O que são conteúdos relevantes?

uma pessoa a olhar para conteúdos

Atualmente, cada vez mais, se aborda o tema – conteúdos e a sua importância para os negócios. Mas, nem todos os conteúdos são, de facto, relevantes e aí é que está o segredo. Por exemplo, todos nós valorizamos o nosso tempo, porque o consideramos como um bem escasso, pelo que, diariamente, temos de fazer escolhas sobre a melhor forma de o utilizar. Desde a escolha da reunião que queremos promover até qual a conferência a que assistimos, mas também quais os conteúdos e as informações mais relevantes que pretendemos ler. Neste último caso, uma pesquisa rápida permite-nos avaliar o nosso interesse e perceber se queremos ou não continuar. E, é nesses curtos momentos de análise que as empresas se devem concentrar de forma a conseguirem atrair as audiências que pretendem conquistar para os seus conteúdos.

Os conteúdos são assim um ativo, cada vez mais, importante e disputado. Com o crescimento do marketing digital, este tem vindo a assumir um papel muito mais estratégico: atrair o máximo de público possível e garantir a sua fidelização. No entanto, para que seja possível confirmar esta disponibilidade de leitura dos conteúdos, estes devem ser relevantes, estruturados e úteis para os seus leitores.

Parece fácil, mas exige tempo, continuidade e análise.

Neste sentido, de modo a cativarem os potenciais leitores, a relevância e qualidade dos conteúdos devem ser a principal prioridade das organizações e não a sua frequência ou a periodicidade de publicação, pois essas deverão depender dos objetivos da organização.. Desta forma, os  conteúdos devem ser criados para ir ao encontro do que as audiências, que pretendem atrair, necessitam. Muito mais do que criar conteúdo para todas as plataformas existentes, quer sejam redes sociais, blog, newsletter, podcasts, webinars ou mesmo para media, o mais importante é o posicionamento deste e a mensagem que queremos transmitir com ele. Obviamente, que é fulcral estar onde os leitores estão, mas isso não vale de nada se o conteúdo não for informativo, objetivo e responder de forma direta às necessidades de quem consulta a informação. Criar  empatia com o leitor, através da sua capacidade de esclarecer ou de cativar pela história apresentada é fundamental para que nosso conteúdo seja um sucesso.

Esta mudança é resultado, entre outros, da atual facilidade de pesquisa de informação online. Os clientes e consumidores, quando acedem à informação da organização, já têm uma referência e estão a procurar informações mais específicas, mais objetivas. Ou seja, perante este contexto, os conteúdos a desenvolver devem, de facto, responder ao tipo de informação que os clientes pesquisam online.  Um outro aspeto fundamental é a coerência da informação nos diferentes canais, porque o potencial cliente pode aceder através do site, das redes sociais, dos blogs, ou informar-se através das notícias publicadas sobre a organização. Diferentes mensagens, em diferentes digital properties podem levar a uma perda de interesse ou a uma perceção diferente da pretendida pela organização.

Quais as vantagens de se criar conteúdos relevantes?

Produzir um bom conteúdo possibilita inúmeras vantagens, quer para as empresas que o desenvolvem, uma vez que passam a ser consideradas como experts no assunto, como para o público que o lê, porque passa a ter acesso a conteúdos que procura, nomeadamente:

  • Relevância nas pesquisas: Conforme as empresas vão produzindo conteúdos de qualidade, a sua relevância aumenta nos motores de pesquisa do Google, permitindo-lhes ir conquistando as primeiras páginas de pesquisa e, consequentemente, aumentar o número de visitas e de possíveis interações. De acordo com a Search Engine Journal, 93% de todo o tráfego vem de um motor de busca e 60% dos cliques vão para os três principais sites nos resultados de pesquisa. Por outro lado, 75% dos utilizadores nunca clicam em links após a primeira página de resultados, segundo a imForza.
  • Maior tempo de navegação no website: Quanto mais conteúdo relevante existir maior será o interesse e o tempo de navegação dos utilizadores. Segundo a BreezyHill, 47% dos consumidores veem de 3 a 5 peças de conteúdo criadas por uma empresa antes de falar com a empresa..
  • Maior Taxa de conversão: Quanto mais tráfego e mais tempo estiver, um Consumidor, no site de uma determinada organização, maior será a possibilidade de conseguir gerar leads ou fidelizar um Cliente. Um conteúdo de qualidade é o fator-chave em qualquer boa estratégia de SEO, assim como melhorias no conteúdo aumentam o tráfego em até 2.000%, conforme a Marketing Sherpa
  • Alcance e Visibilidade: Apenas através da produção de conteúdos relevantes, que o Consumidor está, de facto, à procura, é que será possível fidelizá-lo, uma vez que o Google processa em média mais de 40.000 pesquisas a cada segundo, traduzindo mais de 3,5 biliões de pesquisas diárias e 1,2 triliões de pesquisas anuais em todo o mundo, refere a Internet Live Stats.

Atualmente, devido à pandemia, totalmente atípica, que vivemos, certos tipos de conteúdo foram impulsionados e cruciais para atrair novos leitores e manter interessados os antigos.

Diferentes tipos de conteúdos?

Podcasts:

Os podcasts são um tipo de conteúdo que têm vindo a ganhar prestígio, mesmo antes do surgimento da pandemia. Cada vez mais, são as empresas que têm apostado nesta ferramenta, pois para além de ser prático, é também relativamente simples de criar e tem um bom impacto junto dos ouvintes. Em Portugal, mais de 2.2 milhões de pessoas ouvem podcasts regularmente e procuram ouvir cada vez mais. Isto deve, sobretudo, à possibilidade de poder ser escutado em qualquer lugar, mediante a disponibilidade e vontade de cada um. Neste sentido, as empresas devem mesmo considerar uma aposta neste tipo de conteúdo, uma vez que é mais uma forma inovadora para chegar ao seu público-alvo.

Webinar

Para além dos podcasts, também os webinars tiveram um aumento na sua criação e utilização. Estes são uma boa plataforma para gerar leads, cativar potenciais clientes e, uma das suas maiores vantagens, pode ser reutilizado para outros conteúdos como e-books, artigos relacionados nos blogs e, posts para as redes sociais das empresas. Por outro lado, perante o panorama nacional, esta é uma excelente iniciativa para evitar a realização de eventos, uma vez que se forem “live”, funcionam da mesma forma que um evento, mas online. Existe uma data e hora definida para a sua apresentação, mas não necessita de ser cancelado e o trabalho não foi tido em vão.

Blogs

Com o enorme crescimento que as redes sociais tiveram e o respetivo papel que hoje desempenham em gerar leads e atingir o público-alvo, os blogs acabaram por perder um pouco o seu espaço tradicional, acabando por se reinventar. Atualmente, um blog de uma empresa é uma excelente ferramenta com conteúdo relevante e bastante aprofundado para atrair leitores que procurem temas específicos. Quando se pretende procurar determinada informação, por norma, pesquisa-se no Google e muito raramente passamos da 2ª página de pesquisa. A vantagem de uma empresa ter um blog é que, segundo pesquisas citadas pela RUNNINGDIGITAL, têm 434% mais páginas nos motores de busca e quanto mais publicam mais vão aparecer nas primeiras páginas destes. Contudo, de forma a tirar o melhor partido das publicações, como referido previamente, é fundamental analisar e identificar que tipo de conteúdos interessa aos nossos leitores. Pois, quanto mais útil for a informação, mais partilhas o blog terá, chegando assim a muitos outros leitores.

Posto isto, se os conteúdos que produzimos forem relevantes e recorrentes, a empresa começará a ser reconhecida pelo seu know-how e a ganhar notoriedade pelo seu bom conteúdo e, consequentemente, começará a gerar leads. Independentemente do formato do conteúdo (posts para redes sociais, newsletter, podcasts, webinars, entre outros – existem tanto outros formatos), desde que este seja atrativo e claro vai, certamente, captar a atenção de novos clientes e fidelizar os existentes. O mais importante não é criar um texto que se gabe do quão boa a empresa é, mas que o mostre através do seu conhecimento.

Para saber mais, consulte o nosso Guia para criação de conteúdosque faz parte dos BloomCast Content Seriesé um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de conteúdo. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação dos diversos conteúdos bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação aos diferentes formatos.

Procura mais informação sobre criar conteúdos que façam sentido para o seu negócio? Contacte-nos e descubra como podemos ajudá-lo a inovar a sua comunicação.

Podcast ou Webinar: Escolher o formato que melhor funciona para o seu negócio

Podcast e Webinar ideias para impulsionar a sua comunicação

O que são Podcasts ou Webinars?

Numa altura, onde os conteúdos digitais têm ganho um maior destaque, é fundamental capitalizar nos mesmos o mais rapidamente possível. No entanto, ao analisarmos os diferentes tipos de conteúdo relevantes à data, surgem algumas questões que importam ser clarificadas, nomeadamente: o que será mais proveitoso, criar uma série de podcasts ou um webinar para apresentar a sua marca ou produto a potenciais clientes e interessados? A verdade, é que ambos podem ajudar o seu negócio a atingir as metas traçadas e a chegar a atuais e a atrair novos consumidores.

Mas, entre estes dois, qual é o formato que pode, realmente, ajudar a comunicar a mensagem da forma melhor? As semelhanças entre um Webinar e Podcast são várias. Contudo, são tipos de conteúdos que cumprem funções, totalmente, diferentes e, por isso, é fulcral que, antes de tomar a decisão final, se tenha em consideração várias questões relevantes.

Antes de se avançar para a escolha do formato mais indicado para os objetivos da nossa organização, é importante que sejam desmistificados os seus conceitos e mais-valias para quem os irá implementar.

O que é um Podcast?

Os podcasts são um tipo de conteúdo que têm vindo a ganhar prestígio, mesmo antes do surgimento da pandemia. Cada vez mais, são as empresas que têm apostado nesta ferramenta, pois para além de ser prático, é também relativamente simples de criar e tem um impacto positivo junto dos ouvintes. Em Portugal, mais de 2.2 milhões de pessoas ouvem podcasts regularmente e procuram ouvir cada vez mais. Isto deve, sobretudo, à possibilidade de poder ser escutado em qualquer lugar, mediante a disponibilidade e vontade de cada um. São apenas em formato áudio, gravadas antes da emissão, de modo a que os ouvintes tenham acesso quando desejarem. Estes ficheiros devem ser relativamente pequenos – recomendamos entre 5 a 15 minutos. Neste sentido, as empresas devem mesmo considerar uma aposta neste tipo de conteúdo, uma vez que é mais uma forma inovadora para chegar ao seu público-alvo.

Vantagens

  • Interesse: Em Portugal, mais de 2.2 milhões de pessoas ouvem podcasts regularmente e este número só tende a aumentar;
  • Sem barreiras físicas e temporais: Como referido anteriormente, para ouvir um podcast não é preciso estar num determinado sítio a uma determinada hora. Esta liberdade é, sem dúvida, um dos pontos mais fortes do podcast;
  • Intemporal: Um podcast não acaba no momento que é lançado, ele fica para ser ouvido ao longo do tempo. Isto permite uma geração de leads constante;
  • Equipamento: Um podcast não precisa de equipamentos tecnologicamente evoluídos e sofisticados. O equipamento necessário de base é um microfone e um programa de gravação para construir o seu podcast;

Desvantagens:

  • Target: Ao contrário dos webinars, os podcasts não conseguem captar a audiência desejada especificamente;
  • Atenção da audiência: A ausência de interação entre anfitrião e audiência, a falta de elementos visuais cativantes e o facto da audiência ter liberdade para fazer outras tarefas enquanto ouve o podcast pode contribuir para uma menor atenção ao conteúdo – tornando-o menos eficaz.

O que é um Webinar?

A par dos podcasts, os webinars tiveram também um grande aumento em termos de criação e utilização. São também conhecidos como web seminars ou webcasts e são conduzidos online, sendo que normalmente, incluem uma apresentação áudio e também visual (uma apresentação PowerPoint ou uma demo de um produto, por exemplo). Os participantes, por sua vez, podem acompanhar o evento em tempo real e colocar as suas questões ou podem fazer o download da sessão posteriormente.

Estes, atualmente, são uma ótima plataforma para gerar leads e cativar potenciais clientes, podendo ainda ser reutilizado para outros conteúdos como e-books, artigos relacionados nos blogs e, posts para as redes sociais das empresas. Um webinar tem, normalmente, a duração de 45 minutos e reserva 15 minutos adicionais para perguntas e respostas, tendo uma mecânica bastante simples.

Por outro lado, perante o panorama de pandemia, esta iniciativa permitiu evitar o cancelamento de eventos, passando-os assim para o panorama digital, permitindo a muitas empresa manter a data e a hora que estavam já previstas, alterando apenas o formato em que a apresentação iria ocorrer.

Vantagens:

  • Facilidade em relembrar pontos tocados: Como o conteúdo é visual acaba por ficar mais fresco na memória das pessoas;
  • Interação em tempo real: Por Q&A ou participação voluntária dos participantes, o webinar oferece uma interação em tempo real entre audiência e anfitrião;
  • Organização: Os webinars são muito simples podendo ser gravados previamente e lançados num determinado dia e hora. Isto permite um planeamento e organização muito mais simples e prático para quem os cria;
  • Participantes: Em média, um webinar consegue reter 40 a 50% dos inscritos. É um valor bom que tende a crescer consoante a atualidade do tema.

Desvantagens

  • Preparação: Apesar de serem simples de planear e organizar futuros webinars, a preparação de todo o material que irá ser exposto pode ser demorada;
  • Pouca flexibilidade temporal: Quando é um webinar live as pessoas não conseguem passar à frente para o tema que realmente querem ver e isto pode levar à sua desistência.

Após entender o conceito de cada plataforma, é importante perceber de que forma podemos utilizar cada ferramenta para escolhermos a que melhor se ajusta aos nossos objetivos.

Pode utilizar podcasts para:

  • Ter um painel de diferentes convidados em cada episódio a discutir diversos tópicos relevantes à sua organização;
  • Ter entrevistas one-on-one com diferentes convidados. Este modelo é uma boa forma de atrair “fãs” do entrevistado para o seu podcast;
  • Ter um programa a solo onde partilha a sua visão, opinião ou experiências com um tópico importante da atualidade ou produtos;
  • Criar uma história, por meio de storytelling. Guie os ouvintes através de uma narrativa, real ou fictícia e use cada episódio para acrescentar diferentes partes da mesma.

E o webinar? Pode-o utilizar para:

  • Dar um proof of concept do seu produto ou serviço à distância;
  • Interagir diretamente com os participantes, ajudando-os com as suas necessidades;
  • Dar a conhecer a organização, convidando especialistas num tema interessante e relevante para o webinar;
  • Gerar leads. Os webinars que foquem em tópicos relevantes para o negócio têm capacidade para gerar entre 500 a 1000 leads 

Identifique quais são as necessidades específicas da Organização

Após clarificar cada um do conceitos e perceber de que forma poderão ser utilizados, é altura de analisar qual a melhor escolha para a organização e qual o caminho que queremos percorrer ao investir numa destas ferramentas. Neste sentido, numa primeira fase, é importante analisar quais são as reais necessidades da organização. Ou seja, porquê que queremos criar estes tipos de conteúdo e o que é que pretendemos, realmente, atingir com ele? Que público queremos chegar? De facto, é fundamental que seja desenvolvida esta análise, uma vez que nos permite começar a traçar o que será o percurso ideal para a comunicação da nossa organização.

Se avançarmos primeiro para a criação do conteúdo, sem pensar no que faz realmente sentido para a organização, poderemos estar a apostar num formato que não é o ideal e que, consequentemente, não alcançará os objetivos que estabelecidos.

Posto isto, vários são os tipos de conteúdos que existem, assim como os formatos, mas nem todos são os mais adequados para uma determinada estratégia de comunicação. Desta forma, o primeiro passo a tomar é entender e determinar qual o objetivo com a criação deste tipo de conteúdo, independentemente, do formato que se possa vir a decidir.

Identifique o seu Tema

Agora, chegou o momento em que é essencial definir qual o assunto que queremos comunicar, pois a decisão sobre que plataforma deveremos utilizar depende, e em muito, da mensagem que se pretende difundir. Será que a sua audiência vai precisar de apoio visual para compreender o tema da mensagem? Se sim e se o que irá comunicar é informação complexa, que necessita de bons visuais para ser compreendida ou se pretende apresentar um novo produto, então o webinar é a melhor opção, uma vez que este poderá ajudar a clarificar melhor a mensagem que pretende transmitir.

Se não precisar de qualquer apoio visual e a mensagem a transmitir é simples, o podcast poderá ser a escolha correta. A sua maior vantagem é a falta de restrição ao local para ouvir, ou seja, um podcast pode ser ouvido em qualquer local enquanto se faz outras tarefas. Isto pode trazer outro problema, claro, como a falta de atenção por parte do ouvinte, mas, mesmo assim, é um dos pontos mais atrativos para quem o procura.

Métricas de Avaliação do sucesso da plataforma

As métricas para análise pós-lançamento de um Podcast ou Webinar variam. A maioria dos webinars pedem à audiência para preencher um formulário com determinados dados pessoais aquando o registo. Com estes dados é muito fácil analisar quem é esta audiência e construir abordagens para torná-los clientes, posteriormente. Ao contrário dos podcasts, que para perceber quem são os seus ouvintes é necessário pedir à audiência para fornecer estes dados.

Independentemente do formato escolhido, o conteúdo é o mais prioritário. Perante este contexto, é fundamental que a mensagem seja bem delineada, assim como a sua apresentação, uma vez que a forma como contará a sua história é tão importante como a plataforma em que a partilha.

 

Para saber mais sobre posdcast, consulte o nosso Podcasts Guidebookque faz parte dos BloomCast Content Seriesé um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de podcasts. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação de um podcast bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação ao formato.

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Ferramentas para criação de conteúdo para Social Media

conteúdo para Social Media

Produzir conteúdo para Social Media é mais do que construir um simples texto. O marketing de conteúdo capta três vezes mais leads do que anúncios pagos e, por  isso é essencial saber quais as melhores dicas para construir conteúdo relevante e orgânico.

A ideia de marketing de conteúdo está, cada vez mais, mais presente. 70% dos marketeers investem em marketing de conteúdo, 94% usa as redes sociais para o distribuir e 78% das organizações têm equipas compostas por um a três especialistas de conteúdo para estas situações específicas.

No entanto, os profissionais que criam conteúdo para Social Media não têm que desenvolver e implementar estratégias sem ajuda, já que um bom trabalho neste campo pode também advir da utilização de ferramentas e softwares online. Existem várias plataformas gratuitas e pagas (de análise de mercado, gestão de redes sociais e de analítica) que são um importante complemento ao redigir um conteúdo online, uma vez que não só melhoram o resultado final como reduzem o tempo despendido em eventuais alterações, levando a um melhor aproveitamento deste.

A importância da análise de mercado para criar conteúdo para Social Media

Antes de se começar a desenvolver conteúdo para Social Media e a publicá-los, é fundamental elaborar uma análise de mercado, de forma a perceber se o conteúdo produzido e o que está a pensar produzir é do interesse dos públicos-alvo da empresa. Desta forma, são várias as ferramentas de análise de mercado que podem ser interessantes para compreender, em maior profundidade, as tendências de pesquisa e de consumo de informação, nomeadamente:

  • Google Trends é uma ferramenta de tendências de pesquisa, gratuita, do próprio Google.  Através desta ferramenta é possível perceber, em tempo real, que informação é que as pessoas estão à procura. Esta pesquisa pode ser feita a partir de quatro parâmetros: Localização, data, categoria e tipo de pesquisa. Por ter como base estas categorias, a plataforma é extremamente útil para os marketeers, uma vez que permite determinar um ponto no tempo onde as pesquisas relacionadas com a empresa são mais comuns dando a possibilidade de criar um esforço extra nas campanhas de comunicação para essas alturas.
  • Answer the Public, uma das melhores ferramentas para definir ideias para conteúdos que tenha já em mãos. Apesar da versão gratuita ter um limite no número de pesquisas (duas por dia), não deixa de ser uma excelente ferramenta para entender o que é que está a ser pesquisado sobre determinada palavra-chave pois a plataforma apresenta os resultados principais relacionados com o “são”, “ao quê”, “porquê”, “quem” e “como” da palavra-chave selecionada (por exemplo: “O que são negócios B2B?”, sendo a palavra-chave “B2B”).
  • Ubersuggest é uma ferramenta, maioritariamente gratuita, que permite analisar o mercado, as palavras chave e os volumes de pesquisa de forma intuitiva. Esta ferramenta permite descobrir quantas vezes, por exemplo, um website é pesquisado e em que localizações. É uma forma excelente para perceber que estratégias resultam, adotá-las e melhorá-las, ganhando assim uma vantagem.

Como gerir as redes sociais?

Para além das ferramentas de análise de mercado, as de gestão de redes sociais também têm um papel fulcral no sucesso da campanha online. Dado que permitem que não seja necessária a publicação manual de conteúdos, diretamente, nas plataformas. Ou seja, existem ferramentas muito eficazes que ajudam no agendamento de publicações, vídeos ou até mesmo stories, e através delas conseguimos sugerir horários e dias ideais para publicação. Contudo, devemos ter sempre em mente, que agendar publicações não danifica o alcance orgânico, até pelo contrario, poderá mesmo potenciá-lo, como por exemplo:

  • O Swonkie é uma ferramenta de gestão de redes sociais bastante completa, uma vez que, para além de criar e agendar publicações para Facebook, Instagram e LinkedIn, também dispõe de uma plataforma de influenciadores. Adicionalmente, permite responder às mensagens no Instagram e Facebook, assim como permite a criação de relatórios bastante completos. Para utilizar a plataforma é necessário um pagamento mensal ou anual, mas é uma das mais completas para gestão de redes sociais.
  • A Socialbakers, uma das plataformas mais utilizadas a nível mundial, permite auxiliar na construção de uma melhor relação com os clientes e analisar a posição da empresa relativamente ao mercado do segmento. Tal como o Swonkie, a Socialbakers permite também agendar publicações e criar relatórios sobre as outras empresas inseridas no mesmo segmento, avaliando os pontos positivos e negativos da campanha de social media em questão. A plataforma tem a opção de free trial com a duração de 14 dias e após os mesmos o acesso fica sujeito a um pagamento mensal.

Análise de dados

De modo a permitir às empresas extrair informações e insights sobre como o público-alvo perceciona ou interpreta a sua marca, quais são os produtos ou serviços que mais aprecia e até mesmo comparar-se relativamente à sua concorrência, mas, para tal, é importante a utilização de ferramentas de análise de dados para as redes sociais.

Neste sentido, o Analytics apresenta diversas vantagens. Mas, primeiramente, é necessário definir que objetivos pretende atingir com a obtenção desses dados – por exemplo, se pretende obter feedback sobre um determinado serviço, potenciar a opinião pública relativamente à empresa, entre outros.

  • Facebook, pode-se utilizar o analytics do Facebook. Esta ferramenta é bastante completa e permite analisar o perfil do público-alvo e como ele se comporta nas redes sociais e responde a cada tipo de post publicado.
  • O Instagram inclui também um analytics próprio que permite segmentar a audiência da página, em vários aspetos. Através do analytics é possível monitorizar as interações e o alcance, assim como o desempenho das publicações, histórias e promoções. Apesar de não ser uma ferramenta tão completa como a analytics do Facebook é uma ótima forma de seguir a atividade da página do Instagram.
  • O YouTube tem uma ferramenta de analytics muito completa, o YouTube Studio, que permite obter dados como, por exemplo, número de visualizações únicas e apreciação global do conteúdo.  E é uma ferramenta totalmente gratuita.

Apesar de todas estas ferramentas, é importante ter sempre em conta que o sucesso do marketing de conteúdo não parte só destas ferramentas. Tal como a maioria das inovações digitais que vão surgindo no mundo, estas ferramentas auxiliam e agilizam o trabalho a desenvolver, mas não fazem tudo. É preciso existir compromisso, ideias e união de equipa para construir o melhor conteúdo para Social Media possíveis, atraindo novos clientes, de forma a obter os melhores resultados.

Para saber mais, consulte o nosso Social Media Guideque faz parte dos BloomCast Content Series, um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada no Social Media da empresa. Nele poderão encontrar as melhores práticas para gestão das várias contas de Social Media, bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação ao formato de cada uma.

Ebook: Podcasts, a nova forma de comunicar à distância

Podcasts, essencial para a comunicação

Os Podcasts (e-book) são um conteúdo em áudio, disponibilizado através de um arquivo, que permite ao ouvinte ouvir quando, onde e no dispositivo que preferir. Quando é que foi a última vez que ouviu um Podcast? A probabilidade de qualquer pessoa no seu círculo de contactos próximos ter, recentemente, ouvido um Podcast é elevada. Segundo um estudo de 2019 da Business Insider, mais do que três quartos dos utilizadores de internet nos Estados Unidos ouviram conteúdos em formato áudio digital, como música (streaming) e podcasts, pelo menos uma vez por mês, no ano passado. Adicionalmente, 51% da população já ouviu um podcast pelo menos uma vez e 26,9% são ouvintes regulares de pelo menos sete podcasts.

No contexto atual, que pede o distanciamento social a bem de todos, e com base nestes dados, nunca houve melhor altura para começar a desenvolver podcasts. A explosão deste formato tem chamado a atenção do público que está, cada vez mais, recetivo para ouvir conteúdo desta forma. Empresas como a Apple, Google e o Spotify estão a investir muito em novas ferramentas para os podcasters o que vem acrescentar valor para as empresas, que já olhavam para os podcasts como algo aliciante e diferenciador para incorporar nas suas estratégias.

Se por um lado, o podcast permite atingir um novo público e criar uma experiência individual proporcionando assim uma maior proximidade com todos os ouvintes, por outro, a sua portabilidade permite que seja ouvido em qualquer local, algo que valoriza o tempo dos seus ouvintes.

Ainda assim, desenvolver um podcast é um processo complexo que passa por mais do que colocar ideias em papel e falar para o microfone. Desta forma, para criar este conteúdo, é importante considerar certos detalhes, como por exemplo: o seu objetivo e formato, o tom da comunicação e mesmo as plataformas de distribuição a utilizar.

Na realidade, este processo é mais fácil do que a maioria considera, uma vez que com as indicações certas, apostar na criação de podcasts poderá revelar um ótimo retorno, dado que é ainda uma ferramenta pouco explorada, comparativamente com os restantes canais de conteúdo, com apenas 900 mil podcasts ativos (relativamente a 500 milhões de blogs ativos).

Neste sentido, delineamos um guia com as melhores práticas a adotar para desenvolver podcasts de excelência. Estas indicações devem ser seguidas, transversalmente, quando pretenderem avançar com a criação do conceito do próprio podcast.

 

O Podcasts Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series, é um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de podcasts. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação de um podcast bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação ao formato.

 

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TikTok, o verdadeiro caso de sucesso durante uma pandemia

TikTok, o verdadeiro caso de sucesso durante uma pandemia

TikTok  é uma rede social que apareceu, pela primeira vez, em setembro de 2016, sendo que, na altura, era anda muito desconhecida, uma vez que estava apenas disponível para o mercado asiático. Quatro anos depois, nunca se imaginou que o impacto que teria na sociedade seria tão grande.

Em 2019, o TikTok foi a app com mais downloads no Mundo, impulsionado, sobretudo, pelo isolamento social a que todos nos vimos obrigados, perante a pandemia da Covid-19. Atualmente, esta plataforma encontra-se em 9º lugar, sendo a rede social mais popular, segundo a Oberlo. Com já 800 milhões de utilizadores ativos, neste momento, o TikTok é muito mais que uma rede social que permite a criação de vídeos curtos, com recurso a filtros, música ou efeitos, reproduzidos de forma automática, é, de facto, um negócio em rápido crescimento. Neste sentido, o TikTok teve o seu maior “boom”. De acordo com um estudo da Comscore, mencionado pela eMarketeer, a aplicação ganhou quase 20 milhões de visitantes únicos mensais, o que representa um aumento de 48.3%, entre Janeiro e Março. Num espaço de meses, o TikTok tornou-se um, verdadeiro, caso de sucesso e, o mais incrível, durante uma pandemia. 

De facto, o mundo mudou e com ele os hábitos das populações também se transformaram. Em Março assistíamos a algo nunca antes vivido: o isolamento social a nível mundial, o que obrigou e incentivou a que as pessoas procurassem novas formas de comunicar e de interagir com o outro, mesmo à distância.  E, foi isso mesmo que o TikTok representou para todos aqueles que aderiram à nova moda. No entanto, esta aplicação é muito mais do que uma plataforma para jovens. E, prova disso, é que em Março, mais de 70% dos utilizadores tinham idades entre os 18 e 24, mas em Abril, esta predominância foi reduzida em 5.8% pela entrada de utilizadores de todas as faixas etárias, de acordo com a MediaKix.

Apesar do mercado do TikTok, em Portugal, ser ainda modesto, comparativamente ao internacional, contando com aproximadamente 2 milhões de utilizadores, existe ainda muito espaço para crescer. A sua imagem de marca são os desafios e danças coreografadas para reprodução instantânea que rapidamente se tornam virais. Com mais tempo à disposição dos portugueses, os desafios são adotados rapidamente e as versões multiplicam-se, muitas vezes com a presença de toda a família. Perante este contexto, tal como aconteceu com o Facebook ou o Instagram, as marcas também já começaram a migrar para esta nova plataforma, uma vez que perceberam que, por um lado, era onde estava o seu público-alvo, sobretudo, a Geração Z, e, por outro, porque esta é ainda uma plataforma recente, no qual podem apostar no desenvolvimento de conteúdos inovadores e totalmente diferentes das outras redes sociais. .

No entanto, desenvolver conteúdo para o TikTok não é o mesmo que para as outras redes sociais e, embora as marcas continuem a apostar em influenciadores de forma a promoverem o seu produto, estão também elas próprias a criar as suas contas e os seus conteúdos.  E vários são já os exemplos: o Chipotle, uma cadeia de fast food americana, começou a apostar na criação de vídeos curtos, nesta aplicação, para promover os seus menus e, atualmente, conta com 700 mil seguidores. A National Basketball Association (NBA), conta com 11 milhões de seguidores na sua página, no qual utiliza o TikTok para demonstrar uma perspetiva totalmente diferente da do seu Instagram, por exemplo. O objetivo é simples, ao utilizar vídeos informais e musicais, afastam-se do seu tom formal, humanizam os seus atletas e, consequentemente, aproximam-se dos seguidores. O Jornal americano The Washington Post, por sua vez, foi uma das primeiras marcas a entrar no TikTok, apesar de ser um jornal formal e tradicional, o seu perfil no TikTok pretende ser o oposto – informal e com humor de forma a mostrar os bastidores da redação. O tom mais leve e informal encaixa-se, totalmente com a plataforma e com o perfil mais jovem do público, que pretendem agora também atingir.

Em Portugal, a primeira marca a utilizar o TikTok para comunicar, foi a Disney, em 2019. Ao perceber que as gerações mais jovens – a Z, já não estavam tão presentes nas outras redes sociais, como o Facebook ou Instagram, tiveram de incorporar novas formas de chegar até eles. Desta forma, a gigante norte-americana utilizou o TikTok para promover o filme “Aladdin” dirigido ao público mais jovem, 14 aos 18 anos.

Mas, quais são os motivos que fazem esta rede social ser, realmente, tão benéfica para uma marca? A resposta é simples e prende-se com o estilo da mesma: criatividade e espontaneidade. Ao contrário do que muitos pensam, o TikTok não é uma rede só para crianças, aliás até pelo contrario, a tendência é para a entrada de utilizadores mais adultos.

Contudo, é importante ressalvar alguns pontos. O sucesso da marca, no TikTok, está diretamente relacionado com a criatividade de cada um. Simplesmente copiar o que já foi feito pode não ter resultados positivos. Sempre que se criar um vídeo é importante olhar para ele, de forma critica, e pensar se é genuíno. Olhar para quem está nele e perceber a sua linguagem corporal, pois o desconforto é facilmente notado. Por fim, e talvez, o ponto mais importante: é essencial adequar o tom da comunicação à organização que representa. O caso referido da NBA funciona, porque está associado a um desporto. Se uma empresa tida como referência formal e credível começar a fazer vídeos informais com alguém a dançar, que não tem nada a ver com o seu core, pode não ter os melhores resultados e fugir completamente aos objetivos estabelecidos.

O TikTok foi, sem dúvida, muito impulsionado pela pandemia, mas não vai ficar por aqui. Se os ritmos de crescimento se mantiverem, em 2021, vão existir mais de 50 milhões de utilizadores, só nos Estados Unidos. Hoje, mais que nunca, as empresas têm de pensar e procurar estar, onde os clientes estão. Se não aproveitarem quando está “trending“, certamente, os seus concorrentes vão aproveitar por si.

Ebook: Social Media, um elemento crucial para as organizações

Social Media essencial para as organizações

A presença de uma empresa em Social Media (E-book) tem como principal intuito posicioná-la junto de um público que procura informação relevante sobre o negócio da mesma, sendo este um “must” para todos os negócios independentemente da sua dimensão. A cada dia, aproximadamente, um milhão de utilizadores adere ao mundo do Social Media, sendo que, atualmente, 3.81 mil milhões de pessoas, ou seja, 49% da população mundial marca já presença nas redes sociais, assim como se prevê que a tendência seja de crescimento.

Contudo, não é suficiente ter apenas uma página numa rede social, é também fundamental que sejam seguidas e implementadas algumas boas práticas, de modo a que a organização consiga atingir o impacto desejado.

Desta forma, antes de se avançar para a implementação de uma estratégia é necessário defini-la. Assim, numa primeira fase, é essencial que sejam identificadas quais as contas de redes sociais ativas, se definiam quais os objetivos da empresa para a presença online, assim como a audiência que pretende endereçar.

Por outro lado, hoje em dia, várias são as plataformas que existem o que pode tornar a escolha mais difícil. Neste sentido, desmistificamos as quatro redes que acreditamos ser aquelas com maior potencial de retorno de investimento e respetivas boas práticas de utilização para auxiliar no processo da tomada de decisão: Facebook, LinkedIn, Twitter e Instagram.

Embora inicialmente possa fazer sentido estar presente em todas, isso poderá não ser verdade. E poderão existir plataformas que não façam sentido a presença da empresa, tudo dependerá dos objetivos estabelecidos.

Após a definição de quais as plataformas mais adequadas, deve-se definir como estabelecer a comunicação online, a nível textual e visual. E, para isso, é fundamental que se desenvolva uma análise de mercado, antes de se começar a criar e a publicar conteúdos, uma vez que permite perceber se este conteúdo produzido e o que está em planeamento é do interesse do público-alvo.

No entanto, é crucial que as empresas, aquando da definição desta estratégia tenham sempre presente que, embora cada rede social se destine a um determinado público-alvo, a comunicação não deve ser igual ou exposta de igual forma para todas.

Criar conteúdos para alimentar o Social Media pode, por vezes, parecer uma tarefa complexa, mas para facilitar esse processo é importante que sejam definidas e tidas em conta algumas boas práticas que acabam por ser transversais a praticamente todas as redes, nomeadamente: a questão do tom de comunicação a utilizar, a formatação, as terminologias, ou até mesmo de que forma se devem colocar os links, as hashtags ou até mesmo os emojis. Para além do estilo textual, a parte visual deve manter sempre o estilo de cores e os mesmos logótipos, independentemente da rede social.

Estar presente no Social Media é mais do que ter uma conta criada, exige cuidado e atenção na forma como a marca / empresa comunica, uma vez que isso impacta e em muito o público. Por exemplo, se a experiência nas redes sociais for positiva, 71% dos clientes estão mais suscetíveis a recomendar a empresa a outros.

Perante este contexto e com estes insights em mente, identificámos um conjunto de ferramentas que podem ser utilizadas para estruturar o que realmente pretende comunicar nas suas plataformas digitais.

O Social Media Guide, que faz parte dos BloomCast Content Series, é um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada no Social Media da empresa. Nele poderão encontrar as melhores práticas para gestão das várias contas de Social Media, bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação ao formato de cada uma.

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