou não, a intenção por detrás das publicações conta.

Para isso, em 2021, é importante, mais do que nunca, a adequação do conteúdo a cada rede social, a personalização, através da seleção de targets para cada conteúdo e, acima de tudo, a criatividade para descobrir novas formas de entrar na conversa sem a tentar liderar, escolhendo formatos e mensagens que perfurem a parede da indiferença.

Assim, é importante para as empresas consolidarem as suas estratégias de redes sociais através das tendências, dos comportamentos dos consumidores e dos dados obtidos das próprias redes, de modo a conseguirem determinar um plano de conteúdos eficiente.

 

 

O mundo está em constante mudança e apesar destas serem as previsões para as redes sociais em 2021, nada nos garante que assim o será – algo que 2020 nos ensinou.

 

Para saber mais acerca de como criar uma estratégia de redes sociais em 2021 consulte o nosso Social Media Guidebook, parte dos BloomCast Content Series ou entre em contacto connosco.

Como criar conteúdo relevante?

Como criar conteúdo Relevante

O que é um conteúdo?

Um conteúdo relevante, na realidade, engloba todas as formas de criar informação sobre um determinado tema ou organização para partilhar com todos os interessados. Como explicado no E-book “Guia para criação de conteúdos”, desenvolvido pela BloomCast Consulting, existem diversos tipos de conteúdos, como por exemplo, Podcasts, Webinars, Blogs, Infográficos, newsletters, entre outros. Estes são conteúdos diversificados com recurso a diferentes bases de criação que pretendem atingir a mesma finalidade: Atrair mais interessados pelo conteúdo desenvolvido pela organização.

O que é considerado um conteúdo relevante?

Já sabemos que um conteúdo é considerado relevante quando uma série de fatores se encontram cumpridos, nomeadamente: a relevância, a estrutura e a utilidade. Desta forma, os conteúdos devem ser construídos à medida de uma audiência específica e tendo como prioridade as suas necessidades, de forma a informar, cativar e reter essa mesma audiência, criando assim uma perceção positiva da organização.

Como é que se determina o que é um conteúdo relevante?

A ideia de se criar um conteúdo relevante aparenta ser simples, pois, muito, consideram que basta trabalhar um tema e definir de que forma irá ser difundido, se, por exemplo, por podcast ou por newsletter, mas a realidade não é bem assim. Hoje, mais que nunca, é preciso ter em conta o que é que as pessoas procuram, onde procuram e quando.

Neste sentido, existem alguns passos importantes a ter em atenção aquando a tomada de decisão do conteúdo a trabalhar:

1- Pensar como o cliente

É fácil cair na presunção que sabemos o que os clientes pensam e querem, mas nem sempre é assim tão simples, uma vez que, atualmente, estes estão mais exigentes e alteram as suas necessidades e desejos tão rapidamente, que temos de conseguir agir em conformidade. Como é que podemos pensar como um cliente que hoje procura saber sobre X e amanhã sobre Y? A resposta é simples. Na verdade, questionar e pedir feedback aos clientes pode fazer, de facto, a diferença. Em 2019, 42% das empresas não pedia qualquer feedback aos seus clientes. E eis que surge então a questão: Como é que é possível afirmar que se sabe o que o Consumidor quer quando não se procura realmente saber? Embora a realidade já aponte para uma maior preocupação, por parte das empresas, em procurar feedback e analisar a felicidade do cliente com os serviços de monitorização das redes sociais, ainda existem muitas empresas que não dão a devida atenção a este fator e a verdade é que esta é, sem dúvida, uma das melhores formas de perceber a satisfação dos clientes com o produto/serviço e melhor, é gratuito.

2- Definir a abordagem a tomar

Qual o verdadeiro objetivo de perceber o que os clientes procuram saber ou comprar? A resposta é simples. Ao saber o que é, verdadeiramente, útil e interessante para o nosso público-alvo, podemos definir uma abordagem tailor-made para responder a todas as dúvidas que este possa ter, criando assim um conteúdo realmente relevante. É essencial que as empresas / marcas tenham sempre premente que o bem mais valioso, atualmente, é o tempo e ninguém vai abdicar dele para assistir a um conteúdo que não é do seu interesse.

3- Utilize os assuntos do momento a seu favor

É importante frisar que este passo não se aplica a todas as organizações. Conteúdos sobre assuntos do momento, como o caso Covid-19, que atraiu inúmeras pessoas a procurar e consumir diferentes tipos de informação, são uma forma muito eficaz de manter os canais da organização atualizados com uma audiência interessada e fidelizada., Mas, por outro lado, é importante analisar se a sua organização pode, de facto, trabalhar estes temas. Se, por exemplo, conseguir encontrar um ângulo interessante e que faça sentido, então use-o, pois vai aumentar significativamente a interação, mas se não conseguir, não invista nesta ação. Forçar assuntos do momento a uma audiência errada, não só pode desacreditar a sua organização, como corre o risco de transmitir informação errada.

4- Frequência

Não é tanto uma dica de como construir um conteúdo relevante, mas sim, como atrair as pessoas a consumir esse mesmo conteúdo. A frequência de publicação é um dos pontos mais importantes aquando o planeamento de todo o processo de conteúdo. Várias são as questões que se colocam quando nos deparamos com esta fase de planeamento: Qual a melhor hora, dia, plataforma para publicar? Com que frequência devemos publicar? Estas questões são legítimas, mas a resposta não é certa. Para algumas organizações, por exemplo, um podcast semanal pode ser a melhor frequência, mas para outras três publicações semanais é o ideal. Importa que tenhamos sempre em atenção que a frequência depende do tipo de conteúdo e do formato que estamos a pensar desenvolver. Contudo, existe uma prática considerada como inegável: quanto mais conteúdo desenvolvido e publicado mensalmente, mais tráfico e engajamento terá. Desta forma, as organizações que publicam, por exemplo, quatro posts semanais no seu blog têm cinco vezes mais tráfico do que aquelas que publicam um post semanal ou menos.

5 – Qualidade VS Quantidade

Não é ideal inundar as suas redes sociais de conteúdo. Se, até ao momento, não tem por prática publicar conteúdos de forma regular ou massiva, então não o deve implementar de repente, pois pode levar a quem procura a sua organização para informação ficar rapidamente saturado. Neste contexto, o mais importante é a consistência, sendo que idealmente, deverá começar com uma publicação semanal para dar a conhecer que cria conteúdos relevantes, acompanhar as métricas de engajamento e ir evoluindo até três, quatro ou até mesmo cinco publicações semanais, mas tendo sempre por base as suas métricas Desta forma, o importante é sentir que o conteúdo que cria tem interesse para quem lê e que está a trazer resultados positivos para a sua organização.

Formas de criar conteúdo relevante mais facilmente

Criar um conteúdo relevante é uma tarefa que exige tempo, esforço e conhecimento das áreas e assuntos do momento. Felizmente, hoje é possível ter acesso a inúmeras ferramentas online que facilitam o nosso trabalho.

Neste sentido, para a criação de conteúdos é importante calendarizar o que é publicado e quando é publicado e, para isso existem plataformas que tornam todo este processo mais ágil, nomeadamente:

  • Se utiliza o WordPress, o Edit Flow é uma ferramenta gratuita que permite à sua equipa uma melhor gestão de material, começando pelo calendário de publicações.
  • O Oktopost, que permite, para além do calendário de publicações, uma análise específica a cada post ou campanha, percebendo concretamente o retorno do seu investimento.
  • Pode ler mais sugestões aqui.

Deste modo, criar conteúdo relevante pode revelar-se uma excelente iniciativa de comunicação para a sua organização, uma vez que lhe permite ser encontrada pelo seu público-alvo, posiciona-a em motores de busca como o Google e, ao mesmo tempo, fortalecendo e aumentando a sua visibilidade e credibilidade. Posto isto, é fundamental planear e estruturar antes de construir, de forma a evitar investir tempo em algo que pode não trazer resultados positivos para a sua organização.

Para saber mais sobre Conteúdos, consulte o nosso Guia para criação de conteúdosque faz parte dos BloomCast Content Seriesé um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de conteúdo. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação dos diversos conteúdos bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação aos diferentes formatos.

Procura mais informação para criar conteúdos que façam sentido para o seu negócio? Contacte-nos e descubra como podemos ajudá-lo a inovar a sua comunicação.

O que são conteúdos relevantes?

O que são conteúdos relevantes? relevant content

Atualmente, cada vez mais, se aborda o tema – conteúdos e a sua importância para os negócios. Mas, nem todos os conteúdos são, de facto, relevantes e aí é que está o segredo. Por exemplo, todos nós valorizamos o nosso tempo, porque o consideramos como um bem escasso, pelo que, diariamente, temos de fazer escolhas sobre a melhor forma de o utilizar. Desde a escolha da reunião que queremos promover até qual a conferência a que assistimos, mas também quais os conteúdos e as informações mais relevantes que pretendemos ler. Neste último caso, uma pesquisa rápida permite-nos avaliar o nosso interesse e perceber se queremos ou não continuar. E, é nesses curtos momentos de análise que as empresas se devem concentrar de forma a conseguirem atrair as audiências que pretendem conquistar para os seus conteúdos.

Os conteúdos são assim um ativo, cada vez mais, importante e disputado. Com o crescimento do marketing digital, este tem vindo a assumir um papel muito mais estratégico: atrair o máximo de público possível e garantir a sua fidelização. No entanto, para que seja possível confirmar esta disponibilidade de leitura dos conteúdos, estes devem ser relevantes, estruturados e úteis para os seus leitores.

Parece fácil, mas exige tempo, continuidade e análise.

Neste sentido, de modo a cativarem os potenciais leitores, a relevância e qualidade dos conteúdos devem ser a principal prioridade das organizações e não a sua frequência ou a periodicidade de publicação, pois essas deverão depender dos objetivos da organização.. Desta forma, os  conteúdos devem ser criados para ir ao encontro do que as audiências, que pretendem atrair, necessitam. Muito mais do que criar conteúdo para todas as plataformas existentes, quer sejam redes sociais, blog, newsletter, podcasts, webinars ou mesmo para media, o mais importante é o posicionamento deste e a mensagem que queremos transmitir com ele. Obviamente, que é fulcral estar onde os leitores estão, mas isso não vale de nada se o conteúdo não for informativo, objetivo e responder de forma direta às necessidades de quem consulta a informação. Criar  empatia com o leitor, através da sua capacidade de esclarecer ou de cativar pela história apresentada é fundamental para que nosso conteúdo seja um sucesso.

Esta mudança é resultado, entre outros, da atual facilidade de pesquisa de informação online. Os clientes e consumidores, quando acedem à informação da organização, já têm uma referência e estão a procurar informações mais específicas, mais objetivas. Ou seja, perante este contexto, os conteúdos a desenvolver devem, de facto, responder ao tipo de informação que os clientes pesquisam online.  Um outro aspeto fundamental é a coerência da informação nos diferentes canais, porque o potencial cliente pode aceder através do site, das redes sociais, dos blogs, ou informar-se através das notícias publicadas sobre a organização. Diferentes mensagens, em diferentes digital properties podem levar a uma perda de interesse ou a uma perceção diferente da pretendida pela organização.

Quais as vantagens de se criar conteúdos relevantes?

Produzir um bom conteúdo possibilita inúmeras vantagens, quer para as empresas que o desenvolvem, uma vez que passam a ser consideradas como experts no assunto, como para o público que o lê, porque passa a ter acesso a conteúdos que procura, nomeadamente:

  • Relevância nas pesquisas: Conforme as empresas vão produzindo conteúdos de qualidade, a sua relevância aumenta nos motores de pesquisa do Google, permitindo-lhes ir conquistando as primeiras páginas de pesquisa e, consequentemente, aumentar o número de visitas e de possíveis interações. De acordo com a Search Engine Journal, 93% de todo o tráfego vem de um motor de busca e 60% dos cliques vão para os três principais sites nos resultados de pesquisa. Por outro lado, 75% dos utilizadores nunca clicam em links após a primeira página de resultados, segundo a imForza.
  • Maior tempo de navegação no website: Quanto mais conteúdo relevante existir maior será o interesse e o tempo de navegação dos utilizadores. Segundo a BreezyHill, 47% dos consumidores veem de 3 a 5 peças de conteúdo criadas por uma empresa antes de falar com a empresa..
  • Maior Taxa de conversão: Quanto mais tráfego e mais tempo estiver, um Consumidor, no site de uma determinada organização, maior será a possibilidade de conseguir gerar leads ou fidelizar um Cliente. Um conteúdo de qualidade é o fator-chave em qualquer boa estratégia de SEO, assim como melhorias no conteúdo aumentam o tráfego em até 2.000%, conforme a Marketing Sherpa
  • Alcance e Visibilidade: Apenas através da produção de conteúdos relevantes, que o Consumidor está, de facto, à procura, é que será possível fidelizá-lo, uma vez que o Google processa em média mais de 40.000 pesquisas a cada segundo, traduzindo mais de 3,5 biliões de pesquisas diárias e 1,2 triliões de pesquisas anuais em todo o mundo, refere a Internet Live Stats.

Atualmente, devido à pandemia, totalmente atípica, que vivemos, certos tipos de conteúdo foram impulsionados e cruciais para atrair novos leitores e manter interessados os antigos.

Diferentes tipos de conteúdos?

Podcasts:

Os podcasts são um tipo de conteúdo que têm vindo a ganhar prestígio, mesmo antes do surgimento da pandemia. Cada vez mais, são as empresas que têm apostado nesta ferramenta, pois para além de ser prático, é também relativamente simples de criar e tem um bom impacto junto dos ouvintes. Em Portugal, mais de 2.2 milhões de pessoas ouvem podcasts regularmente e procuram ouvir cada vez mais. Isto deve, sobretudo, à possibilidade de poder ser escutado em qualquer lugar, mediante a disponibilidade e vontade de cada um. Neste sentido, as empresas devem mesmo considerar uma aposta neste tipo de conteúdo, uma vez que é mais uma forma inovadora para chegar ao seu público-alvo.

Webinar

Para além dos podcasts, também os webinars tiveram um aumento na sua criação e utilização. Estes são uma boa plataforma para gerar leads, cativar potenciais clientes e, uma das suas maiores vantagens, pode ser reutilizado para outros conteúdos como e-books, artigos relacionados nos blogs e, posts para as redes sociais das empresas. Por outro lado, perante o panorama nacional, esta é uma excelente iniciativa para evitar a realização de eventos, uma vez que se forem “live”, funcionam da mesma forma que um evento, mas online. Existe uma data e hora definida para a sua apresentação, mas não necessita de ser cancelado e o trabalho não foi tido em vão.

Blogs

Com o enorme crescimento que as redes sociais tiveram e o respetivo papel que hoje desempenham em gerar leads e atingir o público-alvo, os blogs acabaram por perder um pouco o seu espaço tradicional, acabando por se reinventar. Atualmente, um blog de uma empresa é uma excelente ferramenta com conteúdo relevante e bastante aprofundado para atrair leitores que procurem temas específicos. Quando se pretende procurar determinada informação, por norma, pesquisa-se no Google e muito raramente passamos da 2ª página de pesquisa. A vantagem de uma empresa ter um blog é que, segundo pesquisas citadas pela RUNNINGDIGITAL, têm 434% mais páginas nos motores de busca e quanto mais publicam mais vão aparecer nas primeiras páginas destes. Contudo, de forma a tirar o melhor partido das publicações, como referido previamente, é fundamental analisar e identificar que tipo de conteúdos interessa aos nossos leitores. Pois, quanto mais útil for a informação, mais partilhas o blog terá, chegando assim a muitos outros leitores.

Posto isto, se os conteúdos que produzimos forem relevantes e recorrentes, a empresa começará a ser reconhecida pelo seu know-how e a ganhar notoriedade pelo seu bom conteúdo e, consequentemente, começará a gerar leads. Independentemente do formato do conteúdo (posts para redes sociais, newsletter, podcasts, webinars, entre outros – existem tanto outros formatos), desde que este seja atrativo e claro vai, certamente, captar a atenção de novos clientes e fidelizar os existentes. O mais importante não é criar um texto que se gabe do quão boa a empresa é, mas que o mostre através do seu conhecimento.

Para saber mais, consulte o nosso Guia para criação de conteúdosque faz parte dos BloomCast Content Seriesé um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de conteúdo. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação dos diversos conteúdos bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação aos diferentes formatos.

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Ebook: O Conteúdo, um catalisador para o seu negócio

Máquina de escrever que remete para conteúdo

Um conteúdo (E-book), é um conceito vago que se pode materializar em vários formatos e ser interpretado de diversas maneiras, mas que, essencialmente, se reflete em todas as diferentes formas de criar informação partilhável sobre um tema específico.

Independentemente do tipo de conteúdo, o seu objetivo final é, quase, sempre o mesmo, ter substância, relevância e criar valor para a organização. Independentemente do tipo de conteúdo, todos servem um propósito, seja ele informar a  audiência, melhorar o SEO do website ou até mesmo criar estratégias para as redes sociais e, é por isso, que é tão importante realizar uma análise prévia de modo a conseguir  perceber se o conteúdo produzido e o que está a pensar produzir é do interesse do seu público-alvo, para que possa atingir os melhores resultados possíveis.

Atualmente, é fundamental estar no digital e, neste sentido, os conteúdos têm vindo a assumir um papel muito mais estratégico ao permitir às organizações: alcançar o máximo público possível e garantir a sua fidelização. No entanto, para que seja possível confirmar esta adesão de leitura aos conteúdos, estes devem ser relevantes, estruturados e úteis para os seus leitores.

O que é um conteúdo relevante?

Criar conteúdo desinteressante ou desadequado é uma decisão a evitar, pois poderá manchar a reputação da empresa. A verdade, é que a relevância deste, seja este um podcast ou webinar, é o fator diferenciador entre o seu e todo o possível conteúdo já existente, dentro do meio milhão de páginas web criadas diariamente. Infelizmente não existe um padrão que defina o que é um conteúdo relevante, mas existem algumas linhas orientadoras que devem ser utilizadas no processo de seleção e definição do conteúdo a trabalhar. Por exemplo, desenvolver uma análise dos assuntos mais trendy, num determinado momento, pode ajudar as organizações a pensar se fará sentido abordar esse assunto junto da sua audiência. Hoje, mais do que nunca, é preciso ter em conta o que é que as pessoas procuram, onde procuram e quando.

Tipos de conteúdo

Existem inúmeros tipos de conteúdo que valem a pena explorar, e com as inovações digitais e a criatividade dos profissionais de marketing, a tendência é para que surjam cada vez mais. Desde o clássico e-mail marketing, de que fazem parte as newsletters, ao tão, recentemente, descoberto webinar. os conteúdos são assim uma forma diferente de apresentar o seu know-how. Cada um tem vantagens específicas, como a liberdade criativa que um infográfico oferece ao seu criador ou a interatividade e dinamismo de um vídeo, por exemplo.

Atualmente, mais do que nunca, os conteúdos são fundamentais para reter e cativar uma audiência interessada naquilo que a sua organização pode oferecer.

Ferramentas a utilizar para criar conteúdo

Criar conteúdo é uma tarefa que exige tempo, esforço e conhecimento das áreas e assuntos do momento. No entanto, os profissionais desta área não têm de desenvolver e implementar estratégias sem ajuda, já que um bom trabalho neste campo pode também advir da utilização de ferramentas e softwares online. Existem várias plataformas gratuitas e pagas que são um importante complemento ao redigir um conteúdo online, uma vez que não só melhoram o resultado como reduzem o tempo despendido em eventuais alterações, levando a um melhor aproveitamento deste.

Neste sentido, delineamos um guia com as melhores práticas a adotar para desenvolver os vários tipos de conteúdos de excelência (blog, e-mail marketing, newsletters, infográficos, vídeos, webinars, podcasts e branded content). Estas indicações devem ser seguidas, transversalmente, quando pretenderem avançar com a criação de qualquer um dos diferentes formatos de conteúdo.

Guia para criação de conteúdosque faz parte dos BloomCast Content Seriesé um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de conteúdo. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação dos diversos conteúdos bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação aos diferentes formatos.

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