Consultoria de Comunicação: quando e porquê recorrer?

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Muitas vezes, a decisão de contratar serviços de consultoria desperta algumas dúvidas nas organizações, seja por desconhecimento do que esperar deste serviço ou por incertezas no que respeita às necessidades da empresa.

Cada vez mais, a consultoria de comunicação é considerada um serviço essencial para impulsionar negócios, de qualquer setor de atividade, e torna-se fundamental saber no que consiste e quando se deve recorrer a este tipo de serviço.

 

Afinal, qual é o propósito da consultoria de comunicação?

A consultoria de comunicação consiste em orientar as empresas, através da análise, acompanhamento e definição de estratégias que têm como fim melhorar o resultado das ações da empresa, com foco na sua reputação.

Comunicar eficazmente pode definir o sucesso ou insucesso de um negócio, pelo que também a comunicação deve ser planeada e considerada na estratégia da empresa. Ao recorrer a um serviço de consultoria de comunicação, está a contratar um ou mais profissionais que o vão ajudar a desenvolver estratégias para atingir os objetivos da organização, através da implementação de ações compatíveis com o mercado e os diferentes públicos-alvo, promovendo e preservando a sua imagem e reputação.

A consultoria de comunicação estabelece prioridades, define metas e mede resultados, tendo como principal objetivo uniformizar a comunicação da empresa, tornando-a coerente, clara, segura e fiável. Além disso, pode ser uma grande aliada perante uma situação de crise, em que existe a necessidade de uma comunicação assertiva, em tempo útil, sob o risco de provocar danos irrecuperáveis.

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O certo é que já todos nós já identificámos falhas na comunicação das marcas, e que nos impactaram de tal forma que se torna difícil pensarmos nelas sem associar este momento. Ainda assim, até este processo de recuperação de marca é possível trabalhar através do recurso à consultoria de comunicação, ainda que possa ser moroso.

 

Quando recorrer a um serviço de consultoria de comunicação?

Não existe um momento certo para recorrer a uma agência ou serviço de consultoria de comunicação. Idealmente, este serviço deve ser uma parte integrante da estratégia de comunicação mediática da organização. No entanto, é possível identificar alguns sinais que revelam uma necessidade mais evidente de recorrer a este tipo de serviço, nomeadamente:

  • Pouco retorno de media/resultados

É um dos principais motivos que leva uma empresa a contactar uma agência/consultor de comunicação, apesar de ser um dos problemas de menor complexidade. Por norma, advém da falta de impacto nas comunicações que são lançadas ou pela baixa regularidade de comunicação. Neste caso, a consultoria de comunicação inicia um trabalho de análise junto da empresa para identificar possíveis causas que possam justificar o pouco retorno mediático, bem como apoiar a implementação de uma estratégia de comunicação regular, com vista à obtenção de resultados.

 

  • Ausência de inovação

A ausência de inovação é outro fator que impulsiona as empresas a recorrerem a um serviço de consultoria de comunicação. Por norma, as empresas que apresentam este sinal têm um grau de maturidade de comunicação elevado e sentem necessidade de inovar e expandir os seus horizontes. A consultoria de comunicação analisa e identifica novas oportunidades que possam ir ao encontro das novas expetativas do negócio, que podem passar pela entrada em mercados internacionais ou pela participação em novos formatos de media.

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  • Situação de crise

Uma situação de crise requer uma resposta especializada, assertiva e em tempo útil, sob o risco de provocar danos irrecuperáveis para a marca/organização. É possível recorrer à consultoria de comunicação de forma a minimizar os danos reputacionais e, consequentemente, os prejuízos ao nível financeiro da organização. Por norma, se já trabalhar com uma agência de comunicação, este processo será mais célere e eficaz, na medida em que já existe um histórico de acompanhamento e a comunicação tornar-se-á, naturalmente, mais coerente.

 

  • Pouca notoriedade no mercado

Sentir pouco reconhecimento no mercado onde atua e que está a ficar atrás dos seus concorrentes, é um dos sinais mais evidentes que levam um gestor a entender a necessidade de recorrer ao serviço de consultoria de comunicação.  Neste ponto, o profissional de comunicação irá iniciar o processo numa análise que consiste em identificar as forças, as fraquezas, as oportunidades e as ameaças (análise SWOT) a que está exposta a empresa, que visa a implementação de uma estratégia de comunicação diferenciadora, que possa trazer reconhecimento à empresa junto dos seus públicos-alvo.

  • Rede de contactos de media inexistente ou desatualizada

É uma empresa recente e não tem qualquer contacto com os meios de comunicação? Ou até tem alguns contactos, mas provavelmente estão desatualizados? A consultoria de comunicação analisa o negócio e identifica os principais órgãos de comunicação social onde faz sentido a presença da marca, além de que o profissional de comunicação tem uma rede de contactos privilegiado e poderá estabelecê-los de forma muito mais célere e eficaz.

  • Pouca proximidade aos órgãos de comunicação

Contrariamente ao ponto acima, por vezes existem empresas que até têm alguns contactos nos meios de comunicação, mas com os quais não têm proximidade e

consultoriatorna-se difícil estabelecer contactos de sucesso. O consultor de comunicação pode tornar esta comunicação bastante mais fluída, na medida em que terá mais proximidade com os órgãos de comunicação social e consegue construir abordagens mais apelativas aos jornalistas.

  • Ausência de impacto mediático nos setores estratégicos para o negócio

Este é outro sinal que leva as marcas com mais maturidade de comunicação a sentirem necessidade de dinamizar. Por norma, nestes casos, não existe uma necessidade de crescimento ao nível de resultados de media, mas sim, de impacto em meios estratégicos para o negócio, onde se encontram os seus principais decisores. Aqui, o papel da consultoria passa por uma estratégia mais próxima ao negócio do cliente, de forma a identificar os setores estratégicos da empresa e oportunidades de mediatização que possam ir a um encontro mais imediato de decisores, como por exemplo através da participação em eventos estratégicos.

  • Ausência de uma visão externa ao negócio

Talvez este seja o sinal menos evidente para quem gere uma organização ou um departamento, mas é provavelmente o ponto de maior importância e que poderá trazer mais benefícios. Ter uma visão externa, que ajude a identificar falhas e dificuldades, mas também a compreender e definir estratégias para as ultrapassar, é talvez o maior desafio para alguém que está dentro da organização. Recorrer a um serviço de consultoria de comunicação pode ajudar a identificar os pontos fortes e fracos da estratégia de comunicação atual, bem como a implementar mudanças que possam ser necessárias.

 

Agora que já reconhece alguns sinais, estará a sua empresa a necessitar de apoio? Para saber mais sobre os nossos serviços, contacte-nos!

BloomCast e WYperformance alavancam comunicação da NextBITT

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A BloomCast Consulting, consultora de comunicação, e a WYperformance, agência de marketing digital, foram as agências escolhidas pela NextBITT para assegurar os seus serviços de assessoria mediática, SEO e optimização digital

A consultora de comunicação terá como principal desafio o reforço da visibilidade e da notoriedade da marca enquanto empresa focada na gestão e optimização de activos físicos. Já a WYperformance será responsável pela melhoria de todo o conteúdo do website, tendo em conta normas de SEO.

«A nossa aposta é sempre num trabalho próximo e cuidado com todos os nossos clientes. Acima de tudo, é nosso objectivo assegurar a inovação nas propostas apresentadas e a rápida entrega de soluções personalizadas para os desafios de negócio dos nossos clientes», comenta Rodolfo Oliveira, managing partner da BloomCast Consulting.

Mais informações aqui.

In Marketeer.

 

Pode ler, aqui, outras notícias da BloomCast.

EBOOK: Tudo o que precisa de saber sobre estratégias de conteúdos

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Conteúdo: de que forma o podemos definir no mundo da comunicação?

Um conteúdo (EBOOK) engloba todas as formas de criar informação sobre um determinado tema, organização ou marca para partilhar com stakeholders, sendo que existem diversos tipos de conteúdos, como por exemplo, Podcasts, Webinars, Blogs, Infográficos, Newsletters, entre outros. Independentemente do tipo de conteúdo escolhido, todos servem um propósito, seja informar a audiência, melhorar o SEO do website ou até mesmo criar estratégias para as redes sociais.

Com o crescimento do marketing digital, o Conteúdo tem vindo a assumir um papel muito mais estratégico no mundo organizacional, com o intuito de alcançar o número mais alargado de públicos, garantindo a sua fidelização. Isto porque, ao criar conteúdo relevante e que responda às exigências dos clientes, consumidores e seguidores, as marcas demonstram credibilidade e autoridade, além de oferecerem um produto ou serviço que solucione as necessidades dos mesmos.

Desta forma, podemos olhar para o conceito “Conteúdo” como um veículo para atingir novos públicos de interesse para o negócio da empresa, reforçando a ideia de vanguarda e inovação.

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Vantagens da criação de Conteúdos

  1. Relevância nas pesquisas

As empresas, ao produzirem conteúdos de qualidade, aumentam a sua relevância nos motores de pesquisa do Google, permitindo-lhes ir conquistando as primeiras páginas de pesquisa e, consequentemente, aumentar o número de visitas e de possíveis interações.

  1. Maior tempo de navegação do Website

Quanto mais relevante for um Conteúdo maior será o interesse e o tempo de navegação dos utilizadores no website.

  1. Maior taxa de conversão

Quanto mais tempo estiver, um consumidor, no site de uma determinada organização, maior será a probabilidade de conseguir gerar leads ou fidelizar um Cliente. Um Conteúdo de qualidade é o fator-chave em qualquer estratégia de SEO, na medida em que permite aumentar o tráfego da página.

  1. Alcance e Visibilidade

Só é possível fidelizar um consumidor com Conteúdo relevante, na medida em que o Google processa em média mais de 40.000 pesquisas a cada segundo, traduzindo mais de 3,5 mil milhões de pesquisas diárias e 1,2 triliões de pesquisas anuais em todo o mundo.

 

Muito mais importante do que criar Conteúdo para todas as plataformas existentes, seja redes sociais, Blog, Newsletter, Podcasts, Webinars ou mesmo para media, é o posicionamento deste e a mensagem que queremos transmitir. Obviamente, que é fulcral estar onde os leitores estão, mas isso não irá acrescentar valor se o conteúdo não for informativo, objetivo e responder de forma direta às necessidades de quem consulta a informação. Criar empatia com o leitor, através da sua capacidade de esclarecer ou de cativar pela história apresentada é fundamental para que nosso conteúdo seja um sucesso.

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Como podemos desenvolver um conteúdo relevante?

Existem inúmeros tipos de conteúdo que valem a pena explorar, e com as inovações digitais e a criatividade dos profissionais de marketing, a tendência é para que surjam cada vez mais. Desde o clássico e-mail marketing, de que fazem parte as newsletters, ao tão, recentemente, descoberto webinar. os conteúdos são assim uma forma diferente de apresentar o seu know-how. Cada um tem vantagens específicas, como a liberdade criativa que um infográfico oferece ao seu criador ou a interatividade e dinamismo de um vídeo, por exemplo.

Atualmente, mais do que nunca, os conteúdos são fundamentais para reter e cativar uma audiência interessada naquilo que a sua organização pode oferecer.

Assim, existem alguns passos importantes a ter em atenção aquando da tomada de decisão do conteúdo a trabalhar:

  • Pensar como o cliente
  • Definir a abordagem a tomar
  • Utilizar os assuntos do momento a seu favor
  • Qualidade vs Quantidade

 

Neste E-book pode ainda descobrir o ABC de cada conteúdo:

  • Blog
  • E-mail Marketing
  • Newsletters
  • Infográficos
  • Vídeos
  • Webinars
  • Podcasts
  • Branded Content

 

Neste sentido, delineamos um guia com as melhores práticas a adotar para desenvolver os vários tipos de conteúdos de excelência (blog, e-mail marketing, newsletters, infográficos, vídeoswebinars, podcasts e branded content). Estas indicações devem ser seguidas, transversalmente, quando pretenderem avançar com a criação de qualquer um dos diferentes formatos de conteúdo.

O Conteúdos Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series, é um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de conteúdo. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação de cada conteúdo bem como algumas estatísticas e factos relevantes.

 

Faça o download aqui!

Pode ver outros Ebooks aqui.

Projeto: A construção da presença digital da APFIPP

caso de estudo APFIPP

A APFIPP é a Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios, representando, assim, os interesses da Gestão de Fundos de Investimento Mobiliário, Imobiliário e de Fundos de Pensões, assim como da Gestão de Patrimónios (também designada por Gestão discricionária ou Gestão por conta de Outrem).

 

A APFIPP surge, no final de 2003, como consequência do alargamento das atividades representadas pela APFIN – Associação Portuguesa das Sociedades Gestoras de Patrimónios e de Fundos de Investimento às Empresas Gestoras de Fundos de Pensões, com o objetivo de agregar, numa única Entidade, a representação institucional destes quatro setores.

Pretendeu-se, desta forma, aproveitar sinergias de modo a permitir uma defesa mais eficiente das atividades de Gestão de Ativos e de Fundos de Pensões, embora tendo sempre em atenção as especificidades inerentes a cada um dos tipos de indústrias que a APFIPP congrega.

A APFIPP foi cliente da BloomCast em 2021, sob a modalidade de projeto, com o objetivo de reforçar a sua presença digital, com particular incidência no LinkedIn, comunicando de forma consistente e coerente, através de mensagens-chave impactantes.

 

O DESAFIO LANÇADO:

Construir a posição digital da APFIPP em Portugal junto dos mercados de capitais, financeiros e imobiliários e do público em geral, através de uma comunicação na rede social LinkedIn, com o objetivo de criar awareness e ligação com os diversos públicos-alvo nacionais, promovendo a atividade desenvolvida pelas Entidades Gestoras de Ativos e de Fundos de Pensões Associadas.

Perante este contexto, o desafio proposto estava na necessidade de cimentar a visibilidade da APFIPP nas redes sociais, criando uma presença no LinkedIn e assegurando um ritmo de comunicação regular.

 

A NOSSA RESPOSTA

Para isto, foram definidos quatro pilares de comunicação principais: informar, educar, entreter e inspirar, de forma a comunicar os principais temas e atividades da APFIPP.

Assim que os objetivos ficaram definidos, foi feita uma auditoria à concorrência, de modo a melhor compreender quais seriam os tipos de conteúdos divulgados para o setor com maior adesão.

De seguida, fez-se um guia de estilo, de modo a guiar toda a comunicação da marca no LinkedIn, bem como se desenvolveu uma estratégia de conteúdos que se alinhasse com os objetivos de negócio da APFIPP.

 

Deliverables:

  • Constituição da página de LinkedIn;
  • Estratégia de redes sociais;
  • Social Media Stylebook;
  • Proposta de post plan mensal;
  • Desenvolvimento e implementação de conteúdos escrito e visual;
  • Envio de relatório de projeto.

APFIPP bloomcast projeto

Projeto APFIPP Bloomcast

O trabalho desenvolvido pela BloomCast Consulting resultou em diversas publicações de conteúdo original e 2600 impressões dos posts de uma página recém-criada, em menos de dois meses.

Neste período de tempo de gestão da página, e de acordo com os KPIs definidos e a análise de resultados efetuada, foi possível verificar que se construíram bases para uma forte presença digital.

 

O início da presença da APFIPP nas redes sociais, foi um marco importante para a Associação e para as indústrias que representamos. Com a BloomCast desenvolvemos um excelente trabalho de equipa, para nos apresentarmos com uma imagem consentânea com os serviços que disponibilizamos e definirmos uma estratégia que nos permite manter uma presença activa no LinkedIn. Este é, hoje, um dos principais meios de comunicação com os vários públicos que seguem com interesse as nossas iniciativas.” – APFIPP

 

Descubra, aqui, mais acerca da APFIPP.

Aqui, para ver outros Casos de Sucesso.

Gestão de crise: Como se preparar

Comunicação de crise Bloomcast

No plano da comunicação, a gestão de crise deve ser encarada como essencial para as organizações e há várias estratégias para limitar os potenciais impactos na reputação ou finanças. Prevenir é a palavra-chave, até porque o facto de vivermos uma era de incerteza multiplica os riscos em perspetiva.

Com canais de informação a emitir, todos os dias, durante 24h, websites de notícias atualizados ao minuto e redes sociais alimentadas por conteúdos virais, partilhados por milhões de pessoas, qualquer erro ou passo dado em falso por uma organização é uma ameaça. Sim, uma crise pode estar ao virar da esquina e, em baixo, explicamos como é possível estar melhor preparado.

O que é uma crise?

Uma crise é uma situação não rotineira provocada por um fator interno ou externo, que pode ter um impacto significativo em pessoas, ativos, operações e/ou finanças, sendo ainda uma ameaça para a imagem ou reputação das organizações. Por gerar incerteza, há o risco de ter consequências graves.

Recentemente, a Edelman publicou um estudo em que afirma que as crises já não podem ser vistas como momentos pontuais, registadas de tempos em tempos. Na realidade, 88 por cento dos participantes, constituídos por executivos de empresas de todo o mundo, revelaram que enfrentaram pelo menos uma grande crise com impacto no negócio, nos últimos três anos.

As novas dinâmicas geradas pelos canais digitais têm transformado a forma como os problemas surgem, circulam e persistem no tempo. Por exemplo, uma das dimensões com maior relevância é o ativismo focado em aspetos sociais, de diversidade e inclusão. No total, 74 por cento dos participantes indicaram que fazem com que a gestão de crise seja mais complicada de realizar. Por outro lado, três em quatro executivos notaram que a desinformação é uma ameaça crescente para as empresas.

No mesmo estudo concluiu-se que os cinco principais problemas são registados em: produtos e supply chain, questões laborais e mudanças de liderança, assuntos de ordem legal, regulação e finanças, cibersegurança e cibercrime, e falhas em tecnologia. A lista contempla ainda ativismo contra a empresa, má conduta, ambiente ou conteúdos virais em redes sociais.

bloomcast comunicação de crise

Prevenir para não remediar

Se os problemas estão identificados, se os canais de comunicação são múltiplos e se a possibilidade de estarmos perante uma gestão de crise é cada vez maior, será que as organizações estão preparadas? Infelizmente, a resposta é “não”.

A dar força a esta realidade estão as conclusões do último inquérito da consultora PwC focado em crises globais. Datado de 2021, aponta que apenas 23 por cento das organizações norte-americanas tinham uma equipa responsável por gestão de crise quando surgiu a pandemia de COVID-19 e só 39 por cento desenvolveram um plano que consideravam ser “muito relevante”.

Tendo em conta estes dados reveladores, é essencial que as organizações apostem na prevenção. Em primeiro lugar, com a preparação de uma equipa dedicada à gestão de crise, que tenha formação específica e, em especial, treino com simulações ou exercícios práticos para potenciais situações de risco. Para isso, será necessário que os seus membros entendam as dinâmicas dos meios e das diferentes plataformas de comunicação, desenvolvam competências como porta-vozes, percebam a importância da gestão da informação para a comunicação com os vários públicos e revejam ou criem um plano de gestão de crise.

Aquando de uma situação de crise, será importante que a equipa dedicada à gestão de crise tenha a capacidade de:

  1. Identificar a estrutura do problema para perceber as causas da crise, o que aconteceu, o que está a ser feito e o que pode vir a acontecer;
  2. Considerar o tempo como um fator essencial, já que vai ser exigida a partilha de informação, com a pressão de que cada segundo conta;
  3. Controlar as comunicações, definindo quem será o encarregado da divulgação junto dos stakeholders externos, de forma a existir um porta-voz de crise para falar a uma só voz;
  4. Mostrar total transparência e coerência no discurso, lembrando sempre que “menos é mais”;
  5. Organizar comunicações públicas para evitar intermediários, mal-entendidos e dispersão da informação, constituindo-se como uma fonte de informação fiável.

A construção das mensagens

Ganhar o controlo da narrativa durante uma situação de gestão de crise parece ser uma forma de lidar com o problema. Apesar de não existir uma fórmula mágica, existem recomendações que podemos seguir para dar a volta ao problema, de uma forma positiva e humilde.

Desde logo, a construção da mensagem sobre determinado acontecimento ou incidente deve basear-se numa versão real dos factos. Posteriormente, há que referir as ações empreendidas, ou seja, o que foi feito, o que está a ser feito e o que vai ser feito.

A mensagem deve contemplar as pessoas que, eventualmente, tenham sido impactadas ou sofrido danos. Ao mesmo tempo, o compromisso para uma solução é o fator que projeta o futuro e a confiança que se procura reconquistar. Tudo isto com transparência, porque nada há a esconder e, sempre que possível, serão disponibilizados dados adicionais.

A partilha de informação para, precisamente, promover a transparência pode surgir de diversas formas: comunicado de imprensa, conferência de imprensa, briefings regulares (caso se justifiquem), publicações em redes sociais, entre outros.

Identificar e conhecer os públicos-alvo

Em qualquer circunstância, quem comunica necessita de conhecer os seus públicos-alvo. Na gestão de crise, o processo de comunicação tem de ser gerido junto dos stakeholders internos e externos: colaboradores, media, cidadãos, instituições parceiras e da Administração Pública, analistas, investidores, acionistas, ativistas, etc..

Dependendo da natureza da crise, os públicos devem ser claramente definidos, até porque a ausência de comunicação ou uma falha de comunicação com estes pode levar à escalada da situação, causar confusão, perda de tempo e, sobretudo, de credibilidade.

A multiplicidade do potencial impacto de uma situação de crise implica o cruzamento de várias fontes e o contributo de diversos departamentos para oferecer informação relevante para os diferentes stakeholders. Outro aspeto complexo passa pela monitorização em tempo real, por exemplo nos meios de comunicação e nas redes sociais.

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A importância de um porta-voz

No caso da comunicação de crise, é importante que seja definido um porta-voz, que esteja preparado para qualquer cenário e coordenado com a equipa de gestão de crise. Esta pessoa não tem de ser, necessariamente, o CEO da empresa ou o responsável pela comunicação. Contudo, terá de ser sempre assessorada pelos departamentos e serviços da organização relevantes.

Ao porta-voz cabe levar os conteúdos e as mensagens-chave aos públicos-alvo. Encarar a realidade, não negar a evidência e falar apenas do que for possível argumentar são algumas das estratégias a adotar. Se necessário, poderá socorrer-se de notas e deve estar igualmente informado sobre outros temas da atualidade que possam ter relação à situação de crise.

A importância do porta-voz não passa apenas pela comunicação verbal e o seu conteúdo. É igualmente importante a linguagem não-verbal, algo que pode ser treinado. Aqui, entram em equação aspetos como dicção, postura, olhar, expressões faciais ou até a roupa utilizada.

O desafio do digital e dos dados

Na gestão de crise, não nos devemos levar pela sensação de urgência das redes sociais, mas também não devemos ficar em silêncio. Dar uma resposta célere e sustentada, remetendo para fontes, ajuda a deter rumores e conversas negativas.

Porque a versão da organização importa, os seguidores – que podem ser clientes, parceiros ou público em geral – querem ouvir o que esta parte interessada tem a dizer. Para que a resposta seja estruturada, também na área da comunicação digital, é importante desenvolver um manual de crise online para antecipar situações que possam perturbar a reputação.

No já citado estudo da Edelman, intitulado Connected Crisis 2021 Study, apenas 31 por cento dos executivos inquiridos afirmaram que a sua empresa tinha capacidade descrita como “bastante boa” para antecipar e identificar os riscos de uma crise em contexto digital. Já menos de um em cada três indicaram que a organização que lideram estava preparada para utilizar outros canais, além de comunicados de imprensa e esclarecimentos escritos, para responder em situação de crise.

A importância da utilização de dados neste tipo de situações é igualmente de considerar. Apesar de as organizações terem isso em conta, ainda fazem um uso residual das suas potencialidades. O estudo da Edelman adianta que só um em cada três executivos estão preparados para utilizar fontes de informação de dados na resposta a crises.

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E depois da crise?

A sabedoria popular diz que “depois da tempestade vem a bonança”. Mas, no pós-crise, aquilo que realmente deve acontecer é uma avaliação com o objetivo de tirar lições e estar melhor preparado para situações semelhantes no futuro.

Sim, as crises vão se multiplicar e o passado recente mostrou-nos que as notícias falsas espalham-se à velocidade de um clique, uma pandemia fechou meio mundo em casa e as tensões geopolíticas têm impactos que não conhecem fronteiras. Para prevenir riscos acrescidos, o ideal é apostar na prevenção.

 

Para saber como implementar uma estratégia de gestão de crise, com formação e treino para situações reais, entre em contacto connosco!

Projeto: Noesis, a Consultora que quer impulsionar o crescimento dos seus clientes, parceiros e sociedade em geral

Caso estudo noesis BloomCast

A Noesis é uma Consultora multinacional de referência no setor das tecnologias, que desenvolve soluções diferenciadoras e inovadoras de forma a impulsionar o crescimento sustentável dos seus clientes, parceiros e sociedade em geral

Fundada em 1995, a Noesis oferece serviços e soluções para apoiar os seus clientes na transformação digital e no desenvolvimento dos seus negócios. De modo a criar um valor sustentável e transversal a todos os setores, fornece soluções centradas em infraestruturas, software, qualidade e pessoas.

Conta com talentos altamente especializados nas mais exigentes tecnologias, e opera em nove áreas de negócio com escritórios em Portugal, Espanha, Holanda, Brasil, Irlanda e EUA. Desde 2020, a Noesis integrou a Altia, empresa espanhola cotada em bolsa.

A Noesis é cliente da BloomCast desde 2015, e tem vindo a reforçar a sua presença no mercado português e internacional, comunicando de forma consistente e coerente, através de mensagens-chave impactantes.

 

O DESAFIO LANÇADO:

Aumentar a notoriedade da Noesis enquanto Consultora tecnológica de referência no setor tecnológico, bem como posicionar os seus speakers enquanto Opinion Leaders no mercado português de TI.

Perante este contexto, o desafio proposto estava na necessidade de cimentar a visibilidade da Noesis no espaço mediático, em especial nos Órgãos de Comunicação Social especializados e de negócios, assegurando um ritmo de comunicação mais regular.

Comunicar as suas características únicas, principais vantagens das suas soluções, o seu know-how em tecnologia e em processos de negócio que conduzam a uma maior eficiência, assim consolidar o posicionamento da Noesis enquanto referência, nacional e internacional, nas áreas em que atua, bem como empresa de excelência para trabalhar, foram os principais objetivos deste projeto.

 

A NOSSA RESPOSTA

Neste sentido, o plano de comunicação apresentado pela BloomCast para este projeto contemplou três pilares fundamentais (reforçar a notoriedade da parte corporate, ou seja, de todo o Board, assim como dos Diretores das respetivas áreas; a diferenciação das suas soluções, assim como da sua cultura empresarial e a internacionalização), que permitiram chegar a um leque variado de meios de comunicação e, assim, alargar a presença da Noesis nos media nacionais.

Noesis ECO Bloomcast

https://eco.sapo.pt/2021/12/14/noesis-segue-aposta-na-descentralizacao-abre-escritorios-na-covilha-e-guarda-e-esta-a-contratar/

 

Deliverables:

  • Consultoria Estratégica
  • Estratégia de Media Relations
  • Comunicação One-to-One com OCS específicos
  • Envio de Press Release a meios nacionais e internacionais;
  • Fortalecimento de relação com os jornalistas nacionais;
  • Desenvolvimento de conteúdos;
  • Estratégia de Social Media;
  • Gestão de Branded Content.

 

 

https://business-it.pt/2021/12/23/literacia-dos-dados-e-vital-para-o-sucesso-das-organizacoes/

 

Noesis marketeer bloomcast

https://marketeer.sapo.pt/podcasts-webinars-e-broadcasts-o-que-fazer-com-estes-novos-canais-digitais/

 

O trabalho desenvolvido pela Bloomcast tem superado as expectativas, motivo pelo qual temos vindo a renovar anualmente esta parceria. Ao longo destes mais de 6 anos de colaboração, os desafios e os objetivos a atingir têm sido regularmente revistos, em função do crescimento da Noesis e do fortalecimento da nossa presença mediática no mercado. A Bloomcast tem participado ativamente nesse crescimento e tem sido capaz de acrescentar novas ideias, discutir novas estratégias, estabelecer novas metas, correspondendo ao desafio que lhes lançamos todos os anos: fazer mais e melhor do que no ano anterior!” – Ricardo Rocha, Diretor de Marketing e Comunicação da Noesis.

 

Descubra, aqui, mais acerca da Noesis.

Aqui, para ver outros Casos de Sucesso.

Ebook: Da origem ao futuro da indústria do Podcast

E-book Podcast

Podcast (ebook), uma palavra que até ao início de 2019 era associada a uma nova vaga de estratégias de comunicação, agora tornou-se, em pouco mais de um ano e meio, um conceito bastante comum e usual do nosso quotidiano. A origem do termo podcast surgiu da junção das palavras “iPod”, dispositivo da Apple de reprodução de áudio (MP3), com “broadcasting”, palavra em inglês que, traduzida, significa transmissão.

Podemos assim definir podcast como uma forma de comunicação, através de áudios disponibilizados na internet, diretamente associados a plataformas de streaming, sendo que estes estão disponíveis em formato online e offline, através de um download que pode ser feito por telemóveis e computadores. As temáticas podem ser abordadas de diversas formas como é o caso de entrevistas, áudio documentário, roda de conversa, entre outros. Os programas são frequentemente associados ao rádio, e de facto, não dá para negar que os podcasts se apresentam como uma versão inovadora dos antigos programas radiofônicos, devido ao desenvolvimento das tecnologias da informação e comunicação, e da democratização do acesso à internet que a sociedade vivenciou nas últimas décadas.

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Quando é que foi a última vez que ouviu um podcast?

A probabilidade de uma pessoa, do seu círculo de contactos próximos, ter recentemente ouvido um podcast é elevada. Segundo um estudo de 2019 da Business Insider, mais do que três quartos dos utilizadores de internet nos Estados Unidos ouviram conteúdos em formato áudio digital, como música (streaming) e podcasts, pelo menos uma vez por mês, no ano passado. Adicionalmente, 51% da população já ouviu um podcast pelo menos uma vez e 26,9% são ouvintes regulares de pelo menos sete podcasts.

Com base nestes dados, nunca houve melhor altura para começar a desenvolver um podcast. A explosão deste formato tem chamado a atenção do público que está, cada vez mais, recetivo para ouvir conteúdo desta forma.

Desta forma, torna-se evidente que os podcasts são um canal de conteúdo aliciante a utilizar e que cria uma experiência mais personalizada do que, por exemplo, os blogs. Podemos consumir este tipo de conteúdo enquanto cozinhamos, conduzimos, ou mesmo, trabalhamos.

Mas então quais é que são as vantagens e as desvantagens de um podcast?

Vantagens

  • É uma solução eficiente para se conectar com os públicos de forma criativa e diferenciada. Pode permitir chegar a novas audiências;
  • É uma alternativa para educar os subscritores sobre as principais notícias e novidades do mercado relacionando a sua marca. Além disso, muitas empresas entrevistam outros profissionais e influenciadores relevantes, proporcionando debates ainda mais enriquecedores;

 Desvantagens

  • Encontrar os nossos ouvintes. Com milhões de podcasts sobre os mais variados temas, pode ser muito difícil classificar-se nos podcasts do Google ou do Spotify. Pode ser realmente desanimador e um teste de paciência gravar e editar vários episódios sem qualquer audiência. É preciso muito tempo e esforço para encontrar o nicho e a audiência certa para o conteúdo que está a produzir.
  • Proteção de conteúdo. Qualquer pessoa pode facilmente copiar o seu conteúdo, alterá-lo e torná-lo público. É difícil identificar e controlar estes casos.

Diretrizes para criar um bom podcast

Definimos um conjunto de pontos que, qualquer principiante, deve ter em conta para criar um podcast de excelência.

ebook podcast

Escolher um conceito que seja consistente com a filosofia da empresa e sustentável de manter:

  1. Escolher um título e capa para o podcast;
  2. Escrever uma descrição apelativa;
  3. Decidir qual o formato que o podcast terá;
  4. Adquirir equipamento e testar o software de gravação;
  5. Exportar e publicar episódios;
  6. Submeter os episódios em plataformas de distribuição e divulgar.

 

Podcast Guidebookque faz parte dos BloomCast Content Seriesé um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de podcasts. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação de um podcast bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação ao formato.

 

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6 Tendências de Comunicação para 2022

Tendências de comunicação 2022 bloomcast

Os últimos dois anos, foram anos de enormes mudanças digitais e, em parte, impulsionados pela Covid-19. Mas, afinal o que mudou realmente e quais serão as grandes tendências de comunicação para 2022? 

Os desafios que foram surgindo, ao longo deste tempo, quebraram os velhos hábitos e, em contrapartida, criaram novos, mas só este ano descobriremos de que forma essas mudanças se tornaram tão vitais. Embora algumas destas tendências de comunicação não sejam novas, irão ter uma maior consolidação e impacto este ano, pois à medida que emergimos com cautela num mundo novo e evoluído, onde a linha entre o físico e o virtual começa a ser cada vez mais ténue, é fundamental ter em conta estas mudanças nas estratégias de comunicação.

Partilhamos, abaixo, 6 grandes tendências de Comunicação que as organizações devem analisar e considerar ao delinear as suas estratégias para 2022.

  1. Marketing de Conteúdo
  2. Conteúdos de Vídeo
  3. A importância de interpretar os Dados para criar conteúdo
  4. Marketing de Influência
  5. Social Selling – Vendas diretas através das Redes sociais
  6. Metaverso

 

1. Marketing de Conteúdo:

Desde sempre que a criação de conteúdo foi uma importante estratégia de comunicação, uma vez que os Clientes / Consumidores ainda são movidos pela procura do melhor conteúdo, apesar da pandemia e da rápida evolução da tecnologia estarem a mudar a forma como o mesmo é entregue. Se há uns anos, criar apenas vídeos e conteúdo visual era o suficiente para que a marca conseguisse envolver um cliente, atualmente, já não o é. Cada vez mais, as organizações são forçadas a procurar novos formatos e canais para se destacarem.

Desta forma, é essencial que utilizem o conteúdo enquanto ferramenta fundamental para captar a atenção e fomentar o engagement do consumidor no digital, desenvolvendo estratégias sólidas e eficazes, que englobem variados formatos, uma vez que os motores de pesquisa valorizam a qualidade desse conteúdo. Assim, os tradicionais posts de blog, publicações no Social Media, Vídeos, Infográficos, E-Books, bem como as iniciativas de Branded content, que têm tido um crescimento bastante considerável, devem ser informativos, demonstrar qualidade, clareza e transparecer credibilidade para que a sua empresa comece a percecionada como uma entidade com autoridade.

Apesar de não ser novo, o conceito de storytelling manter-se-á, mas adaptado aos novos formatos. Continua a ser imprescindível criar conteúdos que fomentem a emoção e que permitam criar laços mais estreitos com a audiência, pois conteúdo relevante desperta o interesse do público, gera partilhas nas redes sociais e permite a captação de leads, para além de impulsionar a estratégia de SEO.

Contudo, é fundamental que ao definir-se esta estratégia, a mesma seja pensada de forma omnicanal, no qual devem ser utilizados diferentes canais de comunicação, quer online quer offline, assim como deve ser assegurado que está otimizada para todos os tipos de pesquisa: desde o tradicional motor de pesquisa aos smart speakers ativados por voz, de modo a assegurar uma experiência ao cliente integrada e fluida.

Mas, para tal, tornou-se igualmente urgente que as empresas trabalhem no alinhamento entre as diferentes áreas da comunicação, desde as Relações Públicas, ao Marketing, passando pelas Vendas e pelo Digital, entre outros, pois será fundamental para maximizar o impacto e medir os resultados dos projetos e campanhas.

A importância do Branded Content

No último ano temos vindo a assistir a um maior crescimento do Branded Contentações com media de forma paga, e das iniciativas a ele associadas, uma vez que as empresas através destas ações podem   direcionar suas mensagens para os principais públicos com maior precisão.

(O Branded Content como ferramenta integrada nas estratégias de comunicação)

Marketing de conteúdo tendencias de comunicação bloomcast

 

2. Conteúdos de Vídeo:

O conteúdo efémero continua a crescer exponencialmente. Do  TikTok, passando pelos Reels e pelas lives, o vídeo ganhou relevância durante a pandemia, levando a que muitas marcas e criadores de conteúdos tenham passado a olhar para estas funcionalidades com outros olhos.

Os vídeos menores tendem a ter melhor desempenho na web, pois os consumidores querem obter informações de forma rápida e fáceis de consumir e, neste contexto, os vídeos curtos e acessíveis por apenas 24 horas preenchem todas essas exigências e, por isso é mais fácil para as empresas conseguirem um maior engagement, por parte dos seus seguidores. De acordo com a HubSpot, os vídeos com menos de 90 segundos de duração possuem uma taxa de retenção de 57%, ao passo que aqueles acima de 30 minutos, apenas 10%. Além disso, os utilizadores valorizam os que são rápidos e de fácil carregamento, principalmente nas redes sociais.

Em 2022, este tipo de conteúdo continuará a ganhar relevo, uma vez que é fácil de criar, devido à sua natureza mais casual e informal, assim como as transmissões ao vivo por meio das redes sociais continuarão em foco, dado que as pessoas começaram a privilegiar este formato e as empresas já se começam a adaptar. Segundo o HubSpot, os chamados short-form videos vão continuar a marcar as estratégias de marketing digital no próximo ano: 51% dos marketeers que já os incluem na sua estratégia vão reforçar essa aposta no próximo ano e 30% pretendem mesmo investir mais neste formato do que em qualquer outra estratégia de redes sociais.

Neste artigo, detalhamos como é que os vídeos serão uma das grandes tendências de comunicação para 2022.

 

conteúdos de vídeo tendencias de comunicação bloomcast

 

3. A importância de interpretar os Dados para criar conteúdo

É cada vez mais é fundamental olhar para os dados, antes de se tomar qualquer decisão e no marketing de conteúdo não será diferente. O desafio aqui surge na necessidade de incorporar os dados à produção de conteúdos, de forma a que estes sejam mais informativos e relevantes. Mas, para tal, é essencial colocar de lado a Era da produção frenética de posts, artigos, ebooks, entre outros conteúdos, superficiais e sem relevância.

Se antes quantos mais conteúdos fossem criados, mais visibilidade era gerada para as empresas, sobretudo, para as pesquisas orgânicas do google, hoje, é necessário reduzir o ritmo de produção e focar na qualidade, ou seja, olhar para os dados e criar conteúdos com informação útil e relevante para o nosso público-alvo.

De acordo com o Content Marketing Institute (CMI), 74% das empresas B2B, atribuíram o sucesso da sua estratégia de marketing de conteúdo ao valor que este oferece aos consumidores, porque tanto as pessoas como o Google gostam de textos confiáveis, que trazem informações corretas e atualizadas e que se baseiam na realidade que os dados revelam. Por isso, a etapa de pesquisa e planeamento dos conteúdos vai ganhar ainda mais importância no próximo ano.

Desta forma, a comunicação deverá ser data-driven, uma vez que esta tendência não diz respeito apenas ao marketing ou ao SEO, mas sim, a todas as áreas da comunicação, que só beneficiarão se tiverem em conta os dados e as métricas.

dados para conteúdo tendencias de comunicação bloomcast

 

4. Marketing de Influência

Embora esta tendência de comunicação não seja nova, continua a ser das mais recentes e das que mais procura tem tido. Por norma, os influencers são acompanhados por milhões de pessoas, prontas para consumir o que eles divulgam. Mas, se antes os macroinfluenciadores eram a escolha mais segura para as marcas, atualmente, os microinfluenciadores, que têm entre 5000 a 20 000 seguidores, começaram a ganhar cada vez mais espaço. Estes têm um papel mais relevante junto dos seus seguidores e até uma taxa de engagement superior aos influenciadores com milhões de seguidores, devido à sua perceção de autenticidade.

De acordo com dados divulgados pelo Instagram, 87% dos utilizadores inspiram-se em um influenciador antes de efetuar uma compra. Perante este contexto, as empresas estão cada vez mais a investir em influenciadores de nicho de forma a comunicar os seus conteúdos o mais ajustados possíveis aos interesses dos seus consumidores, uma vez que as campanhas realizadas por estes fornecem contexto e relevância para as marcas. O que se torna uma vantagem, dado que um grupo de micro-influenciadores, com públicos pequenos, mas altamente convertidos, pode ser um investimento mais sensato, do que a parceria com um único macroinfluenciador e mais caro.

Neste sentido, também a personalização e a melhoria da experiência ao Consumidor tem sido uma tendência crescente, sendo que, de acordo com o relatório da Hubspot , 71% dos consumidores são mais propensos a fazer compras com base em referências de redes sociais. Pois, os consumidores estão profundamente envolvidos com os influenciadores que seguem.

É, neste sentido, que o Marketing de influência está em plena expansão e cada vez mais são os profissionais de marketing que reconhecem as suas mais-valias, dado que, através dele, é possível aumentar o reconhecimento da marca, criar uma conexão mais profunda com os principais públicos e amplificar a confiabilidade desta. Assim, estes utilizarão micro-influenciadores com seguidores ativos em nichos de mercado para alcançar altos níveis de engagement. Embora o conteúdo de um influenciador deva ser relacionável e autêntico, é mais importante que este se alinhe com os valores de uma organização para ser mais eficaz. Por exemplo, para além de dicas de moda, novas receitas, decoração, os consumidores querem também saber quais são as causas pelas quais os seus influenciadores preferidos são movidos e as suas preocupações, o que significa que as empresas devem ser criteriosas na identificação dos influenciadores para representar a sua marca, analisando o seu alcance, gostos e de que modo interagem com seus seguidores, para garantir que fazem a escolha correta.

Segundo o Think With Google, para 64% dos jovens entre 16 e 24 anos, a publicidade tradicional já não impacta, pois, a autenticidade é a melhor forma de envolver a geração Z com as marcas.  Exemplo disso, é o crescimento do TikTok e o interesse pela presença de marcas, que veem nos influenciadores e na capacidade da aplicação em conduzir a sua comunicação para um público que quer algo cada vez mais próximo do real.

Assim, aliar o melhor canal ao influenciador mais adequado pode ser a receita para as empresas serem percecionadas com maior empatia pelo público, aumentando, consequentemente, o consumo de seus produtos ou serviços e, logo, os seus resultados.

 

5. Social Selling – Vendas diretas através das Redes sociais

Nestes últimos dois anos, o e-commerce atingiu o seu auge, algo que se prolongará em 2022. As vendas através de plataformas como o Facebook, o Instagram e o Pinterest cresceram exponencialmente e ganharam bastante relevo, representando assim uma mais-valia para as empresas. Exemplo disso é a criação do Instagram Shopping, do Instagram Shoppable Stories ou a chegada dos pagamentos via WhatsApp que vieram demonstrar que as redes sociais estão cada vez mais integradas no e-commerce. Desta forma, espera-se que, em 2022, o Instagram disponibilize, globalmente, o Instagram Checkout, permitindo que os utilizadores possam fazer compras sem necessitarem de sair da plataforma.

De acordo com um estudo da Hootsuite e da We Are Social, as novas gerações, entre os 16 e os 24, já estão a utilizar mais as redes sociais (53.2%) do que os motores de pesquisa (51.3%) para procurar informações sobre as marcas. Assim, esta é uma das formas das mesmas se reaproximarem dos seus consumidores, sendo que, atualmente, está a tornar-se numa fonte de retalho mainstream, igualmente importante a websites e lojas físicas, como explicamos neste artigo.

Posto isto, torna-se essencial que empresas dominem e invistam neste tipo de plataformas, de forma a garantir ótimas experiências aos consumidores, nos diferentes canais, desde as lojas físicas às virtuais e redes sociais, que se têm afirmado como peças fundamentais para reforçar a voz das marcas e gerar conversões.

(Tudo o que precisa de saber sobre Estratégias de Social Media ou quais as Tendências para 2022)

 Social Selling tendencias de comunicação bloomcast

 

6. Metaverso

Embora este conceito não seja novo — nem na teoria, nem na prática —, esta será uma das grandes tendências para 2022, se assim o pudermos chamar. Foi Mark Zuckerberg quem o colocou nas “bocas” do mundo, ao anunciar, em outubro de 2021, que a sua empresa passaria a ter um novo nome: Meta, em alusão ao metaverso, ou seja, a nova realidade que ele quer construir. Desde então muito se tem debatido sobre o que é esta plataforma e qual o impacto que irá ter no mundo.

O metaverso representa um mundo digital cheio de possibilidades focado em experiências virtuais onde o utilizador poderá realizar tudo o que imaginar, desde trabalhar, comprar, jogar, entre muitas outras coisas, através da utilização de tecnologias como realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial, criptomoedas, entre outras…

Desta forma, este será um dos grandes temas em evidência no marketing em 2022, pois o que se espera agora é que as marcas invistam e explorem cada vez mais este universo para alcançar novos públicos e fidelizar os heavy users da internet.

Metaverso tendencias de comunicação bloomcast

 

Todos os anos, ou no final ou no início, fazemos previsões de quais serão as grandes buzzwords ou tendências de comunicação para aquele ano. No entanto, se há algo que os últimos dois anos nos mostraram é que tudo pode acontecer e ninguém é capaz de prever exatamente o que acontecerá.

Este ano, certamente, novos desafios chegarão, mas se tivermos a capacidade de apontar um caminho, com base numa estratégia e executarmos com foco no cliente, conseguiremos obter resultados inacreditáveis!

 

Para saber mais à cerca de como implementar uma estratégia de comunicação, entre em contacto connosco!

 

Curioso para descobrir quais as tendências de Redes Sociais para 2022? Podem encontrar aqui  ou aqui, para encontrar outros artigos.

Entrevista Meios & Publicidade: O mercado da Comunicação em 25 perguntas

Entrevista_Rodolfo oliveira meios e publicidade

A Meios e Publicidade analisou o mercado da comunicação em 25 perguntas. Nós falamos sobre os ataques informáticos ao sites de media e de que forma podem gerir a sua reputação.

A situação inédita que o grupo Impresa atravessou veio demonstrar uma vez mais a importância de uma gestão adequada dos sistemas de informação, e como este é um tema critico para todas as organizações. Como em outras situações de gestão de crise, estamos sempre a olhar para o lado visível da situação, não tendo o total conhecimento da forma como o processo foi gerido para lhe responder, e que seria fundamental para uma completa análise do trabalho de gestão de crise feito. Do que conhecemos, a Impresa tomou as seguintes (e boas) decisões neste processo:

  • Assumiu desde logo o que se estava a passar
  • Informou clientes, parceiros, fornecedores
  • Informou o mercado
  • Manteve sempre o contacto regular e a comunicação foi feita e assinada por diversos speakers, desde jornalistas a diretores, e CEO

Foi ainda visível o espírito de união e a família Impresa veio ao de cima, todos juntos a trabalharem para garantir que a sua principal missão não era colocada em causa, com informação de qualidade e em liberdade. A frase “liberdade para informar”, permitiu ainda criar uma ligação emocional dos assinantes / leitores com a equipa da redação e colocou o foco da comunicação na importância e características únicas do serviço prestado pelos órgãos de comunicação social, tendo inclusivamente beneficiado de uma onda de solidariedade entre os restantes meios.

Algumas ideias-chave para evitar danos reputacionais:

Proatividade, transparência, segurança, decisão, atitude de liderança e comunicação assertiva e sempre que necessário à medida que a crise evolui, assegurando os interlocutores do controlo da situação.

 

Publicado, inicialmente, na Meios e Publicidade, na versão impressa. Testemunho de Rodolfo Oliveira, Managing Partner da BloomCast Consulting.

Pode ler a peça completa aqui.

Aqui, para ler outros artigos de Rodolfo Oliveira.

5 tendências para Redes Sociais em 2022

Tendências de social media 2022

Depois de tempos conturbados, em que muitas marcas e empresas tiveram que atuar taticamente de modo a sobreviver, 2022 é o ano de retomar o pensamento estratégico e inovar na estratégia digital – considerando a criação de comunidades online resilientes e conectadas, servindo-se do potencial infinito do comércio social e aproveitando as possibilidades criadas pelas redes sociais para reforçar a maior proximidade com o cliente.

Tendo em conta a importância das redes sociais nas vidas dos consumidores, os marketeers e as empresas dirigem-se naturalmente para as mesmas, na esperança de se conectar com o seu público-alvo. No entanto existe uma grande quantidade de conteúdo nas redes sociais, e a competição pela atenção dos consumidores e clientes é elevada.

Pode ser desafiante destacar-se num meio tão saturado, a menos que, por detrás dessa presença, exista uma estratégia de social media marketing associada. Para isto, estar constantemente a par das tendências nas redes sociais, pode ajudar a conferir um maior impulso à estratégia criada, e permitir-lhe destacar do resto da concorrência.

Desta forma, partilhamos, abaixo, cinco tendências para Redes Sociais que deve ter em conta ao planear a sua estratégia para este novo ano.

  1. O ano do TikTok
  2. A eficácia de paid social
  3. Redes sociais e o comércio online pós-pandémico
  4. A comunidade torna-se mais importante
  5. O User-Generated Content é a chave

 

  1. O ano do TikTok

Apesar do Instagram continuar a ser uma das redes sociais mais utilizada, é impossível negar que a popularidade do TikTok tem aumentado a olhos vistos.

Em setembro de 2021, atingiu 1 mil milhão de utilizadores ativos, e com 35% da sua audiência entre as idades de 19 e 29, e 28% até aos 18 anos, torna-a numa das principais plataformas que as marcas e empresas B2B e B2C podem utilizar para atingir Millennials e a geração Z.

Adicionalmente, durante os últimos dois anos, a plataforma tem lançado um grande número de ferramentas úteis para empresas, como perfis de business e a implementação de anúncios. Neste sentido, esta rede social tem-se desenvolvido, para além de uma plataforma utilizada apenas por criadores de conteúdos, para mostrar vídeos de desafios de dança. Em 2021, segundo dados dos Hootsuite, os utilizadores da aplicação passaram 13.3 horas por mês na rede social, o que demonstra o nível de engagement que os mesmos têm.

  1. A eficácia de paid social

Uma das estratégias mais eficazes para chegar a novos públicos e fidelizar antigos continua a passar por campanhas pagas em redes sociais. Apesar desta prática ter evoluído ao longo dos anos, é esperado que em 2022 seja uma grande aposta e neste sentido, mais de metade dos marketeers planeia aumentar os gastos de redes sociais em 2022.

As plataformas sociais consideradas mais eficazes para atingir os objetivos de negócio continuam a ser o Facebook, Instagram, Youtube e LinkedIn, mas considerando algumas mudanças no setor, como por exemplo os planos que a Apple tem para bloquear o impacto dos anúncios sobre um segmento significativo dos seus utilizadores, é muito importante que as marcas comecem a olhar para paid social em novas plataformas.

Desta forma, os maiores crescimentos de paid social para 2022 prevêem-se no TikTok, Pinterest e Snapchat. Mas, qual a estratégia por detrás deste crescimento? A verdade é que por serem redes que ainda não foram consideradas uma prioridade, mudar os recursos para as mesmas poderá causar maior impacto nos públicos-alvo.

Além do TikTok, é importante notar que, segundo dados partilhados pelo Pinterest Business, os anúncios na sua plataforma podem gerar duplo retorno para marcas de retalho – em comparação com outros canais de redes sociais.

 Tendências de redes sociais

  1. Redes sociais e o comércio online pós-pandémico

Antes da pandemia, o comércio através das redes sociais era uma nova oportunidade para as empresas mais inovadoras experimentarem e ganharem uma vantagem competitiva. No entanto, esta situação tem vindo a alterar-se no seguimento da mudança de hábitos de consumo que temos vindo a assistir. Os compradores estão a utilizar as redes sociais para procurar, pesquisar e avaliar as marcas das quais compram, fazendo as redes sociais o segundo canal mais importante para fazer pesquisa online, a seguir aos motores de busca.

Recentemente, de acordo com estatísticas do Shopify, 84% dos consumidores passaram a fazer compras online e por isso, é importante que as empresas estejam atentas. As compras nas redes sociais já não são apenas desencadeadas pelos botões “comprar agora” – mas sim em pequenas ações que têm impacto em todas as fases da jornada do consumidor.

Neste seguimento, é uma enorme oportunidade para as empresas se reinventarem e repensarem a forma como os consumidores experienciam as suas marcas.

(Tudo o que precisa de saber sobre Estratégias de Social Media)

 Tendências de redes sociais_bloomcast

  1. A comunidade torna-se mais importante

Este ano, é esperado que se continue a dar prioridade à criação de comunidade nas redes sociais, e que as empresas estejam mais conscientes daquilo que lá publicam e do valor que o conteúdo acrescenta. Atualmente, o público percebe quando a marca está a ser genuína, e com o algoritmo ou não, a intenção por detrás das publicações conta.

Se anteriormente os principais objetivos da maior parte dos marketeers para as redes sociais eram impulsionar vendas e divulgar produtos, em 2022 será atingir novas audiências, cultivar relações com os clientes e melhorar o apoio ao cliente.

Este último, através das redes sociais, permite aumentar a aquisição de clientes, pois constrói brand awareness e motiva novas aquisições. É importante que as empresas percebam que isto informa os clientes de que os podemos auxiliar mais rapidamente e de maneira mais eficaz.

Tendências de redes sociais bloomcast

  1. O User-Generated Content é a chave

 Aliando-se ao comércio nas redes sociais, a tendência de conteúdo gerado pelos utilizadores impulsionará o crescimento das empresas nestes canais.

Uma das maiores e melhores oportunidades de ter novas ideias vem dos próprios consumidores. O user-generated content (UGC) ou conteúdo gerado pelos consumidores nas redes sociais tem crescido exponencialmente como uma forma natural e envolvente de motivar engagement.

Os consumidores consideram que este tipo de conteúdo é 2.4 vezes mais autêntico do que o conteúdo criado pela própria marca, o que poderá ser utilizado para cultivar relações mais profundas.

À semelhança do que acontece com os influencers, as marcas rapidamente compreenderam que mais facilmente chegariam aos seus consumidores criando empatia e personificando a comunicação. Neste sentido, outro dado importante prende-se com o poder das recomendações: 92% dos consumidores confia em recomendações de outros consumidores acima de qualquer outra fonte.

 

Este são alguns pontos fundamentais que devem constar numa estratégia de redes sociais para 2022. É importante que as empresas prestem especial atenção ao crescimento de redes sociais menos utilizadas e que se aposte monetariamente na mesmas – tanto no comércio social como em anúncios. Mas acima de tudo é importante recordar que as redes sociais são um meio dinâmico e competitivo, pelo que o que funcionou antes não garante os mesmos resultados agora. Por isso, o mais importante é testar, testar novamente e otimizar, já que as métricas irão indicar qual o melhor caminho a seguir.

 

Para saber mais acerca de como criar uma estratégia de redes sociais em 2022 consulte o nosso Social Media Guidebook, parte dos BloomCast Content Series, ou entre em contacto connosco.

 

Curioso para descobrir outras tendências de comunicação para 2022? Podem encontrar aqui  ou aqui, para encontrar outros artigos.

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