Projeto: A construção da presença digital da APFIPP

caso de estudo APFIPP

A APFIPP é a Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios, representando, assim, os interesses da Gestão de Fundos de Investimento Mobiliário, Imobiliário e de Fundos de Pensões, assim como da Gestão de Patrimónios (também designada por Gestão discricionária ou Gestão por conta de Outrem).

 

A APFIPP surge, no final de 2003, como consequência do alargamento das atividades representadas pela APFIN – Associação Portuguesa das Sociedades Gestoras de Patrimónios e de Fundos de Investimento às Empresas Gestoras de Fundos de Pensões, com o objetivo de agregar, numa única Entidade, a representação institucional destes quatro setores.

Pretendeu-se, desta forma, aproveitar sinergias de modo a permitir uma defesa mais eficiente das atividades de Gestão de Ativos e de Fundos de Pensões, embora tendo sempre em atenção as especificidades inerentes a cada um dos tipos de indústrias que a APFIPP congrega.

A APFIPP foi cliente da BloomCast em 2021, sob a modalidade de projeto, com o objetivo de reforçar a sua presença digital, com particular incidência no LinkedIn, comunicando de forma consistente e coerente, através de mensagens-chave impactantes.

 

O DESAFIO LANÇADO:

Construir a posição digital da APFIPP em Portugal junto dos mercados de capitais, financeiros e imobiliários e do público em geral, através de uma comunicação na rede social LinkedIn, com o objetivo de criar awareness e ligação com os diversos públicos-alvo nacionais, promovendo a atividade desenvolvida pelas Entidades Gestoras de Ativos e de Fundos de Pensões Associadas.

Perante este contexto, o desafio proposto estava na necessidade de cimentar a visibilidade da APFIPP nas redes sociais, criando uma presença no LinkedIn e assegurando um ritmo de comunicação regular.

 

A NOSSA RESPOSTA

Para isto, foram definidos quatro pilares de comunicação principais: informar, educar, entreter e inspirar, de forma a comunicar os principais temas e atividades da APFIPP.

Assim que os objetivos ficaram definidos, foi feita uma auditoria à concorrência, de modo a melhor compreender quais seriam os tipos de conteúdos divulgados para o setor com maior adesão.

De seguida, fez-se um guia de estilo, de modo a guiar toda a comunicação da marca no LinkedIn, bem como se desenvolveu uma estratégia de conteúdos que se alinhasse com os objetivos de negócio da APFIPP.

 

Deliverables:

  • Constituição da página de LinkedIn;
  • Estratégia de redes sociais;
  • Social Media Stylebook;
  • Proposta de post plan mensal;
  • Desenvolvimento e implementação de conteúdos escrito e visual;
  • Envio de relatório de projeto.

APFIPP bloomcast projeto

Projeto APFIPP Bloomcast

O trabalho desenvolvido pela BloomCast Consulting resultou em diversas publicações de conteúdo original e 2600 impressões dos posts de uma página recém-criada, em menos de dois meses.

Neste período de tempo de gestão da página, e de acordo com os KPIs definidos e a análise de resultados efetuada, foi possível verificar que se construíram bases para uma forte presença digital.

 

O início da presença da APFIPP nas redes sociais, foi um marco importante para a Associação e para as indústrias que representamos. Com a BloomCast desenvolvemos um excelente trabalho de equipa, para nos apresentarmos com uma imagem consentânea com os serviços que disponibilizamos e definirmos uma estratégia que nos permite manter uma presença activa no LinkedIn. Este é, hoje, um dos principais meios de comunicação com os vários públicos que seguem com interesse as nossas iniciativas.” – APFIPP

 

Descubra, aqui, mais acerca da APFIPP.

Aqui, para ver outros Casos de Sucesso.

6 Tendências de Comunicação para 2022

Tendências de comunicação 2022 bloomcast

Os últimos dois anos, foram anos de enormes mudanças digitais e, em parte, impulsionados pela Covid-19. Mas, afinal o que mudou realmente e quais serão as grandes tendências de comunicação para 2022? 

Os desafios que foram surgindo, ao longo deste tempo, quebraram os velhos hábitos e, em contrapartida, criaram novos, mas só este ano descobriremos de que forma essas mudanças se tornaram tão vitais. Embora algumas destas tendências de comunicação não sejam novas, irão ter uma maior consolidação e impacto este ano, pois à medida que emergimos com cautela num mundo novo e evoluído, onde a linha entre o físico e o virtual começa a ser cada vez mais ténue, é fundamental ter em conta estas mudanças nas estratégias de comunicação.

Partilhamos, abaixo, 6 grandes tendências de Comunicação que as organizações devem analisar e considerar ao delinear as suas estratégias para 2022.

  1. Marketing de Conteúdo
  2. Conteúdos de Vídeo
  3. A importância de interpretar os Dados para criar conteúdo
  4. Marketing de Influência
  5. Social Selling – Vendas diretas através das Redes sociais
  6. Metaverso

 

1. Marketing de Conteúdo:

Desde sempre que a criação de conteúdo foi uma importante estratégia de comunicação, uma vez que os Clientes / Consumidores ainda são movidos pela procura do melhor conteúdo, apesar da pandemia e da rápida evolução da tecnologia estarem a mudar a forma como o mesmo é entregue. Se há uns anos, criar apenas vídeos e conteúdo visual era o suficiente para que a marca conseguisse envolver um cliente, atualmente, já não o é. Cada vez mais, as organizações são forçadas a procurar novos formatos e canais para se destacarem.

Desta forma, é essencial que utilizem o conteúdo enquanto ferramenta fundamental para captar a atenção e fomentar o engagement do consumidor no digital, desenvolvendo estratégias sólidas e eficazes, que englobem variados formatos, uma vez que os motores de pesquisa valorizam a qualidade desse conteúdo. Assim, os tradicionais posts de blog, publicações no Social Media, Vídeos, Infográficos, E-Books, bem como as iniciativas de Branded content, que têm tido um crescimento bastante considerável, devem ser informativos, demonstrar qualidade, clareza e transparecer credibilidade para que a sua empresa comece a percecionada como uma entidade com autoridade.

Apesar de não ser novo, o conceito de storytelling manter-se-á, mas adaptado aos novos formatos. Continua a ser imprescindível criar conteúdos que fomentem a emoção e que permitam criar laços mais estreitos com a audiência, pois conteúdo relevante desperta o interesse do público, gera partilhas nas redes sociais e permite a captação de leads, para além de impulsionar a estratégia de SEO.

Contudo, é fundamental que ao definir-se esta estratégia, a mesma seja pensada de forma omnicanal, no qual devem ser utilizados diferentes canais de comunicação, quer online quer offline, assim como deve ser assegurado que está otimizada para todos os tipos de pesquisa: desde o tradicional motor de pesquisa aos smart speakers ativados por voz, de modo a assegurar uma experiência ao cliente integrada e fluida.

Mas, para tal, tornou-se igualmente urgente que as empresas trabalhem no alinhamento entre as diferentes áreas da comunicação, desde as Relações Públicas, ao Marketing, passando pelas Vendas e pelo Digital, entre outros, pois será fundamental para maximizar o impacto e medir os resultados dos projetos e campanhas.

A importância do Branded Content

No último ano temos vindo a assistir a um maior crescimento do Branded Contentações com media de forma paga, e das iniciativas a ele associadas, uma vez que as empresas através destas ações podem   direcionar suas mensagens para os principais públicos com maior precisão.

(O Branded Content como ferramenta integrada nas estratégias de comunicação)

Marketing de conteúdo tendencias de comunicação bloomcast

 

2. Conteúdos de Vídeo:

O conteúdo efémero continua a crescer exponencialmente. Do  TikTok, passando pelos Reels e pelas lives, o vídeo ganhou relevância durante a pandemia, levando a que muitas marcas e criadores de conteúdos tenham passado a olhar para estas funcionalidades com outros olhos.

Os vídeos menores tendem a ter melhor desempenho na web, pois os consumidores querem obter informações de forma rápida e fáceis de consumir e, neste contexto, os vídeos curtos e acessíveis por apenas 24 horas preenchem todas essas exigências e, por isso é mais fácil para as empresas conseguirem um maior engagement, por parte dos seus seguidores. De acordo com a HubSpot, os vídeos com menos de 90 segundos de duração possuem uma taxa de retenção de 57%, ao passo que aqueles acima de 30 minutos, apenas 10%. Além disso, os utilizadores valorizam os que são rápidos e de fácil carregamento, principalmente nas redes sociais.

Em 2022, este tipo de conteúdo continuará a ganhar relevo, uma vez que é fácil de criar, devido à sua natureza mais casual e informal, assim como as transmissões ao vivo por meio das redes sociais continuarão em foco, dado que as pessoas começaram a privilegiar este formato e as empresas já se começam a adaptar. Segundo o HubSpot, os chamados short-form videos vão continuar a marcar as estratégias de marketing digital no próximo ano: 51% dos marketeers que já os incluem na sua estratégia vão reforçar essa aposta no próximo ano e 30% pretendem mesmo investir mais neste formato do que em qualquer outra estratégia de redes sociais.

Neste artigo, detalhamos como é que os vídeos serão uma das grandes tendências de comunicação para 2022.

 

conteúdos de vídeo tendencias de comunicação bloomcast

 

3. A importância de interpretar os Dados para criar conteúdo

É cada vez mais é fundamental olhar para os dados, antes de se tomar qualquer decisão e no marketing de conteúdo não será diferente. O desafio aqui surge na necessidade de incorporar os dados à produção de conteúdos, de forma a que estes sejam mais informativos e relevantes. Mas, para tal, é essencial colocar de lado a Era da produção frenética de posts, artigos, ebooks, entre outros conteúdos, superficiais e sem relevância.

Se antes quantos mais conteúdos fossem criados, mais visibilidade era gerada para as empresas, sobretudo, para as pesquisas orgânicas do google, hoje, é necessário reduzir o ritmo de produção e focar na qualidade, ou seja, olhar para os dados e criar conteúdos com informação útil e relevante para o nosso público-alvo.

De acordo com o Content Marketing Institute (CMI), 74% das empresas B2B, atribuíram o sucesso da sua estratégia de marketing de conteúdo ao valor que este oferece aos consumidores, porque tanto as pessoas como o Google gostam de textos confiáveis, que trazem informações corretas e atualizadas e que se baseiam na realidade que os dados revelam. Por isso, a etapa de pesquisa e planeamento dos conteúdos vai ganhar ainda mais importância no próximo ano.

Desta forma, a comunicação deverá ser data-driven, uma vez que esta tendência não diz respeito apenas ao marketing ou ao SEO, mas sim, a todas as áreas da comunicação, que só beneficiarão se tiverem em conta os dados e as métricas.

dados para conteúdo tendencias de comunicação bloomcast

 

4. Marketing de Influência

Embora esta tendência de comunicação não seja nova, continua a ser das mais recentes e das que mais procura tem tido. Por norma, os influencers são acompanhados por milhões de pessoas, prontas para consumir o que eles divulgam. Mas, se antes os macroinfluenciadores eram a escolha mais segura para as marcas, atualmente, os microinfluenciadores, que têm entre 5000 a 20 000 seguidores, começaram a ganhar cada vez mais espaço. Estes têm um papel mais relevante junto dos seus seguidores e até uma taxa de engagement superior aos influenciadores com milhões de seguidores, devido à sua perceção de autenticidade.

De acordo com dados divulgados pelo Instagram, 87% dos utilizadores inspiram-se em um influenciador antes de efetuar uma compra. Perante este contexto, as empresas estão cada vez mais a investir em influenciadores de nicho de forma a comunicar os seus conteúdos o mais ajustados possíveis aos interesses dos seus consumidores, uma vez que as campanhas realizadas por estes fornecem contexto e relevância para as marcas. O que se torna uma vantagem, dado que um grupo de micro-influenciadores, com públicos pequenos, mas altamente convertidos, pode ser um investimento mais sensato, do que a parceria com um único macroinfluenciador e mais caro.

Neste sentido, também a personalização e a melhoria da experiência ao Consumidor tem sido uma tendência crescente, sendo que, de acordo com o relatório da Hubspot , 71% dos consumidores são mais propensos a fazer compras com base em referências de redes sociais. Pois, os consumidores estão profundamente envolvidos com os influenciadores que seguem.

É, neste sentido, que o Marketing de influência está em plena expansão e cada vez mais são os profissionais de marketing que reconhecem as suas mais-valias, dado que, através dele, é possível aumentar o reconhecimento da marca, criar uma conexão mais profunda com os principais públicos e amplificar a confiabilidade desta. Assim, estes utilizarão micro-influenciadores com seguidores ativos em nichos de mercado para alcançar altos níveis de engagement. Embora o conteúdo de um influenciador deva ser relacionável e autêntico, é mais importante que este se alinhe com os valores de uma organização para ser mais eficaz. Por exemplo, para além de dicas de moda, novas receitas, decoração, os consumidores querem também saber quais são as causas pelas quais os seus influenciadores preferidos são movidos e as suas preocupações, o que significa que as empresas devem ser criteriosas na identificação dos influenciadores para representar a sua marca, analisando o seu alcance, gostos e de que modo interagem com seus seguidores, para garantir que fazem a escolha correta.

Segundo o Think With Google, para 64% dos jovens entre 16 e 24 anos, a publicidade tradicional já não impacta, pois, a autenticidade é a melhor forma de envolver a geração Z com as marcas.  Exemplo disso, é o crescimento do TikTok e o interesse pela presença de marcas, que veem nos influenciadores e na capacidade da aplicação em conduzir a sua comunicação para um público que quer algo cada vez mais próximo do real.

Assim, aliar o melhor canal ao influenciador mais adequado pode ser a receita para as empresas serem percecionadas com maior empatia pelo público, aumentando, consequentemente, o consumo de seus produtos ou serviços e, logo, os seus resultados.

 

5. Social Selling – Vendas diretas através das Redes sociais

Nestes últimos dois anos, o e-commerce atingiu o seu auge, algo que se prolongará em 2022. As vendas através de plataformas como o Facebook, o Instagram e o Pinterest cresceram exponencialmente e ganharam bastante relevo, representando assim uma mais-valia para as empresas. Exemplo disso é a criação do Instagram Shopping, do Instagram Shoppable Stories ou a chegada dos pagamentos via WhatsApp que vieram demonstrar que as redes sociais estão cada vez mais integradas no e-commerce. Desta forma, espera-se que, em 2022, o Instagram disponibilize, globalmente, o Instagram Checkout, permitindo que os utilizadores possam fazer compras sem necessitarem de sair da plataforma.

De acordo com um estudo da Hootsuite e da We Are Social, as novas gerações, entre os 16 e os 24, já estão a utilizar mais as redes sociais (53.2%) do que os motores de pesquisa (51.3%) para procurar informações sobre as marcas. Assim, esta é uma das formas das mesmas se reaproximarem dos seus consumidores, sendo que, atualmente, está a tornar-se numa fonte de retalho mainstream, igualmente importante a websites e lojas físicas, como explicamos neste artigo.

Posto isto, torna-se essencial que empresas dominem e invistam neste tipo de plataformas, de forma a garantir ótimas experiências aos consumidores, nos diferentes canais, desde as lojas físicas às virtuais e redes sociais, que se têm afirmado como peças fundamentais para reforçar a voz das marcas e gerar conversões.

(Tudo o que precisa de saber sobre Estratégias de Social Media ou quais as Tendências para 2022)

 Social Selling tendencias de comunicação bloomcast

 

6. Metaverso

Embora este conceito não seja novo — nem na teoria, nem na prática —, esta será uma das grandes tendências para 2022, se assim o pudermos chamar. Foi Mark Zuckerberg quem o colocou nas “bocas” do mundo, ao anunciar, em outubro de 2021, que a sua empresa passaria a ter um novo nome: Meta, em alusão ao metaverso, ou seja, a nova realidade que ele quer construir. Desde então muito se tem debatido sobre o que é esta plataforma e qual o impacto que irá ter no mundo.

O metaverso representa um mundo digital cheio de possibilidades focado em experiências virtuais onde o utilizador poderá realizar tudo o que imaginar, desde trabalhar, comprar, jogar, entre muitas outras coisas, através da utilização de tecnologias como realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial, criptomoedas, entre outras…

Desta forma, este será um dos grandes temas em evidência no marketing em 2022, pois o que se espera agora é que as marcas invistam e explorem cada vez mais este universo para alcançar novos públicos e fidelizar os heavy users da internet.

Metaverso tendencias de comunicação bloomcast

 

Todos os anos, ou no final ou no início, fazemos previsões de quais serão as grandes buzzwords ou tendências de comunicação para aquele ano. No entanto, se há algo que os últimos dois anos nos mostraram é que tudo pode acontecer e ninguém é capaz de prever exatamente o que acontecerá.

Este ano, certamente, novos desafios chegarão, mas se tivermos a capacidade de apontar um caminho, com base numa estratégia e executarmos com foco no cliente, conseguiremos obter resultados inacreditáveis!

 

Para saber mais à cerca de como implementar uma estratégia de comunicação, entre em contacto connosco!

 

Curioso para descobrir quais as tendências de Redes Sociais para 2022? Podem encontrar aqui  ou aqui, para encontrar outros artigos.

5 tendências para Redes Sociais em 2022

Tendências de social media 2022

Depois de tempos conturbados, em que muitas marcas e empresas tiveram que atuar taticamente de modo a sobreviver, 2022 é o ano de retomar o pensamento estratégico e inovar na estratégia digital – considerando a criação de comunidades online resilientes e conectadas, servindo-se do potencial infinito do comércio social e aproveitando as possibilidades criadas pelas redes sociais para reforçar a maior proximidade com o cliente.

Tendo em conta a importância das redes sociais nas vidas dos consumidores, os marketeers e as empresas dirigem-se naturalmente para as mesmas, na esperança de se conectar com o seu público-alvo. No entanto existe uma grande quantidade de conteúdo nas redes sociais, e a competição pela atenção dos consumidores e clientes é elevada.

Pode ser desafiante destacar-se num meio tão saturado, a menos que, por detrás dessa presença, exista uma estratégia de social media marketing associada. Para isto, estar constantemente a par das tendências nas redes sociais, pode ajudar a conferir um maior impulso à estratégia criada, e permitir-lhe destacar do resto da concorrência.

Desta forma, partilhamos, abaixo, cinco tendências para Redes Sociais que deve ter em conta ao planear a sua estratégia para este novo ano.

  1. O ano do TikTok
  2. A eficácia de paid social
  3. Redes sociais e o comércio online pós-pandémico
  4. A comunidade torna-se mais importante
  5. O User-Generated Content é a chave

 

  1. O ano do TikTok

Apesar do Instagram continuar a ser uma das redes sociais mais utilizada, é impossível negar que a popularidade do TikTok tem aumentado a olhos vistos.

Em setembro de 2021, atingiu 1 mil milhão de utilizadores ativos, e com 35% da sua audiência entre as idades de 19 e 29, e 28% até aos 18 anos, torna-a numa das principais plataformas que as marcas e empresas B2B e B2C podem utilizar para atingir Millennials e a geração Z.

Adicionalmente, durante os últimos dois anos, a plataforma tem lançado um grande número de ferramentas úteis para empresas, como perfis de business e a implementação de anúncios. Neste sentido, esta rede social tem-se desenvolvido, para além de uma plataforma utilizada apenas por criadores de conteúdos, para mostrar vídeos de desafios de dança. Em 2021, segundo dados dos Hootsuite, os utilizadores da aplicação passaram 13.3 horas por mês na rede social, o que demonstra o nível de engagement que os mesmos têm.

  1. A eficácia de paid social

Uma das estratégias mais eficazes para chegar a novos públicos e fidelizar antigos continua a passar por campanhas pagas em redes sociais. Apesar desta prática ter evoluído ao longo dos anos, é esperado que em 2022 seja uma grande aposta e neste sentido, mais de metade dos marketeers planeia aumentar os gastos de redes sociais em 2022.

As plataformas sociais consideradas mais eficazes para atingir os objetivos de negócio continuam a ser o Facebook, Instagram, Youtube e LinkedIn, mas considerando algumas mudanças no setor, como por exemplo os planos que a Apple tem para bloquear o impacto dos anúncios sobre um segmento significativo dos seus utilizadores, é muito importante que as marcas comecem a olhar para paid social em novas plataformas.

Desta forma, os maiores crescimentos de paid social para 2022 prevêem-se no TikTok, Pinterest e Snapchat. Mas, qual a estratégia por detrás deste crescimento? A verdade é que por serem redes que ainda não foram consideradas uma prioridade, mudar os recursos para as mesmas poderá causar maior impacto nos públicos-alvo.

Além do TikTok, é importante notar que, segundo dados partilhados pelo Pinterest Business, os anúncios na sua plataforma podem gerar duplo retorno para marcas de retalho – em comparação com outros canais de redes sociais.

 Tendências de redes sociais

  1. Redes sociais e o comércio online pós-pandémico

Antes da pandemia, o comércio através das redes sociais era uma nova oportunidade para as empresas mais inovadoras experimentarem e ganharem uma vantagem competitiva. No entanto, esta situação tem vindo a alterar-se no seguimento da mudança de hábitos de consumo que temos vindo a assistir. Os compradores estão a utilizar as redes sociais para procurar, pesquisar e avaliar as marcas das quais compram, fazendo as redes sociais o segundo canal mais importante para fazer pesquisa online, a seguir aos motores de busca.

Recentemente, de acordo com estatísticas do Shopify, 84% dos consumidores passaram a fazer compras online e por isso, é importante que as empresas estejam atentas. As compras nas redes sociais já não são apenas desencadeadas pelos botões “comprar agora” – mas sim em pequenas ações que têm impacto em todas as fases da jornada do consumidor.

Neste seguimento, é uma enorme oportunidade para as empresas se reinventarem e repensarem a forma como os consumidores experienciam as suas marcas.

(Tudo o que precisa de saber sobre Estratégias de Social Media)

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  1. A comunidade torna-se mais importante

Este ano, é esperado que se continue a dar prioridade à criação de comunidade nas redes sociais, e que as empresas estejam mais conscientes daquilo que lá publicam e do valor que o conteúdo acrescenta. Atualmente, o público percebe quando a marca está a ser genuína, e com o algoritmo ou não, a intenção por detrás das publicações conta.

Se anteriormente os principais objetivos da maior parte dos marketeers para as redes sociais eram impulsionar vendas e divulgar produtos, em 2022 será atingir novas audiências, cultivar relações com os clientes e melhorar o apoio ao cliente.

Este último, através das redes sociais, permite aumentar a aquisição de clientes, pois constrói brand awareness e motiva novas aquisições. É importante que as empresas percebam que isto informa os clientes de que os podemos auxiliar mais rapidamente e de maneira mais eficaz.

Tendências de redes sociais bloomcast

  1. O User-Generated Content é a chave

 Aliando-se ao comércio nas redes sociais, a tendência de conteúdo gerado pelos utilizadores impulsionará o crescimento das empresas nestes canais.

Uma das maiores e melhores oportunidades de ter novas ideias vem dos próprios consumidores. O user-generated content (UGC) ou conteúdo gerado pelos consumidores nas redes sociais tem crescido exponencialmente como uma forma natural e envolvente de motivar engagement.

Os consumidores consideram que este tipo de conteúdo é 2.4 vezes mais autêntico do que o conteúdo criado pela própria marca, o que poderá ser utilizado para cultivar relações mais profundas.

À semelhança do que acontece com os influencers, as marcas rapidamente compreenderam que mais facilmente chegariam aos seus consumidores criando empatia e personificando a comunicação. Neste sentido, outro dado importante prende-se com o poder das recomendações: 92% dos consumidores confia em recomendações de outros consumidores acima de qualquer outra fonte.

 

Este são alguns pontos fundamentais que devem constar numa estratégia de redes sociais para 2022. É importante que as empresas prestem especial atenção ao crescimento de redes sociais menos utilizadas e que se aposte monetariamente na mesmas – tanto no comércio social como em anúncios. Mas acima de tudo é importante recordar que as redes sociais são um meio dinâmico e competitivo, pelo que o que funcionou antes não garante os mesmos resultados agora. Por isso, o mais importante é testar, testar novamente e otimizar, já que as métricas irão indicar qual o melhor caminho a seguir.

 

Para saber mais acerca de como criar uma estratégia de redes sociais em 2022 consulte o nosso Social Media Guidebook, parte dos BloomCast Content Series, ou entre em contacto connosco.

 

Curioso para descobrir outras tendências de comunicação para 2022? Podem encontrar aqui  ou aqui, para encontrar outros artigos.

EBOOK: Tudo o que precisa de saber sobre estratégias de Social Media

Ebook Social Media Guide

A evolução do Social Media (Ebook) alterou significativamente a forma como comunicamos e interagimos uns com os outros, tanto em formato presencial como online. É difícil imaginar, que há dez anos, os SMS, os e-mails ou simplesmente a comunicação face-to-face eram as principais formas de comunicação interpessoal. Da mesma forma, as empresas não utilizavam as redes sociais/ websites para posicionar as suas marcas ou até mesmo para tentar vender os seus produtos. Neste sentido, e em pouco mais de 10 anos, estamos perante duas realidades totalmente distintas.

Em menos de uma década, o número de utilizadores de redes sociais triplicou. Segundo dados da empresa de pesquisas Statista, em 2010, menos de um bilhão de pessoas em todo o mundo estavam inscritas em aplicações online. Em 2020, este número saltou para 3,6 mil milhões de utilizadores e a projeção para 2025 é de 4,41 mil milhões. O Centro de Investigação Pew destaque ainda que utilizadores das redes sociais tendem a ser cada vez mais jovens. Quase 90% das pessoas entre os 18 e os 29 anos de idade utilizam pelo menos uma rede social e, para além disso, tendem a ser mais instruídos e com uma maior capacidade económica.

O que saber sobre Social Media

Mas o que é realmente o Social Media?

De acordo com o Cambridge Dictionary, Social Media define-se como programas de computador e websites que permitem às pessoas comunicar e partilhar informações na Internet utilizando um computador ou um telemóvel.

Se há 5 anos atrás os utilizadores acediam ao Social Media através de um website do computador, atualmente, descarregam uma aplicação para o tablet ou smartphone e têm um acesso muito mais direto.

O objetivo original do Social Media passava essencialmente pela forma mais próxima de interagir com amigos e familiares, mas com o passar dos anos as empresas também começaram a tirar partido deste método de comunicação disruptivo para chegar a diferentes públicos. O poder do Social Media passa então pela capacidade de ligar e partilhar informação relevante com qualquer pessoa no planeta.

Sabia que…

  • O objetivo do Social Media pode também passar por posicionar e consolidar uma marca, a nível digital, junto de um público que procura informação relevante sobre o negócio da mesma, como é o caso dos clientes, futuros clientes, colaboradores, futuros colaboradores e indivíduos em geral;
  • As redes sociais podem ser visitas como uma espécie de vitrine para as empresas, na medida em que permitem mostrar a visão do negócio aos públicos;
  • Quando fazemos uma publicação nas redes sociais, é possível segmentar os posts de acordo com as características da audiência, direcionando os esforços para aquelas parcelas do público que possuem mais afinidade com sua solução.
  • No que diz respeito ao Linkedin, segundo as estatísticas recolhidas pela plataforma Sprout Social, esta é a melhor plataforma de geração de leads e aquisição de clientes, sendo 277% mais eficaz do que o Facebook.

 Vantagens e Desvantagens do Social Media

Vantagens

  1. Consciência da Marca

O desenvolvimento de conteúdo convincente coerente e relevante pode atrair a atenção de potenciais clientes e visibilidade da marca;

  1. Reputação da Marca

Através do Social Media, uma organização pode responder aos desenvolvimentos da indústria de forma instantânea, apresentando-se como líder na sua área. Isto pode melhorar a forma como o seu negócio é visto pelo público.

  1. Rentável

Pode ser muito mais barato do que a publicidade tradicional e as atividades promocionais. Se optar por investir em publicidade paga, pode gastar tanto quanto o seu orçamento o permita.

  1. Interação com o cliente

Pode prestar um melhor serviço ao cliente, na medida em que é possível responder eficaz e instantaneamente ao feedback. Ou seja, a interação com o cliente é bastante próxima. O feedback, por sua vez, se for positivo pode ser um facto de persuasão para outros potenciais clientes. Já quando o feedback é negativo, devemos olhar para o mesmo como “de que forma podemos melhorar”.

 Público-alvo

Os clientes podem encontrar a organização através das plataformas de Social Media que mais utilizam. A organização, por sua vez, pode optar por manter uma presença em determinadas plataformas que estejam de acordo com o seu público-alvo. Por exemplo, se o público-alvo são os jovens, podemos alcançá-los através do Instagram; se o público-alvo são clientes empresariais, o LinkedIn pode ser o melhor canal.

Desvantagens

  1. Recursos

A organização deverá associar recursos à gestão da sua presença nas redes sociais, respondendo ao feedback do público e produzindo novos conteúdos. Isto pode-se traduzir na contratação e formação de pessoal, no investimento em publicidade paga e na criação de conteúdos de vídeo ou imagem.

  1. Avaliação

Pode ser bastante difícil para uma organização medir e atribuir um valor monetário à notoriedade e reputação da marca que o Social Media pode trazer à mesma. É difícil saber de que forma as redes sociais afetam o negócio.

Como desenvolver uma comunicação coerente:

a importância do Social Media

Para se desenvolver uma comunicação coerente nas nossas redes sociais é imperativo a definição dos seguintes pontos:

  • Tom de Comunicação;
  • Pontuação e Formatação;
  • Terminologias;
  • Links;
  • Hashtags;
  • Emojis;
  • Identificações;

Ferramentas a utilizar:

De modo a criar e organizar os conteúdos mais facilmente, existe um conjunto de ferramentas que podem ser utilizadas para estruturar o que realmente quer comunicar nas suas plataformas digitais, assim como priorizá-las.

  1. Análise de mercado

Antes de se começar a desenvolver e a publicar conteúdos, é fundamental que se elabore uma análise de mercado, de forma a perceber se o conteúdo produzido e o que está a pensar produzir é do interesse dos seus públicos-alvo e por isto, a avaliação do que estes procuram é crucial. Desta forma, várias são as ferramentas de análise de mercado que podem ser interessantes para compreender, em maior profundidade, as tendências de pesquisa e de consumo de informação.

  1. Gestão de Redes Sociais

As ferramentas de gestão de redes sociais permitem que não seja necessária a publicação de conteúdos diretamente nas plataformas. Existem ferramentas muito eficazes que ajudam no agendamento de publicações, vídeos ou até stories, e podem até sugerir horários e dias ideais para publicação, das quais podemos destacar as ferramentas de publicação para o Facebook e o estúdio de criação para o Instagram. Agendar publicações não danifica o seu alcance orgânico, até pelo contrário, poderá mesmo potenciá-lo.

  1. Analytics para redes sociais

O terceiro ponto, mas igualmente importante, são as ferramentas de análise de dados para as redes sociais. Este tipo de ferramentas é essencial, uma vez que permite às empresas extrair informações e insights sobre como o público-alvo percebe ou interpreta a sua marca, quais são os produtos ou serviços que mais aprecia e possibilita também desenvolver uma análise comparativa com os seus concorrentes.

No Ebook, partilhamos algumas das ferramentas que poderão ser utilizadas para desenvolver uma análise de dados de forma eficiente.

 

Social Media Guideque faz parte dos BloomCast Content Seriesé um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada no Social Media da empresa. Nele poderão encontrar as melhores práticas para gestão das várias contas de Social Media, bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação ao formato de cada uma.

 

Faça o download aqui!

 

Pode ver outros Ebooks aqui.

5 Tendências para a Indústria do Podcast

Podcast tendências 2022

A palavra Podcast é formada pela junção das palavras iPod (dispositivo da marca registada da Apple Inc. da famosa linha de media players portáteis) e broadcast (transmissão), sendo que a sua utilização, associada ao conteúdo que todos conhecemos, surgiu em 2004 pelas mãos do jornalista Bem Hammersley, quando este utilizou a palavra pela primeira vez num artigo do The Guardian.

Para qualquer um de nós, no início de 2019, a palavra podcast podia estar associada a uma nova vaga de ferramentas disruptivas de comunicação. A verdade, é que após todos os acontecimentos do último ano e meio, o podcast tornou-se num conceito bastante usual do nosso quotidiano quer em termos profissionais, quer pessoais.

No entanto, este não é mais um artigo que pretende abordar a definição do conceito podcast ou a origem do mesmo, antes pelo contrário Pretendemos dar a conhecer aquilo que será o futuro desta indústria em crescimento e proliferação.

Neste sentido, identificamos 5 tendências que podem ser vistas como mais valias para os profissionais e estudantes do mundo da comunicação que pretendam saber mais relativamente à indústria dos podcasts:

1. Mais competição nas plataformas de Podcast

Durante muitos anos, o Spotify e a Apple disputaram ombro a ombro pelo primeiro lugar na indústria dpodcast. Os dados mais recentes do The Podcast Host mostram que 46% das pessoas dos 12 aos 34 anos ouve Spotify todos os meses do ano, embora apenas 20% da mesma população ouve Apple Music. A verdade é que nenhuma destas grandes plataformas será abandonada em 2022. Enquanto que o Spotify procura conquistar os corações da Geração Z e da Geração Y, as plataformas rivais continuarão a lançar mais conteúdo de áudio e encontrar novas maneiras de inovar e atrair diferentes públicos.

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2. Experiência do utilizador orientado por dados

Na indústria do podcast, o marketing orientado por dados é visto pelos produtores como o caminho para o ouro, na medida em que podem aproveitar os insights para obter uma compreensão mais profunda e conhecimento dos seus públicos.

 

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3. Mais eventos de podcasting e transmissão ao vivo

Em 2020, os eventos de podcast tornaram-se mais populares em todos os ramos da sociedade. Estes programas ao vivo reúnem público, anfitriões e profissionais de marketing, com o intuito de ajudar os podcasters a estabelecer conexões, enquanto o setor desfruta de um período de crescimento. Estes eventos de networking proporcionam aos criadores de conteúdo a oportunidade de conhecer alguns oradores influentes, outros anfitriões de podcasts e marcas de nicho.

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4. Conteúdo de podcast de melhor qualidade

Com a forte evolução tecnológica dos últimos anos, indústria do podcast tem vindo a apresentar conteúdo de qualidade superior ao que era desenvolvido há 5 anos atrás. Este formato, por sua vez, tende em atrair um tipo diferente de público: subscritores graduados, profissionais da área e empresários de sucesso.

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5. Os subscritores tornar-se-ão mais tolerantes aos anúncios

No ano passado, registou-se um aumento de 41% na utilização de softwares de bloqueio de anúncios entre a Geração Z e a Geração Y. No entanto, apesar de as pessoas parecem menos tolerantes com a interrupção do conteúdo devido a anúncios publicitários, os subscritores de podcasts estão, na verdade, mais abertos à publicidade. Embora os anúncios possam dificultar a experiência do utilizador, há menos anúncios nos podcasts do que no rádio ou na televisão. Para muitos, estes são a força vital que permite que o programa continue, e muitos são os públicos que olham para os anúncios como parte integrante da experiência do podcast.

Em suma, podemos afirmar que os podcasts são uma ferramenta de comunicação que vieram efetivamente para ficar. Revolucionaram a comunicação e encontraram o seu espaço no ecossistema organizacional. Atualmente, estão a ganhar, cada vez mais, adeptos fiéis, quer pela grande diversidade dos temas existentes, como na possibilidade de escolha dos interlocutores, tempos de áudio e uma total personalização dos episódios.

 

Pretende mais informações sobre as melhores práticas para criação de um podcast? Aqui, pode encontrar o Podcasts Guidebookque faz parte dos BloomCast Content Seriesé um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de podcasts.

Para ler outros artigos sobre o mundo da comunicação e quais as boas práticas que deve implementar, consulte aqui.

BloomCast trabalha comunicação da Unipartner

BloomCast escolhida por Unipartner

A BloomCast Consulting foi a agência escolhida pela empresa tecnológica Unipartner para assegurar os seus serviços de assessoria mediática, tendo como objectivo reforçar a visibilidade e a notoriedade da Unipartner “enquanto player de referência no mercado das tecnologias de informação”.

Nas palavras de Rodolfo Oliveira, managing partner da BloomCast Consulting, “a nossa aposta é sempre num trabalho próximo e cuidado com todos os nossos clientes. Acima de tudo, é nosso objectivo assegurar a inovação nas propostas apresentadas e a rápida entrega de soluções personalizadas para os desafios de negócio dos nossos clientes”, pode ler-se em comunicado.

 

Mais informações aqui .

In Meios e Publicidade.

 

Pode ler, aqui, outras notícias da BloomCast.

Há um novo podcast com dicas sobre Marketing e Comunicação

Bloom(Pod)Cast bloomcast marketeer

A Bloomcast Consulting tem um novo projecto digital que visa ser um espaço de partilha sobre comunicação, marketing e marcas. Através do Bloom(Pod)Cast – que, tal como o nome indica, chega em forma de podcast –, a agência promete partilhar dicas e conteúdos que possam ajudar marcas e negócios a potenciarem a sua comunicação.

Numa primeira fase, o Bloom(Pod)Cast irá focar as suas atenções na relação entre gestão, marketing, comunicação e inovação para mostrar como, em conjunto, podem ser uma alavanca em direcção a resultados mais positivos.

Rodolfo Oliveira, managing partner da Bloomcast Consulting, estará ao leme de cada episódio, guiando a conversa com profissionais convidados a dar a conhecer a respectiva experiência. Todos os meses, será divulgado um novo episódio.

«Os formatos de futuro conjugam a comodidade no acesso com a flexibilidade e diversidade dos conteúdos. Os podcasts, não sendo um fenómeno novo, conjugam estes aspectos de forma perfeita, algo a que grande parte dos meios de referência já aderiu também», explica Rodolfo Oliveira.

Em comunicado, o responsável explica que, para enriquecer a experiência, o podcast conta ainda com o vídeo como complemento. Todos os episódios poderão ser encontrados no site da agência, mas também no Spotify, SoundCloud, Google Podcasts e YouTube.

Pedro Janela, CEO do WyGroup, é o convidado do primeiro episódio e o tema escolhido para o arranque do projecto é “Comunicar marcas num mundo híbrido”

Pode ler a notícia no site da Marketeer, versão online.

 

Saiba mais sobre a BloomCast Consulting aqui e ouça o nosso primeiro episódio aqui.

Entrevista Marketeer: «O que fica, no final de tudo isto, é o nosso insaciável apetite por tudo o que é novo»

marketeer rodolfo oliveira bloomcast consulting
Que impacto teve, ou está a ter, a pandemia de Covid-19 na comunicação? À semelhança das restantes áreas da sociedade, a digitalização estará entre as principais consequências da crise sanitária em virtude da necessidade de distanciamento e confinamento. E, assim sendo, neste contexto, que papel podem ter as agências na construção de novas estratégias para as marcas?

Rodolfo Oliveira, managing partner da Bloomcast Consulting, considera que «o digital criou um novo desafio às empresas que, na sua grande maioria, ou abraçam o desafio de comunicar mais e melhor, dando-lhes mais visibilidade e notoriedade, ou soçobram na miríade de ofertas e de presenças digitais da sua concorrência». A agência de comunicação poderá contribuir para garantir que cada organização tira o melhor partido possível das ferramentas à disposição, com o máximo de eficácia e coerência nas abordagens.

Em entrevista à Marketeer, o responsável sublinha ainda que «o que fica seguramente, no final de tudo isto, é o nosso insaciável apetite por tudo o que é novo, que nos permite ligar-nos uns aos outros». Segundo Rodolfo Oliveira, não será possível garantir já se as novas formas de comunicação – como webinares ou transmissões em directo – chegaram para ficar, mas é claro que a tecnologia continuará a ser um elemento fundamental.

Acompanhe a entrevista na íntegra:

A pandemia veio acelerar a digitalização dos negócios. Quais são as ferramentas ou áreas digitais em que as empresas portuguesas mais estão a apostar?

A digitalização dos negócios é uma tendência global, a que as empresas nacionais não podem estar alheias. Uma vez que muitas empresas ainda não têm uma presença online que lhes proporcione a notoriedade e visibilidade que necessitam para este novo mundo em que vivemos, a criação ou renovação da presença online com um site que seja moderno e facilmente lido em qualquer dispositivo, com uma adequada e regular gestão de SEO, etc., será seguramente uma primeira área prioritária. Essa presença não se irá circunscrever ao estabelecimento de um site com as características referidas, mas também à criação de canais de atendimento e gestão da interacção, seja com operadores humanos ou electrónicos e a incorporação de funcionalidades de comércio electrónico.

O outro pilar essencial passa pela criação de conteúdos diversificados e actuais, que incorporem imagens, vídeo, áudio e texto de forma a proporcionar informações úteis e assegurar a recorrência na visita ao site. E que implica um conhecimento e identificação dos perfis dos clientes, que torne possível a adequação da comunicação para que seja útil no conteúdo e pertinente no seu timing.

Um outro aspecto essencial passa por assegurar que a experiência proporcionada aos utilizadores é de excelência e coerente, independentemente do ponto de entrada na interacção com as empresas. Do ponto de vista do negócio, e criando novas oportunidades para as organizações que queiram inovar e transformar os seus modelos de negócio, há uma nova realidade em que a capacidade de estabelecer e gerir ligações entre vários interlocutores na cadeia de valor permite criar produtos e serviços diferenciados sem a necessidade de integrar todos os processos, o que proporciona índices de flexibilidade sem paralelo.

Por outro lado, quais são as áreas que ainda faltam explorar ou em que se verificam maiores dificuldades?

A questão da experiência, referida anteriormente, é cada vez mais um tema essencial para as empresas porque, quer seja ao nível das empresas que vendem para outros negócios quer seja nas que falam para consumidores, os canais de comunicação digitais evoluíram de forma acelerada nestes dois anos, amadureceram na sua qualidade e eficiência e forçaram novos hábitos. Será inevitável que, mal seja possível, muitos dos hábitos de trabalho feitos presencialmente regressem, mas seria pouco avisado considerar que iremos regressar à situação anterior.

As mudanças que sentimos neste ano são profundas e irão perdurar, seja nos modelos de trabalho seja nos modelos de negócio. Transversais a todas estas mudanças, as tecnologias de informação são o tecido que as une e que lhes dá sustentação, seja na criação de sites, em soluções de mobilidade, ou na informação do comportamento e preferências dos consumidores. Conforme a conhecida citação de Bill Gates, nós sobrestimamos o impacto de uma mudança a dois anos, mas subestimamos o seu impacto numa década. Aconteceu com a Internet e irá acontecer também agora.

(…)

Entrevista dada por Rodolfo Oliveira, Managing Partner da BloomCast Consulting à Marketeer. 

Pode ler toda a entrevista aqui.

 

E aqui, para outros artigos de Rodolfo Oliveira.

BLOGS: os aliados perfeitos para o crescimento de uma organização

A importância dos Blog loomcast

Blogs, muitas vezes questionamo-nos se ainda serão uma ferramenta estratégica ou se já perderam a sua força. Mas, a verdade é que esta plataforma ainda têm um enorme potencial e é, sem dúvida, uma forma de impulsionar a comunicação das organizações.

A História dos Blogs

Os Blogs são sinónimos de conteúdo e remontam ao início da internet, embora não com o nome que hoje lhe atribuímos, em 1990, já existiam páginas que eram consideradas diários online. O termo Blog só terá surgido em 1997 através da junção das palavras de origem inglesa web (= rede) e log (=registo). Este tipo de diários online começou por ser pequenas partilhas de experiências diárias, com a possibilidade de contribuições dos leitores através de comentários, que, muitas vezes, evoluíam para pequenas discussões sobre a temática em questão.

O uso deste método ganhou muitos seguidores pela facilidade em fazer publicações, sem que fossem necessários conhecimentos aprofundados de programação e, desta forma, os Blogs começaram a ganhar terreno.

Poderemos atribuir o auge da vida dos Blogs aos anos 2000, com a tomada de consciência das empresas e organizações, mudando muitas vezes o seu comportamento e levando-as a procurar opiniões sobre produtos e serviços entre os Bloggers. Esta maior procura fez com que os Blog começassem a ganhar o seu espaço, não só nas marcas como também nos negócios e sendo procurados como uma importante ferramenta de Marketing Digital.

Quando devemos escolher os Blogs?

A resposta à presente questão será um pouco mais ampla do que se espera.

Mas, quando é que o BLOG poderá ser usado como meio de comunicação? A resposta é clara e, neste sentido, as empresas devem apostar em colocar conteúdo que é relevante ao momento e que tende a permanecer relevante nos próximos anos.

Desta forma, existem várias vantagens em apostar na criação de um Blog para qualquer empresa, nomeadamente:

  • Menos barreiras à comunicação, no aspeto de depender de outros para publicação, edições, etc.
  • Uma forma mais autêntica de desenvolver confiança;
  • Fácil acesso à informação para os editores e alguns media que procuram temas e ângulos de entrevista em Blogs e páginas da internet;
  • Permite contar histórias sobre a marca que de outra forma não seria mais difícil.

Contudo, o Blog é um meio de comunicação, que deverá também ser complementado com as redes sociais, ou seja, devemos utilizar estas plataformas para divulgar os conteúdos criados para o Blog, para, consequentemente, aumentar as visitas dos interessados nas temáticas que são abordadas.

No que diz respeito à questão de quando deverão ser feitas as publicações no Blog, esta resposta necessita de um estudo prévio, ou seja, irá depender de cada relatório e visitas ao site e também da frequência com que é possível publicar novos temas. Porém, não existe uma resposta certa para esta questão, uma vez que é necessário ir ajustando de acordo com o comportamento dos leitores.

Sobre a atualidade dos Blogs, apesar de terem surgido outras redes sociais e terem conquistado enormes audiências, a verdade é que os Blogs nunca deixaram de servir como base de pesquisa e recolha de informação. Os seus seguidores mantêm-se fiéis e, contrariamente, ao que seria de esperar com o aparecimento de outras redes sociais estes têm-se adaptado e vão evoluindo de forma a responder às necessidades e mantendo-se atuais.

A importância da aposta dos Blogs bloomcast

Que boas práticas devem ser implementadas?

Começar um Blog, pode afigurar-se complicado, mas é apenas necessário algum planeamento, muita leitura e pesquisa.

De uma forma prática, partilhamos algumas dicas para iniciar um Blog:

  • Na escrita de um Blog a empatia com o leitor é da maior importância dando a entender que se dirige “diretamente” ao mesmo;
  • Eleger palavras-chave ajuda a organização do artigo, bem como auxilia a que este fique mais bem colocado nos sites, através do SEO – aqui pode encontrar as melhores ferramentas para trabalhar o SEO do seu blog;
  • Opte por apresentar um mini resumo do artigo para que cative de imediato o leitor com o que poderá encontrar;
  • Reveja o seu artigo com muita atenção para que pequenos erros/gralhas não passem, é importante que a reputação do Blog se mantenha e, como tal, é necessário um exercício muito minucioso de leitura e releitura do que se escreve, se possível, peça a um terceiro que leia o seu artigo de forma crítica;
  • Se entender que a temática que pretende abordar necessita de vários ângulos procure referências de fontes de renome e confiáveis para atribuir maior credibilidade e conexão ao seu artigo;
  • Mantenha-se atualizado sobre as principais temáticas que pretende desenvolver para que o artigo perdure o máximo tempo possível atualizado e possa servir de fonte a outros Bloggers e leitores;

Vlog

Por outro lado, existe também outra forma de criar um Blog, mas em formato vídeo, ou seja, o Vlog Este mais recente formato cresceu com o aumento da qualidade dos dispositivos móveis que influenciaram a rapidez e qualidade na produção de vídeos, bem como o aumento das redes sociais e das plataformas que tiverem um grande impacto no crescimento do vídeo como meio de comunicação. E prova disso, de acordo com um estudo:

  • Os vídeos online contribuem com cerca de 50% de todo o trafico dos dispositivos móveis;
  • 78% dos cibernautas assistem a vídeos online todas as semanas;
  • 55% das pessoas veem vídeos online diariamente;
  • O uso da palavra “vídeo” no assunto de e-mail aumenta a taxa de abertura em 19%
  • A média dos utilizadores de internet permanecem 88% mais tempo num site que tenha vídeo do que num que não tenha.

Independentemente do modelo escolhido, o foco na criação e conceção de um Blog ou Vlog passa pelo entusiasmo sobre o que é escrito, pela confiança que se transmite, pelo estilo desenvolvido e diferenciador, tentando ser criativo e diferente dos já existentes, e procurar envolver os seguidores/leitores com os seus conteúdos.

Desta forma, quer seja em formato de Blog ou Vlog é importante que se procure um assunto que demonstre o know how da empresa e que faça sentido a mesma falar sobre ele. Igualmente importante, que responda às reais necessidades do público-alvo que se pretende alcançar, ou seja, todos os conteúdos produzidos devem procurar responder às dúvidas ou interesses do seu público-alvo. A definição deste público é um fator de maior importância uma vez que é dele que um Blog depende para ter sucesso.

Porém, é necessário ter em conta que apesar de um Blog ser atualizado regularmente, sem leitores de nada servirá. Desta forma deverá estudar e conhecer bem o público-alvo e perceber o que este procura saber e se interessa. Alie os seus gostos e conhecimentos ao que pretende desenvolver e aos leitores que pretende alcançar.

Blogs importância bloomcast

Porquê criar um Blog?

Os Blogs são uma excelente ferramenta para aumentar a notoriedade, melhorar o posicionamento da sua marca, manter o seu público-alvo interessado e comprometido, tendo acesso às mais recentes novidades e temas que possam interessar e inclusive vender produtos e serviços.

A produção de conteúdos mantém um negócio ativo, uma vez que a criação e partilha de informações relevantes sobre uma determinada temática poderá contribuir para o aumento de novos visitantes que se poderão converter em futuros clientes.

Consoante o objetivo a atingir, a produção de conteúdos e, neste caso, de um Blog, irá alavancar o alcance destes mesmos propósitos, uma vez que são adaptáveis a qualquer tipo de fim, dependendo apenas do planeamento e da estratégia definida.

Perguntar-se-ão, mas porquê criar um Blog? Quais as verdadeiras vantagens?

De facto, são várias, nomeadamente:

  • A relevância nas buscas: ou seja, ao passo que uma organização produz e publica conteúdos, estes irão influenciar os mecanismos de busca do Google que irão aumentar. Consequentemente, a página principal da organização irá subindo na pesquisa e, como tal, aumentar o número de visitantes, o que terá uma maior probabilidade de gerar leads e quiçá novos clientes.
  • Maior tempo de navegação no site: quanto mais conteúdos existirem numa página, maior será o interesse gerado e consequentemente o tempo que os visitantes permanecem no mesmo. No entanto, é necessário esclarecer que os conteúdos devem estar organizados para que o visitante não se sinta perdido, confuso, ou assoberbado e acabe por abandonar o site. Ou seja, neste caso não se aplica a lei da quantidade em detrimento da qualidade. Só um ou dois artigos bem escritos poderão criar leads, mas será fácil de compreender que com mais conteúdos estas probabilidades aumentam.
  • Alcance e visibilidade: no meio de tanta pesquisa e procura, por vezes, é difícil um destaque da nossa organização e do que queremos dizer aos que nos seguem e interessam pelas nossas temáticas e deste modo, a melhor forma de conseguir esta visibilidade é produzindo conteúdo de qualidade e com frequência para que contribua para que o potencial cliente tenha acesso ao artigo que o vai converter em cliente ou seguidor assíduo.
  • Proximidade com o cliente: um Blog, embora seja um meio de comunicação que não é presencial, contempla um espaço específico para comentários. O facto de os leitores poderem tecer considerações ao que acabaram de ler e receber uma resposta de volta (o que deve ser sempre feito) aproxima e humaniza o artigo, o que permite criar uma “relação de proximidade” com a marca e torna a relação existente entre consumidor e organização mais coesa e impactante.

Como afirmado, estas são apenas algumas das vantagens de criação de um Blog de uma organização em que o intuito final será o aumento do reconhecimento da marca, aumento de visitantes e possíveis futuros clientes. A criação de um Blog passa por mais um método de crescimento de uma organização de uma forma orgânica sem qualquer custo, no entanto, caso exista possibilidade também deverá existir um investimento em promoção dos conteúdos para auxiliar o alcance e relevância nas buscas.

Blogs porque apostar bloomcast

Plataformas para utilizar na criação de Blogs?

Existem diversas plataformas que auxiliam à construção de Blogs, sem ser necessário formação prévia e conhecimentos profundos de programação e edição.

A plataforma mais famosa de Blogs será o WordPress pelas características que detém de fácil utilização, 100% personalizável. No entanto, a escolha no mercado é ampla e deverá existir uma pesquisa anterior à escolha para que esta possa ser a melhor possível.

Outras opções igualmente conhecidas são o Blogger, o Tumblr, o Medium e o Textpattern, entre muitas outras.

O universo de escolhas é vasto e como tal deverá existir uma pesquisa para descobrir qual a que se adapta melhor à sua organização, conhecimentos e necessidades.

Ao longo do artigo facilmente compreendemos que ainda que seja necessário existir uma adaptação dos Blogs, tendo em conta os seus primórdios, estes são os aliados perfeitos para impulsionar o crescimento da comunicação de uma organização.

Porque o objetivo último desta é o seu crescimento e sucesso. O alcance da notoriedade e reconhecimento pelos pares e também da concorrência e, para tal é necessário um trabalho de engagement com o público e posicionamento no mercado. Um Blog não alcançará este fim sozinho, mas em muito contribuirá para este crescimento e alavancar o marketing de uma organização.

 

Para saber mais sobre blogs e outros tipos de conteúdo, consulte o nosso Blog Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de conteúdo. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação dos diversos conteúdos bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação aos diferentes formatos.

Procura mais informação para criar conteúdos que façam sentido para o seu negócio? Contacte-nos e descubra como podemos ajudá-lo a inovar a sua comunicação.

Ebook: O papel do vídeo nas estratégias de comunicação

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O Conteúdo de Vídeo Marketing

O Vídeo (E-book) é uma técnica que permite registar magneticamente ou mecanicamente a imagem e o som num suporte e restituí-los num ecrã em direto ou diferido. Desta forma, a facilidade de produção e edição, aliadas ao aumento da velocidade e de acessos de Internet e à sua cada vez melhor facilidade de interação, originaram o contexto perfeito para que este tenha crescido nos últimos anos.

Atualmente, segundo a pesquisa The State of Video Marketing 2020, as pessoas consomem, em média, 2,5 horas de vídeos online todos os dias (e em 2018, consumiam 1,5 horas diárias). Isto perfaz assim mais de mil milhões de horas de vídeo assistidas todos os dias no YouTube. Neste sentido, de acordo com um estudo da Cisco, em 2022, 82% de todo o conteúdo online será vídeo, ou seja, este tipo de conteúdo será um dos com maior engagement, sendo que a tendência será tornar-se num dos vencedores da atenção do público.

Também num contexto empresarial, o vídeo tem, cada vez mais, assumido preponderância. As empresas têm vindo a perceber o quanto esta ferramenta pode ajudar a elevar e a promover ainda mais o seu negócio e tem-na utilizado com cada vez maior veemência. Embora seja já há vários anos que as maiores marcas difundem os seus produtos (ou a si mesmas), através de campanhas publicitárias televisivas, atualmente, são raras aquelas que não usam a partilha de vídeos no online para se promoverem.

De facto, este formato é uma das ferramentas mais versáteis para a estratégia de marketing de qualquer organização. Segundo a Wyzowl, 85% dos negócios utiliza o vídeo como ferramenta de marketing, e 92% dos marketeers afirmam que é uma peça importantíssima na sua estratégia.

O crescimento do vídeo nas redes sociais

Nas redes sociais, a situação não é diferente. Diariamente, o Facebook contabiliza 100 milhões de horas de vídeo assistidas. No Instagram, os Stories, já contam com mais de 500 milhões de espectadores. E até no Twitter estes fazem sucesso, com 82% dos utilizadores a assistir nesta plataforma.

Em 2020, vimos o seu crescimento em várias plataformas, como o Instagram, sob a forma de Reels, Instagram TV e Lives, e o TikTok, que se tornou num fenómeno instantâneo. Foi durante o confinamento que os seus números dispararam: as visualizações de lives no Instagram aumentaram 70% de fevereiro para março e o TikTok ganhou quase 20 milhões de visitantes únicos mensais, o que representa um aumento de 48,3%, entre janeiro e março.

Sejam vídeos de curta duração ou formato longo, a verdade é que este formato é o futuro do conteúdo para redes sociais.

Guidebook Vídeo BloomCast O PAPEL DO VÍDEO NAS ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO

O vídeo como catalisador emocional

Os vídeos são um dos meios de comunicação mais interativo e persuasivo, permitindo uma maior flexibilidade na forma como se informa (storytelling, animações), sendo que este é um formato mais fácil de “digerir”, uma vez que não obriga a quem assiste a processar o excesso de informação textual presente online.

Na era do digital e instantâneo, os consumidores gostam de conteúdo atrativo, agradável e fácil de assimilar e, como tal, estão mais dispostos a assistir a um vídeo do que a consumir outro tipo de conteúdo. E, prova disso, é que 79% dos utilizadores consideram-no como o melhor formato para acompanhar uma marca online, segundo dados do Brightcove.

Do ponto de vista de marketing, por norma, a tomada de decisão, por parte do consumidor, necessita de inputs emocionais e esta plataforma é a mais capaz de despertar emoções seja através de música, voz, imagem ou de comportamento verbal e não verbal.

Como incorporar o vídeo na estratégia da sua empresa?

A aposta segura nos vídeos assenta no facto de serem dos formatos que mais ROI dão às organizações, tendo mais partilhas e conseguindo interagir com as pessoas mais difíceis de aceder, devido à falta de disponibilidade. Mas para os implementar corretamente, existem vários passos que devem ser considerados. No nosso GuideBook partilhamos quais os passos e dicas mais importantes e que deve ter em conta, desde planear o conteúdo de vídeo marketing,  escolher os indicadores de desempenho, até às opções de vídeo que existem e à sua divulgação.

Boas-práticas para produzir vídeo 

Fazer um vídeo de qualidade não se baseia apenas em ligar o equipamento e clicar no botão de gravação. Mesmo que a expectativa não seja produzir uma longa metragem de alta qualidade, existem alguns pontos fundamentais que devem ser tidos em conta. Entre eles, um dos mais importantes é a questão da iluminação, do fundo, da câmara, ou até mesmo a definição da estratégia de divulgação – porque um dos passos mais importantes, depois de criar o vídeo é garantir que as pessoas o vão ver.

 

Guidebook Vídeo marketing BloomCast

 

Para saber mais sobre estratégias de Vídeos, consulte o nosso Vídeo Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series, um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de vídeos, em contexto empresarial. Nele poderão encontrar as melhores práticas bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação a este formato.

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