EBOOK: Tudo o que precisa de saber sobre estratégias de Social Media

Ebook Social Media Guide

A evolução do Social Media (Ebook) alterou significativamente a forma como comunicamos e interagimos uns com os outros, tanto em formato presencial como online. É difícil imaginar, que há dez anos, os SMS, os e-mails ou simplesmente a comunicação face-to-face eram as principais formas de comunicação interpessoal. Da mesma forma, as empresas não utilizavam as redes sociais/ websites para posicionar as suas marcas ou até mesmo para tentar vender os seus produtos. Neste sentido, e em pouco mais de 10 anos, estamos perante duas realidades totalmente distintas.

Em menos de uma década, o número de utilizadores de redes sociais triplicou. Segundo dados da empresa de pesquisas Statista, em 2010, menos de um bilhão de pessoas em todo o mundo estavam inscritas em aplicações online. Em 2020, este número saltou para 3,6 mil milhões de utilizadores e a projeção para 2025 é de 4,41 mil milhões. O Centro de Investigação Pew destaque ainda que utilizadores das redes sociais tendem a ser cada vez mais jovens. Quase 90% das pessoas entre os 18 e os 29 anos de idade utilizam pelo menos uma rede social e, para além disso, tendem a ser mais instruídos e com uma maior capacidade económica.

O que saber sobre Social Media

Mas o que é realmente o Social Media?

De acordo com o Cambridge Dictionary, Social Media define-se como programas de computador e websites que permitem às pessoas comunicar e partilhar informações na Internet utilizando um computador ou um telemóvel.

Se há 5 anos atrás os utilizadores acediam ao Social Media através de um website do computador, atualmente, descarregam uma aplicação para o tablet ou smartphone e têm um acesso muito mais direto.

O objetivo original do Social Media passava essencialmente pela forma mais próxima de interagir com amigos e familiares, mas com o passar dos anos as empresas também começaram a tirar partido deste método de comunicação disruptivo para chegar a diferentes públicos. O poder do Social Media passa então pela capacidade de ligar e partilhar informação relevante com qualquer pessoa no planeta.

Sabia que…

  • O objetivo do Social Media pode também passar por posicionar e consolidar uma marca, a nível digital, junto de um público que procura informação relevante sobre o negócio da mesma, como é o caso dos clientes, futuros clientes, colaboradores, futuros colaboradores e indivíduos em geral;
  • As redes sociais podem ser visitas como uma espécie de vitrine para as empresas, na medida em que permitem mostrar a visão do negócio aos públicos;
  • Quando fazemos uma publicação nas redes sociais, é possível segmentar os posts de acordo com as características da audiência, direcionando os esforços para aquelas parcelas do público que possuem mais afinidade com sua solução.
  • No que diz respeito ao Linkedin, segundo as estatísticas recolhidas pela plataforma Sprout Social, esta é a melhor plataforma de geração de leads e aquisição de clientes, sendo 277% mais eficaz do que o Facebook.

 Vantagens e Desvantagens do Social Media

Vantagens

  1. Consciência da Marca

O desenvolvimento de conteúdo convincente coerente e relevante pode atrair a atenção de potenciais clientes e visibilidade da marca;

  1. Reputação da Marca

Através do Social Media, uma organização pode responder aos desenvolvimentos da indústria de forma instantânea, apresentando-se como líder na sua área. Isto pode melhorar a forma como o seu negócio é visto pelo público.

  1. Rentável

Pode ser muito mais barato do que a publicidade tradicional e as atividades promocionais. Se optar por investir em publicidade paga, pode gastar tanto quanto o seu orçamento o permita.

  1. Interação com o cliente

Pode prestar um melhor serviço ao cliente, na medida em que é possível responder eficaz e instantaneamente ao feedback. Ou seja, a interação com o cliente é bastante próxima. O feedback, por sua vez, se for positivo pode ser um facto de persuasão para outros potenciais clientes. Já quando o feedback é negativo, devemos olhar para o mesmo como “de que forma podemos melhorar”.

 Público-alvo

Os clientes podem encontrar a organização através das plataformas de Social Media que mais utilizam. A organização, por sua vez, pode optar por manter uma presença em determinadas plataformas que estejam de acordo com o seu público-alvo. Por exemplo, se o público-alvo são os jovens, podemos alcançá-los através do Instagram; se o público-alvo são clientes empresariais, o LinkedIn pode ser o melhor canal.

Desvantagens

  1. Recursos

A organização deverá associar recursos à gestão da sua presença nas redes sociais, respondendo ao feedback do público e produzindo novos conteúdos. Isto pode-se traduzir na contratação e formação de pessoal, no investimento em publicidade paga e na criação de conteúdos de vídeo ou imagem.

  1. Avaliação

Pode ser bastante difícil para uma organização medir e atribuir um valor monetário à notoriedade e reputação da marca que o Social Media pode trazer à mesma. É difícil saber de que forma as redes sociais afetam o negócio.

Como desenvolver uma comunicação coerente:

a importância do Social Media

Para se desenvolver uma comunicação coerente nas nossas redes sociais é imperativo a definição dos seguintes pontos:

  • Tom de Comunicação;
  • Pontuação e Formatação;
  • Terminologias;
  • Links;
  • Hashtags;
  • Emojis;
  • Identificações;

Ferramentas a utilizar:

De modo a criar e organizar os conteúdos mais facilmente, existe um conjunto de ferramentas que podem ser utilizadas para estruturar o que realmente quer comunicar nas suas plataformas digitais, assim como priorizá-las.

  1. Análise de mercado

Antes de se começar a desenvolver e a publicar conteúdos, é fundamental que se elabore uma análise de mercado, de forma a perceber se o conteúdo produzido e o que está a pensar produzir é do interesse dos seus públicos-alvo e por isto, a avaliação do que estes procuram é crucial. Desta forma, várias são as ferramentas de análise de mercado que podem ser interessantes para compreender, em maior profundidade, as tendências de pesquisa e de consumo de informação.

  1. Gestão de Redes Sociais

As ferramentas de gestão de redes sociais permitem que não seja necessária a publicação de conteúdos diretamente nas plataformas. Existem ferramentas muito eficazes que ajudam no agendamento de publicações, vídeos ou até stories, e podem até sugerir horários e dias ideais para publicação, das quais podemos destacar as ferramentas de publicação para o Facebook e o estúdio de criação para o Instagram. Agendar publicações não danifica o seu alcance orgânico, até pelo contrário, poderá mesmo potenciá-lo.

  1. Analytics para redes sociais

O terceiro ponto, mas igualmente importante, são as ferramentas de análise de dados para as redes sociais. Este tipo de ferramentas é essencial, uma vez que permite às empresas extrair informações e insights sobre como o público-alvo percebe ou interpreta a sua marca, quais são os produtos ou serviços que mais aprecia e possibilita também desenvolver uma análise comparativa com os seus concorrentes.

No Ebook, partilhamos algumas das ferramentas que poderão ser utilizadas para desenvolver uma análise de dados de forma eficiente.

 

Social Media Guideque faz parte dos BloomCast Content Seriesé um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada no Social Media da empresa. Nele poderão encontrar as melhores práticas para gestão das várias contas de Social Media, bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação ao formato de cada uma.

 

Faça o download aqui!

 

Pode ver outros Ebooks aqui.

5 Tendências para a Indústria do Podcast

Podcast tendências 2022

A palavra Podcast é formada pela junção das palavras iPod (dispositivo da marca registada da Apple Inc. da famosa linha de media players portáteis) e broadcast (transmissão), sendo que a sua utilização, associada ao conteúdo que todos conhecemos, surgiu em 2004 pelas mãos do jornalista Bem Hammersley, quando este utilizou a palavra pela primeira vez num artigo do The Guardian.

Para qualquer um de nós, no início de 2019, a palavra podcast podia estar associada a uma nova vaga de ferramentas disruptivas de comunicação. A verdade, é que após todos os acontecimentos do último ano e meio, o podcast tornou-se num conceito bastante usual do nosso quotidiano quer em termos profissionais, quer pessoais.

No entanto, este não é mais um artigo que pretende abordar a definição do conceito podcast ou a origem do mesmo, antes pelo contrário Pretendemos dar a conhecer aquilo que será o futuro desta indústria em crescimento e proliferação.

Neste sentido, identificamos 5 tendências que podem ser vistas como mais valias para os profissionais e estudantes do mundo da comunicação que pretendam saber mais relativamente à indústria dos podcasts:

1. Mais competição nas plataformas de Podcast

Durante muitos anos, o Spotify e a Apple disputaram ombro a ombro pelo primeiro lugar na indústria dpodcast. Os dados mais recentes do The Podcast Host mostram que 46% das pessoas dos 12 aos 34 anos ouve Spotify todos os meses do ano, embora apenas 20% da mesma população ouve Apple Music. A verdade é que nenhuma destas grandes plataformas será abandonada em 2022. Enquanto que o Spotify procura conquistar os corações da Geração Z e da Geração Y, as plataformas rivais continuarão a lançar mais conteúdo de áudio e encontrar novas maneiras de inovar e atrair diferentes públicos.

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2. Experiência do utilizador orientado por dados

Na indústria do podcast, o marketing orientado por dados é visto pelos produtores como o caminho para o ouro, na medida em que podem aproveitar os insights para obter uma compreensão mais profunda e conhecimento dos seus públicos.

 

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3. Mais eventos de podcasting e transmissão ao vivo

Em 2020, os eventos de podcast tornaram-se mais populares em todos os ramos da sociedade. Estes programas ao vivo reúnem público, anfitriões e profissionais de marketing, com o intuito de ajudar os podcasters a estabelecer conexões, enquanto o setor desfruta de um período de crescimento. Estes eventos de networking proporcionam aos criadores de conteúdo a oportunidade de conhecer alguns oradores influentes, outros anfitriões de podcasts e marcas de nicho.

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4. Conteúdo de podcast de melhor qualidade

Com a forte evolução tecnológica dos últimos anos, indústria do podcast tem vindo a apresentar conteúdo de qualidade superior ao que era desenvolvido há 5 anos atrás. Este formato, por sua vez, tende em atrair um tipo diferente de público: subscritores graduados, profissionais da área e empresários de sucesso.

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5. Os subscritores tornar-se-ão mais tolerantes aos anúncios

No ano passado, registou-se um aumento de 41% na utilização de softwares de bloqueio de anúncios entre a Geração Z e a Geração Y. No entanto, apesar de as pessoas parecem menos tolerantes com a interrupção do conteúdo devido a anúncios publicitários, os subscritores de podcasts estão, na verdade, mais abertos à publicidade. Embora os anúncios possam dificultar a experiência do utilizador, há menos anúncios nos podcasts do que no rádio ou na televisão. Para muitos, estes são a força vital que permite que o programa continue, e muitos são os públicos que olham para os anúncios como parte integrante da experiência do podcast.

Em suma, podemos afirmar que os podcasts são uma ferramenta de comunicação que vieram efetivamente para ficar. Revolucionaram a comunicação e encontraram o seu espaço no ecossistema organizacional. Atualmente, estão a ganhar, cada vez mais, adeptos fiéis, quer pela grande diversidade dos temas existentes, como na possibilidade de escolha dos interlocutores, tempos de áudio e uma total personalização dos episódios.

 

Pretende mais informações sobre as melhores práticas para criação de um podcast? Aqui, pode encontrar o Podcasts Guidebookque faz parte dos BloomCast Content Seriesé um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para definir a linha comunicacional que deve ser utilizada na criação de podcasts.

Para ler outros artigos sobre o mundo da comunicação e quais as boas práticas que deve implementar, consulte aqui.

Projeto: BI4ALL, a tecnológica portuguesa que está a dar que falar

BI4ALL caso de sucesso

OS NOSSOS PROJETOS

A Líder em soluções de data analytics e inteligência artificial, a BI4ALL é uma empresa tecnológica portuguesa

A BI4ALL é cliente da BloomCast desde 2016, e tendo em conta o recente e relevante investimento feito na sua nova sede – a Cidade BI4ALL – foi crucial a comunicação deste projeto que nasceu com o objetivo de responder a um novo paradigma laboral e às necessidades dos colaboradores, proporcionando uma experiência de trabalho única, bem como uma melhor experiência para os clientes.

O DESAFIO LANÇADO:

 

Aumentar a notoriedade da BI4ALL enquanto empresa líder em soluções de Data Analytics e Inteligência Artificial, bem como apresentar um novo referencial de posicionamento e reforçar a sua cultura orientada para o bem-estar das pessoas.

Desde o seu nascimento, em 2004, que a empresa tem uma cultura focada nas pessoas, colaboradores e clientes, fomentando a proximidade e o ambiente familiar. A comunicação deste projeto foi pensada, desde o início, para reforçar a sua identidade e ser uma demonstração do reflexo do forte investimento da empresa no mercado nacional e internacional, onde esta tem mantido uma posição de liderança ao longo dos anos.

Era também objetivo da BI4ALL, através deste projeto, reforçar a mensagem da inovação ligada ao seu negócio, que se materializa agora num ambiente de trabalho dinâmico e que reúne todas as condições para a criatividade, agilidade, colaboração e trabalho altamente produtivo, permitindo à empresa manter uma posição de liderança como especialista em Transformação Digital e Data Strategy, com foco nas áreas de Data Analytics e Inteligência Artificial.

 

bi4all

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/tecnologias/detalhe /bi4all-inaugura-a-sua-cidade-depois-de-investimento-de-8-milhoes

 

A NOSSA RESPOSTA

 

O plano de comunicação apresentado pela BloomCast para este projeto contemplou três pilares fundamentais (assentes no novo referencial de posicionamento “Cidade BI4ALL”; na cultura empresarial; e na inovação e vanguarda do negócio), que permitiram chegar a um leque variado de meios de comunicação e, assim, alargar a presença da BI4ALL nos media nacionais.

https://visao.sapo.pt/atualidade /2021-09-22-na-sede-da-empresa-onde-ate-se-pode-ficar-la-a-dormir/

 

Deliverables:

  • Estratégia de Media Relations;
  • Comunicação One-to-One com OCS específicos;
  • Envio de Press Release a meios nacionais e internacionais;
  • Fortalecimento da relação com os jornalistas nacionais;
bi4all

idealista.pt/news/imobiliario/escritorios/2021/08/04 /48390-um-armazem-que-virou-cidade-assim-e-a-nova-sede-da-tecnologica-bi4all

“Desde o início da nossa colaboração que a BloomCast tem revelado ser um parceiro importante para a comunicação da empresa junto dos órgãos de comunicação social, o que tem contribuído para um aumento da nossa notoriedade e reconhecimento no mercado. Contamos com o profissionalismo da BloomCast para nos ajudar a fortalecer o posicionamento da empresa como referência no setor.” – José Oliveira, CEO, BI4ALL

 

Descubra mais sobre a tecnológica portuguesa que está “a dar que falar”.  Conheça, aqui, a BI4ALL

 

Aqui, para ver outros Casos de Sucesso.

Thought leaders: Descomplicar para valorizar

Thought Leaders

No mundo das organizações, há uma especial pressão para que os líderes (ou principais líderes) sejam thought leaders. Numa tradução livre, líderes de pensamento reconhecidos não só pela credibilidade e pelo conhecimento que têm do setor em que se inserem, mas também pela capacidade de o influenciar.

A grande questão está na forma de construir e consolidar esta posição, em especial através da comunicação. Como em quase tudo que envolve este campo, o desafio para os thought leaders passa por definirem a melhor mensagem, para a melhor audiência, na melhor altura.

A partilha de know-how da empresa não tem de ficar no segredo dos deuses e até pode ser uma excelente forma de aproximar novos públicos, através de mensagens repletas de expertise, com casos práticos e situações do dia-a-dia. A juntar a isto, uma componente agregadora e – porque não? – inspiradora.

Quanto à audiência, a chave pode estar naquilo que os públicos procuram. Ou seja, ainda que seja importante definir prioridades e alinhá-las na comunicação, é necessário estar atento às perguntas que os públicos, nomeadamente clientes, possam fazer e querem ver respondidas. A consolidação dos thought leaders também tem muito de adaptação e sentido de oportunidade.

 

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O que os thought leaders devem dizer, e como devem dizer?

Há várias maneiras de definir os conteúdos a partilhar pelos thought leaders, mas podemos apontar três exemplos paradigmáticos: desconstruir temas difíceis aos olhos do público; apresentar as principais tendências do setor; e fornecer aconselhamento especializado, recorrendo a “guias práticos” ou “dicas”.

Paralelamente, é essencial ter em conta algumas estratégias de comunicação para descomplicar e, acima de tudo, valorizar os conteúdos.

  1. Ser objetivo

Ou, por outras palavras, ir direto ao assunto. A forma mais prática e com maior alcance é, sem dúvida, através das redes sociais, que devem ser encaradas pelos thought leaders como uma ferramenta indispensável para os líderes de hoje. Ao entrarem nas experiências digitais das pessoas, com pequenos insights ou informações fáceis de perceber e usar, significa que estão a partilhar valor, sem contrapartidas e sem serem intrusivo porque não procuram, de forma direta, qualquer retorno comercial.

Dosear o que se diz também é um ponto central. As redes sociais vivem da brevidade e, sobretudo, do tempo que nem todos têm ou não querem despender. Esta lição serve igualmente para qualquer interação social. Portanto, os thought leaders não devem perder tempo em escrever tudo aquilo que pensam sobre um determinado tema. Ao invés, têm de ser concisos e responder àquilo que o setor e os públicos verdadeiramente querem saber.

  1. Ser inteligente

Todos nós temos algo a dizer e, no caso dos líderes, há uma audiência natural que procura a sua visão, como os clientes, potenciais clientes, colaboradores e concorrentes. Quem se encontra numa posição de liderança deve encarar como uma responsabilidade a partilha aberta e frequente de informação relevante para o setor e, no limite, para a sociedade. Mas estes públicos exigem que seja inteligente.

Sim, inteligente porque cada interação, ainda que intermediada pelos líderes, é uma interação com a marca. Por isso, a tónica deve estar sempre na relevância: do que se diz, do que se partilha, do que deve chegar aos públicos, incluindo os meios de comunicação que olham também para as novas plataformas de comunicação como uma fonte.

Teste as suas mensagens e explore todas as possibilidades com a agência de comunicação para, com certezas, elevar o perfil dos líderes e das organizações, posicionando-os como os porta-vozes e interlocutores por excelência em determinados temas.

  1. Ser pertinente

Decidir com que frequência precisa de ser ouvido não é uma tarefa fácil. Em primeiro lugar, depende do setor; depois, da rapidez com que este evolui e também da atualidade. De qualquer forma, os canais definidos para partilhar as mensagens podem ajudar a determinar quando se deve intervir.

A cobertura mediática e a participação em eventos, como conferências, são ótimas formas para reforçar a credibilidade e criar a expectativa de que um líder tem algo a oferecer. Dependendo dos objetivos, estas possibilidades podem ser a abordagem certa. Contudo, os canais próprios, como um site, blog, podcast ou as redes sociais, não devem ser esquecidos ou colocados em segundo plano. Nestes casos, são a oportunidade para definir mensagens, assentes nas prioridades estratégicas do negócio e do setor, com uma regularidade planeada.

Uma técnica utilizada na estratégia de conteúdo é o agrupamento de temas, a partir dos quais pode ser feito um brainstorming sobre o que devemos falar e com os quais os diferentes stakeholders se preocupam. O mesmo pode ser aplicado aos thought leaders, ou seja, os líderes devem reservar alguns minutos para escrever tópicos em que a sua experiência fornece uma perspetiva nova ou caminhos alternativos.

A eficácia de uma abordagem inovadora estará diretamente ligada à utilidade para a sua audiência. Estar ciente do tempo limitado que esta tem e a busca incessante por agregar valor é uma ajuda para construir e manter mensagens autênticas e relevantes.
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 Importância na área B2B

A thought leadership tem potencialidades claras ao nível de B2C, mas sobretudo de B2B, já que os conteúdos desenvolvidos podem ajudar as pessoas envolvidas no processo de tomada de decisões, em especial potenciais clientes. Na base de tudo isto está a credibilidade dos líderes, que tem um enorme valor comercial e deve ser potenciada através da comunicação.

Recentemente, um estudo conduzido pela Edelman e pelo LinkedIn demonstrou que 49 por cento dos participantes com responsabilidades na tomada de decisões em B2B afirmavam que os thought leaders influenciavam as suas decisões de compra. Além disso, 89 por cento diziam que bons conteúdos melhoravam a imagem que tinham de uma marca e 59 por cento encaravam a thought leadership como um reflexo mais preciso das capacidades de um fornecedor, em comparação com outros. No que respeita ao tempo de consumo deste tipo de informação, 48 por cento reservavam pelo menos uma hora do seu tempo, todas as semanas.

O que pode justificar estes números? Quando bem feito, o conteúdo dos thought leaders é diferenciado, vinca uma posição e até pode ser provocativo, ao oferecer perceções e caminhos alternativos. É o tipo de informação que os profissionais de cada setor estão ansiosos por consumir, para encontrar soluções, e também partilhar.

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Thought leaders: seja um, mas não se descreva como tal

O reconhecimento terá de chegar pelos seus pares e pelo público com quem se relaciona. Por isso, um líder jamais se deve descrever como um thought leader. O mesmo se aplica a outros termos, que tantas vezes lemos: especialista, visionário, guru ou ninja!

A eficácia da abordagem que se tem é que vai determinar o que os outros pensam. Portanto, não perca tempo em definir-se e espere que os outros o façam por si. Será um claro e inegável sinal da relevância que está a criar.

Das redes sociais, como o LinkedIn, até ao website corporativo ou aos artigos de opinião, há diversas formas de se posicionar como um thought leaderFale connosco. Nós tratamos do resto.

 

Para ler outros artigos sobre o mundo da comunicação e quais as boas práticas que deve implementar, consulte aqui.

Ebook: Conteúdo + Relevância = Branded Content

Ebook branded content bloomcast consulting

Mais do que um “conteúdo de marca”, como a tradução indica, o Branded Content (Ebook) promove um diálogo mais próximo entre as empresas e os públicos-alvo. Dar voz às marcas, contar histórias e criar experiências são algumas das possibilidades que abre, sempre com o objetivo de estabelecer confiança para alcançar impacto.

As formas que o Branded Content pode assumir são sempre construídas em parceria com as empresas e alinhadas com as suas estratégias. Apesar de ter como objetivo gerar notoriedade para as marcas, esta ferramenta de comunicação vai além de propósitos comerciais e não pretende ser intrusivo, incómodo ou um mero veículo de vendas.

 

Branded Content, o impacto marcante além da publicidade

As empresas devem procurar manter a melhor relação possível com os consumidores, tendo a confiança como principal ativo. Ao mostrarem quem são, que valores defendem e de que forma estes influenciam a sua estratégia de negócio, conseguem chegar aos públicos-alvo, que, por sua vez, lhe reconhecem valor e desenvolvem uma maior afinidade.

Com conteúdos específicos, adaptados ao espaço digital, as empresas informam, entretêm, educam, ajudam e aproximam-se dos clientes ou dos potenciais clientes através de experiências e também emoções. Este tipo de abordagem revela-se a antítese de um tipo de marketing bem diferente do que foi feito no passado.

Antes, os objetivos comerciais eram claros desde o impacto inicial. Agora, os consumidores mudaram e as suas expectativas também, por isso, a aproximação das empresas deve ser subtil, tendo em atenção que o consumidor não é mais um agente passivo no processo comunicacional, mas sim parte central deste: absorve informação, reflete, faz escolhas e pode ser um porta-voz da marca junto dos seus núcleos mais próximos.

 

Conteúdos a desenvolver

Os conteúdos do Branded Content são flexíveis, podendo ser distribuídos por múltiplos canais e em diferentes formatos: artigos, posts, entrevistas, vídeos, podcasts, ações presenciais, ebooks, infografias, entre outros. Centrar a comunicação numa boa história, através de técnicas de storytelling, é meio caminho para um maior envolvimento.

Um bom design e/ou a adaptação aos diferentes dispositivos e plataformas garantem uma melhor experiência ao público a que se destina. Para potenciar as escolhas dos clientes ou potenciais clientes no futuro, é importante optar por conteúdos que tenham a capacidade de informar, educar, sensibilizar, envolver e entreter com base na confiança e nos valores da marca.

 

Como criar um Branded Content?

Sabia que um consumidor quando exposto a Branded Content lembra-se da mensagem e da marca até 59% mais do que se fosse um anúncio tradicional? E que procura até 14% mais outro conteúdo dessa mesma marca?

A relevância cria-se, tal como o conteúdo. Aliar ambos é o objetivo do Branded Content, cuja implementação não requer muito material. Contudo, existem três etapas essenciais:

  1. Definir conteúdo com significado
  2. Escolher os canais
  3. Maximizar a visibilidade

 

Ferramentas a utilizar:

Atualmente, existem três grandes ferramentas online disponíveis para ajudar a promover o seu Branded Content:

  • Instagram for Business – É uma ferramenta que tem vindo a ser atualizada e desenvolvida gradualmente. Se a sua organização já tiver uma página criada pode transformá-la numa business account para desbloquear todas as funcionalidades desta plataforma. Com acesso a métricas, como alcance e envolvimento da publicação, é possível determinar concretamente o impacto de uma publicação. Também é mais fácil encontrar possíveis parceiros de negócio, como influenciadores, para realizar parcerias estratégicas.
  • Facebook Media – Facilitar a divulgação através de parcerias remuneradas e potencia os ganhos provenientes da presença da organização no Facebook. Esta ferramenta é dedicada aos possíveis parceiros de negócio, que identificam a sua organização como parceira nas publicações do seu Branded Content.
  • Soluções de Marketing do LinkedIn – O sponsored content do LinkedIn permite que o seu conteúdo atinja o público ideal definido por dados de perfil, gere leads através da divulgação da marca e aumenta o envolvimento com o alcance dos anúncios nativos do feed, em computadores e dispositivos móveis. É possível partilhar conteúdo em formato de imagem, vídeo e anúncios em carrossel.

 

Para saber mais sobre o desenvolvimento e a divulgação de Branded Content, consulte o nosso Branded Content Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series, um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para marcas e organizações. Nele poderão encontrar as melhores práticas bem como algumas ferramentas úteis para usar.

 

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Procura mais informação para criar um Branded Content com impacto e que pode fazer a diferença? Contacte-nos e descubra como podemos ajudá-lo a inovar a sua comunicação.

Eventos: a importância da Assessoria de Imprensa no antes, durante e depois

A assessoria de imprensa nos eventos

Planear eventos, independente da sua dimensão, requer sempre uma estratégia e (muita) organização. Quando as empresas planeiam organizar um evento, estão a pensar naturalmente no retorno que isso lhes pode trazer: seja ao nível do posicionamento da marca e da sua notoriedade, seja na manutenção do relacionamento com os seus consumidores e parceiros, ou no sentido de potenciar vendas e angariar novos clientes.

Qual o papel da Assessoria de Imprensa nos eventos?

Por norma, a Assessoria de Imprensa está presente em eventos que envolvem os Media, sendo uma peça fundamental em todas as fases: antes, durante e após.

 Antes do Evento:

eventos assessoria bloomcast

Antes do evento, é necessário definir em conjunto com o cliente o planeamento das ações, contextualizando-as. Para isso, é necessário pensar e responder às questões-chave:

  • O que vai acontecer?
  • Quando e onde?
  • Como?
  • Porquê?

O papel do assessor de Imprensa é ajudar a responder às questões que possam ainda estar por definir. Após existir resposta a todas estas questões, os assessores são responsáveis por produzir o material de divulgação para a Imprensa (Press Kit), convidar os jornalistas e confirmar as suas presenças, agendar entrevistas e preparar os porta-vozes para as mesmas.

Deve também ser definidos antes do evento os locais para a realização das entrevistas, bem como os espaços destinados aos fotógrafos que acompanhem os jornalistas.

Press Kit ou Kit de Imprensa: O que é?

O Press Kit é um conjunto de documentos informativos que é entregue aos jornalistas, por norma, no dia do evento.

Tradicionalmente, o Press Kit é entregue numa pasta ou pen, preferencialmente com o logótipo da empresa e referência ao evento, e inclui: uma página de boas-vindas, o press release, a agenda do evento e informação sobre oradores (quando aplicável), um bloco de notas/caderno, caneta, e outros documentos que possam ser relevantes. No entanto, existem várias formas de apresentar o Press Kit, mais ou menos inovadoras, que devem ser pensadas consoante o cariz do evento e identidade da marca.

Nota: Se existirem meios internacionais a cobrir o evento, a tradução dos documentos é um fator a ter em consideração.

Durante o evento:

Durante o evento, os assessores de Imprensa são responsáveis por fazer as acreditações dos jornalistas, preparar a sala de Imprensa, gerir as entrevistas (coletivas e/ou individuais) e os locais das mesmas.

Nota: Para os assessores de Imprensa, quando apenas responsáveis por esta mediação, o evento acaba quando já não existirem jornalistas no local.

Eventos bloomcast consulting

Sobre as acreditações de jornalistas

As acreditações de jornalistas têm o objetivo de registar e confirmar as presenças entre a lista de confirmações para o evento. Por isso, os assessores de Imprensa devem sempre fazer-se acompanhar da lista das confirmações de Media, que deve conter os nomes dos jornalistas e respetivos contactos telefónicos.

Por norma, na zona de acreditações – que deve ser de fácil identificação –, é entregue um badge aos jornalistas que permite reconhecê-los e, em alguns casos, definir zonas de acesso.

Sobre a Sala de Imprensa

A Sala de Imprensa é o local destinado aos jornalistas, onde devem ser asseguradas as condições para que os mesmos possam trabalhar. Para isso, é preciso confirmar a existência de internet, tomadas, mesas e cadeiras. Podem também ser disponibilizadas águas, café e alguns snacks.

Após o evento:

Após o evento, os assessores de Imprensa são responsáveis por fazer a divulgação com um resumo do evento. Nesta fase, é também o momento para fazer o follow-up e fortalecer o relacionamento com os jornalistas que estiveram presentes, verificando se precisam de algum material adicional, e fazer o acompanhamento das publicações.

Se o serviço de Assessoria de Imprensa tiver sido contratado apenas para efeitos de divulgação e acompanhamento do evento, é boa prática elaborar-se um relatório final com os resultados do evento a nível mediático.

A Assessoria de Imprensa nos eventos virtuais

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Devido ao contexto atual, a maior parte dos eventos está a acontecer em formato virtual e/ou híbrido. Contudo, o papel da Assessoria de Imprensa não se altera e é igualmente importante nos eventos digitais.

Resumidamente, o foco da Assessoria de Imprensa nos eventos, sejam presenciais ou digitais, deverá passar pelos seguintes pontos:

  1. Apoio no planeamento das ações ao nível de Media (planeamento do antes, durante e pós evento);
  2. Produção e divulgação de conteúdos para jornalistas;
  3. Relacionamento e suporte aos jornalistas;
  4. Agendamento e acompanhamento de entrevistas;
  5. Follow-up e acompanhamento de publicações
  6. Relatório de resultados (aplicável quando a Assessoria de Imprensa foi contratada apenas para a divulgação do evento)

 

Para ler outros artigos sobre o mundo da comunicação e quais as boas práticas que deve implementar, consulte aqui.

Procura mais informação sobre como definir uma eficaz estratégia de comunicação externa que faça sentido para a sua empresa? Contacte-nos e descubra como podemos ajudá-lo a inovar a sua comunicação.

BloomCast trabalha comunicação da Unipartner

BloomCast escolhida por Unipartner

A BloomCast Consulting foi a agência escolhida pela empresa tecnológica Unipartner para assegurar os seus serviços de assessoria mediática, tendo como objectivo reforçar a visibilidade e a notoriedade da Unipartner “enquanto player de referência no mercado das tecnologias de informação”.

Nas palavras de Rodolfo Oliveira, managing partner da BloomCast Consulting, “a nossa aposta é sempre num trabalho próximo e cuidado com todos os nossos clientes. Acima de tudo, é nosso objectivo assegurar a inovação nas propostas apresentadas e a rápida entrega de soluções personalizadas para os desafios de negócio dos nossos clientes”, pode ler-se em comunicado.

 

Mais informações aqui .

In Meios e Publicidade.

 

Pode ler, aqui, outras notícias da BloomCast.

Ebook: O poder da infografia na comunicação de marcas e organizações

Mais do que nunca, vivemos numa Era de estímulos, que são diversos na forma e no conteúdo. Publicidade e vendas, notícias, redes sociais ou entretenimento dividem as nossas atenções, dificultando a concentração dos destinatários da informação, mas também as estratégias das marcas e organizações. Apesar do autêntico frenesim e corrupio de conteúdos, os consumidores ainda anseiam por mais: querem conhecer, querem aprender, querem se divertir, querem ser convencidos. Aqui, reside o poder de uma infografia, enquanto ferramenta para aprofundar o conhecimento e ter impacto.

Resumidamente, a infografia (Ebook) pode ser descrita como um conjunto de recursos visuais – diagramas, fotografias, mapas ou gráficos – utilizados na apresentação de informação. Se “uma imagem vale mais que mil palavras”, estamos perante uma ferramenta que acrescenta ainda mais valor à comunicação, tendo a capacidade de dissecar um assunto complexo, captando a atenção, ou assumir-se como um elemento diferenciador.

Mais do que uma imagem

Até 90% das informações que são transmitidas para o cérebro são visuais, o que faz com que a infografia seja uma poderosa forma de veicular dados importantes, como estatísticas ou informações complexas. A rapidez da comunicação também é promovida, assim como um maior engagement, já que uma infografia é partilhada três vezes mais do que outras formas de conteúdo. Paralelamente, tem um forte efeito tangível em CRO e publicidade em redes sociais.

Quando integrado em todo a estratégia de marketing de conteúdo, o design da infografia impulsiona os principais resultados do marketing digital. A chave para o sucesso passa por combinar a estratégia de marketing à produção criativa.

Apesar do SEO ser uma desvantagem, a partilha da infografia com outros sites ou blogs é, na verdade, muito positiva. Ao colocar os devidos créditos (link para o seu website e para a infografia original), vai ajudar a posicionar a sua organização.

Além do marketing e das vendas, a infografia pode ser utilizada em apresentações e comunicações internas ou sessões de formação. Ou seja, comunicar bem e de forma eficiente não é uma tarefa que deve ser olhada somente para o exterior. Dentro das organizações, o potencial também é imenso.

Como criar uma infografia

A eficácia de uma mensagem só pode ser garantida através de uma planificação. Para criar uma infografia de sucesso, há quatro passos essenciais que devem ser tomados.

  1. Definir objetivos;
  2. Recolher dados;
  3. Desenvolver um layout;
  4. Completar a narrativa visual com texto e toque final;

Tendências e modelos

Atualmente, vivemos numa era digital onde o crescimento de novas plataformas é uma constante. No mesmo sentido, também as infografias tomam novas formas e ocupam novos espaços, permitindo explorar diversos recursos para transmitir a informação. Em traços genéricos, podemos identificar três grandes tipos: estáticas, animadas e interativas.

  • Infografias estáticas: Apesar de serem as mais comuns, isso não significa que a sua execução seja menos trabalhosa. Quando a infografia é apenas uma imagem estática, os dados precisam ser bem organizados e, geralmente, existe bastante informação textual.
  • Infografia animada: Um recurso muito utilizado são as infografias animadas. Nestes casos, as informações podem ser apresentadas faseadamente, devido à sua mobilidade. Os problemas são as dificuldades técnicas na execução. Profissionais que dominam animação e modelagem 3D são caros e uma infografia com um nível de complexidade muito alta pode custar bastante dinheiro.
  • Infografia interativa: Este tipo de infografia também exige um nível técnico avançado, uma vez que envolverá, além de animações, conhecimentos de programação. Os conteúdos devem ser manipuláveis pelo utilizador para que consiga “passear” pelas informações de forma intuitiva e rápida.

 Ferramentas a utilizar

Existem inúmeras ferramentas gratuitas online para fazer uma infografia a partir do zero, nomeadamente:

  • Canva – É uma ferramenta de design que permite que qualquer pessoa construa uma infografia em 30 minutos.
  • Venngage – Muito semelhante ao Canva, oferece um conjunto de templates customizáveis com a possibilidade de inserir
  • Piktochart – Dá a possibilidade de integrar elementos interativos e apelativos. Uma das funcionalidades mais atrativas é o tutorial sobre cada passo da construção da infografia.
  • easelly – Mais uma ferramenta muito simples onde basta iniciar e começar logo a trabalhar na infografia.

 

Para saber mais sobre o desenvolvimento e criação de infografias, consulte o nosso Infografias Guidebook, que faz parte dos BloomCast Content Series, um documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil e facilmente acionável para marcas e organizações. Nele poderão encontrar as melhores práticas bem como algumas ferramentas úteis para usar.

 

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Procura mais informação para criar infografias impactantes e que podem fazer a diferença? Contacte-nos e descubra como podemos ajudá-lo a inovar a sua comunicação.

Podcasts: Quando uma imagem “não substitui” mais que mil palavras…

Nos dias que correm, qualquer pessoa, mesmo que um pouco mais desatenta à atualidade e ao que nos rodeia, sabe de uma forma geral o que são PODCASTS e conhece pelo menos um ou outro ou mesmo alguém que usufrui desta nova plataforma. Em Portugal, teve o seu auge em 2018.

Contudo, o  facto de passado 1 ano e meio de termos ficado em confinamento , possivelmente ajudou ao aumento do número de podcasts existentes, bem como, o número de seguidores. Os meios tradicionais já não chegam, e, por isso, existe a necessidade de se  procurar outras formas de se manter atualizado ou mesmo de relaxar sem que um ecrã seja o principal meio de difusão. Sendo os Podcasts arquivos digitais, de conteúdos maioritariamente de áudio, apesar de também existirem alguns com vídeo, que têm como principal característica o facto de estarem disponíveis a qualquer momento, desde que exista acesso à internet no momento, ou por prévio armazenamento num dispositivo.

Segundo o Podtail, na sua grande maioria os podcasts são procurados pelos ouvintes como uma forma de descontrair , dado que, no top10 de Podcasts ouvidos em Portugal 8 são de comédia.

podcast bloomcast

A História do Podcast

A palavra Podcast é formada pela junção das palavras iPod (a marca registada da Apple Inc. da famosa linha de media players portáteis) e Broadcast. A sua utilização associada ao conteúdo que todos conhecemos, surgiu apenas em 2004 pelas mãos do jornalista Bem Hammersley, ao sugerir esse nome num artigo do “The Guardian”.

Desde então o crescimento da cultura e indústria dos Podcasts tem sido exponencial conforme é percetível por um pequeno resumo a nível mundial:

  • 2005, julho: o então presidente George W. Bush lançou um podcast semanal.
  • 2005, dezembro: o termo “podcast” apareceu pela primeira vez no dicionário Oxford da língua inglesa.
  • 2006, janeiro: Steve Jobs demonstrou, em uma de suas clássicas apresentações, como fazer um podcast usando o GarageBand.
  • 2007: Ricky Gervais conseguiu entrar no Guinness, pelo maior número de downloads de um episódio: 261.670.
  • 2009: a Edison Research começou a fazer pesquisas de audiência de podcasts nos Estados Unidos.
  • 2011: foi a vez de Adam Carolla entrar no Guinness, desta vez com números bem mais expressivos: 59.574.843 downloads únicos entre 2009 e 2011.
  • 2013, junho: a Apple anunciou que 1 bilhão de pessoas ouviam podcasts usando seu aplicativo nativo para essa finalidade.
  • 2018: o Google lançou o Google Podcasts e o Spotify passou a abrigar essa mídia. Ambos rapidamente ganharam popularidade e são apontados como prováveis agregadores mais relevantes num futuro próximo.

 

De que falam os Podcasts?

Neste momento é possível encontrar Podcasts sobre os mais variados temas que vão desde Notícias, Desporto, Humor, Saúde e Lifestyle, Cultura, Tecnologia, Música, Ensino, Arte, passando pela História e não esquecendo os Negócios e até Criminologia, entre outros. Arriscar-nos-íamos a afirmar que todos os temas têm um podcast associado.

Verdade também é que já os próprios media desenvolveram podcasts, como é o exemplo da Rádio Comercial com o “Cada um sabe de si”, o Observador com “Contra Corrente ou mesmo o Jornal de Negócios com o “Dinheiro da Europa Descomplicado.

Até já muitas empresas criaram os seus podcasts onde falam das suas áreas de interesse, como é o caso da BloomCast que lançou em 2021 o seu Bloom(Pod)Cast, onde recebe convidados para partilhar dicas e conteúdos que possam ajudar marcas e negócios a potenciarem a sua comunicação.

 Bloom(Pod)cast podcast da bloomcast consulting

 

Será fácil de entender que a abertura para a existência de Podcasts é tão grande quanto a vontade dos seus realizadores/produtores, uma vez que a maioria das plataformas de disponibilização de Podcasts são gratuitas, apesar de existir, algumas das vezes publicidade de marcas, mas que na maioria dos casos, tal não acontece.

 

Serão os Podcasts uma tendência para ficar?

Segundo, o estudo Digital News Report 2019, da Reuters, um dos dados mais surpreendentes revelados pelo projeto diz respeito à utilização de podcasts no mês que antecedeu a resposta ao inquérito – 34% dos portugueses dizem ter ouvido um podcast, independentemente do género, no período em análise. Portugal surge, aliás, acima da média Global por 6 pontos percentuais, ficando atrás apenas de Coreia do Sul, Espanha, Irlanda, Estados Unidos e Suécia. Os portugueses preferem podcasts especializados (Economia, ciência, tecnologia) (12,8%) seguidos de podcasts noticiosos (12,0%) e sobre desporto (10,0%).

“Atente-se que o podcast, enquanto género noticioso, tem sido particularmente subaproveitado no nosso país, onde a tradição radiofónica de qualidade continua a estar consignada às vertentes mais tradicionais da radiodifusão. No entanto, experiências realizadas lá fora têm vindo a legitimar a utilização deste formato para exploração da atualidade, bem como para a adequação de estruturas noticiosas tradicionais a estilos de vida mais rápidos e caracterizados por uma grande mobilidade e portabilidade. Em Portugal, exemplos como o Fumaça corroboram esta visão positiva do mercado noticioso português no que é relativo à utilização e potencialidade de novos veículos de informação.” – In Reuters Institute for the Study of Journalism Reuters Digital News Report 2019 Portugal

Será fácil de compreender que se em 2019 eram estes os dados recolhidos, que no espaço de dois anos, com uma pandemia mundial que recolheu o mundo inteiro nas suas próprias casa, estes números tenham disparado de forma abrupta e o crescimento destas plataformas encontre expressão entre as várias camadas da sociedade, sendo que existem podcasts para todos os gostos, idades, géneros, interesses e tempos. Apesar do mencionado relatório, acrescentar que “A audição de podcasts é particularmente popular entre os mais jovens: mais de metade dos portugueses entre os 18 e os 24 anos ouviu algum no último mês”.

Está claro que é esta a faixa etária que está mais ligada às novas tecnologias e a novidades que vão surgindo, fazendo com que a temática dos podcasts se tenha tornado uma moda e, entre o passa a palavra e os meios de divulgação existentes, o número de ouvintes tenha aumentado,  dado que o principal meio para a proliferação de podcasts é o telemóvel, também se compreende o motivo de serem os jovens os mais assíduos nesta matéria, uma vez que o telemóvel, se encontra sempre presente no dia-a-dia.

A maioria dos especialistas em comunicação considera que existe espaço para o crescimento deste novo meio de difusão.  Desta forma, é um facto que os Podcasts não irão desaparecer ou desvanecer, pelo menos não nos próximos anos. Os ouvintes dos podcasts são fiéis e existem claras vantagens, que são apresentadas pelos consumidores assíduos de podcasts, como o multitasking e a portabilidade do dispositivo, uma vez que é possível ouvir um podcast enquanto se conduz, fazer as lides domésticas, entre outras. ,

Contudo, esta aposta tem sido, cada vez mais valorizada, e prova disso é que, ao permitir que estas gravações fiquem disponíveis para se ouvir sempre que pretendermos, levou a que fossem criados alguns conteúdos para sejam utilizados como método de ensino.

Por outro lado, foi também criado, pelo PÚBLICO, juntamente com a Portcasts – Rede Portuguesa de Podcasts, um festival dedicado aos podcasts portugueses.

O Podes, surge no contexto de um considerável crescimento do meio dos podcasts em Portugal, que nos últimos anos passou de um interesse de nicho sem grande visibilidade a um formato reconhecido e com propostas diversas, ainda longe da realidade em mercados como o americano ou o inglês, mas que tem observado uma evolução estável e prometedora. O Podes já vai na sua segunda edição com entrega de prémios, webinars e sete dias dedicados a este rebento que cresce a olhos vistos da comunicação.

No que diz respeito ao ensino, este tem sofrido adaptações ao longo dos tempos e de uma forma mais urgente no último ano, com a necessidade de aulas por videoconferência e através de gravações. Apesar deste sistema já ser utilizado em algumas universidades, os MOOC (Massive Open Online Courses) receberam maior expressão e reconhecimento durante o confinamento e os Podcasts facilmente se adaptarão a este sistema, uma vez que cada vez mais os estudantes exigem uma atualização do ensino, bem como a digitalização e avanços globais permitem que este se torne mais flexível.

 

Podcasts bloomcast

Os Podcasts vieram para revolucionar a comunicação e  certamente encontraram o seu espaço tendo ganho adeptos e fiéis consumidores que têm vindo a aumentar, quer pelo crescimento exponencial nos temas existentes como na possibilidade de escolha dos interlocutores, tempos de áudio e mesmo de sugestões interligadas.

A BloomCast sugere o TOP 5 de Podcasts:

1º – Bloom(Pod)cast

2º – Governo Sombra

3º – The Chernobyl o Podcast

4º – P24

5º – Quarenta e cinco graus

 

 

Para mais informações sobre Podcasts, criámos o Podcasts Guidebookque faz parte dos BloomCast Content Seriesum documento desenvolvido pela BloomCast Consulting com o objetivo de fornecer informação útil que deve ser utilizada na criação de podcasts. Nele poderão encontrar as melhores práticas para criação de um podcast bem como algumas estatísticas e factos relevantes em relação ao formato.

Procura mais informação sobre como criar e implementar Podcasts na sua estratégia? Contacte-nos e descubra como podemos ajudá-lo a inovar a sua comunicação.

BloomCast comunica aniversário da AESE Business School

BloomCast marketeer AESE comunicar os 40 anos

A BloomCast Consulting é a agência escolhida para comunicar os 40 anos da AESE Business School, escola de negócios cujo aniversário será comemorado com um ciclo de conferências. Ao assegurar os serviços de assessoria mediática, a consultora tem como principal objectivo reforçar a visibilidade e notoriedade da AESE enquanto entidade de referência no espaço da formação executiva em Portugal.

«É com profunda satisfação que colaboramos na comunicação de um marco tão importante na história da AESE. Partilhamos a crença profunda na importância da aprendizagem contínua, um conceito essencial para uma escola de negócios e que é um pilar essencial da competitividade das empresas», comenta Rodolfo Oliveira, managing partner da BloomCast Consulting.

Sobre o ciclo de conferências que a AESE irá promover, a agência indica que serão abordados temas considerados essenciais à compreensão do mundo complexo em que vivemos. A degradação do ambiente e dos recursos naturais, as desigualdades sociais, a justiça, a liderança e o governo global vão ser alguns dos temas em cima da mesa.

Mais informações aqui .

In  Marketeer.

 

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